terça-feira, 15 de outubro de 2013

ELES PODEM AUMENTAR O RISCO...


Olá garotas, saúde e paz para vocês.
Hoje eu trouxe do site Minha Vida, da nossa já conhecida Manuela Pagan uma matéria super esclarecedora nos fazendo conhecer os oito alimentos que podem aumentar o risco de câncer.
A autora diz que o bacon, refrigerante e até churrasco têm substâncias cancerígenas. Diz ainda que os maus hábitos alimentares estão diretamente relacionados com essa estatística. A vida moderna, cada vez mais agitada, dificultou o velho (e bom) hábito de preparar os próprios alimentos e deu lugar aos alimentos prontos para consumo ou de fácil preparo.
Vamos ver os detalhes.
O nutricionista Fábio Gomes, do INCA, explica que muitos alimentos possuem fatores mutagênicos, ou seja, lesam as células humanas e alteram o material genético que existe dentro dela. "Esse processo leva a uma multiplicação celular muito maior do que o normal e, em consequência, pode aparecer um tumor". Muitos desses alimentos não apresentam qualquer benefício à saúde e podem ser facilmente riscados do cardápio. Veja quais são e modere no consumo dos alimentos que predispõem a doença. 
Carnes processadas
Linguiça, salsicha, bacon e até o peito de peru contêm quantidades consideráveis de nitritos e nitratos. Essas substâncias, em contato com o estômago, viram nitrosaminas, substâncias consideradas mutagênicas, capazes de promover mutação do material genético.
"A multiplicação celular passa a ser desordenada devido ao dano causado ao material genético da célula. Esse processo leva à formação de tumores, principalmente do trato gastrointestinal", explica Fábio Gomes.
A recomendação do especialista é evitar esses alimentos, que não contribuem em nada com a saúde. 
Refrigerantes
A bebida gaseificada, além de conter muito sal em forma de sódio, possui adoçantes associados ao aparecimento de câncer. O ciclamato de sódio, por exemplo, é proibido nos Estados Unidos, mas ainda é utilizado no Brasil, principalmente em refrigerantes "zero". "Essa substância aumenta o risco de aparecimento de câncer no trato urinário", conta Fábio Gomes.
Quanto aos adoçantes que podem ser adicionados à comida ou à bebida, o nutricionista diz que ainda não há comprovação científica. "O ideal é que o adoçante seja usado de forma equilibrada, pois é um produto destinado a pessoas com diabetes e não deve ser consumido em excesso pela população em geral", aponta.
Alimentos gordurosos
Fábio Gomes explica que não é exatamente a gordura a principal responsável pelo aparecimento de câncer, e sim a quantidade de calorias que ela agrega ao alimento. A comida muito gordurosa é densamente calórica, ou seja, tem mais que 225 calorias a cada 100 gramas do alimento. "Por esses alimentos geralmente serem pobres em nutrientes, é preciso ingeri-los em grandes quantidades para obter saciedade, o que leva ao superconsumo", conta o nutricionista do INCA.
Em excesso, esses alimentos provocam obesidade, que é fator de risco para câncer de pâncreas, vesícula biliar, esôfago, mama e rins. A célula de gordura libera substâncias inflamatórias, principalmente hormônios que levam a alterações no DNA e na reprodução celular, como o estrogênio, a insulina e um chamado de fator de crescimento tumoral. 
Alimentos ricos em sal
"Se ingerido em quantidade maior do que cinco gramas por dia, o sal pode lesar as células que estão na parede do estômago", explica o nutricionista Vinicius Trevisani, do Instituto do Câncer de São Paulo. Essa agressão gera alterações celulares que podem levar ao aparecimento de tumores.
Procure evitar alimentos ricos em sal ou mesmo aqueles que usam sal para aumentar o tempo de conservação, como os congelados e os comprados prontos que só precisam ser aquecidos.
Entram nessa lista: carne seca, bacalhau, refrigerantes, pizzas congeladas, iscas de frango empanadas congeladas, macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote, entre outros.
Churrasco
Na fumaça do carvão há dois componentes cancerígenos: o alcatrão e o hidrocarboneto policíclico aromático. "Ambos estão presentes na fumaça e impregnam o alimento que é preparado na churrasqueira", explica Fábio Gomes. "Eles também possuem fatores mutagênicos que levam ao aparecimento de tumores." 
Dieta pobre em fibras
O nutricionista Vinicius Trevisani explica que o intestino se beneficia muito pelo consumo adequado de fibras. Elas garantem um bom trânsito intestinal, de modo a eliminar os ácidos biliares secundários, um produto da digestão presente no intestino. Isso evita a agressão às células do intestino e a multiplicação celular descontrolada. 
Preparo com altas temperaturas
Alimentos fritos ou grelhados também incorporam algumas substâncias cancerígenas. Ao colocar o alimento cru em óleo ou chapa muito quentes (com temperatura aproximada de 300 a 400°C), são formadas aminas heterocíclicas - substâncias que contêm fatores mutagênicos e estimulam a formação de tumores.
O nutricionista Fábio recomenda preparar as carnes ensopadas - modo de cozimento em que não há nenhuma formação de aminas-, ou ainda prepará-las no forno. Dessa maneira, a temperatura do alimento aumenta gradualmente e não chega a níveis tão altos. 
Alimentos com agrotóxicos
Não existe uma forma eficiente de limpar frutas, verduras e legumes dos agrotóxicos. "Muitas vezes, esses conservantes são aplicados nas sementes e passam a fazer parte da composição do alimento", aponta Fábio Gomes. Ele explica que o agrotóxico provoca vários problemas de saúde em quem tem contato direto com esses alimentos, mas ainda está em estudo a sua real contribuição com o aparecimento do câncer.
Como ainda existem dúvidas sobre esses efeitos, o nutricionista orienta evitar opções ricas em agrotóxicos. É melhor consumir alimentos cultivados sem o produto químico, que comprovadamente têm mais vitaminas, minerais e compostos quimiopreventivos. "Estes compostos atuam na proteção e reparação celular frente a uma lesão que pode gerar câncer", afirma. 
Cuidado aí meninas e bom dia.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelhos

domingo, 13 de outubro de 2013

VALORIZANDO O FORMATO!!



Oi pessoal saúde e prosperidade para vocês.
Hoje a poderosa Daniela Carasco – Conteúdo MdeMulher nos trás dicas de expert para valorizar o formato da sobrancelha.
A autora inicia indagando: Lápis, gel, sombra: você fica na dúvida na hora de escolher o melhor item para valorizar o formato da sua sobrancelha? Conversamos com um expert no assunto para descobrir o jeito certo de usar cada um deles. A sua expressão não será mais a mesma!
Uma sobrancelha impecável vai além do design. Lançar mão de alguns recursos de maquiagem é indispensável para desfilar por aí arcos poderosos. Lápis, gel, sombra e corretivos em pasta são os aliados perfeitos. Resta apenas saber como usar da melhor forma cada um deles. Quem ensina é Lucien Lima, make up artist e proprietário da Clínica de Sobrancelhas, de São Paulo.
Lápis
O segredo para conseguir o melhor efeito está na pressão feita sobre o lápis. É ela que vai dosar a quantidade de produto acumulada. Comece criando um quadrado de leve no canto interno e preencha o restante. Com um pincel de máscara para cílios limpo, penteie os fios para esfumar o lápis.
1. Duo lápis para olhos e sobrancelhas, Natura Uma.
2. Lápis de Sobrancelhas Superfine Liner for Brows, Clinique.
3. Lápis de Olhos Eye Brow Pencil, ARTDECO.
4. Lápis de Sobrancelhas EyeBrow Show, Givenchy.
5. Lápis de Sobrancelha Arch Sculpting Brow Pencil, Hourglass.
Truque de expert: "Depois de muito tempo procurando um lápis perfeito, que combinasse com várias sobrancelhas, encontrei o lápis 6B, da Faber Castell, e achei ótimo. Ele tem um grafite mais duro, que dosa perfeitamente a quantidade de pigmento e ainda se adapta a diferentes tons", revela Lucien.
Sombra
A sombra é ideal para quem tem mais habilidade. Ela deve ser passada com um pincel chanfrado úmido, que proporciona um efeito semelhante ao do lápis, mais cremoso.
1. Kit Brows A-Go-Go, Benefit.
2. Delineador para Sobrancelhas Brow Zings, Benefit.
3. Delineador para Sobrancelhas Brow Box, Urban Decay.
Gel
Depois de usar o lápis ou a sombra, é essencial aplicar o gel incolor como finalizador. Além de esfumar, ela sela o pigmento, fazendo a vez de um fixador, e garante que o preenchimento dure o dia todo sem borrar. Se o item tiver cor, melhor ainda: duas funções em uma única embalagem!
1. Gel Perfect, contém 1gr.
2. Brow Set, M.A.C.
3. Solução para Sobrancelhas, Make B.
Corretivo em pasta
A cobertura mais leve e a textura cremosa ajudam na hora de preencher as falhas. Para conseguir o melhor efeito, espalhe com escova ou pincel chanfrado.
1. Delineador para Sobrancelha Aqua Brow, Make Up For Ever.
2. Corretivo em Pasta para Sobrancelhas, contém 1gr.
Tendência do momento
Manter o formato natural é a moda da vez. Por isso, pegue leve com a pinça. "A espessura natural do canto interno deve ser usada como base para que o restante da sobrancelha não precise ser afinado", explica o expert. O arqueamento também tem os seus segredos: "O ponto mais alto não pode estar alinhado com o centro da íris, mas, sim, com o canto externo do olho".  Depois é só preencher e arrasar!
Beijão para todas as amigas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sábado, 12 de outubro de 2013

REDOBRANDO A ATENÇÃO COM A LIMPEZA


Olá meninas, feriado show para vocês.
Nosso bate-papo hoje é sobre o beabá da higiene íntima em cada fase da vida.
O crédito Carmen Cagnoni / Edição: MdeMulher com Conteúdo MÁXIMA.
Nessa oportunidade a autora afirma que cuidar da higiene íntima é uma tarefa rotineira dominada por todas as mulheres. Certo? Errado. Novas pesquisas revelam que muitas precisam redobrar a atenção com a limpeza para evitar infecções, coceiras e odores desagradáveis.
Vamos então ver mais detalhes.
Uma pesquisa inédita sobre hábitos de higiene íntima entre universitárias, coordenada pelo Departamento de Tocoginecologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aponta muitos hábitos inadequados de higiene. O estudo, realizado com 367 estudantes com idade média de 22 anos, mostra que mais da metade (52,6%) das entrevistadas tomam um banho por dia e apenas 11,5% têm o hábito de usar duchas higiênicas (não as que são introduzidas na vagina). Somente 7,7% higienizam a genitália e a região perianal com água corrente após urinar e 12,6% depois da evacuação. Quase 90% das universitárias usam exclusivamente papel para higiene anal e, dessas, 19,2% fazem a limpeza de trás para a frente - um erro grave, já que o ânus é cheio de bactérias. No período menstrual, apenas 18% aumentam a frequência do asseio e 39% referem ter corrimento vaginal constantemente.
É por causa de erros como esses que muitas se queixam de coceira, fissuras e secreções frequentes, o que leva a uma doença. "As infecções mais comuns decorrentes da falta de higiene são a tricomoníase, causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis; a gardnerella, consequência da superpopulação de bactérias do tipo Gardnerella vaginalis; e a candidíase, originada pelo fungo Candida albicans", diz o ginecologista Paulo César Giraldo, professor da Unicamp. Os sintomas são parecidos: corrimento de cor amarelada ou esverdeada, odor desagradável, prurido, coceira e, às vezes, manchas brancas nas paredes da vulva. Entenda o que mais você precisa saber.
Beabá da limpeza
A recomendação é que a higiene seja feita de uma a três vezes ao dia; superior a três vezes no período menstrual; sempre após a relação sexual e a atividade física, de preferência com água e sabonete especial e usando só os dedos. Esponja, cotonete ou qualquer outro apetrecho deve ser descartado, pois pode provocar ferimentos. Os dedos oferecem maior mobilidade na hora da limpeza, o que é importante para lavar o clitóris e retirar o esmegma, resíduo branco formado por células epiteliais, óleo e gordura genital. Siga o passo a passo:
1. Usando água corrente morna, sabonete líquido específico e os dedos, lave a vulva (parte exterior do aparelho genital feminino) e a região pubiana (dos pelos) com movimentos delicados e circulares. Limpe também os sulcos interlabiais (entre os pequenos e os grandes lábios) e o clitóris. Depois, com os dedos na horizontal, a higiene deve ser feita da vagina para o ânus, para que não haja contato do material retal com o genital.
2. Faça a higienização por, no máximo, três minutos em cada área, evitando, assim, que a região fique ressecada.
3. Enxágue as áreas higienizadas com água.
4. Seque a região com toalha macia para evitar a proliferação bacteriana, fúngica ou viral.
Parceiro ideal
A vagina possui uma proteção natural promovida por bactérias do grupo Lactobacillus casei, que formam a chamada flora vaginal. Elas deixam o pH local ácido, evitando a proliferação de fungos e bactérias. Entretanto, os lactobacilos não garantem uma proteção 100% eficaz, por isso é necessária uma boa limpeza. Mas higiene íntima não significa higiene interna. Ela deve se concentrar na região da vulva, sem ser direcionada para a vagina. O nível de acidez pode ser comprometido pela água e por sabonetes alcalinos, eliminando a proteção natural e facilitando a proliferação de micro-organismos nocivos. "A higienização deve ser feita com sabonetes íntimos que tragam ácido láctico e, assim, mantêm o pH vaginal estável, prevenindo infecções", diz a ginecologista Rosa Maria Neme, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).
Se a rotina não permite o asseio constante e recomendado da área genital, limpe-a com lenços umedecidos (sem perfume) para que restos de papel e sujeira orgânica não se acumulem na vulva, causando irritação e coceira.
Mulher de fases
Confira como deve ser o cuidado em cada etapa da vida
Infância
A recém-nascida apresenta pH da pele em torno de 6,0 (ácido), que decresce até 4,5 por volta do quarto dia de vida. O uso de algumas substâncias na pele pode alterar esse pH, tornando-o mais alcalino e diminuindo a sua capacidade protetora.

O que fazer - Use sabonete com pH levemente ácido (4,2 a 5,5), em todo o corpo na hora do banho e após a evacuação. Seque sem fricção.
Adolescência
O organismo inicia a produção de estrogênio, elemento importante para o desenvolvimento dos mecanismos de defesa genital. Um deles é o pH ácido, que deve ser mantido em equilíbrio.
O que fazer - "Os cuidados com a higiene íntima da adolescente são semelhantes aos da mulher adulta. A jovem deve usar sabonetes íntimos adequados para regular o pH da região", explica Paulo César Giraldo.
Gravidez
A pele da vulva e a vagina sofrem influência dos hormônios produzidos, com mudanças no pH e na flora vaginal.
O que fazer - Utilize produtos hipoalergênicos e próprios para a higienização íntima.
Menopausa
Ocorre diminuição na produção dos hormônios femininos, o que torna comuns problemas como secura vaginal. Outra consequência é a redução dos lactobacilos e do ácido láctico, levando a irritações. A menor quantidade de hormônios e as mudanças próprias da fase tornam a pele da vulva mais fina e ressecada.
O que fazer - A limpeza deve ser mais delicada e é indispensável o uso de sabonete com pH levemente ácido, no máximo duas vezes ao dia, para evitar maior ressecamento e consequente prurido.
Até amanhã meninas.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

LINDAS MESMO ALÉM DOS CINQUENTA ANOS!!


Oi meninas, santo dia para vocês.
Hoje eu trouxe de Manuela Pagan, site Minha Vida, os sete cuidados com os cabelos para mulheres que já passaram dos 50 anos.
A autora explica que quando se chega nessa fase da vida as alterações hormonais da menopausa e envelhecimento afetam o couro cabeludo e os fios.
Vejamos mais detalhes.
A idade traz muitas coisas boas: experiência, maturidade, conhecimento...Mas para os cabelos a mudança, infelizmente, não será das melhores. A partir dos 50 anos o fio passará por algumas transformações que o tornará mais frágil, portanto muito mais quebradiço. As alterações hormonais da menopausa vão afetar a quantidade de fios e até a hidratação natural dos cabelos. Por outro lado, a queda na produção de melanina fará os fios brancos aparecerem. Essa lista pode ser ainda maior, dependendo do tipo e características do cabelo de cada mulher. "Nessa fase da vida escolher xampu, condicionador e cremes de forma aleatória geralmente não supre todas as necessidades desses fios, são necessários produtos e cuidados específicos", explica a dermatologista Maria Fernanda Gavazzoni, professora do curso de pós-graduação do Instituto Professor Azulay da Santa Casa de Rio de Janeiro. Confira a seguir todas as dicas para garantir cabelos maduros e bem cuidados.
Cabelo mais ralo na menopausa
Alopecia androgenética feminina é o nome técnico para a diminuição da quantidade de cabelo (rarefação capilar), que ocorre principalmente no topo da cabeça, em outras palavras o cabelo fica mais ralo e podem até aparecer falhas visíveis. Como o próprio nome já diz, o problema tem causas hormonais e genéticas, ou seja, a diminuição dos hormônios que causa a alopecia é determinada por marcadores hereditários. Portanto, se a sua mãe tem, é provável que você apresente a rarefação capilar no futuro.
A dermatologista Maria Fernanda Gavazzoni explica que, normalmente, de cada folículo piloso - o orifício por onde o cabelo sai - saem de dois a três fios de cabelo. "Um pouco antes e durante a menopausa, a queda dos hormônios causará a diminuição para um fio em cada poro", explica.
Maria Fernanda explica que os resultados da reposição hormonal sobre a alopecia serão muito discretos. O tratamento clínico mais usado é feito com medicação tópica, ou seja, aplicável no couro cabeludo, que estimula o crescimento dos fios. O tratamento é feito com o minoxidil, um medicamento que inicialmente era usado para tratar casos de hipertensão, mas que se mostrou eficaz para lidar com a queda de cabelo. O uso em concentrações de 2% é aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "A maioria das mulheres não gosta dessa medicação, pois ela deixa os fios oleosos e pesados" explica. "Costumamos recomendar a aplicação à noite, antes de dormir, é necessário que o cabelo seja lavado ao acordar".
Fio de cabelo mais fino
Com o passar dos anos, há uma perda da massa capilar dos fios, daí a sensação de que o cabelo afina. O que, além de contribuir para a perda de volume, deixa o fio muito mais fácil e suscetível à quebra. "Existem fórmulas que aumentam o diâmetro dos fios", explica a dermatologista Maria Fernanda. "Esses produtos são compostos por polímeros de acrilato e devem ser passados no cabelo após o xampu e o condicionador". Essa substância encorpa o fio, cria volume e dá resistência sem deixar o fio pesado. No entanto, seu efeito é temporário.
Os polímeros estão disponíveis em diversos produtos de beleza e dificilmente resultam em irritação ou reação alérgica. Os cosméticos em forma de spray com polímeros de acrilato são os mais fáceis de encontrar, estão disponíveis em farmácias, lojas de cosméticos e em sites de compra na internet. Mas também existem géis e cremes para pentear com essa finalidade.
Cabelo ressecado
A lubrificação natural do couro cabeludo e dos fios também se torna menor com a idade, faz parte do processo de envelhecimento. Para contornar o problema uma solução é investir nos produtos certos e na hidratação. "A maioria dos produtos disponíveis nas prateleiras não atende as necessidades das mulheres na faixa etária dos 50 anos", explica a dermatologista Maria Fernanda. "As mulheres dessa idade precisam de produtos que aumentem o volume e com hidratantes que não pesem", conta. A recomendação da dermatologista é a escolha por produtos que tenham as indicações que você busca como, por exemplo, mais volume. Existem ainda linhas de cuidado capilar destinadas ao cuidado antienvelhecimento que podem ser usadas. Quanto à hidratação, a especialista recomenda procurar por produtos feitos à base de silicone, sempre de boa qualidade, que hidratam sem pesar nas mechas e deixar a perda de volume e rareamento dos fios mais evidente.
Menos brilho
Com a diminuição da hidratação, o brilho, produto direto do primeiro, também diminuirá. Para reconquistar o brilho, além de seguir as orientações para uma boa hidratação a cada quinze dias, uma boa opção é investir em finalizadores à base de silicone, sprays de brilho e óleos vegetais com silicone na composição (uma vez que é o silicone que garante a aderência do produto ao fio). Use depois do banho, com os cabelos úmidos. A cabeleireira Marília Kikuchi, consultora da Condor, recomenda principalmente os óleos vegetais de coco e abacate.
Cabelos brancos
"Com 50 anos, 50% das pessoas terão 50% dos cabelos brancos", conta a dermatologista Maria Fernanda. "Inicialmente, os fios brancos são mais fortes que os cabelos de cor natural, mas depois eles também se afinam, tornando-se mais frágeis", explica. Se a ideia é a adotar os fios grisalhos ou totalmente brancos, além de ser necessário manter todos os cuidados - que você já viu acima - com os cabelos maduros, serão necessários alguns truques para manter a cor bonita, livre do amarelamento.
Para cuidar, os xampus específicos para cabelos grisalhos não podem ser deixados de lado. Mas você não deve aplicá-lo em todas as lavagens, o ideal é usá-lo a cada semana ou 15 dias. "Este tipo de xampu é feito à base de pigmentos violetas, que vão produzir um reflexo prateado, fazendo com que o branco amarelado ganhe um tom acinzentado, brilhante e saudável", explica a cabeleireira Marília Kikuchi.
Antes de tingir
Quem tem muitos cabelos brancos e opta por tingir o cabelo pode deixar as madeixas ainda mais expostas a danos. "Assim como o envelhecimento, a química causa o afinamento dos fios, responsável pela fragilidade do cabelo", explica a dermatologista Maria Fernanda. Por isso, o ideal é que o cabelo esteja muito bem cuidado antes de aplicar a coloração.
"Para aplicar qualquer química nos cabelos, o ideal é que eles estejam hidratados", explica o dermatologista Adriano Almeida, membro da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo. "Um cabelo saudável responde melhor às agressões químicas, evitando o ressecamento extremo dos fios".
O tonalizante será uma boa opção para quem tem apenas alguns fios de cabelo branco, pois ele tinge de maneira menos agressiva, mas eficaz nesses casos. Para quem tem o cabelo todo branco, o melhor é optar por uma tonalidade mais clara, que deixará o crescimento da raiz em cor diferente mais discreto e espaçará a necessidade de retoques. Além disso, vale investir em tinturas que contenham polímeros de acrilato na composição, que ajudam a devolver volume aos fios.
Depois de tingir

Para contornar o problema da fragilidade dos fios - que agora será mais intenso - é essencial tratar as alterações que podem aparecer. Por exemplo, caso haja uma acentuação da diminuição dos cabelos, procure o médico para o melhor tratamento para estimular o crescimento dos fios. E não se esqueça de colocar em prática todos os truques para cabelos maduros citados anteriormente para estimular o engrossamento do fio e manter a hidratação.
Não é indicado tingir os fios da raiz às pontas toda vez que o retoque for necessário, o que acontece a cada 15 ou 30 dias, em média."A raiz sofrerá a primeira agressão, mas a ponta de um cabelo de 60 centímetros, por exemplo, tem, em média, cinco anos", alerta Adriano. "Isso causará um dano muito maior ao comprimento do fio".
Optar por cortes mais curtos ou mesmo aparar as pontas com uma frequência maior - por exemplo, uma vez ao mês - ajuda a evitar o dano ao fio. Além disso, a frequência das hidratações deve ser ao menos semanal e específica para cabelos tingidos, o que além de cuidar, ajuda na fixação da cor e diminui a necessidade de uma nova pintura do cabelo em um curto espaço de tempo. O xampu e condicionador para cabelos tingidos também atuam com essa finalidade e também devem ser usados.
Beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

SERÁ QUE FICA BEM NELE?


Olá garotas, lindo dia para vocês
Hoje os especialistas do site Minha Vida vêm nos ensinar qual tipo de barba combina com o rosto do nosso amado.
Os autores afirmam que o visual perfeito também leva em conta o corte de cabelo e a sua idade.
Vamos ver mais detalhes.
Deixar a barba crescer é uma decisão difícil. A maioria dos homens gosta, enquanto as mulheres reclamam seja por reprovação estética ou porque sentem-se incomodadas com os arranhões causados no contato com os pêlos cerrados. Mas se você está convicto a bancar o visual mais sério, a cabeleireira Leila Bueno, da Clínica New Man, tem todas as dicas paramanter o perfil alinhado, sem cara de sujeira ou desleixo. Na entrevista abaixo, ela lista quais os tipos de barba possíveis, especifica com que formatos de rosto elas combinam, dá dicas para manutenção e revela que mensagens estão por trás da sua escolha favorita.
Existe algum formato de rosto que não combina com barba?
Rostos muito arredondados não ficam bem de barba, pois os pelos dão ainda mais volume à aparência. Mas se você quiser usar mesmo assim, lembre-se de aparar os pelos sempre acompanhando as linhas do rosto.
A idade interfere?
Quem fica melhor de barba: homens mais novos ou mais velhos? A idade interfere sim. Os homens mais novos ficam melhores de barba, aparentam ser mais maduros. Quando o homem optar por usar barba, entretanto, ele deve ter muito cuidado com a higiene. Lavá-la depois de comer é um cuidado básico, mas nem todo mundo faz isso (e os alimentos acumulados favorecem a proliferação de bactérias). Os micro-organismos, algumas vezes, até mancham a pele. Muitos homens não tiram a barba por causa dessas marcas.
E cavanhaque, qualquer homem pode usar?
Homens com rosto quadrado ficam muito bem de cavanhaque. Mas quem for adepto dos pelos no queixo deve lembrar que o cavanhaque é mais um elemento que dá volume ao rosto.
As costeletas ainda são usadas hoje em dia? Em que homens elas ficam bem?
As costeletas são usadas na medida de três dedos. Elas suavizam a expressão de quem tem o rosto muito redondo ou o queixo muito comprido. Para o uso da costeleta é importante a avaliação de um visagista (profissional que analisa o perfil da pessoa por inteiro: cabelo, rosto, pescoço). Esse especialista para ver se o seu tipo combina com a costeleta. Mas posso adiantar que rosto pequeno e muito cabelo não ficam bem com ela.
O corte de cabelo interfere na forma como a barba deve ser feita?
Sim. O cabelo muito baixo, por exemplo, não fica bom com barba comprida e cerrada. Já o cabelo com 5 ou 6 dedos de comprimento fica muito bom em barbas cerradas, mas o homem precisa ser magro e alto. Cabelos enrolados pedem barba com máquina 2, muito bem feita e com as linhas bem delineadas.
E o bigode: com que formato de barba e rosto ele cai bem?
O bigode já não se usa mais com tanta frequência. Nos homens de buço largo, entretanto, ele é essencial, porque harmoniza melhor as proporções do rosto. Se este não é seu caso, evite. O bigode envelhece o visual.
Usando a navalha, a barba deve ser aparada com que intervalo? O mesmo vale para a lâmina?
Uma vez por semana é o ideal, para lâmina e navalha. Mas vale ressaltar que os dois métodos mudam a posição do pelo, encravando. Se o homem não tiver paciência de cortar a barba com a lâmina ou navalha a favor da direção do pelo e não escanhoar sempre, vai acabar ficando com a pele sensível e sempre machucada.
O uso de cera está liberado para qualquer tipo de pele?
Eu não aconselho a depilação com cera no rosto, pois pode causar sérios danos à pele, de alergias a queimaduras. Além disso, a cera pode deixar a pele do rosto flácida se for usada com frequência.
Recado dado vamos em frente meninas.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A GORDOFOBIA EM FOCO!!


Olá meninas, bom dia.
Nosso encontro hoje celebra a reportagem de Julia Baptista, especial para o iG com o tema: "Gordofobia" na vida real.
A matéria propõe conhecer mulheres que enfrentam o mesmo drama vivido por Perséfone, a enfermeira discriminada por ser obesa em "Amor à Vida"
Vamos ver os detalhes.
Perséfone, personagem da atriz e comediante Fabiana Karla, começou sua história na novela global "Amor à Vida" com um objetivo básico: perder a virgindade. Na faixa dos 30 anos, Perséfone tem uma vida financeira e profissional estável: é enfermeira e mora em seu próprio apartamento. Mas, para manter-se bem relacionada socialmente e continuar buscando a felicidade no amor, Perséfone é obrigada a aturar piadas cada vez menos engraçadas -- e mais criticadas -- sobre seu peso.
Nas redes sociais, a discriminação tem até nome: “gordofobia”.
Segundo dados de 2009 do IBGE, 12,4% de homens e 16,9% de mulheres brasileiros sofrem de obesidade.
A obesidade é uma doença multifatorial caracterizada pelo excesso de gordura no corpo – 30% nas mulheres e 20% nos homens. Estes fatores podem ser genéticos, biológicos (alterações metabólicas), ambientais, evolutivos e comportamentais.
“Ainda que com menos intensidade do que se imagina, os fatores psicológicos ou psiquiátricos aparecem na maioria dos casos”, esclarece Adriano Segal, psiquiatra do Ambulatório de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e diretor do Departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da obesidade e Síndrome Metabólica).
Sonia* é uma frequentadora do grupo de apoio Comedores Compulsivos Anônimos (CCA). Em reunião acompanhada pelo Delas, ela se levanta e conta que uma depressão profunda, depois que perdeu os pais, a fez engordar muito mais -- e em pouco tempo. O excesso de peso prejudicou todas as suas tentativas de conseguir emprego.
“Minha vida andou para trás”, ela diz.
Conta que um primo se mudou para a casa onde vivia com os pais e passou a agredi-la verbalmente. Em pouco tempo, a convivência tornou-se insuportável. Dentro de casa, era chamada de gorda, de inútil. Na rua, idem.
“Levei todos os meus problema para a comida”.
Endividou-se no cartão de crédito por conta de gastos com padaria e supermercado. A questão financeira virou uma bola de neve. Retornava à irmandade depois de dois anos afastada. Estava no limite.
“Sei que nasci com a estrela que não brilha, não casei nem tive filhos. Mas quero parar de sofrer”. Espera que, agora que conseguiu voltar a frequentar o grupo, as coisas comecem a mudar.
Uma pesquisa da empresa de recrutamento Catho Online com profissionais de alta gerência apontou que, dos 16 mil entrevistados, 59,1% admitiram ter algum tipo de objeção na hora de contratar funcionários obesos. E cada ponto a mais no Índice de Massa Corporal (IMC), que determina o equilíbrio entre peso e altura, representa R$ 92 a menos no salário em relação aos salários de colegas mais magros.
Julia Baptista
Simone tem 25, é modelo, sempre usou as roupas que quis, não tem qualquer problema de saúde – relacionado ao peso ou outro – faz exercícios físicos regularmente, drenagem linfática e cuida da alimentação. É linda, loira e de bem consigo mesma. Mas isso não a impediu de passar por situações discriminatórias.
Uma vez tentou ser Miss ABC. Como no regulamento não havia nenhuma restrição relacionada a medidas, tentou se inscrever no concurso, mas não conseguiu. Questionou a organização, não teve resposta. No ano seguinte, o regulamento foi modificado e uma série de informações sobre o manequim e as medidas máximas permitidas para os participantes foram incluídas.
Em outra situação, Simone teve de recorrer à policia e fazer um boletim de ocorrência. Entrou em uma loja para comprar uma blusa. “Não tem nada para você”, disparou, logo de cara, a vendedora. Pediu para falar com a gerente, que riu da sua situação. Simone não teve dúvidas, ‘catou’ um PM na rua, fez queixa e registrou um B.O.
“No mínimo, elas vão pensar duas vezes antes de fazer isso de novo com alguém”.
Apesar de pontuais, atitudes como a de Simone ajudam a desatar um pouco o nó da trama formada pelo preconceito e discriminação.
Preconceito em família

Tábata Vieira, atriz e promotora de eventos de 29 anos, não é uma comedora complusiva, como Sonia*. Seu problema são outros transtornos alimentares. Durante toda a adolescência, sofreu de ansiedade e anorexia. Aos 12 anos, começou a fazer qualquer dieta que aparecesse na frente.
“Eu tive um ‘estado’ magra, porém nunca soube que eu era magra, nunca me senti magra. Chegou aos 55 quilos, com 1,77 de altura. Ainda assim se sentia gorda".
Um dia, uma amiga, que ela considerava bem magra, experimentou e não coube em uma calça que Tábata vestia facilmente.
“A partir daí fiquei com medo de engordar e de emagrecer”.
Além de toda pressão interna, Tábata também sofreu com cobranças externas, principalmente em casa. Mesmo sendo de uma família com histórico de sobrepeso, a promotora de eventos enfrentou preconceito dentro da própria família.
“Meu pai sempre criticou muito a gente [Tábata e o irmão], não queria que fôssemos gordos. Me chamava de ‘sua gorda’ ”.
Quando emagreceu, no entanto, as provocações não desapareceram: apenas o tema da crítica mudou e passou a ser sua magreza exagerada.
Estigma
“O estigma e o preconceito aos quais indivíduos com excesso de peso são expostos são fortes fatores de estresse”, acrescenta Segal. “E isso vem acontecendo cada vez mais intensamente e em relação a pessoas cada vez menos obesas”, acrescenta.
Fatores de estresse podem desencadear quadros psiquiátricos variados, de acordo com a suscetibilidade individual. Estados depressivos, ansiosos, além de transtornos alimentares estão entre os mais frequentemente associados ao excesso de peso.
Autora de “Obesidade: o Peso da Exclusão” (EDIPUCRS, 2002), a professora da Fundação Universidade Federal das Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Lúcia Marques Stenzel, explica a lógica da discriminação.
“Quanto mais rejeitamos a obesidade e idolatramos a magreza, mais produzimos problemas relacionados à alimentação, incluindo a própria obesidade”, diz. “O obeso, além de discriminado pela sua condição física, é cobrado para que ‘se transforme’, para que se adapte aos padrões estéticos”.
A cobrança pode vir inclusive dos amigos. É o que acontece com Perséfone: ao contar para a amiga (magra) que foi pedida em casamento, ouve de Patricia, vivida por Maria Casadevall: "quem sabe agora você se anima a fazer um regime".
Um beijão no coração de todas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

terça-feira, 8 de outubro de 2013

SEM CULPA É MAIS GOSTOSO!!




Olá meninas, lindo dia para vocês.
Andressa Heimbecher Soares endocrinologia e especialista do site Minha Vida, já conhecido nosso, vem falando é possível comer chocolate sem culpa e que o segredo para aproveitar os benefícios do alimento está na moderação
VAMOS VER OS DETALHES?
Para alguns é um momento de alegria indescritível, para outros a companhia perfeita quando se sentem cansados. Algumas pessoas não sabem viver sem ele. Muitas se dizem até viciadas. Quantos mistérios estão escondidos dentro de uma barra de chocolate?
Um estudo da conceituada revista médica inglesa New England Journal of Medicine, publicado em outubro de 2012, afirma haver correlação entre o número de prêmios nobel e o consumo de chocolates: países que consomem mais chocolates per capta tem maior índice de laureados. A explicação possível é a de que o chocolate aumente a capacidade de processamento cerebral, chamada de função cognitiva.
Dra. Andressa H. Soares
endocrinologista
A resposta pode estar nos flavonoides, que são substâncias presentes no chocolate e nos chás também. Estes compostos exibem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. É também atribuída aos flavonoides a melhora do funcionamento cerebral em idosos com demência que consumiram bebidas à base de chocolate. Ainda com relação ao cérebro, o consumo de 50 g de chocolate rico em cacau (versões mais amargas) mostrou uma redução de 14% nas taxas de AVC em mulheres.
Os chocolates ao leite elevam os índices de colesterol ruim, mas os meio amargos com pelo menos 60% de cacau reduzem essa mesma substância.
O chocolate também pode ser bom para o coração. Um estudo sueco de nove anos de duração indicou que mulheres consumidoras de chocolate com alto teor de cacau, uma a duas vezes por semana, apresentavam menores taxas de insuficiência cardíaca, enquanto aquelas que consumiam o alimento diariamente não apresentavam benefício. Mas há relatos de melhora nos índices de pressão arterial naquelas pessoas que consumiram chocolate todos os dias.
Vários estudos demonstram que o chocolate afeta de forma positiva o humor. A hipótese é a de que o chocolate tem ação sobre dois sistemas cerebrais que ajudam a controlar as emoções: os sistemas dopaminérgico e opióde. Nesse caso, o chocolate é visto como uma "comida conforto", ou seja, aquela comida que provoca sentimentos em quem a ingere. Geralmente as comidas conforto são aquelas mais ricas em calorias, gorduras ou açucares e de mais fácil digestão. O problema é que o consumo de comidas conforto em situações negativas está justamente associado ao desenvolvimento de humor mais deprimido, como é o caso do chocolate. Isso quer dizer que o alívio imediato, mas não sustentado, pode desencadear mais efeitos negativos que positivos. Porém, ainda não há um consenso sobre os reais benefícios psicológicos do chocolate e muito ainda precisa ser estudado para se chegar a uma conclusão definitiva.
Afinal, chocolate faz bem?
Ao tomar conhecimento de todos esses benefícios, muitos podem pensar que o consumo de chocolate está liberado. Entretanto, alguns problemas infelizmente existem. O chocolate que consumimos é adicionado de açúcares e gorduras saturadas, que são extremamente danosos ao nosso corpo. A preferência deve ser dada aos chocolates meio amargos, que apresentam maior teor de cacau na sua composição. Os chocolates ao leite elevam os índices de colesterol ruim, mas na contramão, os chocolates meio amargos com pelo menos 60% de cacau reduzem essa mesma substância.
Aqui, sempre vale a regra do equilíbrio. Também no ano de 2012 a revista médica Archives of Internal Medicine publicou um artigo com a conclusão de que o consumo frequente de chocolate estava associado a índices menores de massa corporal (IMC), sugerindo que os antioxidantes presentes nos chocolates poderiam ser responsáveis por este resultado sobre o peso. A ideia é que o consumo de chocolates com maior teor de cacau, os meio amargos, seja de fato benéfica. No entanto, deve ser incorporada na dieta em pequenas quantidades. Apesar dos inúmeros estudos sobre seus benefícios, o chocolate é um alimento muito calórico e que se consumido em excesso irá sim levar ao ganho de peso.
Aqui vai um paralelo: sabemos que correr faz bem à saúde, mas passar muitas horas correndo pode levar ao desenvolvimento de lesões nos músculos e articulações. O raciocínio é o mesmo para o chocolate, até o meio amargo: se consumido em excesso irá levar ao ganho de peso e perderemos seus benefícios potenciais. Pense nisso!
Referências
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Golomb BA, Koperski S, White HL. Association between more frequent chocolate consumption and lower body mass index. Arch Intern Med. 2012;172:519-521.
Beijão para todas as amigas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos