terça-feira, 8 de abril de 2014

EVITANDO A SAIA JUSTA?


Olá amigas do meu coração, saúde e paz nesta terça feira de sucesso.
Falando em sucesso eu trouxe do site Delas, por Carolina Garcia - iG São Paulo, essas excelentes dicas para a gente se sair bem de situações constrangedoras.
As especialistas de etiqueta nos repassam um plano de ação para sairmos com dignidade de dez cenas embaraçosas.
Vamos aproveitar.Esquecer o nome do conhecido durante uma conversa ou dar parabéns por uma gravidez inexistente são erros comuns que podem garantir minutos de silêncio constrangedores. O estrago é instantâneo e muitos se perguntam como podem recuperar o controle da situação.
Ana Vaz, consultora de etiqueta e marketing pessoal, e Vanessa Barone, jornalista e autora do livro “Descomplique! Um guia de sobrevivência e elegância” nos mostram agora como sair da saia justa com dignidade.
Vejamos abaixo dez situações constrangedoras e como evitá-las:
1 - “Parabenizei pela gravidez, mas ela não estava grávida”
Esta é uma das situações mais constrangedoras para as mulheres que são alvo de parabéns equivocados, já que atinge a autoestima. “Esse mico vai direto para o lado negativo. Se você a confundiu com uma gestante é porque ela está acima do peso”, explica Ana.
O melhor, claro, é evitar essa situação. As consultoras sugerem observar o gestual por pelo menos 10 minutos. Normalmente, grávidas costumam colocar a mão na barriga e comentam o próprio estado. Vanessa diz que as pessoas pecam pela curiosidade.
“Você seria avisado se fosse íntimo. Se não foi, não está nesse círculo”.
Não houve sinais e ninguém te contou? Escolha o silêncio. Pensar antes de falar é a regra de ouro para evitar situações embaraçosas. Se a gafe já foi cometida, a melhor saída é se desculpar e romper a barreira do silêncio. “Peça desculpas, assuma o erro e vire o centro da conversa. Frases como ‘sou muito desligada’ e ‘só pago mico’ podem salvar”, diz Vanessa.
2 - “Falei demais no elevador”
Dividir o elevador por alguns minutos pode ser um desafio. Muitos acreditam que conversar é uma lei da etiqueta, mas as consultoras garantem que não.
“Conversa no elevador deve ser sobre temas leves. Para não errar, fique no ‘bom dia’ ou ‘boa tarde’. A etiqueta cobra apenas um cumprimento”, orienta Vanessa. É preciso encontrar uma maneira de ser simpático sem expor a intimidade ou forçar que o outro exponha a dele. “Não comece assuntos que possam constranger a outra pessoa”.
Para Ana, o melhor tema é o clima já que nunca ofende ninguém. “O elevador nos força a um momento de intimidade física, que exige cautela”. Segundo ela, um aparentemente inofensivo elogio pode ser interpretado como uma investida, principalmente do homem para a mulher. Entre duas mulheres, um elogio é quase sempre bem recebido e uma boa manobra para quebrar o gelo.
3 - “Perguntei se o namorado era o pai ou avô dela”
O terceiro mico também acontece pelo excesso de curiosidade. Se o outro está apresentando alguém espere para ser informado sobre a natureza da relação. Muitas pessoas, no entanto, não têm o hábito de revelar o grau de intimidade, especialmente com um novo parceiro. Perguntas delicadas podem acabar com o momento.
“Às vezes a relação não está definida e você força uma resposta. É muito indelicado”, explica Ana.
Para sair dessa, Vanessa defende o bom e velho pedido de desculpas ou mesmo desconversar. Uma dica é que pais e mães e outros membros da família quase sempre são apresentados.
“É quase uma questão de orgulho apresentar os pais. Se a pessoa não fizer isso, o melhor é ficar calado”.
4 - “Encontrei um conhecido e esqueci o nome no meio da conversa”
A quarta situação é considerada pelas consultoras como o “mal da humanidade” e não uma gafe. É difícil não conhecer alguém que não tenha passado por essa situação. O melhor jeito para sair dessa é encarar o branco e perguntar. A cena ainda é pior quando há outras pessoas na conversa e você sente a obrigação de apresentar o conhecido. Se há o risco da pessoa se ofender, a empatia pode ser um caminho.
“Pergunte o nome, mas apresente assuntos e experiências antigas para mostrar que não se esqueceu completamente dele”, defende Vanessa. Comente como se conheceram, pergunte sobre os amigos que têm em comum e encerre a conversa.
5 - “Confundi o sexo do bebê”
Os brasileiros são abertos e não têm problemas em conversar com desconhecidos. Um erro muito comum é elogiar um bebê com adjetivos que não correspondem ao gênero da criança. Falar “ai que menino lindo” a uma menina, por exemplo, pode ser uma ofensa para alguns pais.
Para elogiar sem medo, escolha palavras que não discriminem o sexo. As consultoras citaram "fofura", "coisa mais fofa" ou "bebê lindo" como uma forma segura de interagir.
“Dessa maneira você consegue ser gentil, sem o risco de ofender. Nem todo mundo leva na esportiva”, diz Ana.
6 - “Encontrei meu ex-namorado com a atual”
A primeira regra é não ignorar, concordam Ana e Vanessa. Não importa as circunstâncias do rompimento, o melhor caminho é “sair por cima” e optar pela gentileza.
“Não precisa ser falsa, aja com naturalidade, como se fosse um conhecido. Por dentro pode estar morrendo, mas você precisa trazer paz ao seu redor”, aconselha Ana.
Ao se comportar de maneira cordial, você passa a imagem que partiu para outra e está muito bem. Além disso, não evite a nova personagem na história e se apresente.
“Nada de ‘sou fulana, a ex’. Apresente o seu nome e pronto. É o suficiente”, diz Vanessa.
7 - “O novo namorado da minha amiga é um cara que eu já peguei na balada”
Ana diz que primeiro é preciso fazer de conta que nunca aconteceu e engolir o choque da nova informação. “Nada de sair correndo para o banheiro e contar para ela. Espere o evento acabar e procure outra ocasião para fazer isso”. O que vai determinar o próximo passo é o grau de amizade. Entre melhores amigas, o melhor é procurá-la na primeira oportunidade.
“Pense que o melhor é saber pela amiga e não pelo cara. Explique para ela onde aconteceu e que a história não vingou”, diz Vanessa. Se for apenas uma conhecida, melhor fingir que nada aconteceu e agir de forma neutra em relação ao homem.
8 - “Menti para fugir de um amiga e fui desmascarada pelas redes sociais”
Situação muito comum entre pessoas que não têm coragem de falar “não” para os outros. Não é deselegante dizer que não ficou interessado no programa ou que já tem compromisso. As profissionais da etiqueta não defendem mentiras, mas, se ela já foi contada, o melhor é avisar as pessoas do evento escolhido e pedir que eles evitem marcações e fotos indesejadas.
Usuários de redes sociais, como Facebook e Instagram, também devem enfrentar um manual de etiqueta próprio. Se for marcar ou postar uma foto do amigo sempre peça permissão. A solução pode ser alterar a configuração de privacidade para minimizar o problema.
9 - “Fiquei com um cara e agora ele é meu chefe”
Também é muito embaraçoso enfrentar uma situação formal com quem você já teve alguma intimidade. Se for um caso de extrema exposição física, como por exemplo, ir ao ginecologista e descobrir que já pegou ele na balada, as consultoras dizem que você tem todo o direito de sair do local e não aceitar a situação. No ambiente profissional, com um chefe ou recrutador, o melhor é respirar fundo, dar vida ao lado racional e não prejudicar a carreira.
“Se for profissional, será respeitada. O pior erro é pensar em tirar proveito da situação e ser sedutora”, diz Ana. Uma relação de trabalho que começa assim não acaba bem.
10 - “Marquei um encontro e o cara era totalmente diferente das fotos”
No auge do uso de aplicativos para namoro, como o Tinder, o desencontro de informações é comum. Ao escolher a melhor foto, muitos podem selecionar imagens antigas e que já não correspondem à realidade.
“Você pode dar uma chance e conversar um pouco. Não precisa ser tão sincera ao ponto de contar da sua decepção e ofender o cara”, pondera Ana.
Uma boa estratégia, segundo a escritora, é deixar uma amiga avisada sobre o encontro. Se percebeu que entrou numa roubada, peça para amiga ligar e invente um compromisso. Caso não seja uma atriz, uma dica é sempre marcar o primeiro encontro em um bar ou café, sugere Vanessa.
“São locais que não exigem muito tempo. Se gostar, pode ser estendido ou remarcado”.
Obrigada desde já ao site Delas e suas especialistas pelas excelentes dicas e regras do bem viver.
Beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

domingo, 6 de abril de 2014

PARA MANTER A UNIÃO DO CASAL!!


Olá amigas queridas, domingo santos para vocês.
Hoje a genial Manuela Pagan, especialista do site Minha Vida, nos apresenta as oito lições para evitar que a rotina mine o relacionamento.
Ela afirma que o beijo de boa noite e um olhar de admiração mantêm a união do casal. Será?
Vejamos na íntegra.
O início de um relacionamento é uma das etapas mais prazerosas da vida a dois. Descobrir o outro e curtir cada segundo juntos é uma delícia. Mas, passada a fase da euforia, a maioria dos casais esquece até de dar um simples beijo de boa noite. Isso é o que diz uma pesquisa realizada pelo impresso Daily Mail, do Reino Unido. O levantamento aponta que 80% dos casais vão dormir sem esse gesto de carinho. Com o tempo, o afastamento torna-se inevitável. A mesma pesquisa apontou que os parceiros que não se beijavam antes de dormir também eram aqueles que dormiam de costas para o outro. Segundo a psicóloga Marina Vasconcellos, de São Paulo, a rotina pode ser a culpada, mas a falta de contato físico também pode ser um sinal de que a relação não está indo bem. O fato é que não dá para deixar o carinho e o afeto em segundo plano. Antes que o seu relacionamento perca a graça, lance mão de oito lições para reacender a chama que está se extinguindo.
Tire a televisão do quarto
Se for para assistir um filme de conchinha sob as cobertas vá lá, mas em outras situações a televisão pode ser inimiga da sua intimidade. "O hábito de assistir televisão sempre antes dormir, além de diminuir a qualidade do sono, dificulta o diálogo e o casal - por dormir em momentos diferentes - acaba até esquecendo do beijo de boa noite", conta a psicóloga Marina. Por isso, televisão só na sala.
Trabalho tem limite
Em um mundo perfeito, você chegaria em casa e teria todo o tempo disponível para cuidar do seu parceiro. Mas na realidade nem sempre é assim. "Hoje em dia, o trabalho suga o tempo pessoal mesmo, principalmente se você gerencia seu próprio negócio", explica Marina Vasconcellos. A especialista recomenda que haja bom senso e compreensão. "Bom senso para saber a hora de parar de trabalhar, e compreensão do parceiro quando a hora extra for necessária". 
Restrinja o uso do computador
 Você gasta as horas que tem para passar com o seu amor na frente do computador? Então há algo fora de ordem. Redes sociais, bate-papo e até games podem gerar um vício difícil de romper. Mas você não precisa erradicar essas modernidades da sua vida, basta limitar o uso. A psicóloga Marina Vasconcellos recomenda que seja colocado um horário de uso que não tome todo o seu tempo livre e ainda permita que você se dedique ao relacionamento.
Interesse e admiração
"Olhar para o companheiro e sentir orgulho de suas conquistas, características, forma de se vestir e maneiras de resolver problemas é uma das maneiras de manter o relacionamento vivo", recomenda a psicóloga Milena Lhano, especialista em atendimento de casais. Busque sempre esse olhar de admiração em relação ao parceiro e não deixe nunca de se surpreender com o seu amor.
Conversa com hora marcada
Marina Vasconcellos conta que o diálogo com hora marcada é um exercícios comumente feito na terapia de casal. "Sem nenhuma influência externa, os parceiros sentam um de frente para o outro e esperam para ver o que vai acontecer", explica a especialista. A atitude reforça a intimidade do casal e pode gerar o diálogo até em casos mais complicados. Em casa, o casal pode fazer isso durante a refeição ou antes de dormir, por exemplo.
Todo dia um carinho 
Um "bom dia" ou um beijo de boa noite. Gestos simples que mantêm o cuidado da relação em dia. "Essa demonstração de afeto é simples, mas significa muito: carinho e respeito", conta a psicóloga Marina.
Planos em comum
Uma viagem, uma casa ou até mesmo um filho. Traçar planos em dupla, além de ser uma delícia, é uma forma eficiente de manter o casal olhando na mesma direção. "Essa atitude é importantíssima não apenas para que o casal construa um futuro em comum, mas para mantê-lo caminhando com um mesmo destino, unido", conta Milena Lhano.
Alinhe os valores
Alinhar conceitos pessoais é uma das tarefas mais difíceis de um relacionamento. É importante saber respeitar e conviver com as diferenças dentro de um relacionamento. Existe o respeito à família, trabalho, opinião, ritmo e questões que são importantes para o outro. Mas lembre-se que para respeitar a opinião alheia, você não precisa abrir mão da sua. Mas quando os valores são muito diferentes, é complicado estabelecer uma relação harmônica - essa situação pode até inviabilizar a relação. Nesses casos, vale pesar a dificuldade da relação e o quanto se quer estar junto. "Um relacionamento longo é um exercício de amor e tolerância - o desejo de mudar o outro é uma ilusão", orienta a psicóloga Marina.
Então amigas queridas, vamos viver essa vida já que ele é curta demais.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sábado, 5 de abril de 2014

COM BÊNÇÃOS E CARINHO DAS FÃS LADY CHIC


VAIDADE MASCULINA EM PROVA?


Olá meninas, bom sábado com saúde e paz.
Esse tema é a cara dos homens já que ele revela os 7 pecados que põem à prova a vaidade masculina
Novamente esse texto foi colhido do site minha Vida ao qual desde já sou muita gratal.
O texto afirma que usar boné o dia todo e fazer a barba sem produtos específicos não é recomendado, afirmando ainda outras coisas para para ajudar nossos homens manter a estima em alta.
Vamos ver nos detalhes.
Você sabe descrever uma esfoliação, conhece os detalhes de cada variedade de cera, mas continua usando a mesma meia mais de uma vez, faz a barba com o sabonete que encontra na pia e por aí segue a lista do desleixo. Pode disfarçar a leitura para ninguém descobrir esse seu lado bem pouco lisonjeiro. Só não vale negar, porque a gente contou com a colaboração de um time discreto e muito competente de espiãs, que revelaram ao Minha Vida quais os pecados masculinos mais frequentes quanto à beleza. Descubra, então, os prejuízos estão por trás desses maus hábitos diários e aprenda como corrigi-los com as dicas de uma especialista internacional em tratamentos masculinos. A seguir, a fisioterapeuta Andréa Machado, gerente do Thalasso Spa da Praia do Forte (Bahia), confirma as informações descobertas pelas nossas agentes infiltradas e fala tudo o que você deve fazer para se tornar um homem irresistível de verdade.
Pecado 1: Passar a vida com o boné na cabeça
Ele pode até ter sido inventado para proteger você do sol, mas hoje em dia ninguém se lembra disso. Alguns homens têm até a marca redonda na cabeça e o cabelo amassado por causa do acessório. Muitos lavam os cabelos e já colocam o boné, sem esperar os fios secarem , afirma a fisioterapeuta do Thalasso Spa.
O que há de mau nisso? Simples: a oleosidade dos fios dispara, surge a caspa e, em certos casos, até calvície. Pode ocorrer a obstrução do folículo piloso, impedindo o cabelo de nascer ou crescer. Já o restante dos fios enfraquece e quebra facilmente , explica Andréa. A solução para o problema inclui a óbvia aposentadoria temporária dos bonés, um xampu anti-caspa e o abandono do condicionador, pelo menos até a caspa a acabar. Se nada disso resolver, o jeito é consultar um dermatologista. Para prevenir? Simples: espere o cabelo secar antes de esconder o coitado sob o seu tapa-sol preferido.
Pecado 2: fazer a barba sem produtos específicos
Imagine o trabalho que sua pele tem para se refazer das agressões que você provoca a cada barbear. E nem estamos falando dos cortes ou dos pêlos que, eventualmente, encravam. O próprio ato da raspagem é uma agressão, pois a oleosidade da pele fica prejudicada com isso, explica Andréa. Assim, é um grande erro dispensar uma espuma, um creme ou gel específico. Eles ajudam a manter seu rosto macio e devidamente hidratado. Veja como age cada um desses produtos.
Gel: indicado para peles mais oleosas ou com acne (adolescentes, principalmente). Com ele, a lâmina desliza melhor e a chance de ocorrerem cortes diminui bastante.
Espuma: amolece o pêlo, exigindo menos força e, portanto, pressão sobre o rosto. Rende ótimos resultados em homens de barba muito grossa e com facilidade para encravar os pêlos.
Creme: também forma uma película grossa sobre a pele, facilitando o deslizamento da lâmina. Mas, diferente do gel, o creme também ajuda na hidratação e, por isso, é recomendado para peles secas.
Já finalização do barbear deve ser a mesma: trate de ir à perfumaria e comprar uma loção pós-barba sem álcool, que contenha alantoína, aloe vera ou azuleno na fórmula (basta ler o rótulo para identificar). Esses ingredientes acalmam a pele, que acabou de ser agredida , justifica a fisioterapeuta.
Pecado 3: reutilizar a lâmina de barbear
Claro que estamos falando daquelas descartáveis que, em tese, deveriam seguir direto para o lixo depois de usadas. Insistir em reaproveitá-las não tem nada de econômico. A mesma lâmina serve para, no máximo, duas vezes , diz Andréa. Depois disso, ela perde o corte e só irrita o rosto. Os pelos encravam e há o risco de desenvolver foliculite, uma espécie de inflamação. E aí, qual o seu palpite: é mais caro trocar a lâmina ou gastar com remédios?
Pecado 4: usar a mesma meia repetidas vezes
Deu vergonha de ler? Pois você deveria ficar vermelho é de fazer uma coisa dessas. Não tem chulé? Ainda bem, mas saiba que seu caminho até lá já está marcado. Sinta só o poder da receita: suor, ambiente fechado e úmido. Mantenha tudo por umas seis horas e voilá! Está formado o banquete para fungos e bactérias proliferarem à vontade. A prevenção é simples: seque bem a região entre os dedos após o banho e use o mesmo par de meias apenas uma vez, dando preferência a peças de algodão (elas absorvem bem o suor e permitem que sua pele respire na medida do possível). Assim, você evita o chulé e o agravamento de micoses.
Pecado 5: escaldar a pele num banho quente demais
Seu sonho era ser um camarão cozido, é isso? Não? Então por que você insiste em deixar o chuveiro na posição de inverno? A água muito quente acaba com a oleosidade natural da pele , diz Andréa. Desse jeito, você fica mais sensível a problemas cutâneos, incluindo alergias (além de envelhecer mais rápido). Na próxima ducha, lave-se com água morna. E não raspe a toalha no corpo para se secar. Enxugue apenas o excesso e, ainda úmido, espalhe seu hidratante favorito. A pele absorve melhor , ensina Andréa.
Pecado 6: achar que filtro solar só serve para usar na praia
Para muitos homens parece incrível, mas pode acreditar: os raios solares que ameaçam sua pele de câncer, manchas e envelhecimento não fazem diferença entre os sortudos que têm o mar à vista e os outros coitados, que só contam com rastros de escapamentos pela frente. Por isso, trate de incluir um bom protetor solar na lista de compras e use-o diariamente. A recomendação vale mesmo para os dias nublados, quando a pele não queima (resultado dos raios UVA). Nesse caso, ela continua sujeita à ação dos raios UVB, que envelhecem e podem provocar tumores. Prefira um produto com proteção contra os dois tipos de ultravioleta, de FPS 15, no mínimo. Nos primeiros dias de praia, é ideal aumentar para 30, porque a exposição ao sol tende a ser maior , sugere a gerente da filial baiana do spa.
Pecado 7: desencravar sozinho as unhas do pé
Homem tem mania de sair picotando a unha de qualquer jeito , afirma a fisioterapeuta Andréa. Depois, reclamam que os dedos doem, que não dá para calçar o sapato e por aí vai . Os erros mais comuns dessa traquinagem são deixar as unhas arredondadas, tirar fora os cantos (formando buraquinhos que voltar a perturbar quando a unha começa a crescer novamente) e deixar restos de pele que atrapalham o crescimento da unha. Os cantos precisam ser desencravados, ou seja, sair da carne. Quando isso não acontece, você sofre os incômodos (às vezes, com pus e inchaço nos pés). Para evitar tudo isso, a dica da fisioterapeuta é simples. Vá ao podólogo uma vez por mês. Esse profissional sabe como acabar com a unha encravada, retira aqueles calos causados pelos calçados e faz uma massagem deliciosa , indica. Mas se você tiver tendência ao problema, também evite os sapatos com o bico fino, que espremem um dedo contra o outro.
Um beijo carinhoso para todas, muito obrigada pela atenção e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O ESTILO DE VIDA PODE ATRAPALHAR?




Oi pessoal, vamos viver esta sexta feira com muita qualidade e amor.
Nosso encontro hoje apresenta um texto fabuloso do site Minha Vida, onde se diz que o estresse pode dificultar a gravidez.
Essa informação está baseada em uma pesquisa onde se descobriu que os níveis mais altos de tensão reduzem em até 29% as probabilidade da nós mulheres termos filhos.
Vamos ver na íntegra meninas que isso nos interessa.
O estresse pode aumentar o risco de uma mulher sofrer com infertilidade, sugere nova pesquisa da Ohio State University College of Medicine. Para chegar aos resultados, os autores olharam para os níveis de uma enzima ligada ao estresse na saliva de mulheres que estavam tentando engravidar. Os resultados do estudo foram publicados dia 24 de março na revista Human Reproduction.
A equipe coletou dados de cerca de 500 casais que foram recrutados a partir de municípios específicos em Texas e Michigan. A enzima analisada foi a alfa-amilase, que é secretada na boca e ajuda o corpo começa a digerir os carboidratos. Ela também está ligada ao sistema de estresse, na parte de luta ou fuga.
Dos cerca de 400 casais que completaram o estudo, 87% das mulheres ficaram grávidas. Após o ajuste para idade, raça, renda e do uso de álcool, cafeína e cigarros, os pesquisadores descobriram que as mulheres com os níveis mais altos de alfa-amilase apresentaram uma probabilidade 29% menor de gravidez em comparação com as mulheres que tinham os níveis mais baixos da enzima. Isso significa que mulheres com níveis mais elevados do biomarcador tiveram o risco até duas vezes maior de infertilidade.
As mulheres tomaram amostras de saliva duas vezes - no início do estudo e novamente depois que elas tiveram seu primeiro período menstrual. Eles acompanharam os casais durante um período de 12 meses.
Os cientistas afirmam que os resultados não sugerem que o estresse por si só é a razão pela qual uma mulher não pode engravidar. No entanto, o estilo de vida deve ser levado em conta caso uma mulher não esteja conseguindo engravidar.
Conheça os hábitos que comprometem a fertilidade da mulher
Para muitas mulheres com problema de fertilidade, ter um filho é uma realidade distante. Mas os vilões dessa frustração podem estar bem mais próximos do que se imagina. Tabagismo, sedentarismo, obesidade e estresse são apenas alguns dos fatores que atrapalham o sonho de ter um bebê. "Qualquer fator que altere o funcionamento normal do organismo da mulher pode provocar irregularidades reprodutivas, inclusive a poluição e o estresse", explica Renato Fraietta, urologista do setor de reprodução humana da Unifesp. Para Joji Ueno, especialista em reprodução humana, a infertilidade feminina é resultante de uma série de fatores que fazem parte do dia a dia: "Idade avançada e doenças como a endometriose ainda são as principais causas do problema, mas agentes externos e hábitos de vida são determinantes quando o assunto é reprodução", explica. Descubra os fatores mais comuns:
Evite a poluição
Segundo o especialista da Unifesp, ainda não há comprovação científica sobre a interferência da poluição atmosférica na saúde feminina, o que não elimina a possibilidade de haver, de fato, uma relação próxima entre esses dois aspectos.
Tanto para Renato quanto para Joji, a poluição pode alterar os níveis de hormônios femininos de modo a causar certo desequilíbrio, proporcionado um aumento na possibilidade de ocorrer infertilidade. "A relação entre poluição e infertilidade é bastante coerente com o que os médicos pensam sobre a interferência de aspectos externos na saúde da mulher. Ela se encontra em equilíbrio. Quando exposta à poluição sonora, do ar e até visual, seu organismo tenta se adaptar à nova realidade e isso exige, obrigatoriamente, uma alteração hormonal. Por isso que acreditamos que a infertilidade seja maior em mulheres nas grandes cidades", explica Renato.
Joji acredita que tudo o que leva ao desequilíbrio gera infertilidade: "A exposição a situações anormais de sobrevivência alteram a quantidade e a qualidade da ovulação, podendo haver mais ou menos ciclos menstruais férteis ao longo da vida da mulher", afirma.
Respire fundo e relaxe
Uma das principais armadilhas contra as futuras mamães é a ansiedade. Quanto maior a vontade de ser mãe, mais tensa pode ficar a mulher, que passa a criar expectativas, provocando um atraso maior na hora dos resultados: "A espera pela maternidade, muitas vezes, causa um estresse enorme na mulher que passa a fiscalizar o seu ciclo menstrual, criando expectativas e cobranças. Isso só atrasa o processo e gera culpas e traumas. O ideal é procurar atividades que relaxem e não focar tanto em resultados, e sim em tentativas", explica Renato. 
Ajuste os ponteiros da balança
Alterações de peso provocam desequilíbrio na produção de óvulos e até dificuldade de ovulação. Para Joji Ueno, a obesidade traz conseqüências graves para quem tem dificuldades de engravidar porque causa doenças que impedem ou dificultam a reprodução: "Obesos geralmente têm pressão alta, colesterol elevado e são mais sedentários, o que dificulta um pouco mais o processo de engravidar", explica.
Tenha um cardápio equilibrado
Uma dieta rica em legumes, frutas e verduras - além de cálcio e magnésio, que regulam os hormônios - evita os males da obesidade e ajuda a manter o corpo e a mente em equilíbrio. Por isso, fique de olho no cardápio: "Refeições balanceadas ajudam a manter os hormônios em dia, o cansaço longe e o corpo funcionando em equilíbrio", explica Renato.
Fique de olho no relógio biológico
Embora a ciência tenha desenvolvido diversos métodos eficazes de fertilização, a idade ainda é um ponto fraco para a maternidade. Muitas mulheres preferem ter filhos mais tarde, por motivos profissionais ou pessoais, mas o que elas não levam em conta é que, após os 35 anos, há uma queda na qualidade dos óvulos produzidos. Isso diminui muito as chances de engravidar.
"Diferente do homem que repõem a quantidade de espermatozoides ao longo da vida, as mulheres não renovam o número de óvulos que possuem desde o seu nascimento. Depois dos 35 anos, há um envelhecimento dos mesmos, diminuindo a capacidade reprodutiva", explica Renato. "O ideal é ter filhos até os 35 anos e, ainda sim, já há riscos da mulher encontrar certa dificuldade para engravidar", aconselha Joji Ueno. 
Medicamentos só sobre prescrição médica
Alguns tipos de medicamentos de uso contínuo podem causar má formação no feto. Converse com o seu médico sobre esses riscos. "Antidepressivos, antibióticos e quimioterápicos em geral podem causar alterações na ovulação, provocando infertilidade. Por isso, use medicamentos apenas sob prescrição médica", alertam os especialistas.
Evite esses vícios
1. Fumo: o cigarro diminui o tempo fértil dos óvulos femininos, aumentando as taxas de aborto espontâneo e antecipando a chegada da menopausa.2. Álcool em excesso: ele interfere no funcionamento dos ovários, causando irregularidades na menstruação, ausência de ovulação e aumento do risco de aborto. Isoladamente, não há nada comprovado sobre a sua ação, mas, em conjunto com o cigarro e hábitos nada saudáveis, pode causar danos no fígado e prejudicar o desenvolvimento do bebê.
3. Drogas: elas causam a redução da qualidade e da quantidade dos óvulos, diminuição do tamanho dos seios e até aparecimento de pelos faciais e mudanças na voz. ?As chances de sofrer um aborto ou de gerar um bebê com má formação é muito maior em gestantes que consomem drogas?, alerta Renato.
Um lindo dia para vocês, muito obrigada pela atenção e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quarta-feira, 2 de abril de 2014

PODEM TER ORIGEM NO EMOCIONAL?



Olá amigas queridas, saúde e paz.
Hoje falaremos sobre saúde refletindo sobre o texto do site Minha Vida por Denise Steiner Dermatologia. Ela afirma que as doenças de pele, como acne e vitiligo, podem ter origem emocional, nos fazendo em seguida que doenças são essas e qual a relação delas com os sentimentos do paciente
Vejamos os detalhes.
Denise Steiner Dermatologia
Levantamentos feitos por vários Centros Dermatológicos dos Estados Unidos mostraram estatísticas variáveis indicando que de 40% a 70% das pessoas que procuravam os serviços de dermatologia teriam também associado algum tipo de distúrbio psicológico e problemas de ordem emocional. Esses pacientes reclamam de coceiras aparentemente sem causa, lesões na pele, insensibilidade cutânea entre outros. Sintomas que podem estar muito além dos problemas de pele, podendo ser sinal de sérios distúrbios psíquicos.
Podemos citar como exemplo a dermatite factícia ou artefata, que pode ser os primeiro sintoma de uma depressão severa ou ainda indicar que o paciente está sob alto nível de estresse ou ansiedade. Confira, a seguir, algumas doenças que se relacionam com problemas psicológicos, quando a emoção está à flor da pele:
Vitiligo e psoríase
Doenças como vitiligo e psoríase ainda não tem suas causas totalmente esclarecidas, mas o estado emocional sempre interfere muito no tratamento. Por se tratarem de doenças de pele visíveis, o paciente na maioria das vezes se isola, fica depressivo, envergonhado e quando acontece o contrário, os médicos observam que em períodos de tranquilidade e felicidade da pessoa, acabam não aparecendo novas manchas e a doença permanece controlada, situação inversa aos períodos conturbados, onde as manchas aumentam de forma assustadora.
Embora a ciência ainda não tenha encontrado respostas para muitos problemas, sabemos que alterações emocionais desequilibram o organismo e, portanto, a tristeza, angústia e raiva sempre irão prejudicar um possível tratamento.
Estresse
O estresse físico ou emocional tem repercussões em inúmeras dermatoses e estas, indiscutivelmente também são geradoras de estresse. Para o dermatologista é fundamental ter presente esta relação que ocorre em grande número de doenças de pele, e sempre procurar avaliar a integração entre sentimentos, conflitos e estresse em cada paciente que o procura.

Podemos citar algumas doenças que tem relação com o estresse. O prurido na pele, irritação na pele, que é sintoma de diversas dermatoses, sem dúvida sofre grande influência do estresse. Há dermatoses que não possuem como características o prurido, mas em situações de estresse, este passa a fazer parte do quadro. Em outras doenças em que o prurido é uma característica percebe-se ampla variação da sua intensidade em função de fatores emocionais, podendo ser este desde discreto até incontrolável ou desesperador. É importante lembrar que o prurido geralmente ocorre em função de uma dermatose ou doença sistêmica, porém seu aparecimento, manutenção ou agravamento sofrem nítida repercussão emocional. Além disso, quando não se descobre a causa desencadeante do prurido, pode- se classificá-lo como psicogênico.
Levando-se em conta o importante componente estético representado pelos cabelos, é possível imaginar o estresse emocional que a perda dos mesmos é capaz de gerar. Neste caso, vários tipos de alopecias pode ser causadas pelas emoções.
Acne
No caso da acne, é importante ressaltar o estresse ocasionado pela doença em si. Tendo em conta que a acne acomete principalmente adolescentes, que já vivem um período de estresse representado pelas alterações fisiológicas da puberdade, conviver com as lesões acaba sendo traumatizante. Muitos sentem-se constrangidos pela aparência do quadro e vivem conflitos emocionais que repercutem por longo tempo ou até por toda a vida. Mesmo quando a acne não está ativa, as cicatrizes que em muitos permanecem, são queixa frequente no consultório dermatológico e motivo de preocupação para muitos adultos que tiveram acne na adolescência.
A acne vulgar, dermatose extremamente comum na adolescência, representada por quadros de intensidade variável, que vão desde comedões e pápulas até pústulas, cistos e trajetos fistulosos (acne comedoniana) sofre também influência de estresse. As maiorias dos pacientes com acne referem agravamento do quadro com estresse. É importante lembrar ainda dentro da acne, os casos de acne escoriada, em que há manipulação das lesões pelo paciente promovendo a formação de escoriações crostas e cicatrizes, é fundamentalmente um quadro neurótico ou psicótico, sofrendo influência de estresse emocional, sendo necessário em certos casos o uso de antidepressivos.
Dermatite atópica
A dermatite atópica ocorre normalmente associada à asma, rinite alérgica ou urticária. Manifesta- se por surtos de eczema pruriginoso em locais característicos. É uma doença crônica com períodos de crise e acalmaria. Há relação com estresse e este pode inclusive desencadear uma crise e piorar o prurido. Na dermatite atópica, o próprio eczema e o prurido são também fatores que geram estresse. Em alguns casos torna- se necessária psicoterapia comportamental para controle do hábito de coçar.
Disidrose
A disidrose ou eczema disidrótico é um quadro com lesões nas palmas e plantas das mãos e pés, que tende a voltar com frequência, que pode ser causado por infecções por fungos e bactérias, ingestão de certos medicamentos, contato com substâncias irritantes, e pode também estar associado a fatores emocionais. Na disidrose, sabe-se que fatores estresseantes podem desencadear a dermatose por si só, sem que nenhuma das outras causas citadas estejam presentes.
Líquem
Líquem simples, crônico ou neurodermite se caracterizam por uma placa liquenificada extremamente pruriginosa e de evolução crônica. Neles, ocorrem uma resposta cutânea a um estímulo inicial (picada de inseto, fator irritante químico ou físico), sendo, entretanto o fator emocional o mais importante, observando-se sempre como base ansiedade ou compulsão. Forma-se então uma reação em cadeia, onde o prurido leva à liquenificação, que aumenta o prurido e assim por diante.
Dermatite seborreica
A dermatite seborreica é uma afecção crônica, recorrente que ocorre em regiões cutâneas ricas em glândulas sebáceas e em alguns casos em áreas intertriginosas. As lesões são descamativas e atingem no adulto o couro cabeludo e a face, podendo também afetar áreas centrais do tórax, região pubiana. A participação de fatores emocionais nos retornos e agravamento do quadro é bem estabelecido. Estresse emocional pode também desencadear ou agravar o prurido, principalmente no couro cabeludo.
Rosácea
A rosácea é uma afecção crônica da face caracterizada por eritema, edema, telangiectasias e pápulas, que podem ou não ser acompanhadas de pústulas e nódulos. Ocorre uma resposta vascular alterada e vários fatores têm sido implicados na gênese da rosácea. Sabe-se o estresse piora o quadro que normalmente já é desagradável para os seus portadores, a rosácea também é fonte de estresse sendo responsável por constrangimento nos seus portadores.
Hiperidrose
A hiperidrose cortical ou emocional é uma forma de hiperidrose generalizada, mais evidente em certas áreas como axilas, região palmo¬plantar e região perínio-inguinal. Este quadro também é agravado ou desencadeado por fatores ou estados emocionais. As glândulas sudoríparas são normais e não ocorre alteração da colinesterase. O estresse é considerado como parte fundamental, sendo inclusive indicado, em muitos casos, psicoterapia de apoio.
Distúrbios psicológicos
Existe um tipo de compulsão obsessiva que é quando a pessoa fere a si mesma e depois alega ter problemas na pele. Como exemplo disso, temos pacientes que ficam se machucando, se cutucando, o que aumenta a tendência a terem ?bolinhas? na pele, no braço e pelos encravados. Existem casos se crianças pequenas que engolem cabelos, pessoas que roem a unha, arrancam a sobrancelha, entre outros. Temos também o chamado jargão dermatológicos de "ilusão de parasitose". Nesse caso a pessoa acha que tem um bichinho caminhando na pele e relata isso ao dermatologista, o que é um quadro considerado grave e o especialista deve encaminhar o paciente para um psiquiatra.
Para o dermatologista é nítida a diferença da lesão que a própria pessoa se provocou, porque nesses casos ficam cicatrizes profundas, verdadeiras depressões, principalmente se for nas pernas. O tratamento dermatológico é mais difícil, complicado, e em alguns casos nem existe, porque a cicatriz é um processo definitivo da pele, é a maneira como ela se recompôs.

Dependendo do estado do paciente o dermatologista o encaminha ao psiquiatra que, algumas vezes, indica além do tratamento à base de medicamentos, uma terapia. Portanto, em se tratando de distúrbio obsessivo compulsivo o medicamento via oral, no caso o antidepressivo, é muito importante e eficaz, porque vai agir na raiz do problema, que é de fundo psíquico.
Estão vendo meninas que o nosso emocional se mal cuidado pode nos deixar doentes e feias?
Beijão para todas e vamos nos cuidar.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

terça-feira, 1 de abril de 2014

A IDEIA É SUBSTITUIR PELO PRETO OU VERMELHO?



Olha aqui pessoal que notícia maravilhosa e que nos dá mil possibilidades para ficarmos super jovem por muito tempo?
A poderosa Isabel Louro, doutora na FCF, orientada pela professora Ursula Maria Lanfer Marquez, em matéria recente garantiu que substituir arroz branco pelo preto ou vermelho retarda o envelhecimento de células.
Afirmou ainda que os grãos vermelhos e pretos têm 15% mais proteínas e 2,5 vezes mais fibras do que o arroz branco, o mais consumido no Brasil
O crédito é do iG Saúde Alimentar por Agência USP de Notícias.
Vejamos os detalhes na íntegra.
Substituir o arroz branco comum pelos tipos coloridos, preto ou vermelho, contribui para um envelhecimento mais lento das células do corpo, prevenindo doenças crônicas. Isto porque os grãos com estas cores apresentam um maior teor de compostos fenólicos, substâncias com atividade antioxidante. Já quando o assunto são as proteínas, o arroz selvagem, aquele de cor escura, grãos finos e longos, é líder, com o maior teor deste nutriente. Dentre os grãos integrais, a quantidade de proteínas está mais relacionada ao formato alongado do grão do que com a sua coloração.
Estas afirmações podem ser feitas a partir dos resultados da pesquisa de doutorado da farmacêutica-bioquímica Isabel Louro Massaretto, na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP. Ela também avaliou o efeito do cozimento no arroz e descobriu que o processo provoca perda dos compostos fenólicos. Mesmo assim, o arroz preto e o vermelho ainda permanecem com alto teor destas substâncias.
Os grãos vermelhos e pretos têm 15% mais proteínas e 2,5 vezes mais fibras em relação ao arroz branco, que é o mais consumido no Brasil. Tanto o branco, como o preto e o vermelho pertencem à mesma espécie (Oryza sativa L.). A diferença é que o grão de cor clara é o resultado do polimento das estruturas que o recobrem, que podem ser coloridas. Quando elas não são polidas, o alimento é considerado integral. “Os compostos que atribuem cor ao arroz estão no pericarpo, estrutura que recobre o grão e está presente somente nos tipos integrais”, explica Isabel.
Dentre os integrais, alguns nutrientes variaram mais de acordo com o formato do grão do que com sua coloração. Segundo pesquisa da farmacêutica, “grãos integrais mais alongados tendem a apresentar mais proteínas, fibra e lipídeos do que os menos alongados”.
Curiosamente, o chamado arroz selvagem não é arroz. Ele, na verdade, é a semente de uma gramínea aquática do gênero Zizania e tem a composição química que mais se diferencia dos demais grãos analisados. O arroz selvagem tem o maior teor de proteína, menor quantidade de lipídeos e a menor atividade antioxidante, por apresentar um teor menor de compostos fenólicos.
Atividade antioxidante
A atividade antioxidante é a propriedade de componentes de alguns alimentos em retardar o envelhecimento das células, ajudando também a prevenir algumas doenças crônicas. O arroz preto e o arroz vermelho detém este atributo por possuir, em suas composições, compostos fenólicos. Em relação ao integral branco, o arroz preto contém antocianinas, e tem oito vezes mais compostos fenólicos. Já o arroz vermelho, rico em protoantocianidinas, apresenta quantidade seis vezes superior desses compostos. Isabel destaca “esses grãos apresentam perfil diferente de fitoquímicos e, consequentemente, podem exercer funções diferentes no organismo humano.”
A farmacêutica pôde avaliar a aplicação de dois métodos para análise de atividade antioxidante. Dentre os testes in vitro fluorimétrico (ORAC) e espectrofotométrico (DPPH), o primeiro se mostrou mais adequado para sua pesquisa. Algumas amostras do estudo foram obtidas em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina (EPAGRI), que também colaborou com a quantificação dos ácidos graxos dos alimentos. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi parceira na etapa em que a pesquisadora identificou as antocianinas presentes nas amostras.
Parabéns Doutora Isabel Louro pela pesquisa excelente. Tenha certeza que as ladys do Mundo inteiro irão aproveitar por demais o resultado dos seus estudos.
Beijão para as amigas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

segunda-feira, 31 de março de 2014

IMAGENS QUE DIZEM TUDO!!


Este foi um Momento Maravilhoso de alegria, ternura e competência





Hoje o dia foi assim, em busca de conhecimento (mechas com alfaparf), uma equipe maravilhosa e um técnico espetacular, Rodrigo Nobrega.

Obrigada pessoal, beijão para todos.