segunda-feira, 27 de agosto de 2012

LEAL, FIEL, PACIENTE E BEM HUMORADO?


Meninas amigas do meu Blog, uma segunda feira escadalosamente cheia de oportunidades para todas.

Eu fui xeretar o Bbel – Um Estilo de Vida; garimpando assuntos bons para a nossa reflexão e encontrei essa matéria da Diva Cibele Fabichak, apresentando-nos dez dicas que todo namorado deveria aprender com os cachorros. Meninas eu fiquei bege de tantas comparações interessantes.

Vejamos os detalhes.

Os Cães e os Homens

Este artigo foi inspirado em uma postagem que recebi no Facebook. Duas mulheres estão conversando sobre relacionamentos e uma delas diz: "quero um homem que seja leal, fiel, paciente, atento, bem humorado, que saiba perdoar e ouvir". E a amiga replica: "então, você quer um cão".

Com certeza os cães possuem características muito apreciadas pelas mulheres e podem ensinar muitas lições, especialmente aquelas que dizem respeito a um relacionamento que sempre dura "até que a morte os separe", o que, convenhamos, é bem mais fácil de acontecer com um cachorro do que com um homem.

As lições dos cachorros...

Há milênios os cães se tornaram companheiros fiéis e compartilham a vida domiciliar de seus donos humanos. E, com certeza, desde então, enriquecem a vida afetiva com alegria, carinhos e com a simplicidade de um abanar feliz de rabo, além de um colinho aconchegante em um momento de relaxamento.

Quando falamos em relacionamento entre casais, quando a razão retorna as nossas cabeças depois do turbilhão inicial da paixão, podemos tentar mostrar para os namorados algumas particularidades e comportamentos que os cães apresentam sem fazer nenhum esforço, pois são características caninas natas muito estimadas. Sendo assim, aprecie com bom humor, obviamente, as dez dicas relacionadas nas páginas a seguir. Você poderá acrescentar outras, especialmente se tiver um amigo canino por perto.

LEALDADE, TPM E CAPACIDADE DE OUVIR

Dica 1: Fidelidade e Lealdade

A fidelidade e a lealdade são dois traços marcantes nos cães e muito apreciados pelos seus donos. Afinal, os cachorros nem pensam em trocar você por outra dona. Os cães sabem que a fidelidade por toda a vida é fundamental para um relacionamento comprometido.

Dica 2: O que fazer durante a TPM

Os cães compreendem perfeitamente a famosa TPM, tensão pré-menstrual, e permanecem a uma distância sábia para não serem atingidos pela fúria hormonal feminina de sua dona nesses períodos.

Dica 3: Desprendimento material

Dinheiro? Isto não é importante para o cão. Apenas o amor é fundamental em uma relação. Ele tem "desprendimento material" e se contenta com o essencial para viver: uma caminha, um pano velhinho para mastigar, uns brinquedos, uma ração ou ossinho de vez em quando e uma roupa quente para o inverno.

Dica 4: Saber ouvir. E ouvir, ouvir e ouvir

O cão sabe ouvir pacientemente a lista de reclamações de sua dona, sobretudo quando ela chega toda esbaforida do trânsito maluco das grandes metrópoles e de um dia daqueles no trabalho. E ele ainda consegue fazer aquele ar simpático de "você é a pessoa mais inteligente e especial do mundo para mim, mesmo quando está brava".

Dica 5: Dê menos trabalho

Depois de um longo dia de labuta, donos de cachorros não precisam cozinhar para deixar seu cão repleto de felicidade para dar quando a porta se abre. Basta uma ração.

Dica 6: Carinho não é sinônimo de sexo

O cão é sempre carinhoso. Melhor ainda, ele sabe que um gesto de carinho não significa, necessariamente, um desejo de sexo rápido e instantâneo. Além do mais, quando você está com dor de cabeça, ele não faz aquele ar emburrado, mas se aconchega no seu colo e se transforma no "bebezão da mamãe".

Dica 7: Nada de futebol

Os cães não assistem futebol. E detestam uma final de campeonato, com a casa cheia de latas de cerveja, amigos agitados do namorado e aqueles fogos de artifício barulhentos.

Dica 8: Filmes românticos

Os cachorros adoram um colo quentinho, principalmente quando suas donas se debulham em lágrimas assistindo a um filme romântico na TV.

Dica 9: Atenda prontamente ao chamado

Mesmo quando estão se divertindo entre seus amigos caninos, mediante a um chamado da mamãe atendem prontamente e sem reclamar.

Dica 10: Os amigos dela

Os cães não têm ciúme dos seus amigos homens e nem debocham dos seus amigos gays.

Estas dicas são algumas formas de refletir de maneira bem-humorada sobre traços do comportamento canino que podem melhorar seu relacionamento ou, ao menos, torná-lo mais prazeroso.

Obrigada Bbel e articulistas queridos por todas essas dicas maravilhosas de relacionamento saudável.

Beijão para todas as amigas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

domingo, 26 de agosto de 2012

UM INTRUSO NO NINHO?


Olá amiguinhas do meu blog, um beijão para todas neste lindo domingo de luz.

Hoje eu trouxe da Revista Claudia um artigo muito interessante sobre aqueles maridos que tem ciúmes do bebê, já presenciaram algo assim?

Pois a autora Patrícia Affonso nos ensina como melhorar a relação com este papai.

Vamos acompanhar os detalhes

Dividir com o bebê as atenções antes focadas na relação homem e mulher não é tão fácil quanto parece. A alegria inicial pode rapidamente desaparecer em meio a emoções contraditórias. Restabelecer a cumplicidade é o segredo para ninguém se sentir um intruso no ninho!

O novo integrante da casa precisa de cuidados em tempo integral e impõe uma mudança brusca na rotina, atraindo todos os holofotes para si. É aí que muitos homens (e até algumas mulheres) começam a migrar do encantamento inicial para uma emoção bem menos positiva: o ciúme.

A professora Estér Gomes Martins, 34 anos, de São Paulo, conhece bem esse roteiro. “Meu marido, Júnior, sempre foi muito apegado a mim e não aceitou bem a ideia de dividir as atenções, ainda que fosse com o próprio filho”, conta ela.

Sobrou sofrimento para todo mundo. Júnior era só reclamações e amargura e, nos primeiros anos de Cauã, hoje com 7, mantinha-se distante. Mais tarde, quando o menino questionou por que o pai não brincava com ele como o tio fazia com o primo, é que a ficha caiu e Júnior se empenhou em reverter a situação.

Saindo do escanteio

Embora a primeira reação da mãe seja sentir-se injustiçada diante da disputa de atenção por parte do pai, não dá para culpar apenas a ala masculina. “Muitas mulheres vivenciam a chegada do bebê com tanta intensidade que deixam o marido de lado.

O homem entende que não tem nenhum papel a desempenhar em relação à mulher e ao filho e se sente excluído”, diz o psicoterapeuta e psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos, autor do livro Ciúme – O Lado Amargo do Amor (Ágora). Essa percepção, segundo ele, pode desencadear atitudes negativas, como raiva da criança e afastamento da família.

O descompasso entre pais e mães tem origem também no fato de que a mulher está naturalmente mais preparada para aceitar e suprir a total dependência do bebê. Desde a primeira boneca, começamos a nos familiarizar com a ideia. Sem contar os nove meses de gravidez. “A gestação é um exercício para a maternidade. Nela, a mulher vive alegrias, temores, angústias, e amadurece, à medida que aprende a lidar com mudanças que estão fora do seu controle, como as do corpo”, afirma a psicoterapeuta Lidia Aratangy, autora de Novos Desafios da Convivência (Rideel). Ao longo desse período, a chegada do bebê torna-se algo absolutamente concreto para ela, enquanto o homem a percebe apenas como uma abstração. “Para eles, a paternidade se impõe em um repente, no momento em que o pequeno é colocado nos seus braços”, diz ela.

Para complicar, os pais de primeira viagem precisam digerir sozinhos a nova situação. Afinal, todos em volta estão ocupados com as questões (e paparicos) da criança. O caminho, garantem os terapeutas, é incentivar o envolvimento paterno.

E aí você entra em ação. O ideal é começar desde a gravidez. Convidar o marido para acompanhá-la nas consultas de pré-natal e nos exames de ultrassom é uma atitude que cria abertura para, depois, envolvê-lo nas idas ao pediatra e na rotina do filho. “O fato de ficarem grávidos juntos diminui o risco de o homem se sentir posto de lado e, consequentemente, ter ciúme da criança”, ensina Antonio Carlos Amador Pereira, psicoterapeuta e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Se essa ponte não foi criada lá atrás, é preciso jogo de cintura para mudar a situação, abrindo espaço para a participação dele nos cuidados com o bebê, mas sem forçar a barra nem ser impositiva.

Mesmo porque tem hora em que só o colo da mãe resolve. Evite também bancar a mamãe sabe-tudo. Conhece aquela história de que homem não faz as coisas tão bem (nem tão rápido) e que, portanto, é melhor se virar sozinha?

Esqueça! E, uma vez que deixou uma tarefa nas mãos dele, controle o impulso de corrigi-lo. “Senão, o pai desanima com tanta crítica. Deixá-lo agir do jeito dele não vai prejudicar a criança e ainda a ensina que há várias formas de agir em uma mesma situação”, garante Lidia.

Obrigada Patricia Affonso, pelas dicas maravilhosas, adorei!

Beijão para todas e até amanhã com muito amor.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

sábado, 25 de agosto de 2012

CHEGAMOS AO FIM?


Olá amigas queridas do meu blog, saúde para todas neste lindo sábado de sucesso.

Hoje a nossa reflexão será sob o artigo de Verônica Mambrini – iG São Paulo, sobre a hora de terminar a relação.

A autora nos ensina a ler os sinais indicadores de que a crise não tem mais volta e o relacionamento de fato acabou.

Desde já agradeço a Verônica Mambrini e o Delas, pela concessão da divulgação em nosso espaço.

Vamos aos detalhes?

É só uma crise grave ou o relacionamento acabou? Nenhum casal está livre de ver-se às voltas com essa pergunta.

Em nome da paixão dos primeiros tempos, da vida construída a dois ou dos projetos de um futuro comum, os pares investem tempo e energia tentando salvar a relação. Nessa hora valem todos os recursos na tentativa de recuperar a sintonia e reavivar o amor, intermediação de amigos e da família, terapia de casal, uma segunda lua-de-mel.

Existe um momento, porém, em que nada parece funcionar mais. E aí, como saber que é mesmo hora de terminar a relação?

“É quando o ressentimento fica maior do que a esperança”, acredita Lidia Aratangy, psicóloga e terapeuta de casais.

A falta de esperança e essa sensação de fim da linha sempre têm um detonador, não afloram “do nada”. “Pode ser a reconquista da individualidade, a retomada da vida profissional, uma terceira pessoa. Mas esses elementos só levam a uma crise irreversível quando a relação já está vulnerável”, afirma a psicoterapeuta Margarete Volpi, especializada em terapia familiar e de casal.

Os especialistas consultados pelo Delas apontaram alguns indícios para ajudar você a descobrir se a crise do seu relacionamento tem volta ou se está na hora de assumir a responsabilidade da separação:

A indiferença

Quando o casal ainda briga e discute, Lídia acredita que há salvação. “O contrário do amor não é raiva, é a indiferença. O sintoma mais grave do fim talvez seja quando nada que o outro faz tem importância, nada machuca, nada magoa, nada tem importância”, acredita a psicóloga.

“Se o casal vai para uma terapia de casal em vez de ir para um advogado, é porque tem alguma coisa ainda para salvar”, afirma.

Lídia acredita que sentimentos vivos, ainda que negativos, como a mágoa, podem ser transformados e trabalhados. “Ressentimento é frio, gelado. É como se ele transformasse o casal em personagens do seu próprio passado.”

A ironia, o sarcasmo e a falta de respeito

Ironia e sarcasmo transformam qualquer discussão em uma briga. Ao contrário de uma discussão, na qual você entra aberto pelo menos para escutar, "na briga você só fala. Briga é unilateral e acusatória, fecha automaticamente os ouvidos do outro", avisa Lídia.

Margarete concorda, “não conseguir conversar com o outro de forma madura, sem indiretas e ironias, é um sintoma de que o diálogo não funciona mais e a falta de diálogo aponta para brigas constantes, falta de respeito, palavras e atitudes agressivas, negligência com o outro.” Se o casal chegou a esse ponto, o respeito já acabou faz tempo.

Cada um vive por si

É preciso diferenciar relacionamento de casamento. “Muitos casais passam a vida sem perceber que não fazem mais nada enquanto casal. Muitos se dão conta disso apenas na separação. Estão num mesmo rol de amigos, são uma família, mas não partilham mais interesses ou atividades, não curtem ver um filme juntos ou saber o que o outro pensa de um livro ou sua opinião sobre um artigo de jornal. A vida em família e amigos em comum pode mascarar o fato de um casal não ter vida a dois”, explica Margarete.

“Quando você está com alguém, quer partilhar as coisas da sua vida com a pessoa”, reforça Margarete Volpi. Ela exemplifica: é normal querer sair para jantar sem a pessoa de vez em quando, mas existe um problema quando esse tipo de atitude se torna um padrão freqüente.

“As afinidades e o gosto de cada um mudam. O casal precisa de vez em quando comparar os cardápios da vida de cada um. Mudam os cardápios, mudam as fomes”, diz Lídia. Mas se o casal tem prazer ainda na companhia um do outro, isso é superável.

Ausência de valores e objetivos comuns

Ao longo dos anos, as pessoas vão se transformando. Em um momento de crise, o casal pode se dar conta de que os valores e objetivos de vida de cada um foram se tornando muito diferentes. “O complicado é que as mudanças nem sempre acontecem ao mesmo tempo para os dois, tampouco ocorrem do dia para noite. As diferentes visões de mundo vão se somando sem serem compartilhadas. Literalmente, vão sendo varridas para baixo do tapete, o que não é bom”, acredita Lídia.

Nessa hora, ou o casal faz um esfoço para enfrentar as brigas necessárias que vão ajustar as diferenças ou reconhece que não existem mais condições para lidar com as distâncias que foram se criando.

Falta de sexo ou contato físico

“Casal que não consegue nunca ter contato físico dificilmente tem uma vida sexual madura. Existe casamento sem sexo, mas não existe relação a dois sem sexo”, afirma Margarete. “Casamento é uma estrutura, uma sociedade de bons amigos, que não tem a ver com o sentimento em si, com a entrega. O relacionamento a dois é diferente, é parceria, cumplicidade, intimidade, afinidade para algumas coisas”, afirma a terapeuta. “Se faltam os sinais afetivos visíveis, como o toque, o beijo, o casal se distancia. E não valem beijinhos sociais, na frente dos outros, se na intimidade isso não existe.”

Falta de confiança

É possível superar até mesmo crises graves, como uma traição . Mas se o casal tenta seguir adiante sem que os problemas tenham realmente sido colocados no passado o ressentimento pode aflorar a qualquer momento. “É claro que a capacidade de superar problemas depende de cada casal e não dos fatos concretos, ou seja, não tem nada a ver com o quanto de coisas ruins aconteceu na vida dos dois, mas com a forma como cada um aguenta e lida com desejos e expectativas não atendidos”, explica Lídia.

Quando só um quer salvar a relação

“Brigas que começam a ficar repetitivas podem não ser uma bobagem. Eventualmente, mascaram alguma coisa importante”, afirma Lidia. Queixas recorrentes do parceiro podem significar que o casal estatelou numa posição em que um não se sente levado em consideração, por exemplo. Falta de disposição para ceder, discussões cada vez mais circulares, agressivas e frustrantes também são sinais de que um dos parceiros não está tão empenhado em salvar a relação. “É preciso fazer um esforço para ser claro e chegar no conteúdo mais profundo das críticas: o que o parceiro está realmente querendo dizer?”, diz Lídia.

Em uma relação tão íntima como a dos casais, muitas vezes, apenas com a ajuda de um profissional essas questões ficam claras. Esses ‘sintomas’ ou indícios raramente acontecem sozinhos ou isolados, por isso, não hesite em buscar auxílio especializado se sentir que seu relacionamento se encaixa na maioria das situações descritas acima.

Um grande beijo para todas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

NA CAMA DA MINHA FILHA?


Olá queridas amigas do Blog, saúde para todas.

Nosso assunto para reflexão desta sexta feira vem do site Delas, através do texto de Renata Losso – Especial para o iG São Paulo, sobre a situação do namorado dormir na casa da moça.

O artigo indaga: “Meu namorado pode dormir em casa?”

A resposta para esta pergunta varia entre os pais, mas ser coerente consigo mesmo sem abrir mão dos limites é primeiro passo para encontrar a melhor solução

Vamos ver os detalhes.

Para a psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro “Criando adolescentes em tempos difíceis” (Summus Editorial), enquanto muitos pais permitem que os filhos namorem em casa para não parecerem caretas, outros proíbem, mas não têm certeza de estarem tomando a atitude certa. A melhor decisão a ser tomada se baseia na coerência. “Os pais devem agir de acordo com o que acreditam e com o que os deixa confortáveis”, afirma Elizabeth.

Mas existe uma tendência. Uma pesquisa realizada pela Viacom International Media Networks em 11 países, em 2011, revelou que 79% dos entrevistados se consideram mais próximos dos filhos do que os próprios pais o eram. Para o psicoterapeuta Leo Fraiman, o índice reflete como os pais atuais preferem ser mais abertos a correr o risco de ouvirem mentiras.

A designer de interiores Vanessa Graton, mãe de Lucas, 16, conversa abertamente sobre sexo com o filho, que tem permissão para dormir em casa com a namorada. Mas quando pegou uma lingerie no sofá ao chegar em casa certo dia, teve uma conversa séria com Lucas. “Não preciso participar tanto assim, né? Não dá para achar que se pode andar só de calcinha no meio da casa, eles têm que ficar no quarto dele e olhe lá”.

Ônus e bônus

Não existe uma idade ideal para receber o namorado da filha em casa ou deixar que o filho durma na casa da namorada. A decisão depende dos pais e do quanto eles conhecem seus filhos. “A liberação não deve ter conotação cronológica, mas sim estar relacionada com os níveis de responsabilidade e consciência”, diz o psicólogo Caio Feijó, autor do livro “A Sexualidade e o Uso de Drogas na Adolescência” (Novo Século Editora). Algumas meninas de 15 anos, por exemplo, já são bem maduras. Outras só ficam responsáveis mais tarde.

Junto às conquistas, adolescentes devem receber responsabilidades, estimulando o amadurecimento. “Se o jovem quer dar esse passo, vale também envolvê-lo em outras rotinas, como fazer as compras de supermercado e lavar o carro. A liberdade traz ônus e bônus”, recomenda Leo Fraiman.

As regras também devem ser claras, mediadas pelo bom-senso. Casa dos pais não é motel e, se for para dormir com o namorado ou namorada, que seja alguém que os pais já conhecem e que tem uma relação de respeito e companheirismo não só com o filho, mas com a família também.

Meninos x meninas

Biologicamente, as meninas estão prontas para a vida sexual a partir da primeira menstruação. Embora nem sempre a maturação psicológica acompanhe a física, os pais tendem a fazer marcação muito mais prolongada sobre elas do que sobre os filhos.

Com os meninos, a história é outra. “Historicamente, os pais não têm preocupações maiores com relação às atividades sexuais do filho. Somente o orientam para usar preservativo”, diz Caio Feijó.

Para Leo Fraiman, este é um erro grave, embora comum. “Isso é uma atitude sexista, não é justa. Ensina a menina a ter medo de sentir prazer e de falar a verdade”, condena.

A médica hebiatra Mônica Mulatinho, da Cia do Adolescente e Família, chama a atenção para outro ponto: é preciso deixar os filhos com a autoestima em dia. Um adolescente carente pode tomar atitudes equivocadas com mais facilidade. Se resolver transar com alguém que mal conhece e tomar um fora depois, ele pode sofrer em dobro pela falta de preparação. Hoje fala-se muito em sexualidade, mas também é preciso falar de intimidade, entrega e compromisso.

E vocês amigas queridas, estão preparadas para deixar os namorados de suas filhas dormirem no quardo delas?

Beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos