sexta-feira, 14 de setembro de 2012

ENQUANTO O NENEM NÃO CHEGA


Meninas amadas, bom dia.

No nosso encontro de hoje o assunto é sobre a melhor posição para fazer sexo na gravidez.

O crédito é do site; Minha Vida Por Camilla Rolim.

A autora diz que o Prazer e a intimidade não precisam ficar de fora da vida do casal durante a gestação

Vejamos os detalhes

Sexo durante a gravidez ainda é um tabu entre muitos casais. Enquanto a mãe sofre com o desconforto conforme a barriga vai crescendo, o homem tem medo de machucar o bebê ou a própria mulher. Mas as mudanças hormonais não deixam dúvida de que existe muito desejo, principalmente a partir do terceiro mês - nesta fase, sintomas como enjoos e vômitos tendem a desaparecer.

O problema é que, justamente nesse momento, a barriga saliente passa a exigir criatividade do casal. "O sexo faz bem para a autoestima da mulher, que se sente desejada, querida e cuidada, principalmente quando é feito com carinho pelo seu companheiro", afirma a ginecologista Bárbara Murayama, diretora da Clínica Gergin, especializada em ginecologia e obstetrícia.

Existem posições mais indicadas para cada fase da gravidez, considerando principalmente o crescimento da barriga e o incômodo que ela pode causar para o homem e para a mulher. "Mas essas posições só valem para quem não tem gravidez de risco e são totalmente contraindicadas caso exista chance de aborto ou de parto prematuro", afirma a especialista. Não é seu caso? Então aproveite para apimentar os nove meses.

Papai e mamãe - a posição clássica

O homem fica por cima da mulher deitada. O homem fica apoiado com os braços ao lado da mulher, com a preocupação de não pressionar demais o abdômen da grávida.

A posição é indicada quando a barriga ainda está pequena, quase imperceptível. "Com o homem por cima, existe uma pressão sobre a barriga que pode se tornar desconfortável ao longo da gestação", afirma a ginecologista Bárbara Murayama, da Clínica Gergin.

O homem deve realizar o maior esforço na hora do sexo, enquanto a grávida preocupa-se em evitar movimentos exagerados e que gerem algum tipo de machucado.

Os dois de pé

Homem e mulher estão de pé. A mulher se apoia na parede e tem as pernas elevadas pelo homem. A barriga da mulher deve estar pequena.

"No primeiro trimestre, quando a grávida não tem muitas queixas de náuseas e vômitos, a vida continua normal e ainda é possível arriscar os movimentos favoritos do casal", afirma a ginecologista.

A barriga discreta permite posições mais ousadas, como esta em pé. Mas é importante tomar muito cuidado com o risco de quedas, já que agora a mulher está mais sensível.

Colher ou conchinha

Homem e mulher ficam deitados de lado. A barriga já está com uma circunferência maior e fica apoiada na cama. Importante: os dois estão deitados do lado esquerdo (por causa da veia cava, que fica do lado direito e precisa estar livre de pressão para transportar sangue ao bebê).

"Como a barriga começa a pesar, as posições em que a grávida fica apoiada na cama tornam-se as mais confortáveis a partir do quinto mês", afirma a ginecologista e obstetra Vera Fonseca, da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

Cachorrinho

A mulher fica de quatro sobre a cama. O homem de joelhos fica atrás dela e a segura pelos quadris. "As posições em que há penetração vaginal por trás são naturalmente menos controladas pela mulher, por isso, é importante que o homem seja muito delicado e respeite o corpo e a sensibilidade da grávida", afirma o sexologista Jorge José Serapião.

A regra número um para posições deste tipo é ter liberdade e confiança no parceiro, avisando ao menor sinal de incômodo. A posição 'cachorrinho' é boa por deixar o esforço físico por conta do parceiro, preservando o prazer intenso para o casal.

Deitados um de frente para o outro

O homem e a mulher estão deitados sobre a lateral do corpo, olhando um para o outro. A mulher fica deitada sobre o lado esquerdo, o homem deitado sobre o lado direito. A barriga da mulher está aparente.

"Essa posição funciona como uma espécie de colher frente a frente e, da mesma forma que na outra posição, a mulher deve se apoiar no lado esquerdo do corpo, para preservar a saúde do bebê", diz a ginecologista Vera Fonseca.

Apoiando a perna direita sobre a coxa esquerda do homem, a mulher ganha um alívio de peso que torna a posição mais leve. "Esta posição é muito valorizada pelas mulheres, que fica confortável ao mesmo tempo em que pode olhar para o parceiro e trocar expressões de afeto", afirma a especialista.

Papai e mamãe com apoio

Com o crescimento da barriga, surge também a necessidade de pensar em alternativas para a hora do sexo.

Como o papai e mamãe pode colocar muita pressão sobre a grávida, dá para fazer uma adaptação e tornar a posição muito mais gostosa para os dois. Que tal fazer ele ficar de joelhos?

Ou pedir para ele se apoiar com os braços ao lado da sua barriga? "Não há regras, mas apoiar a lombar em uma almofada, por exemplo, pode ajudar a aliviar a pressão nas costas", afirma a médica Bárbara Murayama.

'Gangorra'

Homem e mulher estão sentados um de frente para o outro, enquanto ela enrosca as pernas ao redor do homem, sobre as pernas dele. A barriga da grávida está aparente, com circunferência característica dos seis meses de gravidez.

"Essa não é uma posição muito comum no Ocidente, mas serve como alternativa nos últimos meses da gestação", afirma o psicólogo sexologista Jorge José Serapião. O encaixe estimula regiões erógenas da mulher sem acrescentar nenhum peso a ela. "Mas o homem precisa ter um bom preparo físico para se movimentar", diz o sexologista.

Homem de joelhos

Mulher fica deitada com as pernas separadas. Homem fica de joelhos entre as pernas dela, que se enroscam na cintura do homem. Isso faz os quadris dela ficarem levemente elevados.

"A ideia de elevar o quadril também pode ser adaptada, já que deixa os movimentos mais leves", afirma a ginecologista Vera Alencar. Use as pernas para criar esse apoio e deixe de lado medos como a sensação de que o pênis do parceiro chegue até o bebê.

"O bebê está dentro do útero, que fica fechado até o início do trabalho de parto, e ainda dentro da bolsa, não há risco de machucá-lo", afirma a médica Bárbara Murayama. Mesmo assim, é importante ir com delicadeza, respeitando o tempo da mulher, já que movimentos muito bruscos podem ser desconfortáveis.

Mulher por cima

Homem está deitado na cama. A mulher fica por cima dele. A barriga da mulher precisa estar grande. A mulher se apoia em um dos braços para sustentar melhor o peso.

"A posição em que a mulher fica por cima do homem é válida para os últimos meses da gravidez, porque a mulher tem mais controle na relação sexual, pode regular a velocidade e a intensidade da penetração", afirma a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama.

Se o homem flexionar os joelhos, a grávida pode se apoiar nas coxas dele e ficar mais relaxada.

Estímulo manual

A mulher está sentada, com as costas apoiadas em uma almofada. O homem está sentado ao lado dela, apoiado no braço esquerdo, e com a mão direita estimulando o clitóris dela, que está quase no fim da gestação.

"O sexo nem sempre se resume à penetração vaginal, o estímulo no clitóris, por exemplo, provoca muito prazer á mulher e, ás vezes, é suficiente para gerar um orgasmo", afirma o psicólogo José Jorge Serapião.

Além disso, como a vagina fica mais sensível durante a gestação, às vezes é bom evitar o atrito do pênis dentro dela. Com as pernas abertas, a mulher pode ficar de frente para o homem, que masturba a parceira com a mão.

Estímulo oral

Outra maneira de evitar a penetração, caso o movimento do sexo seja muito intenso para a grávida no fim da gestação, é o sexo oral.

"Este é um contato de carinho, uma demonstração de companheirismo e proximidade emocional que faz muito bem para a grávida", afirma o sexologista Serapião.

Como sinal de afeto, o sexo oral é um 'presente' do homem que quer que a mulher se sinta desejada e sexualmente satisfeita até o último instante da gravidez.

Vamos amar garotas, pois quando o neném chegar, tudo ficará muito corrido.

Um beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

terça-feira, 11 de setembro de 2012

NUMA BOA


Olá amigas bom dia para todas

Hoje eu trouxe do site Minha Vida uma matéria onde se propõe dicas para se evitar situações de estresse dentro da sua própria casa

O trânsito e o trabalho podem ser fatores menos desgastantes que o próprio lar

Vejamos os detalhes

Para quem mora em grandes cidades, viver com o estresse é comum. Segundo estudo feito pelo Centro Psicológico de Controle do Stress, aproximadamente 40% dos habitantes de São Paulo se consideram estressados. Muitos pensam que o trânsito, a poluição e a rotina de trabalho são os maiores vilões dessa história. Mas o maior foco de estresse pode ser um lugar inesperado: a sua própria casa.

Um estudo da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, afirma que as pessoas ficam mais estressadas dentro de casa do que no trabalho ou no trânsito.

O estudo foi feito a partir de dados de 100 mil pessoas da cidade de São Paulo e Campinas, recolhidos durante um mutirão estadual do coração em 2009. Dentre os participantes, 23,% disse sofrer de estresse em casa e que ter algum fator estressante no último ano, como morte de familiar, perda de emprego, separação conjugal ou ruína financeira.

Discussão familiar

"Os fatores estressantes que ocorrem dentro de casa devem ter uma magnitude maior do que os que acontecem no trabalho para as pessoas questionadas", diz Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento do Estresse e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo.

Por que isso acontece?

A Universidade de Washington criou, em 1970, a escala Holmes-Rahe, que identifica e classifica 43 fatores estressores, atribuindo a cada um uma nota de 1 a 100. Essa lista é atualizada constantemente para melhor entender os fatores de estresse mais atuais. De acordo com a escala, a morte de um cônjuge e o divórcio são os acontecimentos que mais estressam as pessoas atualmente, tendo, respectivamente, 100 e 73 pontos.

Segundo Denise, isso acontece porque, quanto mais forte for o vínculo com uma pessoa, maiores serão as conseqüências de um possível rompimento. "Como a maioria das pessoas tem um vínculo maior com os relacionamentos domésticos do que com as pessoas do trabalho, os atritos ou problemas que ocorrem dentro de casa tendem a ser mais estressantes", explica.

Bronca

O cotidiano também transforma a casa em um lugar mais estressante, principalmente para as mulheres, que lidam com responsabilidades profissionais e familiares mais do que os homens. De acordo com a pesquisa, 48% das mulheres citaram fatores de estresse em casa, enquanto, entre os homens, esse número cai para 13%. Brigas com os filhos, discussões sobre o relacionamento, fazer o orçamento do mês, ir às compras e preparar refeições são algumas das obrigações que tornam a casa mais estressante para as mulheres.

Por isso, marido, filhos e rotina de trabalho podem ser fatores determinantes para que as mulheres estejam cada vez mais estressadas e propensas a desenvolver problemas cardiovasculares. Segundo os autores do estudo, o resultado pode indicar o estresse como um novo quesito para doenças cardiovasculares na modernidade.

"O estresse pode levar ao desenvolvimento de complicações no sistema cardiovascular e renal, além de problemas psicológicos, como a depressão. Além disso, o estresse em casa prejudica todas as outras esferas da vida, como o ambiente profissional e o social", comenta Denise.

Fator de proteção

"A melhor maneira de não se estressar é criar um fator de proteção. As pessoas precisam prestar atenção se a sua saúde, tanto física como psicológica, está sendo prejudicada por relacionamentos ou obrigações dentro de casa", comenta Denise.

Quando o problema está no relacionamento, Denise recomenda: muitas vezes, é preciso se acostumar e se adaptar aos conflitos de interesses entre você e seu cônjuge. Saber o que te incomoda e deixar isso bem claro para a outra pessoa ajuda na batalha contra o estresse. "A reconciliação é sempre a melhor opção, já que um dos acontecimentos mais estressantes é a separação. Mas, se o entendimento não é alcançado, ficar junto se torna um fator de estresse constante", conta a profissional.

Se as tarefas diárias são a fonte de estresse, procure mudar o jeito de encarar as suas obrigações. "O indivíduo deve, se possível, parar de fazer ou fazer com menos frequência todas aquelas tarefas que são fatores de estresse. Se isso não for possível, ele deve encarar essa atividade ou obrigação de uma maneira positiva e procurar entender que estressar com aquilo não irá fazer o problema desaparecer", sugere Denise.

Um lindo dia para todas.

Lady Chic

por

Beth Vasconcelos

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

DAMAS DE OURO COM MUITA QUALIDADE


Meninas lindas, bom dia.

No nosso encontro de hoje o assunto é sobre a mulher madura.

Eu trouxe do Bolsa de Mulher, um artigo sensacional dos articulistas de lá onde se diz que a vida começa depois dos sessenta e se ensina como chegar lá com tudo em cima.

Acompanhem os detalhes.

Com os avanços da medicina e da estética, é possível chegar muito bem à Terceira Idade. O geriatra Paulo Luiz Honaiser revela que, além da genética, algumas atitudes tomadas ao longo da vida fazem toda a diferença. “Dieta balanceada e prática regular de exercícios são essenciais”, resume.

Comece pelo prato. Alimentos ricos em ômega 3, encontrado em peixes e vegetais coloridos, garantem uma alimentação rica em antioxidantes. “Eles combatem os radicais livres, responsáveis por uma série de doenças e pelo envelhecimento do corpo. Esses alimentos ajudam a manter um peso estável durante a vida, prevenindo doenças cardiovasculares, além de diminuir o risco de diabetes”, afirma o médico.

Na hora de se exercitar, escolha uma caminhada leve de pelo menos 30 minutos diários. “A pratica de exercícios precisa ser feita desde a infância. Isso garante uma musculatura e ossatura fortes durante toda a vida”, aconselha o geriatra, que indica ainda buscar uma atividade prazerosa como forma de preencher o tempo livre.

Outro fator relevante é tomar banho de sol, muito importante para absorver a vitamina D. “Controle os horários de exposição, pois a luz solar em excesso pode prejudicar a pele. Os danos causados, normalmente, aparecem depois de anos”, complementa Luiz.

Tomar um vinho ou uma cerveja uma vez ou outra, tudo bem. Mas o consumo de álcool além disso pode trazer problemas. “O álcool é um dos responsáveis pela deterioração dos neurônios, o que agrava a perda de memória”, explica o especialista. Outra dica boa é exercitar a memoria. “Lendo mais, mantemos a mente ativa.”, conclui.

Um beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Bet Vasconcelos

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

REMOÇANDO A INTIMIDADE


Olá queridas amigas, uma quarta feira exuberante eu desejo a todas de todo meu coração.

Nosso encontro de hoje reflete sobre a matéria de Fernanda Camargo onde se fala sobre Rejuvenescimento vaginal. Vocês já ouviram falar nesse assunto?

Pois, a autora afirma que a maioria das mulheres procura o procedimento após o parto.

O crédito é do site: Bolsa de Mulher.

Vejamos os detalhes.

“O rejuvenescimento vaginal inclui várias técnicas para trazer conforto e melhora da autoestima das mulheres”, diz a ginecologista e obstetra Dra. Christiane Curci Régis. É um procedimento feito por médicos especializados que consiste no estreitamento da vagina. “Podemos dizer que dentro desse procedimento tem-se a vaginoplastia, que para os pacientes pode ser explicado como a cirurgia de períneo”, comenta.

A Dra. Christiane conta que apesar da preocupação com essa área do corpo começar, geralmente, por volta dos 35, 40 anos de idade, há meninas que querem passar por procedimentos logo na adolescência. Hoje já há novas tecnologias para a realização. “Há o aprimoramento de técnicas antigas com o auxílio de tecnologias como o laser. Esses procedimentos se tornaram mais técnicos e minimamente invasivos, o que propicia mais segurança nos procedimentos e um retorno muito mais rápido das pacientes às suas atividades”, diz.

“As mulheres procuram essa técnica por vários motivos, desde o clareamento das áreas genitais, que escurecem com a gravidez e até mesmo com a depilação, como para o preenchimento dos grandes lábios, que modificam com a idade”. A doutora conta que a vaginoplastia serve para “corrigir defeitos do assoalho pélvico, principalmente no pós-parto; correções nos pequenos lábios, que ficam aumentados e podem atrapalhar as relações sexuais; além do aumento do ponto G, que ajuda na melhora da busca pelo prazer sexual”.

Algumas pessoas podem ficar restritas à realização desses procedimentos. De acordo com a ginecologista, “como se trata de técnicas minimamente invasivas há poucas restrições, mas não podemos fazer em pessoas que tenham doenças ginecológicas não tratadas como corrimentos, HPVs, lesões ectópcas. É por isso que médicos ginecologistas são os mais indicados para essas técnicas”.

Não são todos os procedimentos que precisam da abstinência do sexo. A Dra. Christiane comenta que a volta da atividade sexual depende do tipo que foi realizado. Além disso, ela explica que as cicatrizes não são tão aparentes. “Elas são bem sutis, principalmente em intervenções feitas com laser”, diz. Segundo ela, o pós-operatório é tranquilo e requer, basicamente, cuidados de higiene.

“Os preços desses procedimentos variam, pois a paciente precisa passar por uma avaliação, que chamamos de modulação e consiste em uma boa anamnese, ou seja, o preenchimento de questionários para avaliação da história sexual, discutido com a paciente, para ser possível identificar o que mais está incomodando e indicar os procedimentos necessários”, explica a Dra. Christiane.

Valeu amigas, tirem suas conclusões e até amanhã com muito carinho.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

terça-feira, 4 de setembro de 2012

VOCÊS FINGEM ESSE PRAZER?


Meninas lindas do meu blog, uma terça feira radiante para todas.

Hoje eu trouxe do Vila Mulher, Por Bianca de Souza (MBPress), um artigo muito interessante sobre orgasmo.

Aqui no Nordeste, embora esse tema ainda seja considerado assunto tabu, é importante a reflexão sobre o assunto. O texto indaga: ele, o parceiro, consegue saber quando você está fingindo. E por que ainda algumas ladys fingem chegar lá?

Vamos apreciar os detalhes.

Se você, cara leitora, já tomou a decisão de fingir um orgasmo na hora H saiba que não está sozinha. Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Columbia, nos Estados Unidos, 54% das mulheres entre 18 e 46 anos já fingiram orgasmo pelo menos uma vez na vida.

Mas será que os bonitões caem nessa? A resposta é sim, pelo menos na maioria das vezes.

Para o psicólogo e sexólogo Carlos Boechat, é completamente possível que uma mulher consiga ludibriar um homem ao fingir orgasmo. "O homem não sabe muito como funciona o orgasmo feminino, o pouco que sabe aprendeu em filmes pornográficos ou com suas experiências sexuais", afirma o sexólogo.

Saiba que há reações durante o clímax que a mulher dificilmente consegue simular. Se o homem ficar atento a estes detalhes saberá quando a companheira finge. Dr. Boechat destaca: "Dilatação da pupila, aumento da respiração, vermelhidão no colo (peito), tensão involuntária das musculaturas da perna e pés, contração ritmada da parede vaginal. A contração ritmada da vagina pode ser simulada, mas não com a frequência igual". O sexólogo ressalta que para um homem atento e interessado pode ser perceptível a farsa.

Marcello Moraes, 23 anos, estudante de Farmácia, confessa que realmente não saberia detectar uma mentira como esta. "Na hora H não dá para saber. Para ser bem honesto não fico preocupado com isso. É um momento muito bom para desperdiçar tentando verificar se a respiração, os gemidos e as contrações são reais", desabada.

E por que as mulheres ainda fingem?

Para o psicólogo, as mulheres simulam o orgasmo por terem dificuldade em atingi-lo realmente, além de saberem o quanto isso é importante para o parceiro. "Dessa forma elas acreditam que irão mantê-los por mais tempo na relação amorosa", afirma Dr. Boechat.

Para muitos homens o orgasmo da companheira significa que ele é bom de cama. "Quando a companheira tem dificuldade em atingir ao clímax os rapazes passam a perder o interesse. Eles sentem-se culpados e costumam conceituá-las de frias, frígidas e ruins de cama" afirma o sexólogo. "Lamentavelmente o homem tem essa mania de desempenho construída sócio-historicamente em nossa cultura", completa.

Raphael Antoni Sabino, 32 anos, rompeu uma relação de dois anos por este tipo de mentira. "Descobri da pior maneira possível que minha ex-namora costumava fingir seus orgasmos. Certo dia ouvi uma conversa entre ela e sua melhor amiga. Durante o papo ela contava como me enganava", desabafou Raphael. O rapaz, na época com 28 anos, não quis saber das explicações da ex. "Ela deveria ter conversado comigo antes, depois da mentira não tem mais jeito", concluiu.

O sexólogo afirma que a melhor saída é conversar e explicar para o amado as suas dificuldades, assim vocês encontrarão uma alternativa juntos. "Diga como e o que você gostaria que ele fizesse. Fale que, embora não tenha orgasmo em todas as relações sexuais, é muito prazeroso estar com ele. Juntos vocês vão descobrir novos prazeres, novas posições, tipos de carícias e fantasias que melhoram a prática sexual", recomenda Dr. Boechat.

Que cada lady faça seu questionamento íntimo sobre o tema tirando suas próprias conclusões.

Beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos