sexta-feira, 8 de novembro de 2013

CUIDADO COM A FALSA IMPRESSÃO DE SEGURANÇA




Olá pessoal, esse texto aqui é para quem tem criança e piscina.
O site Minha Vida publicou de Letícia Gonçalves os sete principais cuidados com a criança na água, onde especialistas alertam que uso de boias pode passar falsa impressão de segurança.
Vamos ver mais detalhes.
Por volta dos seis meses de vida, o bebê já pode ser estimulado na piscina e aproveitar muitos benefícios. Um estudo recentemente divulgado por pesquisadores do Griffith Institute for Educational Research, na Austrália, aponta que quanto mais cedo a criança aprende a nadar melhor é o seu desenvolvimento intelectual. No entanto, pais e responsáveis precisam ter muito cuidado para evitar acidentes. Segundo o Ministério da Saúde, em 2010, 1184 crianças e adolescentes de até 14 anos morreram vítimas de afogamento no Brasil, o que representa quase três óbitos por dia. Para acertar nas medidas protetoras e garantir um verão divertido e seguro para o pequeno, confira os maiores cuidados que os especialistas recomendam. 
Uso de boias
A necessidade de usar boias vai depender muito de quanto a criança está acostumada a nadar. Um profissional especializado em natação infantil poderá ajudar a determinar isso. "Nas aulas de natação, fazemos uma ambientação aquática de modo que a criança tenha segurança e capacidade de nadar sem a boia, mas isso só acontece com o tempo", conta a professora e especialista em natação infantil Mari Ferreira, da Escola Mundo Azul, em São Paulo.
Usando ou não as boias, é fundamental que os pais fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na praia ou na piscina. "As crianças devem ser supervisionadas a cada segundo e sempre por um adulto que não tenha medo da água e que saiba como proceder em casos de emergências", afirma a fisioterapeuta Paula Olinquevitch, especialista em estimulação pré-natal e infantil do Instituto Little Genius de Pesquisa e Estimulação. Há o risco, por exemplo, de a criança com boias nos braços se desequilibrar e ficar com o rosto na água, podendo se afogar.
Piscinas com grande profundidade
Não sustente a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé - há risco de afogamento em qualquer área da piscina, mesmo na parte mais rasa. Mas é verdade também que nadar em piscinas de maior profundidade exige uma atenção ainda maior dos pais. "Preferimos fazer com que a criança se adapte primeiro ao ambiente aquático com auxílio dos pais até que consiga se descolocar sozinha para só então ir a uma piscina mais profunda", conta a professora Mari Ferreira. Para crianças que já sabem nadar bem, o cuidado é o mesmo do que o uso de boias: os pais devem estar por perto e sempre a postos para entrar na água a qualquer momento.
Pais e responsáveis precisam entrar na piscina?
Bebês com até dos dois anos sempre devem estar acompanhados, mesmo que estejam em uma piscina de 10 centímetros de profundidade. "Esse cuidado deve ser redobrado quando outras crianças estão compartilhando a piscina, já que podem afundar o bebê sem querer ou formar ondas na água que cubram o rosto dele", alerta a fisioterapeuta Paula.
Já as crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora - sempre com cuidado. Na praia, por exemplo, não adianta ficar sentado embaixo do guarda-sol observando a criança distante nadando no mar. "Fique atento para não cochilar, não dar as costas para a criança, evitar atender telefonemas que possam distraí-lo ou sair para buscar algo e deixá-la sem supervisão, mesmo que por alguns minutos", acrescenta Paula. 
Brincadeiras na borda da piscina
Na escola que Mari Ferreira dá aula, são feitas algumas brincadeiras para conscientizar as crianças sobre o perigo que brincar na beira da piscina representa. "Pedimos, por exemplo, que elas tragam uma camiseta para sentirem como é difícil nadar de roupa e aprenderem a tirá-la se algum dia acontecer o acidente de caírem na piscina", conta a especialista.
Para os pais que não têm filhos matriculados em escolas de natação, vale a pena investir em uma conversa cuidadosa para que eles entendam quais são as regras ao usar a piscina. O cuidado é o mesmo para brincadeiras dentro da água: abraçar, afundar o amiguinho e outras atitudes não devem ser aceitas.
Deixar boias e pranchas espalhadas é mais seguro?
Na verdade, a principal forma de segurança é a atenção constante dos pais ou responsável. "Boias podem dar a falsa impressão de que a criança está segura e não precisa de supervisão, o que não é verdade", conta a professora Mari Ferreira. Se a criança engolir muita água e se afogar por conta de uma brincadeira ou um desequilíbrio, dificilmente conseguirá chegar até uma boia para se segurar.
Cloro da piscina
Apesar de a natação e as atividades aquáticas serem recomendadas para o desenvolvimento da criança, a água da piscina precisa ser adequadamente higienizada para preservar a saúde dela. "O cloro irrita a pele e as mucosas do nariz e dos olhos, podendo desencadear crises de asma, rinite alérgica e dermatite", explica a fisioterapeuta Paula. Bebês são ainda mais sensíveis ao cloro. Por isso, o ideal é procurar uma academia de natação ou uma piscina que tenha um tratamento menos agressivo, como:
- A radiação ultravioleta, que é capaz de inativar microrganismos;
- O uso de ozônio (gás natural) que combate bactérias, algas, fungos e vírus e é considerado o mais eficaz e seguro método de tratamento de água para crianças;
- Uma associação de vários métodos, com a aplicação mínima de cloro.
Brincadeiras com baldes e bacias
Essa é para os bebês: parece que não há perigo algum deixar a criança pequena brincando com um balde de água, mas muitos dos afogamentos nessas situações podem acontecer durante os poucos segundos que os pais se distraem para atender um telefonema. A ONG Criança Segura, que tem o objetivo de orientar os pais dos maiores acidentes dentro de casa com a criança, indica que a maioria desses acidentes ocorre por descuidos, como: deixar o portão da piscina destrancado, sair para atender a porta da frente ou pegar a toalha enquanto o bebê está sozinho brincando com baldes ou na piscina, deixar a porta do banheiro aberta e a tampa da privada destampada (na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários podem ser perigosos), entre outros.
Beijão no coração de todo mundo e até amanhã com muito carinho.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

COMBATENDO O PESSIMISMO E PREOCUPAÇÕES


Olha aí pessoal, mais um texto de Letícia Gonçalves do site Minha Vida, agora com estratégias para combater a ansiedade.
A autora nos diz que combater o pessimismo e criar momentos de lazer amenizam as preocupações.
Vejamos os detalhes.
Quando temos que enfrentar um desafio, a ansiedade toma conta do corpo e da mente. Inúmeros hormônios começam a agir, o coração acelera, a transpiração aumenta e até uma súbita dor de barriga aparece. Se essa sensação se acumular demais no corpo, pode extravasar de formas não tão agradáveis. "Alguns choram, outros gritam e partem para a briga, outros ainda adoecem e podem até entrar em depressão", conta a psicóloga Amélia Kassis, diretora da Companhia Zen, de São Paulo. Para evitar que a ansiedade não chegue ao ponto de virar um transtorno mais sério, procure marcar uma consulta com um psicólogo e adote alguns cuidados indicados por esses especialistas.
A incerteza sempre existe - aceite isso
Não é possível prever os fatos ou ter garantia de que tudo sairá exatamente do jeito que você espera. Passar horas e horas ansioso não fará diferença alguma no resultado. Portanto, procure não dar espaço na sua mente a pensamentos como: "talvez eu encontre uma solução", "não quero ser surpreendido", "não quero esquecer alguma coisa", entre outros. Essas preocupações apenas impedirão que você aproveite as coisas boas que tem no momento presente.
A psicóloga Solange Quintanilha, do Rio de Janeiro, recomenda conversar com as pessoas que você confia e compartilhar o que você está passando para tentar amenizar essa incerteza. "Você sentirá como é bom ter a compreensão dos que se preocupam com você", afirma a especialista.
Hora de dormir, hora de se preocupar
A ansiedade vai dominar o seu dia conforme você permitir que as preocupações ocupem a sua cabeça todo o tempo. "Tente estabelecer um momento para cada coisa, inclusive para se preocupar", diz Solange Quintanilha. A hora de dormir, por exemplo, não é o melhor momento porque você dificilmente ficará relaxado.
Se um pensamento ansioso insistir em atrapalhar suas tarefas ou seu sono, faça uma anotação em um bloquinho, de forma que você o leia e reflita mais tarde. Isso cria a sensação de que você está livre da preocupação de ter que se lembrar disso a toda hora, uma vez que terá um momento só para se dedicar ao problema depois.
Sem exageros de pessimismo
Quando estamos ansiosos, tendemos a visualizar as coisas de forma muito mais perigosa e negativa do que elas realmente são. "É preciso ter o cuidado enxergar a situação temida ou desejada como algo mais tangível e possível, sem generalizar", afirma a psicóloga Amélia. Dessa forma, você aumenta a autoconfiança e autoestima, ficando mais preparado para enfrentar os desafios que te deixam ansioso. Lembre-se: o futuro é uma incerteza, pode dar certo tanto quanto pode dar errado e você sabe que está fazendo o seu melhor para que dê certo. Além disso, haverá formas de conviver com a situação se algo não ocorrer exatamente como você pretende.
Relaxe de verdade
Diante da expectativa de uma situação que está por vir, o corpo parece ficar irrequieto e a sua mente não descansa - a preocupação atrapalha qualquer tentativa de concentração nas tarefas diárias. "O relaxamento é eficaz para liberar toda a tensão gerada e regularizar os níveis de hormônios que são responsáveis pela sensação de ansiedade", explica a psicóloga Amélia. Experimente fazer ioga, meditação ou reserve alguns minutinhos do seu dia para adotar hábitos diários. Aqui vão algumas sugestões:
- Sete técnicas para relaxar em 60 segundos
- Afaste oito erros que impedem o seu relaxamento
Evite ficar sozinho
Se você tiver a opção de sair e se distrair com outras pessoas - vá em frente. Quando você está sozinho, tende a pensar mais nas preocupações que causam ansiedade. "É claro que é importante que a pessoa fique sozinha e aprenda a lidar com essa situação", lembra a psicóloga Amélia. Mas ficar muito tempo só pode gerar uma sensação de impotência maior. Quanto mais você tiver apoio de outras pessoas, menos se sentirá vulnerável a problemas que parecem ameaçadores.
Pratique exercícios físicos
Segundo um estudo da Southern Methodist University, nos Estados Unidos, pessoas com um quadro clínico de ansiedade podem ter os sintomas reduzidos com atividade física de intensidade moderada. Os pesquisadores afirmam que 150 minutos de prática por semana (50 minutos, três vezes por semana, por exemplo) podem ser suficientes para trazer esses benefícios.
Consuma alimentos que combatem a ansiedade
Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas que diminuem a ansiedade por aumentar os níveis de serotonina no organismo, que é um neurotransmissor responsável pelo bem-estar e relaxamento. Confira sete alimentos campeões para aquietar a mente.
Tenha momentos de lazer
"Tanto atividades físicas como momentos de lazer ajudam a deixar o corpo e a mente em equilíbrio", explica a psicóloga Amélia. Por isso, reserve momentos do seu dia para cuidar de você e fazer o que você gosta. Se isso parecer difícil demais, já que a sua rotina é muito apertada, confira sugestões de especialistas para transformar você em prioridade.
Procure terapias complementares
Segundo Amélia Kassis, florais e homeopatia são meios eficazes de manter a ansiedade em níveis ideais. "Mas eles não dispensam a necessidade de passar por uma avaliação clínica para verificar se é preciso fazer um tratamento com psicoterapia e medicamentos", lembra a psicóloga. Há uma infinidade de terapias naturais que podem agir combatendo a carga emocional negativa que a ansiedade pode provocar.
Beijão meninas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A MÁSCARA DO IVO PITANGUY!!??


Olá pessoal, saúde e paz para todo mundo.
Está rolando nas redes sociais uma porção feita com pomadas e vitaminas com o apelido de MÁSCARA DE IVO PITANGUY ou Receitinha de Ouro.
Não se sabe de quem é a fonte mas afirmam que essa dica maravilhosa, foi dad por Glória Maria durante uma entrevista para a Luana Piovani no programa Super Bonita da GNT.
Ivo Pitanguy (que já foi considerado o melhor cirurgião plástico do muno) deu essa receita para Glória Maria (que ninguém sabe quantos anos ela tem, mas, a pele é MARA).
Glória teria falado que não abria mão daquela máscara milagrosa, que era feita com coisas bem simples: Bepantol (pomada), Hipoglós, cinco gotinhas de vitamina A e cinco gotinhas de vitamina E. Para quem não gosta do cheiro do Hipoglós, agora existe a Hipoglós com amêndoas, o cheiro é beeeeem melhor.
Hipoglós e Bepantol deixam a pele igual de bebê, vitamina pura para a pele.. No 1º dia após lavar o rosto já dá para perceber a diferença. OBS: Serve para todos os tipos de pele, inclusive oleosa.
A máscara pode ser feita até três vezes na semana e não tem medida certa de Bepantol e Hipoglós, é só pegar a quantidade necessária pra cobrir o rosto e misturar tudo. Vale lembrar que não dá pra guardar a misturinha, então, só façam o necessário para uma noite, senão perde o efeito. Eu faço a mistura na palma da mão mesmo.
Com a pele devidamente limpa, aplique a máscara antes de dormir e removam no dia seguinte. Pode fazer durante o dia, porem, deve ficar no mínimo 1 hora com a máscara no rosto. O único problema da máscara milagrosa é que ninguém acha o Arovit (vitamina A), mas, como pra quase tudo no mundo tem jeito, existe um substituto ótimo, que é o Adeforte, um composto de vitamina A, vitamina E e vitamina D.
O Adeforte é vendido na versão gotas e em ampola, mas, a ampola é bem mais barata (R$ 6,00) e a versão em gotas (R$ 30,00), então uso a ampola, claro. Como bastam 5 gotinhas, uma ampola rende bem pra quem faz a máscara de uma a duas vezes na semana (dura um mês), e para medir as gotinhas eu quebro a ampola (é daquelas que tem que quebrar na ponta e não tem tampa) e cubro a ampola com um pedacinho de papel alumínio só para fechar, ou se preferirem coloquem o conteúdo da ampola dentro de um vidrinho de floral (devidamente higienizado), que já vem com conta gotas.
Aquele vidrinho de remédio em gotas, de homeopatia também.
Beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

terça-feira, 5 de novembro de 2013

PREJUDICA A CICATRIZAÇÃO!!


Olá meninas, saúde e prosperidade para vocês.
Vamos falar hoje de tabagismo e como a prática dele prejudica a cicatrização após a cirurgia plástica.
O Dr. André Eyler, cirurgião plástico, especialista do site Minha Vida afirma que além de causar envelhecimento, o cigarro dificulta a recuperação da pele.
Vamos ver os detalhes.
Que o tabagismo é prejudicial à saúde já é bem sabido, mas que os malefícios do tabagismo no organismo se estendem ainda para outras situações a maioria ainda não está ciente. Dentre elas, estão as intervenções cirúrgicas. Ou seja, pessoas fumantes que se submetem a uma intervenção cirúrgica correm muito mais riscos e podem sofrer uma série de complicações durante e após a operação.
 André Eyler, cirurgião plástico
O prejuízo para a saúde
Essencialmente, é preciso saber que o cigarro afeta e interfere profundamente na oxigenação do corpo pelo sangue, na distribuição dos nutrientes para a manutenção e regeneração da pele e dos tecidos, além de comprometer o bom funcionamento dos vasos sanguíneos, dos pulmões e das condições cardiorrespiratórias. Logo, dificulta significativamente o processo de cicatrização, o que pode acarretar em sérios efeitos colaterais, como a necrose da pele, infecção, rompimento de sutura, manchas, queloides, tromboembolismo, entre outros aspectos agravantes. Além disso, ainda pode contribuir para deixar o paciente mais vulnerável à anestesia, criando a possibilidade de surgir problemas que poderiam ser evitados.
Após um procedimento cirúrgico, o organismo precisa de mais sangue e nutrientes para se recuperar do procedimento. A cicatrização - que também precisa de uma boa irrigação sanguínea para ter boa evolução - será comprometida, pois o transporte de nutrientes pelo sangue, diminuído em função do tabagismo, será prioritariamente direcionado para restabelecer o organismo após a cirurgia.
Todas essas incidências estão correlacionadas porque o tabagismo promove danos nos vasos capilares, obstrução na circulação sanguínea periférica, atrapalhando, portanto, o transporte de oxigênio pelo sangue. Do mesmo modo, o monóxido de carbono do cigarro se liga à hemoglobina de forma irreversível incapacitando esta de transportar o oxigênio.
Quanto tempo antes da cirurgia plástica devo parar de fumar?
O paciente que deseja fazer uma cirurgia deve suspender o cigarro para não aumentar consideravelmente seus riscos, que já são inerentes a qualquer operação. Uma boa recuperação e bons resultados dependem bastante disso. O prazo de interrupção dependerá do tipo de cirurgia, isto é, quanto maior e extensa ela for mais tempo será indicado e exigido a recomendação médica de parar de fumar. Por exemplo, para as cirurgias mais simples o cigarro deve ser suspenso no mínimo um mês antes e aquelas que são mais complexas ao menos seis meses. Como é o caso da técnica da abdominoplastia, na qual ocorre um grande deslocamento e reposicionamento de pele e, consequentemente atinge em maior grau a vascularização da mesma, que naturalmente já costuma ter uma redução nestes eventos. O não cumprimento da abstenção pode gerar sangramentos locais e rupturas drásticas dos pontos na região.
Outra questão muito importante e que merece atenção é omitir ou mentir para o cirurgião sobre esse fato, afinal estamos lidando com a vida, de modo que, se o indivíduo não consegue parar de fumar para se submeter à intervenção é necessário que diga ao seu médico. Este certamente irá postergá-la para o momento em que ele conseguir eliminar, mesmo que temporariamente, o vício.
Além de todos estes aspectos negativos, o tabagismo ainda colabora para acelerar a formação de radicais livres, que são os agentes que causam a oxidação das células e, que acabam por provocam o envelhecimento precoce celular. Mais um motivo para buscar orientação profissional e abandonar de vez o cigarro. Atualmente existem diversos métodos e meios que auxiliam os dependentes de nicotina a parar de fumar, desde adesivos e medicamentos que diminuem as crises de abstinência até grupos de apoio. Vale lembrar que um paciente só é considerado não fumante após cinco anos. Procure ajuda!
Beijão no coração das amigas e até amanhã com muito amor.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

USAR OU NÃO AS FRALDAS?


Olá amigas e mamães do Lady Chic Blog, uma segunda feira radiante para vocês.
Nosso assunto hoje é um tema excelente do Dr. Moises Chencinski, especialista do site Minha Vida, tratando de higiene natural. Ele nos faz entender os prós e contras do método para crianças, afirmando ainda que a técnica prega que as mães não usem fraldas e interpretem quando as crianças querem fazer suas necessidades
Vejamos os detalhes.
Em meu último artigo eu discuti o que é a Higiene Natural ou ?Comunicação de Eliminação? (EC, na sigla inglesa), conceito divulgado pela alemã Tamara Hiller. Hoje, a ideia é discutir quais as vantagens e desvantagens desse método, que tira as fraldas dos bebês e faz os pais buscarem conhecer os sinais fisiológicas das crianças.
Pontos favoráveis
Há algumas preocupações da autora que são muito válidas. A questão ambiental, por exemplo: cada bebê pode evacuar em média de 6 a 8 vezes ao dia, em seu primeiro mês de vida. Isso significa de 180 a 240 fraldas por mês. Em um prédio com 5 desses bebês teremos de 900 a 1.200 fraldas em 30 dias. Segundo dados do jornal The New York Times, a maioria dos americanos prefere fraldas descartáveis. São enviadas para aterros sanitários cerca de 22 bilhões delas por ano. A outra opção seria usar fraldas de pano, que requerem mais tempo, mais gasto de água, sabão, energia elétrica. Assim, através desse método, essa situação se tornaria menos grave em algum tempo.
Além disso, para que a mãe possa adaptar bem esse método, a média de tempo seria um ano. Isso significa que uma mãe deveria ter um contato mais próximo com seu filho, observá-lo mais, prestar mais atenção a ele. Quem sabe dessa forma não teríamos um aumento em taxas de aleitamento materno exclusivo? Por outro lado, como a licença-maternidade ainda é de 4 meses, quando a mãe retorna ao trabalho, tem que delegar essa proximidade para avós, parentes, babás que estejam de acordo e adaptados à metodologia.
Pontos questionáveis
Porém, a higiene natural pode ser questionada. O primeiro ponto é que, quer a autora queira admitir ou não, a sua tentativa é de um método de condicionamento, usando sons, locais e métodos.
Esse método deve ser iniciado logo nas primeiras semanas de vida e a autora parte do princípio de que nessa idade a criança já tem consciência e atitudes voluntárias. Mas, até pelo menos os 3 meses de vida, o bebê tem um ciclo biológico conhecido como ultradiano, o que significa que ele tem ciclos menores de 24 horas, fazendo com que, por exemplo, ele mame de dia e à noite e durma de dia e à noite, ou seja, sem um ritmo determinado. E isso acontece também com suas eliminações. Não há nenhuma comprovação científica que esses dados podem ser levados em conta como conscientes.
Hiller sugere que os pais se atentem a sinais como começar a se agitar nos braços, ficar quieto e com olhar fixo, fazer caretas... Em resumo, qualquer movimento ou ruído do bebê pode ser considerado como sinal de eliminação. O que faltou? Chorar, mamar e dormir. Quantos bebês urinam ou evacuam enquanto estão mamando (reflexo gastro-cólico), dormindo ou chorando? Na minha experiência, muitos. Se for assim, toda hora é hora.
Bebês em aleitamento materno exclusivo podem evacuar a cada mamada (de 6 a 12 vezes ao dia) fezes líquidas, bem como passar até 2 a 3 dias sem evacuar, fazendo então fezes pastosas. Chegando em um ano de idade, eles podem evacuar uma vez a cada 1 a dois dias. Eles são individuais e cada um deles tem seu ritmo. Não há nenhuma evidência científica que aponte para um controle de qualquer função fisiológica nessa idade.
Para que o bebê aprenda a controlar seus ritmos de eliminação, ele passa por várias fases de evolução neurológica e psíquica. Assim, não há como se querer um controle natural de fezes e urina antes dos 2 a 3 anos de idade.
Não há vantagem nenhuma em se desfraldar tão cedo. Ao contrário, pelas características de desenvolvimento, o controle esfincteriano não ocorre antes dos 18 meses. É quado se inicia a fase anal que mostra a consciência, mas não o controle. A criança começa primeiro avisando que fez (está se sentindo incomodada com as fezes e a urina nas fraldas), depois entende que está fazendo (consciência de que as mucosas da bexiga e do reto estão sendo estimuladas ? isso acontece entre os 18 a 24 meses) e por fim dizer que quer fazer (tem a sensação de plenitude de bexiga e do reto e consegue segurar). Simples assim. Sem nenhum sacrifício ou necessidade de condicionamento,
apenas com o acompanhamento.
Uma das acusações da alemã é que as fraldas causam infecção urinária, o que não é verdade. Quanto às assaduras, elas podem acontecer com ou sem fraldas e, atualmente, são menos frequentes e dependentes de certos cuidados a mais em observação e higiene dos filhos. Além disso, a fralda determina um conforto dos dias de hoje. Imagine-se com seu bebê de 6 meses em um restaurante, em uma festa, no meio de uma viagem. Mas ele está sem fraldas e ele dá sinais de que vai evacuar? Vivemos em sociedade e é nossa obrigação, como seres sociais, reconhecermos os limites dos outros. Alguém se sentiria confortável em uma viagem observando mães colocarem seus filhos de 3 meses para evacuar no acostamento de uma estrada assim que eles dessem o sinal?
Atualmente, observamos que tudo se baseia em performances. A criança que anda antes, fala antes, sabe contar até 10, fala as cores em inglês, entre outros, parece ser mais valorizada. Estamos impedindo as crianças de serem crianças e de terem seus próprios ritmos de desenvolvimento. Onde estão o brincar, o lúdico, a irresponsabilidade, o descompromisso, o prazer e o lazer e a diversão que sempre caracterizou e ainda deveria ser fundamental para o saudável desenvolvimento?
O nosso ex-presidente Juscelino Kubitscheck dizia que nós não temos compromisso com o erro. Diferente do que muitos pensam, se retiramos as fraldas de um bebê precocemente e observamos que não foi adequado, devemos retroceder sim e respeitar o ritmo de cada um. É menos prejudicial esse comportamento do que obrigar uma criança despreparada a executar funções para as quais ela não está preparada, causando mais frustrações e desapontamentos do que fatores favoráveis à sua evolução e crescimento como um ser saudável em formação.
Desde já nosso carinho e agradecimento ao site Minha Vida e ao Dr. Moises Chencinski pelos excelentes esclarecimentos sobre o tema.
Um beijão no coração de todas com votos de um dia show.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

domingo, 3 de novembro de 2013

GARANTINDO O NOSSO BEM ESTAR!!


Olá garotas, saúde e prosperidade para vocês, neste lindo domingo.
Vamos entender hoje a relação entre autocuidado e autoestima.
Os especialistas do site Minha Vida nos afirmam que atitudes simples mantêm o equilíbrio e garantem o bem-estar.
Vejamos os detalhes.
Sabe quando você acorda, olha no espelho e se sente bem e feliz? Esta é, sem dúvida, uma ótima forma de começar o dia. Mas, como nem sempre você levanta com essa disposição toda, é necessário se enxergar melhor, lembrar sempre de suas qualidades e cuidar de si para melhorá-las. Aí entra o autocuidado. Não é difícil identificar que em algum momento do dia o utilizamos. Aquele banho gostoso, o cuidado com o cabelo e com a pele, a roupa bonita para vestir, etc.
Embora pareçam atitudes que fazemos para os outros, são também momentos dedicados a nós mesmos em um mundo no qual o tempo para si anda cada vez mais curto. Atitudes como essas já mostram que você se preocupa com seu bem-estar, segundo a psicóloga Doralice Lima, de São Paulo. "O amor próprio é uma peça importante no processo de aumento da autoestima", diz a profissional.
Conhece-te a ti mesmo
O autocuidado vai muito além da atenção aos detalhes do corpo. Saber mais sobre si mesmo é importante para cuidar de si mesmo. "Conhecer os próprios limites, capacidades e necessidades, ou popularmente, saber o tamanho das próprias pernas, é a medida justa para o bom funcionamento dessa máquina fantástica que é o seu ser humano e o seu corpo. E uma máquina, para estar bem azeitada, pressupõe conhecermos bem o seu funcionamento", pondera a psicanalista Joana de Vilhena Novaes, pós-doutora em Psicologia Social (UERJ) e coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza do Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa e Intervenção Social (LIPIS) da PUC-RJ. Por isso, questionar-se sobre o que te motiva, por quanto tempo você consegue ficar sem descanso e se você está feliz também é uma forma de se cuidar.
Processo de construção
A autoestima não é construída só com o que pensamos sobre nós. "Costumamos muito valorizar a opinião alheia. Um elogio ou uma crítica tem um efeito muito grande, para o bem ou para o mal, na maneira como nos enxergamos", pondera a especialista. Segundo a psicóloga, este é um território minado de pequenas armadilhas, onde uma crítica num momento de fragilidade pode ser como uma bomba com um resultado devastador.
Basicamente o erro está em se basear no que os outros dizem e usar isso como bússola para seu astral, esquecendo do amor próprio. "Quem faz isso deixa de enxergar suas qualidades e passar a viver apenas em função de agradar ou não decepcionar os outros, na espera de algo equivalente ao afago que o cachorro recebe ao balançar o rabo", diz. Deixar de ser quem é para se moldar como alguém que a sociedade deseja que você seja é negar suas peculiaridades, sua possibilidade de ser único. 
Atenção aos obstáculos
Conheça a si mesmo
Ser aceito pelo meio social é importante, afinal a rejeição também prejudica a autoestima. Como contrabalancear isso, agradar a si e aos outros? O psicólogo Viktor Frankl defende que atender apenas à expectativa alheia atrapalha e frustra a construção de uma personalidade sólida e estável. Já quem faz o oposto, ou seja, não dá a mínima para o pensamento coletivo, fazendo apenas o que acha certo, tende a se isolar e até criar um comportamento psicótico. Portanto, equilíbrio é a palavra-chave.
Doralice endossa a tese do especialista. De acordo com a psicóloga, o primeiro passo é ser cuidadoso consigo mesmo. Preparar a comida que você gosta, tomar banhos relaxantes, usar roupas confortáveis, se olhar no espelho e pensar nas qualidades que possui. "Dê uma volta no parque ou na praia e esvazie a cabeça dos problemas pelo menos por alguns instantes", recomenda a especialista.
Beijão para todas as amigas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sábado, 2 de novembro de 2013

OS GRANDES ALIADOS DA CINTURA FINA??


Olá garotas, bom sábado para vocês.
Nosso encontro hoje vem conferir sete maneiras de afinar a cintura.
A poderosa Carolina Serpejante, adorada por todas nós é quem nos conta que o bambolê, boxe e azeite são grandes aliados da cintura fina.
O crédito é do site Minha Vida.
Vamos acompanhar os detalhes.
É só pensar em fita métrica que o drama já começa. Afinal, que mulher não sonha em ter aquela cintura fininha? Conquistar as curvas pode parecer difícil, mas o personal trainer Juliano Farah, Gerente de Musculação da Cia. Athletica Brasília, afirma que praticamente todos os esportes ajudam. "O importante é sempre conciliar exercícios que estejam de acordo com a condição física do praticante, assim como uma alimentação equilibrada", diz. Confira todos os macetes que podem te ajudar a afinar a cintura sem comprometer a sua saúde:
Trabalhe os músculos abdominais
Responsáveis pela rotação do tronco e do quadril, os músculos abdominais oblíquos são a peça chave para uma cintura fina. O personal trainer Juliano Farah explica que os melhores exercícios para trabalhar essa musculatura são os abdominais simples ou o que promovem rotação do tronco. "Na academia, qualquer aparelho que proporcione esse movimento estará contribuindo para afinar a cintura", completa.
Combine exercícios com o bambolê
Quem diria que uma brincadeira de criança poderia ajudar a conquistar um corpo violão? "O bambolê é um exercício aeróbico que proporciona o fortalecimento muscular da região da cintura e gera um grande gasto calórico, ajudando no processo de emagrecimento", afirma Juliano Farah.
No entanto, o personal alerta que esse exercício sozinho não é suficiente, já que ele fortalece apenas a região do abdômen. "É necessário combiná-lo com outras atividades para contrabalancear a musculatura trabalhada, além de um controle alimentar". O bambolê pode ser feito todos os dias de forma recreativa, ou conforme a indicação de algum professor.
Faça aulas de boxe
Esse esporte proporciona um alto gasto calórico e exige que o abdome fique contraído durante todos os momentos da aula, fortalecendo a musculatura e afinando a cintura. "O boxe também conta com um aquecimento muito puxado que dá um condicionamento físico completo para o praticante", diz o personal Juliano. A frequência pode ser entre três e cinco vezes na semana.
Consuma mais azeite
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Salud Carlos III, da Espanha, em parceria com a Universidade de Cambridge, da Inglaterra, aponta que a ingestão diária de azeite evita a formação de gorduras na região da cintura. O estudo foi publicado na revista Diabetes Care e afirma que as gorduras monoinsaturadas presentes do azeite previne o acúmulo de gordura na região.

A nutricionista Alice Carvalhais, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, explica que o azeite pode ajudar desde que seja utilizado em uma dieta balanceada e em quantidade moderada. "O mais correto seria dizer que o azeite ajuda a manter o peso, ou seja, a não engordar", afirma.
Invista nos chás digestivos
Algumas plantas com ações digestivas podem auxiliar no funcionamento do intestino, contribuindo para manter a cintura fininha. A nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo, explica que o chá de hortelã, o chá verde e o chá mate são ótimas pedidas quando o assunto é afinar a cintura. "Eles ajudam o organismo a digerir gorduras e têm efeito termogênico, contribuindo para o emagrecimento", diz. Outro chá que ajuda a diminuir o inchaço é o de cabelo de milho, que regula as funções dos rins e da bexiga, combatendo o inchaço da região abdominal e das pernas.
Gel redutor
A dermato-funcional Rosângela Santana, do Espaço MAXIMA, em São Paulo, explica que o gel redutor contém substâncias que impedem a formação de gorduras, podendo contribuir para uma cintura fininha. "No entanto, a atividade física é primordial para complementar o uso do gel e de qualquer outro tipo de tratamento estético", afirma. O creme pode ser aplicado a qualquer hora do dia, com exceção de alguns que indicam passar antes de praticar atividade física e outros após. "A aplicação deve ser feita de cima para baixo ou em movimentos circulares e é importante esperar que o produto seja absorvido pelo corpo para depois colocar a roupa."
Massagem modeladora
A técnica consiste em movimentos rápidos e de forte pressão feitos por um profissional em determinada região do corpo, proporcionando melhor oxigenação local. "Se realizada três vezes por semana na área da barriga e cintura, a massagem modeladora pode ajudar a reduzir medidas", afirma Rosângela Santana.
Saúde para todas com votos de uma semana deslumbrante.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

ELE FICARÁ DURINHO!!


Olá pessoal, saúde e prosperidade para vocês.
Neste dia primeiro de novembro eutrouxe do site Minha Vida por Laura Tavares, os sete métodos infalíveis para deixar o bumbum durinho.
A autora nos manda trabalhar os músculos dos glúteos praticando vôlei, patinação e até balé.
Terror das academias, principalmente para as mulheres, os exercícios de glúteos costumam ser bastante desconfortáveis e repetitivos, mudando apenas a intensidade do treino ao longo do tempo. Deixá-los de lado, entretanto, significa desistir de combater a flacidez e a celulite, explica o personal trainer Adriano Braga Coronato. Mas e se você exercitasse o bumbum sem nem se dar conta disso? "O segredo é investir em esportes e métodos alternativos que exijam esforço físico dos membros inferiores e que incluam séries de agachamento e salto", explica o personal. Confira sete opções diferentes e fuja da rotina.
Vamos ver os detalhes.
Pilates
"Como toda atividade física resistida, o Pilates ajuda a tonificar a musculatura por meio de exercícios de contração e, alguns deles, trabalham coxas e glúteos", aponta o fisioterapeuta Michel Salgado, sócio-diretor da Metacorpus Studio Pilates. Segundo ele, as séries de Pilates incluem bolas e aparelhos, o que deixa o treino mais leve e dinâmico. Além disso, ele pode ser feito por pessoas de todas as idades, uma boa alternativa para quem tem mais idade e, portanto, limitações físicas, mas quer ficar em forma.
Balé
De acordo com a professora de balé Rita de Cássia Monte Correia, do Petit Ballet, até mesmo os exercícios mais básicos da dança trabalham os glúteos. "Para que a bailarina mantenha a postura ereta, ela precisa deixar o bumbum contraído, o que também proporciona equilíbrio à dançarina", esclarece. O melhor de tudo é que esses movimentos fazem parte de uma coreografia e o esforço investido passa despercebido.
Escalada
A escalada é uma atividade que trabalha diversos grupos musculares, inclusive os glúteos. "Realizamos movimentos de agachamento, de subida e de descida, como em uma aula de step, a partir do princípio básico de suportar o próprio peso", afirma a professor de educação física Aline Lessa, instrutora do ginásio de escalada esportiva 90 Graus. De acordo com a profissional, a escalada é uma atividade que estimula o raciocínio, a autoconfiança e a vontade de superar limites, trabalho mental que suaviza e muito o trabalho físico.
Caminhada com inclinação
Até mesmo uma simples caminhada ou corrida trabalha o bumbum. "Quando damos um passo e estendemos a perna de trás, naturalmente contraímos os glúteos" conta a personal trainer Clóe Celentano, proprietária da 4US Assessoria e Consultoria Esportiva. Para acelerar os resultados, realize a caminhada ou a corrida com inclinação, subindo uma ladeira, por exemplo. O exercício também pode ser realizado em um subir e descer de escadas, por isso, pense duas vezes antes de pegar o elevador.
Danças folclóricas
"As danças folclóricas e populares trabalham muito a região dos glúteos por ter como base saltos e agachamento, como é o Frevo", explica o professor de dança contemporânea Demetrius Raimundo Gonçalves. Esse tipo de dança alterna momentos de pouco movimento com outros de explosão muscular, o que demanda bastante esforço dos membros inferiores e dos músculos dos glúteos. Segundo o professor, o prazer da dança suprime a sensação de desgaste físico, comum na musculação.
Vôlei, basquete e handball
Como o princípio dos exercícios para o bumbum é baseado no agachamento e em saltos, esportes com tais características podem ser uma boa alternativa para quem não quer fazer musculação. No vôlei o praticante fica em posição de agachamento para receber a bola e pula para cortar ou fazer o bloqueio. No basquete, pula para alcançar a bola e para acertar a cesta. Já no handball, o time passa grande parte do tempo correndo e salta para acertar a bola no gol, afirma o personal Adriano.
Patinação
Segundo a professora Luciana Grassi, da escola Equilíbrio Patinação, patinar exige coordenação motora, equilíbrio e força muscular dos membros inferiores. "Cada impulso trabalha as pernas, o abdômen e os glúteos", esclarece. Segundo ela, para que o treino seja eficaz, ele deve ser realizado duas vezes por semana durante 45 minutos, cada passeio. No começo, o patinador sentirá muitas dores, até por não saber como distribuir o peso sobre as rodinhas, mas ao adquirir mais experiência, verá ótimos resultados.
Um lindo dia para todas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos