segunda-feira, 26 de março de 2012

UM SINAL DE QUE HÁ ALGO ERRADO


Olá amigas e seguidoras do Lady Chic Blog, prosperidade para todas.

Nesta segunda feira de oportunidades e saúde eu trouxe do site Minha Vida, um artigo muito proveitoso dos seus articulistas onde se esclarece que as dores durante o sexo são um sinal de que há algo errado. Os especialistas afirmam que o desconforto pode indicar desde doenças cervicais a distúrbios psicológicos.

Vamos ver os detalhes.

Infelizmente, nem sempre as relações sexuais são sinônimo de prazer. Para algumas mulheres a penetração, que deveria ser um ato gostoso partilhado pelo casal, é extremamente dolorida e desconfortável. E a dor varia de mulher para mulher, podendo ser de diversas intensidades e se manifestar até na região anal. Mas atenção: sentir dor durante o sexo é um forte indício de que há algum problema, seja físico ou psicológico.

A especialista em sexualidade do Setor de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Tereza Barroso, explica que o incômodo pode estar apenas relacionado a posições sexuais pouco confortáveis. Porém, também é sintoma de doenças vaginais provocadas por bactérias ou fungos. "Em alguns casos indica patologias vulvares e doenças cervicais, como mioma e endometriose", afirma.

Dores durante o sexo é sinal de que há algo errado

De acordo com Barroso, as patologias que podem provocar dor durante a relação sexual são infecções na vagina e vulva, como a candidíase, tumores benignos e malignos, doenças do aparelho urinário, como as cistites, lesões dermatológicas causadas por doenças sexualmente transmissíveis e traumatismos. Nesses casos, a dor costuma desaparecer após o tratamento da doença que provoca o desconforto.

Segundo a especialista, outra razão para sentir dor ou ardência durante a penetração é a falta de lubrificação. Esse problema pode acontecer, entre outros motivos, porque não houve estimulação suficiente nas preliminares. Por isso é tão importante que os parceiros tenham liberdade para conversar sobre o assunto.

"Outra recomendação, nesses casos, é usar lubrificantes à base de água. Eles ajudam bastante e não prejudicam o preservativo", diz. Ela lembra ainda que essa lubrificação insuficiente é uma das características bastante prevalentes nas mulheres que entram na menopausa.

Por fim, a ginecologista ressalta que a mulher precisa conhecer intimamente sua anatomia. E essa é uma dica que vale para todas elas, não importa a idade. "Durante a masturbação ou a própria relação sexual, ela aprende como obter prazer e quais as posições mais gostosas, além de descobrir formas de transformar a penetração em um momento inesquecível", afirma.

Vaginismo

Mas, para algumas mulheres, a dor na relação sexual nada tem a ver com infecções ou patologias cervicais. Nesses casos mais raros, a dor é provocada por fatores psicológicos como o vaginismo. Trata-se de uma síndrome psicofisiológica que tem como característica fundamental a contração involuntária, recorrente ou persistente, dos músculos do períneo adjacentes à vagina. Isso acontece sempre que há tentativa de penetração.

"Por conta da dor, a mulher acaba evitando manter relações sexuais, o que não é natural. Em decorrência disso, muitos relacionamentos afetivos ficam fortemente abalados", esclarece.

De acordo com os especialistas, o vaginismo é um problema mais comum em mulheres jovens e naquelas que apresentam história de abuso ou traumas sexuais. Em algumas, o quadro chega a ser tão severo que impede inclusive a realização de exames ginecológicos. Para quem sofre desse distúrbio, o tratamento deve ser individualizado, dependendo das causas do problema. Por isso, a orientação geral é procurar primeiramente o ginecologista.

Esperando ter colaborado com a saúde de muitas amigas, dispeço-me com votos de um lindo dia para todas.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

domingo, 25 de março de 2012

SINAIS DE PERIGO!!


Olá amigas do Lady Chic Blog, saúde, paz e prosperidade para todas

Hoje vamos refletir através do artigo de Danielle Nordi e Verônica Mambrini, iG São Paulo, mostrando-nos sinais reveladores indicando que o relacionamento pode se tornar violento.

As autoras afirmam que gestos agressivos podem antecipar atos de violência contra o parceiro na relação do casal. E ensinam a reconhecer sinais de perigo.

Vejam os detalhes.

Quem não se lembra do caso da adolescente Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, morta a tiros pelo ex-namorado, Lindemberg Alves Fernandes, em 2008? E da cabeleireira Maria Islaine de Morais, de 31 anos, assassinada pelo ex-marido no ano passado? As imagens, gravadas pela câmera de segurança de seu salão, correram o País. De acordo com especialistas, é possível enxergar alguns sinais de que a violência está virando rotina para um casal. O problema é que, no auge da paixão, é mais fácil justificar um ato agressivo do que encará-lo como tal.

“Os sinais já são uma violência por si só. O parceiro que grita, humilha ou dá um empurrão já está agredindo. É preciso ficar atento a estes gestos”, afirma a psicóloga Margareth Volpi, mestre em terapia familiar e de casais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Ela enumera algumas ações que não deveriam fazer parte de um relacionamento saudável. “Quando há proibições unilaterais, ou seja, sem diálogo, é muito ruim. O proibir porque simplesmente não quer, sabe? Pode ser uma roupa mais curta ou ter amigos do sexo oposto. Também é preocupante quando há uma relação de ‘propriedade’ no relacionamento. Ninguém pode ser dono de outra pessoa.”

A psicanalista e professora do departamento de psicologia da PUC do Rio de Janeiro Junia de Vilhena explica que há uma maior quantidade de homens violentos do que mulheres, mas que isso não significa que elas não existam. “Homem tem mais vergonha de denunciar, mas muitas namoradas ou esposas são controladoras e agressivas. Independente do sexo do agressor, o mais impressionante é que o ciúme ou o amor possa ser visto como um motivo para se matar alguém. São os chamados crimes sob violenta emoção. Isso é inadmissível. Amor é uma coisa boa. Jamais uma justificativa para um crime.”

A vítima se sente culpada

A roteirista Renata Corrêa, 28, assume que ficou presa em um namoro agressivo durante anos. Ela conta que estava muito apaixonada e não conseguiu ver que os episódios de fúria se tornavam cada vez mais frequentes. “Ele nunca me bateu, mas quebrou a porta da casa da minha mãe a pontapés. Depois disso eu vi que precisava colocar um ponto final no relacionamento, só que mesmo assim foi complicado. Eu me sentia culpada. Achava que ele estava doente e que eu tinha obrigação de ajudá-lo”, lembra.

Renata, como tantas outras, era humilhada constantemente pelo parceiro, mas achava que ele nunca mais ia repetir a violência verbal. Ela conta que quando estava desempregada e morava com o namorado, a maneira como ela lavava a louça era motivo de gritaria. “Ele ficava muito bravo porque eu colocava a faca para secar com a ponta para cima. O correto, segundo ele, era para baixo. Hoje eu consigo ver que aquilo não era normal, mas na época tinha certeza que era algo passageiro.”

“Muitas mulheres, infelizmente, possuem uma certa capacidade de tolerar atos violentos e de achar que as coisas vão mudar. Na maioria das vezes, quem fica num relacionamento assim tem uma atitude de autossacrifício. Faz tudo pelo outro e esquece as suas necessidades”, afirma Mayra Luciana Gagliani, diretora do Departamento de Psicologia da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP).

Depois de muita terapia, Renata aceitou que a agressividade do parceiro nunca foi sua culpa. Teve dificuldade de se relacionar novamente, mas venceu esta barreira. “Estou casada com o homem mais gentil do mundo. Foi bem difícil voltar a namorar, mas o tratamento psicológico me ajudou a ver que tenho todo direito de ser feliz.”

Super-romântico

A analista de marketing paulistana, de 25 anos, que não quis se identificar, descreve cenas de terror que faziam parte da sua rotina: “ele jogava facas na minha direção, arrancava brincos da minha orelha e me batia constantemente. Eu tinha muito medo dele me matar nestes momentos. Depois ficava super-romântico e prometia que nunca mais nada daquilo ia acontecer. Jamais passou pela minha cabeça denunciá-lo.”

“Nos primeiros quatro anos que estávamos juntos eu via que ele tinha rompantes de violência, mas depois ele dava a entender que tudo não passava de uma brincadeira. Era normal ele me humilhar em público e dar um jeito de falar que era minha culpa. Eu não tinha ação. Acho que fui ficando insensível e aceitava tudo como se fosse normal.” Ela conta que era completamente controlada pelo parceiro. “Não tinha amigos nem vida social. Ele nem precisava estar presente. Eu sabia que ele não queria que eu conversasse com homens no trabalho, então eu não fazia.”

A analista de marketing entrou em depressão profunda depois do fim do relacionamento. Ela acreditava que justamente por ter sofrido tanto para ficar com o namorado a relação dos dois duraria para sempre. “Só quem passa por isso consegue entender algo tão irracional assim. Precisei de ajuda psicológica para voltar a ser quem eu era antes de conhecê-lo.”

A mudança que não acontece

Engana-se quem acredita que haja uma categoria mais suscetível a este tipo de relacionamento. O entendimento atual, entre profissionais que acompanham diariamente em seus consultórios casos assim, é que não importa o grau de escolaridade ou a independência financeira. “Quem pensa que só há violência entre casais nas classes menos favorecidas está errado. O que acontece é que nas classes mais elevadas o nível de privacidade é maior. Suas casas são mais isoladas e os vizinhos estão mais distantes”, explica a psicóloga Margareth Volpi.

Tanto Renata quanto a analista de marketing afirmam compreender porque tantas mulheres aguentam uma rotina de agressão por anos sem denunciar seus parceiros. A analista de marketing explica que uma situação tão extrema, como sofrer violência dentro de sua própria casa, afeta a maneira de ver a realidade. “Você não ouve ninguém. Não tem para quem recorrer porque ele te força a perder o contato com todos os seus amigos e familiares. Eu não conseguia ver que podia ir embora. Achava que a única solução era a morte. Pensava constantemente em suicídio.” Renata lembra ainda que sempre existe a esperança de que tudo vai passar: “essa certeza faz a gente passar os dias à espera dessa mudança que não vem.”

Um lindo domingo para todos os amigos e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

sábado, 24 de março de 2012

NEM SEMPRE É O MAIS ADEQUADO - CUIDADO!


Olá amigas do Lady Chic Blog, bom sábado para todas.

Hoje nosso assunto de reflexão vem do site Minha Vida, através do artigo de Letícia Gonçalves, tratando sobre as próteses de silicone para as mamas.

Você está pronta para colocar silicone nos seios?

Descubra se você sabe tudo sobre a prótese e a cirurgia.

Vejam os detalhes.

A Anvisa divulgou nesta quarta-feria (21) que as importações de próteses mamárias de silicone no Brasil estão suspensas até que o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publique uma resolução que trate da certificação desses produtos. O órgão decidiu que as próteses de silicone importadas terão de receber aprovação do Inmetro para serem vendidas no mercado brasileiro.

As novas regras foram aprovadas depois do escândalo internacional envolvendo as marcas francesa Poly Implant Prothese (PIP) e holandesa Rofil, acusadas de usar silicone inapropriado, aumentando o risco de o implante romper ou vazar e provocar problemas de saúde. Calcula-se que 20 mil brasileiras tenham implantes das marcas estrangeiras.

A partir de agora, as próteses terão de passar por testes de laboratórios brasileiros para checar a resistência e composição do silicone usado e exames biológicos. Além disso, os fabricantes serão inspecionados. Até então, a empresa precisava apresentar apenas um certificado do país de origem para conseguir autorização de venda da prótese mamária no Brasil, sendo que os lotes não precisavam ser testados.

Engana-se quem pensa que o implante de silicone nas mamas é uma cirurgia mais simples que as outras. "Como toda cirurgia, essa técnica apresenta riscos e precisa de cuidados antes e após a operação", explica o cirurgião plástico Rodrigo Mangaravite, do Rio de Janeiro, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Quem deseja exibir um decote mais bonito também precisa entender que nem sempre o tamanho exagerado é o mais adequado ao seu tipo físico.

Um abraço para os amigos e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

sexta-feira, 23 de março de 2012

FIQUE ATENTA A ESSE GOLPE


Olá amigos do Lady Chic Blog, uma linda sexta feira para vocês.

Repasso, pois, se não tivéssemos sido avisados pelos amigos da net, teríamos sido vítimas dessas pessoas, portanto, vamos fazer nossa parte.

NOVÍSSIMO golpe do telefone - Diferente dos outros...

Um sujeito pilantra, liga para sua casa e se identifica como Policial (delegado).

Alega estar recebendo ameaças por telefone e que o número registrado na bina é o seu.

Ele, então, sugere que sua linha foi clonada, e ACONSELHA você, a solicitar um reparo à sua operadora.

E diz que vai ligar mais tarde para saber se você fez a solicitação.

Em caso afirmativo (se vc fez a reclamação à operadora), você está lascado, porque no dia seguinte, ele estará na sua casa com uniforme e crachá da firma operadora...

Daí em diante, você será presa fácil para ele, que entrará em sua casa sem esforço algum.

Se receber essa ligação, não solicite o reparo e dê queixa imediatamente à Polícia.

Se ele voltar a ligar, diga que já comunicou à polícia e que fez um BO (Boletim de Ocorrência).

Repasse a todos os seus contatos, URGENTE!!!!

E, comuniquem também seus familiares, vizinhos e todos que não tiveram acesso a este e-mail, se acharem conveniente!!!

Abraços para todos e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vascocelos

quinta-feira, 22 de março de 2012

DÊ ADEUS AO NERVOSISMO E À ANSIEDADE



Olá amigas do Lady Chic Blog, prosperidade para todos nesta quinta feira de muito sucesso para todas

Hoje eu trouxe um artigo sobre alimentos que combatem o mau humor. O crédito é de: Conceição Trucom. Ela é é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para o bem-estar e qualidade de vida. O crédito é do site, Somos Todos Um.

Vejam os detalhes.

Dê adeus ao nervosismo, à ansiedade e ao cansaço. Coloque em sua dieta alimentos que têm o poder de estimular o funcionamento do sistema nervoso, acabar com a irritação e espantar a tristeza.

ALFACE:

Ótima para amenizar a irritação. O talo tem lactucina, substância que funciona como calmante. Além disso, é rica em fosfato. A falta desse elemento no organismo causa depressão, confusão mental e cansaço. Use e abuse, inclusive no preparo de sucos desintoxicantes, nas saladas cruas e nos chás terapêuticos.

BANANA:

Pode acreditar, essa fruta, tão comum em terras brasileiras, diminui a ansiedade e ajuda a garantir um sono tranqüilo. Ela tem esses poderes por ser rica em carboidratos, potássio, magnésio e biotina. A banana também dá o maior pique porque possui vitamina B6, que produz energia. Não exagere, a banana por conter muita frutose acaba engordando.

ESPINAFRE:

A verdura contém potássio e ácido fólico, que previnem a depressão. Além disso, espinafre tem magnésio, fosfato e vitaminas A, C e do complexo B, que ajudam a estabilizar a pressão e garantem o bom funcionamento do sistema nervoso.

FRUTOS DO MAR:

Quer dar um chega para lá na tristeza? Abuse das delícias que vêm do mar. Elas têm zinco e selênio que agem no cérebro, diminuindo o cansaço e a ansiedade. Também são boas fontes de proteína e gordura saudável (Omega 3), essencial para o bom funcionamento do coração. Não exagere pois os frutos do mar também têm colesterol. Ou seja, faz parte do bom humor o bom senso.

JABUTICABA:

Essa frutinha contém ferro - que combate a anemia - e vitamina C, que aumenta as defesas do organismo. Suas vitaminas do complexo B agem como antidepressivos. Além disso, a jabuticaba é rica em carboidratos, que fornecem energia e, por isso, reanimam. Para que não prenda os intestinos, a cada 10 jabuticabas, mastigue (e ingira) uma com casca e tudo.

LARANJA:

Rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do complexo B, a laranja ajuda o sistema nervoso a trabalhar adequadamente. O cálcio, presente em sua composição, é relaxante muscular e combate o estresse. E essa fruta ainda é energética, hidratante e previne a fadiga. Opte por consumir a laranja em pedaços ou gomos, e evite tomá-la como suco. A laranja é rica em fibras (principalmente a pectina) que são muito benéficas aos intestinos.

OVOS:

Os nutrientes dos ovos que garantem o bom humor são a tiamina e a niacina (vitaminas o complexo B), ácido fólico e acetilcolina. A carência deles pode causar apatia, ansiedade e até perda de memória. Dois ovos por semana é uma porção bastante saudável.

UVA:

Essa fruta tem boa dose de vitaminas do complexo B, que ajudam no funcionamento do sistema nervoso. A vitamina C e os flavonóides da uva são antioxidantes, que retardam o envelhecimento da pele e ajudam a combater o colesterol. Além disso, é energética. Use também nos sucos desintoxicantes e nas saladas verdes.

Um grande abraços para todas com muito carinho.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos