domingo, 6 de julho de 2014

UMA HORA PASSA?


Olá pessoal, bom domingo para vocês.
No nosso encontro de hoje abordaremos uma matéria excelente sobre separação conjugal e como lidar com a dor do término, do site M. De Mulher, por Sara Stoppazolli e conteúdo GLOSS,
Na oportunidade a autora afirma o fim de um relacionamento pode doer tanto quanto a morte de alguém querido e não existe receita certa para encarar esse difícil momento. Mas ele passa...
Vejamos os detalhes.
O sofrimento causado pelo fim de um relacionamento pode ser tão devastador quanto o da perda de um ente querido. É um luto marcado por cinco etapas: negação, barganha (tentativa de mudar as coisas), raiva, depressão e, por fim, aceitação. "Não somos ensinados a lidar com a dor", diz o psicanalista Hemir Barição, professor da PUC-SP. "Aprendemos com as experiências."
Trinta e dois anos depois da legalização do divórcio no Brasil, os números do Registro Civil comprovam que os casamentos se desfazem cada vez mais. Nos últimos 23 anos, a taxa de divórcios cresceu acima de 200% por aqui. Hoje, a cada quatro novas uniões, uma separação é registrada. Isso sem falar nos relacionamentos que passam ao largo das estatísticas.
Mesmo com tantos fracassos por aí, e com o verso "Que seja infinito enquanto dure", de Vinicius de Moraes, transformado em mantra amoroso, separar-se não se tornou menos difícil. "O que machuca não é só a perda de um companheiro, mas o medo de ficar sem todo um pacote: a vida social, a segurança financeira, entre outras coisas", diz o psicólogo Ailton Amélio da Silva, professor de relacionamento amoroso da Universidade de São Paulo (USP) que oferece em seu consultório tratamento para a dor de fim do amor.
PREPARANDO A SEPARAÇÃO
Assim como uma relação precisa ser construída, uma separação também. Não só do ponto de vista prático mas também emocionalmente. Despedir-se, digerir a ideia do nunca mais leva tempo. Mas, na melhor das hipóteses, é até possível viver esse drama em parceria.
A recepcionista Priscila Josefick, 22 anos, e o biomédico Danilo Inada, 23, formaram um casal por mais de quatro anos e, há um, conseguiram encerrar sua história do mesmo jeito que começaram: como amigos. "Foi uma decisão dos dois", diz Danilo. "O namoro começou a esfriar e se encontrar virou um fardo. Depois de quatro meses assim conversamos e tomamos a decisão", completa Priscila. Como frequentam a mesma turma, um mês depois os dois acabaram se encontrando. Sentiram-se confortáveis na presença um do outro e tiveram a certeza de que o fim... era mesmo o fim.
Quando a vontade de terminar surge de um lado só, o processo é mais penoso. Decidir pelo adeus às vezes é mais complicado e sofrido do que colocá-lo em prática. Esse processo não deveria ser solitário. A terapeuta de casais Maria Helena Matarazzo sugere tentar negociar queixas e mágoas com o parceiro com a ajuda de um especialista.
"Em geral ninguém sabe negociar, e conversar acaba piorando os desentendimentos", diz ela, lembrando que a iniciativa de terminar costuma partir muito mais das mulheres do que dos homens. "Elas se queixam de solidão no relacionamento. É bastante comum que esperem ser salvas pelo outro em vez de cuidar de si. Mudam de parceiro e continuam insatisfeitas." 
DANDO UM TEMPO
Além da terapia, o clássico "dar um tempo" pode ajudar a colocar as coisas em perspectiva. A psicóloga Marina Álvares, 28, adotou essa medida depois de um ano e meio morando junto com o engenheiro Rafael Gotti, 27. Marina reclamava que dedicava muito mais tempo à relação de quatro anos do que ele, o que causava muitas brigas. "A intenção era esfriar a cabeça e depois reatar melhor, mas não foi o que aconteceu", diz ela. "Na distância ficou claro que éramos mais amigos do que amantes."
Às vezes, é preciso muitas idas e vindas até acertar na decisão. Trata-se de esgotar as possibilidades, viver o relacionamento até a última gota. A publicitária Carolina Fantini, 21, e o designer Thiago Vavassori, 23, ficaram um ano ensaiando o término do romance de mais de seis anos, enfim decretado há cinco meses.
"Você conversa, briga, 'dá um tempo', volta, mas sempre continua na mesma, até o momento em que respira fundo e aceita que o sofrimento do término um dia vai acabar e que a vida continua", conta ela. "Quando as lembranças do passado são as que sustentam a vontade de ficar, em vez das do presente, não tem mais jeito." Sim, vai doer. Mas acredite: uma hora passa.
Um grande abraço para todas as amigas, gratíssima ao site M. de Mulher e envolvidos pelas excelentes explicações.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sábado, 5 de julho de 2014

CONVERSE COM O SEU MÉDICO!!


Oi meninas lindas do meu coração, neste sábado de luz eu desejo para todas muita saúde muita paz.
Para quem curte nosso espaço eu trouxe hoje da Poderosíssima Carolina Serpejante do site Minha Vida, um tema excelente sobre a TPM nossa de todo mês, onde se nos apresenta a classificação da doença por tipos e ainda nos mostra os sintomas e tratamentos.
Na oportunidade a diva nos afirma que a ansiedade, depressão e o desejo por doces podem sim, ser controlados.
Vejamos na íntegra.
Inchaço, dor abdominal, mau humor, dor de cabeça... Esses são apenas alguns dos sintomas que podem acometer as mulheres antes ou durante a menstruação. A TPM, ou Síndrome Pré-Menstrual (SPM), se caracteriza pelo conjunto de sensações que ocorrem cerca de 10 dias antes do início do ciclo menstrual, e atinge cerca de 70% das mulheres brasileiras, segundo dados do Ministério da Saúde.
Durante aproximadamente 28 dias, o corpo da mulher sofre diversas alterações que preparam o útero para receber um bebê. Nos primeiros 14 dias ocorre o período de ovulação, e junto com ele a elevação dos níveis de estrógeno. Esse hormônio é um dos responsáveis por controlar o nosso bem-estar. Nos 14 dias seguintes, a parede do útero começa a engrossar, como se estivesse preparando uma "cama" para o possível bebê. Nessa fase ocorre uma queda nos níveis de estrógeno e elevação nas taxas de progesterona.
"Essa alteração, quando muito brusca, já pode causar uma série de sintomas, como ansiedade, alterações do humor, dores nos seios e outros tantos conhecidos das mulheres", explica a endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia. Passados esses 14 dias, o endométrio - parede que recobre o útero - começa a descamar e ser eliminado na forma de menstruação, gerando com ela uma outra queda hormonal, dessa vez na progesterona e no estrógeno. Por isso em algumas mulheres os sintomas podem ser ainda mais intensos durante a menstruação.
Mas você sabia que nem todas as mulheres sentem os mesmos sintomas durante a TPM? São tantas sensações que a medicina separou a tensão pré-menstrual em cinco tipos diferentes, que podem acontecer separadamente ou ao mesmo tempo nas mulheres. E para cada tipo existe um tratamento mais eficaz. Conheça todos eles:
TPM A: foco é a ansiedade
A TPM tipo A está relacionada com a ansiedade. A queda do hormônio estrogênio, que ajuda a baixar o estresse, e maior liberação de adrenalina e cortisol, dupla que contribui para o estresse.
Os principais sintomas são:
- Ansiedade
- Tensão
- Dificuldade para dormir
- Irritabilidade
- Alterações de humor
 "Em alguns casos a mulher também pode se sentir mais desatenta e atrapalhada, derrubando coisas, batendo em objetos", explica a endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia.
Segundo a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, coordenadora do Ambulatório de Sexualidade Feminina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a melhor maneira de amenizar esses sintomas é praticando exercícios físicos, além de manter uma dieta adequada. "A atividade física ajuda a liberar endorfinas, hormônios que dão sensação de prazer", afirma. Para casos mais graves, existem alguns medicamentos, como os ansiolíticos, que podem ser usados para amenizar os sintomas. Mas só um médico, que pode ser o ginecologista, o endocrinologista ou um psiquiatra, poderá passar o melhor tratamento para o paciente.
TPM C: o foco é a compulsão alimentar
A TPM tipo C está relacionando principalmente a compulsão alimentar. Ela recebe a classificação C porque vem do inglês craving, que significa desejo. Se durante a menstruação ou antes dela você prefere os restaurantes mais gordurosos ou ataca o chocolate que está no armário, esse é o seu tipo de TPM.
Os sintomas que se encaixam na TPM C são:
- Compulsão por doces ou salgados
- Vontade de comer guloseimas ou comidas diferentes
- Dores de cabeça
Essa TPM está relacionada com os mecanismos de recompensa que temos no cérebro. Quando você come um alimento rico em açúcar ou gordura, algumas áreas no seu cérebro são ativadas, dando a sensação de prazer. Como durante a TPM os hormônios estão alterados, esse mecanismo pode gerar uma reação exagerada, causando uma sensação de prazer ainda maior.
Para amenizar esse tipo de sintoma, primeiramente deve-se tentar fazer escolhas alimentares mais saudáveis ou então praticar atividade física - que também pode ajudar a amenizar a dor de cabeça.
Manter uma dieta equilibrada e rica em ômega 3, presente nos peixes e frutos do mar, pode ajudar a controlar essa compulsão. "O uso de ansiolíticos e alguns medicamentos para compulsão em casos específicos também pode ser receitado", diz a endocrinologista Andressa. De acordo com a especialista, algumas mulheres relataram que suplementos como ômega 3 e óleo de prímula ajudam na redução dos sintomas de desejo.
"A enxaqueca e dor de cabeça pode ser prevenida com o uso de medicamentos, como o topiramato", diz Andressa. "Mas só um médico poderá receitá-lo", acrescenta. Além disso, o uso de anticoncepcional de baixa dose também pode ser utilizado, ou mesmo analgésicos comuns focados para o alívio da dor.
TPM D: o foco são sintomas depressivos
A tensão pré-menstrual do tipo D está relacionada com os sintomas depressivos.
Os principais sintomas dessa TPM são:
- Raiva sem razão
- Sentimentos perturbadores
- Pouca concentração
- Lapsos de memória
- Baixa autoestima
- Sentimentos violentos
"Essas sensações são causadas geralmente pela redução de serotonina e à resposta exagerada que corpo pode dar diante às oscilações hormonais normais do período", afirma a endocrinologista Andressa. A ginecologista Carolina recomenda o uso de antidepressivos se os sintomas forem graves, mas que no geral podem ser controlados com uma dieta equilibrada, prática de atividade física e cessação de vícios, como álcool e tabaco.
TPM H: o foco é inchaço
A TPM tipo H tem esse nome porque está relacionada à palavra "hidratação".
Pessoas que tem a TPM do tipo H sentem:
- Retenção de líquidos (inchaço)
- Ganho de peso (por conta da retenção de líquido)
- Inchaço abdominal
- Sensibilidade e inchaço em mamas
- Inchaço nas extremidades do corpo, como mãos e pés
"Em alguns casos o uso de diuréticos pode ser necessário", explica a endocrinologista Andressa. No entanto, as especialistas afirmam que o principal é reduzir o consumo de alimentos que promovem a retenção de líquidos, como sal e cafeína. Isso ajuda a reduzir o inchaço e sensibilidade.
TPM O: outros sintomas
Existem outros sintomas menos comuns que também podem estar relacionados à TPM, entre eles estão:
- Alteração nos hábitos intestinais
- Aumento da frequência urinar
- Fogachos ou sudorese fria
- Dores generalizadas, incluindo cólicas
- Náuseas
- Acne
- Reações alérgicas
- Infecções do trato respiratório.
"A liberação de agentes inflamatórios relacionados com o fluxo menstrual podem interferir no fluxo intestinal e causar dores, como cólicas", declara a endocrinologista Andressa. O uso de anti-inflamatórios nos dias que precedem o fluxo menstrual e nos primeiros dias pode ajudar a regularizar.
Devido à retenção hídrica o organismo pode tentar se autorregular, levando ao aumento na frequência do urinar na sequência. "Reduzir o consumo de sódio é a principal medida", declara a ginecologista Carolina. Já os fogachos e sudorese fria, se forem realmente incômodos, podem ser tratados com o uso dos anticoncepcionais de baixa dosagem. "Isso evita as oscilações hormonais maiores e com isso previne as queixas relacionadas aos fogachos", explica Andressa.
A acne terá tratamento local para redução da oleosidade e uso de anticoncepcional com ação antiandrogênica, ou seja, bloquear a ação hormonal masculina sobre a pele. "A náuseas e infecções do trato respiratório tem um tratamento preventivo mais global, com prática exercícios, redução de sal, cafeína, álcool, açúcar e cigarro."
Quando a TPM é uma doença
Algumas mulheres sofrem com sintomas tão fortes durante a TPM que podem ser incapacitantes, nesse caso é classificada como uma doença chamada de desordem disfórica pré-menstrual. "Em alguns casos pode ser que ela nem consiga levantar da cama, de tanta dor", diz a ginecologista Carolina. Nesse caso, o tratamento médico deve ser feito de perto, com medicamentos para controle dos sintomas específicos. Não existe, portanto, um único remédio para toda mulher que sofre com TPM, mas sim tratamentos tópicos, conforme o que ela está sentindo.
Anticoncepcionais x TPM
Mulheres que tem sintomas leves podem se beneficiar do uso de anticoncepcionais para eliminar a TPM. "Isso porque os medicamentos mantem os níveis de estrógeno sempre elevados, evitando a queda brusca que ocorre antes da menstruação e causa dos sintomas", afirma Andressa Heimbecher. Os anticoncepcionais sem pausa são os que mais beneficiam nesse quesito. No entanto, é preciso ficar atenta: anticoncepcionais com altas taxas de hormônio podem ter efeito contrário, pois quando a mulher faz a pausa os níveis de estrógeno sofrem uma queda brusca, podendo causar e agravar a TPM. "O melhor a fazer é conversar com seu ginecologista", diz a ginecologista Carolina.
Beijão crianças, um final de semana glorioso, meu carinho e agradecimento ao site Minha Vida e a diva Carolina Serpejante e ginecologistas envolvidos pelas excelentes informações.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sexta-feira, 4 de julho de 2014

INVISTA NA SEDUÇÃO!!


Oi meninas, boa sexta feira para vocês.
Hoje nossa reflexão apresenta uma matéria de Simone Cunha , especial para o iG São Paulo, onde se publicou os seis passos para ativar o poder de sedução
A especialista defende que nós mulheres precisamos pensar em sexo e investirmos em estímulos múltiplos. Será?
Vejamos na íntegra.
Uma pesquisa realizada pela Durex Global Sex Survey, que analisou o comportamento sexual em vários países, sendo 1.004 homens e mulheres entre 18 e 65 anos no Brasil, apontou que metade dos brasileiros está insatisfeita com a sua vida sexual.
Outro estudo recente, feito pela Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, mostrou que 68% das mulheres já fingiram o orgasmo. Para a fisioterapeuta íntima e educadora sexual, Paula Milena, uma das razões para explicar esses resultados é o fato de que muitas mulheres mantêm suas zonas erógenas adormecidas.
“Elas precisam pensar mais em sexo e investir em estímulos”, ensina.
Um deles é o exercício que fortalece a musculatura vaginal, pois isso deixa a região mais sensível.
“Deitada ou sentada, a mulher deve fazer um movimento para contrair o ânus, como se estivesse segurando os gases. Contar até vinte e relaxar”, ensina a fisioterapeuta. Segundo Paula, isso pode ser repetido 20 vezes, no mínimo, três vezes ao dia. Com essa atividade regular, naturalmente a região vai ficando mais sensível, o que aumenta o prazer na relação sexual.
“Durante a penetração, a mulher pode contrair essa musculatura, apertando o pênis, pois isso também garante mais prazer ao casal”, acrescenta.
Outra dica é apostar nos vibradores que, de acordo com Paula, são uma ótima opção para ajudar a mulher a descobrir e estimular suas áreas mais sensíveis.
“Há modelos menores e mais discretos, eles são indicados porque ativam a parte física e também contribuem com a questão psicológica, pois ajudam a mulher a se sentir mais confiante na hora de explicar ao parceiro o que gosta e como quer ser estimulada”, comenta.
Em busca do prazer
A Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME) divulgou recentemente que as mulheres continuam sendo as principais consumidoras deste mercado, com 60% do consumo. Para a educadora sexual, Neusa Pandolfo, isso prova que as mulheres estão buscando alternativas para investir no relacionamento.
“Infelizmente, muitas pessoas que enfrentam crise no relacionamento, tentam salvá-lo indo a um sex-shop. É importante manter o desejo e a sexualidade em alta antes que a rotina tome conta do relacionamento”, orienta ela.
Para Neusa, recorrer ao mercado erótico pós-crise pode até intensificá-la, afinal, a sintonia entre o casal já estará comprometida. Por isso, ela sugere investir nisso como uma prevenção.
“Só não vale ficar refém desses itens”, alerta. A especialista diz que usá-los de vez em quando é o mais correto, pois assim se cria uma expectativa em relação à brincadeira.
“Um encontro com algo diferente e quatro sem nada novo”, ensina. Para Neusa, isso tende a aproximar o casal e, o melhor, aumenta a autoestima de ambos.
“Com o tempo, a mulher vai estimulando seu parceiro, ela pode sugerir que ele compre algo diferente ou até o convidar para ir a um sex-shop e escolher juntos alguma novidade para esquentar a relação”, completa.
Paula diz ainda que o casal não pode abrir mão dos cuidados diários do relacionamento.
“Mensagens sacanas, beijo na boca com desejo, jantares e, claro, expor e realizar suas fantasias sexuais”, diz. Para ela, a melhor maneira de manter o desejo ativo é se reinventar diariamente, alimentar a intimidade e nunca perder a vontade de fazer coisas juntos.
Veja a seguir seis passos para manter o desejo sexual ativo:
Vença a timidez
A mulher precisa de estímulo e, sentir-se desejada, é uma forma de ativar a sensualidade. “Comece devagar, aos poucos, vencendo a timidez e agindo de maneira natural. Um bom exercício, é passar o creme hidratante pelo corpo em frente ao parceiro”, ensina. A ação parece corriqueira, mas cria um clima sedutor. Com certeza, ele vai observá-la com desejo e isso irá alimentar a sua autoestima.
Lingerie certa
Saia do banho nua e desfile em frente ao parceiro. Despois escolha uma lingerie sexy e coloque-a sem pressa. A ação parece corriqueira, mas tem um grande potencial para despertar o desejo entre o casal. Ele vai prestar atenção em cada detalhe e querer tirar a peça logo em seguida.
Busque inspirações
Outra maneira, segundo Paula, para manter o desejo ativo é ler contos eróticos e assistir filmes com apelo mais sensual. “A mulher precisa deste estímulo, um romance com uma ‘pegada’ mais sedutora já mexe com os sentidos femininos”, diz a especialista.
Fantasie!
Isso mexe com o imaginário e eleva a autoestima. Deixe fluir a imaginação, mesmo que nem tudo possa ser concretizado. Se imaginar que o seu marido é o galã da novela te excita, deixe rolar, sem culpa, afinal isso não é traição, apenas alimento para o desejo.
De olho no visual
Com o tempo, o casal tende a relaxar com o próprio visual. Por isso, cuidado. Se sentir desejado é essencial para manter o desejo ativo, portanto se arrumar para o parceiro é um hábito que não pode ser esquecido.
Teste novidades
Por fim, arrisque! Busque novidades e teste-as antes de o sexo esfriar. Existem muitos cosméticos eróticos que estimulam e causam efeitos diferentes na hora da relação. O casal pode brincar e descobrir quais agradam mais
Gratíssima pela atenção dispensada e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

NÃO PERCA ESSE PODER!!


VAI DEIXAR SUA PELE LINDA E RELAXADA!!



quinta-feira, 3 de julho de 2014

FAÇA VALER A PENA!!


Oi pessoal, saúde para vocês nesta véspera de feriado e todos os dias.
Nosso encontro hoje apresenta para reflexão os 10 hábitos para evoluir mental e fisicamente.
O crédito é da redação do site Administradores.com, onde se publicou que a  vida pode ficar tão movimentada que, em termos simples, nós nos esquecemos de fazer sempre o melhor a nós mesmos. Será?
Vejamos os detalhes.
A vida pode ficar tão movimentada e agitada que acabamos esquecendo de crescer mentalmente, fisicamente, emocionalmente e espiritualmente. Em termos simples, nós nos esquecemos de fazer sempre o melhor a nós mesmos.
O site Lifehack listou 10 hábitos simples que podem ajudá-lo na arte do auto-aperfeiçoamento, de modo que você pode fazer cada dia um trampolim para o "você" que você sempre imaginou!
1. Desenvolva aquela habilidade que você sempre quis
Exista algo que você sempre quis aprender? Mexa-se! Não há melhor momento do que agora, especialmente se é uma nova habilidade que você sempre quis. Vale a pena se é algo que irá melhorar a sua mente de uma maneira que você sempre sonhou.
2. Aprenda com seus amigos
Faça um acordo com um amigo para ensinar um ao outro seus respectivos talentos. É uma forma mais divertida, eficaz e econômica de aprender e enriquecer sua mente.
3. Substitua alimentos não saudáveis por frutas e vegetais
Pense desta forma: o alimento que você come ou é a cura ou o veneno para o seu corpo. Coma frutas e vegetais regularmente e você vai certamente se sentir melhor.
4. Hidrate-se
Pode ser difícil lembrar-se de beber bastante água, especialmente quando a opção de refrigerante ou suco está presente. No entanto, é extremamente importante manter-se hidratado. Leve consigo sempre uma garrafa de água com você. Você vai notar melhorias em sua pele, níveis de energia e no físico em geral.

5. Encoraje os outros
É bom fazer alguém feliz, especialmente se for alguém que você gosta. Além disso, a felicidade é contagiosa.
6. Sorria
Sorrir traz inúmeros benefícios à saúde, e pode liberar endorfinas, que pode torná-lo mais feliz. Mesmo se você forçar um sorriso, por um período de tempo, você vai começar a sentir-se melhor.
7. Cerque-se de pessoas que fazem você se sentir bem
Comece a perceber como você se sente depois de interagir com as pessoas que estão por perto. Você não pode se sentir verdadeiramente feliz se você se cercar de pessoas negativas. Tente passar o seu tempo com as pessoas que o incentivam e inspiram. Você merece isso.
8. Estabeleça metas para si mesmo
.Comece o seu dia pensando em uma coisa boa que você pode fazer, se é algo que vai fazer você mais feliz ou fazer alguém feliz. Defina metas para o seu crescimento espiritual.
9. Pratique a gratidão todos os dias
Haverá sempre coisas na vida que queremos, mas não podemos ter. É importante se concentrar em seus objetivos de vida, mas não há nenhum ponto em negativo. Lembre-se: há sempre alguém que é mais feliz com menos do que aquilo que você tem.
10. Mantenha tudo em perspectiva
A vida tem seus inconvenientes, os seus problemas e as suas tristezas que podem parecerem avassaladores no momento. Lembre-se que estes problemas não vão ser tão relevantes para você em um ano, muito menos, no final de sua vida. Você só tem uma vida. Faça valer a pena.
Um beijão para todas as amigas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quarta-feira, 2 de julho de 2014

PARA ELIMINÁ-LAS PRA VALER?



Oi gente, saúde e paz para vocês.
Eu gosto muito da inteligência de Carolina Serpejante do site Minha Vida que sempre nos presenteia com uma matéria edificante para nossas vidas.
Hoje por exemplo ela nos apresenta os oito tratamentos para eliminar as estrias, afirmando ainda que o Peeling, dermoabrasão e luz pulsada são recomendações de especialistas.
Vamos ver os detalhes.
Não importa se é na barriga, nas costas, mamas ou coxas - as estrias incomodam em qualquer parte do corpo. Comuns tanto em homens quanto mulheres, essas marcas surgem por um rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele. "As fibras são formadas por colágeno e elastina, responsáveis pela elasticidade e tonicidade da pele e podem ser recuperadas com tratamentos simples", explica o dermatologista Mario Chaves, da clínica Derma Gávea, no Rio de Janeiro. Confira os procedimentos estéticos capazes de acabar com as estrias e aproveite:
Ácidos
As estrias podem ser combatidas com ácido retinoico, ácido glicólico e ácido l-ascórbico. "Dentre estes, o ácido retinoico é a melhor opção, pois melhora a produção de colágeno, reorganizando as fibras elásticas e diminuindo o comprimento e a largura das estrias", afirma o dermatologista Mario. O tratamento é realizado pela própria pessoa em casa, com aplicação local do medicamento sobre as estrias no período da noite, antes de dormir.
Para evitar que a pele fique irritada por conta da ação do ácido, a recomendação é usar diariamente após o banho um creme hidratante específico para cada estágio e tipo de pele, normalmente indicados pelo dermatologista. "Se a pessoa for se expor ao sol, é importante não usar o ácido na véspera e dois dias após, além de aplicar bloqueador solar de FPS maior ou igual a 30 de hora em hora", alerta Mario Chaves. "Além disso, é importante frisar que o uso do ácido retinoico não é recomendado para gestantes, pois pode causar má formação fetal."
Este tipo de tratamento é mais efetivo em estrias novas (mais avermelhadas), mas também pode ser usado em estágios mais avançados (estrias brancas), obtendo resultados lentos e discretos. "Para resultados mais rápidos e satisfatórios, o ideal é associar outros métodos e procedimentos ao tratamento com ácidos", recomenda o dermatologista.
Peeling
Mario Chaves conta que o peeling consiste na aplicação de um ácido em uma forma mais concentrada sobre a área com estrias. "Após a aplicação no consultório, o ácido deve permanecer na pele por seis a oito horas, sendo posteriormente retirado em casa pelo paciente durante o banho", explica o dermatologista.
A esteticista Érika Miranda, da clínica ANOVA Estética, em Belo Horizonte, explica que o peeling funciona de forma similar aos ácidos aplicados em casa e pode ser usado para tratamento de todos os tipos de estrias, exceto quando há ulceração do local. "No entanto, ele deve ser combinado com outro tratamento, como peeling de cristal ou diamante, que promove uma pequena esfoliação local, além de estímulo da produção do colágeno", diz.  
Subcisão
Recomendada também para a retirada de celulites, a subcisão é uma técnica simples: são inseridas agulhas nas estrias que promovem o rompimento interno da fibrose no interior das células. "São realizados movimentos circulares suaves com as agulhas para causar um hematoma local", explica a esteticista Érika. O estímulo mecânico do movimento da agulha e o hematoma promoverão uma nova organização do tecido. Segundo os especialistas, essa técnica é útil para estrias largas e profundas.
Mario Chaves explica que o tratamento funciona de forma a potencializar os outros tratamentos que devem ser realizados em conjunto. Após a subcisão, serão notados equimoses e hematomas que permanecem na pele por um período de 20 a 40 dias. "Além disso, a pessoa precisará ficar afastada das atividades físicas por pelo menos uma semana e não se expor ao sol enquanto estiver com hematomas e equimoses", diz.
Dermoabrasão
A cosmetóloga e esteticista Aline Araújo, da Adcos Cosméticos, em Belo Horizonte, explica que a dermoabrasão é um lixamento da pele utilizando ponteiras de diamante com espessuras diversas. Ao aplicar as ponteiras sobre a pele, cria-se uma escoriação sobre a estria. "Na tentativa de regeneração tecidual, o organismo cria mecanismos de defesa que favorecem a hidratação da pele, nutrem as fibras colágenas e elásticas e estimulam a formação de um novo colágeno", conta Aline Araújo. A dermoabrasão é geralmente associada à intradermoterapia e é mais indicada para estrias brancas e profundas. Nas primeiras semanas após o tratamento, também é importante evitar a exposição ao sol.
Intradermoterapia
Recomendado para as estrias mais profundas, esse tratamento consiste na injeção ao longo das estrias de substâncias que provocam uma reação do organismo, estimulando a formação de colágeno nas áreas onde as fibras se degeneram. "Um exemplo de intradermoterapia é a carboxiterapia, que consiste na aplicação do gás CO2 na pele", diz a esteticista Érika. Outros tipos também incluem vitamina C, trissilinol e X-adene. Para todos os casos, as aplicações são feitas em 10 a 12 sessões semanais, sempre acompanhadas de um anestésico.
Tratamentos a laser
Junto com a luz pulsada, esse é o tratamento que traz os resultados mais rápidos e satisfatórios, podendo ser associado com os outros métodos. "São realizados disparos do laser sobre as estrias e a área próxima, estimulando a produção de colágeno e reconstrução das fibras", afirma Mario Chaves. O tempo de duração depende da área de aplicação, variando de 10 minutos a uma hora. Os especialistas explicam que o laser serve para todos os tipos de estrias, recentes ou antigas. "Há contraindicações, entretanto, como pessoas que apresentam lúpus, problemas de coagulação ou outras doenças do colágeno", diz o dermatologista.
Luz pulsada
O tratamento com luz pulsada é indicado para estrias mais recentes e usa uma tecnologia que emite luz, mas não é um laser. "Assim como nos aparelhos de laser, essa luz gera calor na pele, estimulando o colágeno", esclarece a esteticista Érika.
Cremes
Existem no mercado diversos cremes para estrias, que combinam na fórmula complexos antielastese - que protegem o colágeno e a elastina da degradação - e óleos vegetais, além de hidratar a pele e possuir propriedades antioxidantes. "Os hidratantes devem ser aplicados após o banho, pois ocorre uma dilatação dos poros, favorecendo a absorção de substâncias", diz Aline Araújo. A indicação é aplicar duas vezes ao dia, de manhã e à noite. Como alguns desses cremes possuem ácidos, o ideal é consultar um profissional para que ele indique os produtos adequados.
Um abraço para as amigas com minha gratidão ao site Minha Vida e a poderosa Carolina Serpejante pela excelente matéria.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

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PROMOÇÃO: HIDRATAÇÃO YELLOW OU ALFAPARF + ESCOVA POR APENAS 35,00 R$.

terça-feira, 1 de julho de 2014

VAMOS PREVENIR !!




Oi pessoal, bom dia para vocês.
Hoje o presente para a nossa reflexão é a matéria do especialista do site Minha Vida Dr. José Roberto Colombo Jr. – Urologista, sobre infecção Urinária.
Na oportunidade o ilustre médico nos convida a prestar atenção aos sintomas e para que haja uma prevenção satisfatória.
DR. J.R.COLOMBO JR
Para o autore as infecções do trato urinário (ITU) são frequentes em homens e mulheres, apresentando sintomas diversos, com morbidade variável, podendo até mesmo ser a causa de mortalidade em situações extremas.
Vejamos os detalhes.
A principal causa de ITU são as infecções bacterianas, normalmente bactérias que encontramos em nosso trato digestivo. A bactéria Escherichia coli é a principal responsável pela ITU, causando 85% das infecções não-hospitalares e 50% das infecções hospitalares.
Em casos de exceção, infecções por fungos e vírus também podem atingir o trato urinário. Os sintomas mais comuns de ITU são: ardor ao urinar (disúria), urinar com baixo volume e várias vezes (polaciúria), desejo súbito e intenso de urinar (urgência miccional), dor suprapúbica, alteração da cor e/ou odor da urina, dor lombar, febre e presença de sangue na urina (hematúria).
Em idosos, diabéticos, pesoas imunossuprimidas e crianças, pode-se notar queda de estado geral, apatia e até alteração do nível de consciência.
"Em casos de exceção, infecções por fungos e vírus também podem atingir o trato urinário".
As infecções do trato urinário (ITU) são resultado da interação entre o hospedeiro e o agente causador. A gravidade da infecção é determinada pela agressividade da bactéria causadora, volume de contaminação e inadequação dos mecanismos de defesa do hospedeiro.
Alguns fatores podem indicar e/ou facilitar a presença de ITU graves, chamadas no meio médico de ITU complicadas (e por consequência, mais graves), tais como: anormalidade funcional ou anatômica do sistema urinário (obstrução, refluxo, bexiga neurogênica, incontinência urinária, etc), gravidez, diabetes, idade avançada, imunossupressão, uso recente de antibióticos, uso de cateteres ou sonda vesical, manipulação cirúrgica do sistema urinário, internação hospitalar e sintomas persistentes por mais ou igual a 7dias.
As infecções do trato urinário (ITU) também podem ser facilitadas por hidratação inadequada, uso de espermicida e queda nos níveis séricos de estrogênio.
Em pacientes hospitalizados e/ou com necessidade de cuidados residenciais, alguns cuidados adicionais devem ser tomados: higiene do paciente e ambiente adequados, hidratação e nutrição adequadas, troca de sondas e cateteres regular, avaliação dos fatores de risco associados (comorbidades, status nutricional, tabagismo, uso de antibióticos e/ou drogas imunossupressoras e infecções em outras partes) e atenção especial a sintomas e sinais de ITU pela família, enfermagem e/ou cuidador.
O diagnóstico deve ser realizado por um médico através de exame de urina (urina tipo I e urocultura) e, se necessário, exames laboratoriais adicionais.
Em casos de infecções complicadas é necessário realizar exames radiológicos (ultrassonografia e/ou tomografia) para melhor avaliar a gravidade e presença de fatores agravantes da ITU. O tratamento é realizado com o uso de antibióticos, que na maioria dos casos pode ser administrado por via oral.
O uso de antibiótico parenteral deve ser realizado em casos de ITU complicadas ou quando antibióticos orais não são eficazes/disponíveis, normalmente com necessidade de internação hospitalar. O tempo de uso do antibiótico deve ser baseado na gravidade, órgão atingido e comorbidades existentes.
Em casos selecionados, procedimentos cirúrgicos são necessários para desobstrução do trato urinário, drenagem de abscesso ou mesmo, em casos extremos, extirpação do rim.
Um beijão no coração das ladys amigas, nosso carinho e agradecimento ao Dr. José Roberto Colombo Jr. – Urologista e ao site Minha Vida pelas excelentes informações.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos