domingo, 4 de julho de 2010

VIAJANDO DE FÉRIAS E GRÁVIDA!!


Amigas lindas e grávidas que prestigiam meu blog, paz, luz e prosperidade para todas.

Hoje venho abordar o tema Gravidez e férias

Chegou o momento de planear as tão ansiadas férias. E, se bem que numa gravidez normal os riscos não sejam maiores dos que poderiam surgir se ficasse em casa, é importante que antes de decidir a viagem tome algumas precauções.

A gravidez não tem por que alterar a atitude de viajar – por prazer ou por trabalho – que tem a mulher.

No entanto, é importante considerar que tipo de infra-estruturas sanitárias tem o lugar escolhido para desfrutar as férias.

Não devemos esquecer que muitas vezes as urgências aparecem sem aviso prévio. Por isso, é melhor ser precavida.

A seguir sugerimos alguns pontos que não deve esquecer antes de sair de casa.

Para ter em atenção

1 - Se a gravidez é normal e controlada, uma viagem não tem por que aumentar os riscos que toda a gravidez implica. Estes seriam, nem mais nem menos, os mesmos que existem ficando em casa

2 - Se a gravidez é considerada de risco, terá que analisar junto com o obstetra o que é mais conveniente.

3- Deve recordar que os bebés nascem quando eles querem, e que as urgências aparecem sem aviso prévio. Por isso, é importante averiguar que infra-estruturas sanitárias tem o lugar escolhido para as férias.

4 - Se no momento de começar as férias estiver na semana 38 e se o seu bebé lhe ocorrer nascer, já pesaria entre 2,5 e 3 quilos. Com esse peso é pouco provável que apresente alguma complicação. De modo que não há problema em viajar se já está de termo, mas é possível que o bebé não nasça onde tinha planeado.

5 - Se o bebé fosse prematuro, as coisas seriam um pouco mais difíceis. Por exemplo, se nascesse na semana 30, teria o peso de um quilo a um quilo e meio, e neste caso seria imprescindível contar com um bom equipamento de saúde tanto no campo obstétrico 7 - como neonatológico (aqui a tecnologia é vital). Obviamente, a situação seria menos complicada se estivesse em sua casa, ou pelo menos, próximo da maternidade escolhida.

6 - Há que ter em consideração que se nasce prematuro, o bebé deverá permanecer internado, no local onde nascer, não menos de 30 a 60 dias (de acordo com o peso que tiver ao nascer), até que alcance o peso adequado. Nesta situação vale a pena sacrificar essa praiazinha deserta e sonhada do Norte do Brasil ou nas calmas Caraíbas, e optar por lugares onde haja centros de assistência que possam resolver uma emergência neonatológica.

Por outro lado, também é bom pensar nos seus seres queridos ou nos seus outros filhos. Ninguém deixaria o seu bebé em Paris ou no Rio de Janeiro, para ir buscá-lo aos dois meses, quando já pesasse 2 quilos.

7 - Se pensa viajar para o interior do país, consulte o seu Centro de Saúde ou a Seguradora de Saúde para se certificar que o lugar escolhido tem cobertura médica, e como fazer para se pôr em contacto no caso de uma emergência..

8 - Se viaja para o estrangeiro, também deverá assegura-se de contar com a cobertura da Segurança Social ou seguro médico.

São muito poucos os sistemas de saúde que oferecem cobertura estando no estrangeiro, e quando o fazem, geralmente, restringem-se aos países limítrofes, ou aplicam restrições de acordo com as semanas de gestação (geralmente cobrem só a primeira metade da gravidez). Para algumas companhias de seguros a gravidez é considerada como uma doença pré-existente.

Se não tem cobertura, é vital que antes de sair de casa, faça um seguro de saúde de viagem. Não são muito baratos, mas no caso de serem necessários, o benefício será muito maior do que o custo.

9 - Se planeia viajar de automóvel, é aconselhável que a cada duas ou três horas faça uma paragem no caminho para andar um bocado, e de seguida, esvaziar a bexiga. E porque não aproveitar também para tomar alguma coisa fresca? A viagem não é um trâmite necessário para chegar ao destino, mas sim uma parte das merecidas férias.

10 - Se tem pensado em viajar de avião, a experiência indica que não existe nenhum risco para a mamã, nem para o bebé. No entanto, é recomendável voar em aviões com cabinas pressurizadas (todos os jactos de linhas programadas as têm) para evitar os efeitos da falta de oxigénio. Durante o voo, recomenda-se beber água, já que a humidificação das cabinas dos aviões é bastante escassa.

11 - Geralmente, as empresas de aviação aplicam restrições quando as grávidas se encontram relativamente perto da data prevista do parto (ou seja, a partir do sétimo mês). Nestes casos, a responsabilidade é passada para o obstetra, que deverá assinar um termo de responsabilidade que autorize o voo.

12 - Se o voo que irá realizar é longo, não fique sentada muito tempo. Embora não seja demasiado divertido nem cómodo, levante-se e caminhe. Isso evitará que as pernas e os pés inchem demasiado. Em vez de ler ou olhar pela janela, aproveite as indicações de segurança no voo que os comissários de bordo e o comandante explicam.

13 - Como nem sempre se pode caminhar durante o voo (porque as hospedeiras estão a ocupar o corredor com o carrinho de serviço, ou porque há ordem de permanecer sentada com o cinto de segurança colocado), é conveniente que quando estiver no seu assento realize exercícios suaves com as pernas e os pés, em especial com os dedos.

Faça movimentos de rotação com os pés para fora e para dentro (duas ou três sessões de 10 a 15 rotações). Estes exercícios evitam a formação de coágulos sanguíneos; ou seja, o famoso síndroma da classe turística.

14 - Trate de chegar cedo ao aeroporto (aproximadamente, 40 minutos antes do necessário), e quando fizer o check in avise o funcionário que está grávida, para que lhe reserve o primeiro banco.

Os bancos onde se encontram as saídas de emergência têm mais espaço à frente o que lhe permite viajar mais cómoda e com as pernas esticadas; no entanto, por razões de segurança perante uma eventual emergência aérea, de acordo com os regulamentos aeronáuticos nesses lugares não devem viajar mulheres grávidas, idosos, crianças e bebés.

De todas as maneiras, o funcionário da companhia certamente lhe oferecerá a melhor localização possível

15 - Não tenha medo de passar pelo detector de metais nem que a examinem com o equipamento manual. Isto não implica risco algum nem para si nem para o seu bebé.

Devido ao fato de serem campos magnéticos, estes equipamentos ativam-se ao ser atravessados por objetos metálicos, mas não há perigo porque atuam mediante radiações não ionizantes (as ionizantes são as que emitem os aparelhos de raio X ).

Tenham todas um excelente dia.

Lady Chic

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