quarta-feira, 11 de abril de 2012

ACABEMOS COM OS MITOS


Olá amigos do Blog, saúde para vocês em mais esta linda quarta feira de abril.

Hoje nosso assunto vem do site Minha Vida, através do artigo de Laura Tavares, onde se propõe acabar com sete mitos sobre o uso de antidepressivos.

A autora nos faz entender como esse medicamento age no organismo evitando de uma vez por todas as surpresas.

Acompanhem os detalhes.

Os sintomas da depressão ainda fazem desta doença um dos problemas mais difíceis de ser diagnosticado - o desafio começa no próprio paciente que, ao se defrontar com a sensação de tristeza, pessimismo e baixa autoestima, nem sempre consegue identificar quando tudo isso sinaliza um estado passageiro, causado por frustrações de rotina, ou um transtorno de humor que merece - e exige! - tratamento.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão, dos níveis mais leves aos mais severos, atinge cerca de 121 milhões de pessoas no mundo, hoje em dia.

Parte desse grupo é tratada com medicamentos genericamente conhecidos por antidepressivos. "Eles estimulam a produção de neurotransmissores que estão em falta e inibem a produção daqueles em excesso, gerando um equilíbrio que permite o bom funcionamento cerebral", afirma o psiquiatra e psicoterapeuta Fernando Portela Câmara, da Associação Brasileira de Psiquiatria.

A disposição para lidar com dificuldades, a melhora do humor e o aumento da tolerância em situações de conflito (alguns dos efeitos possíveis do consumo desse tipo de remédio), no entanto, acabam fazendo com que muita gente faça o consumo sem necessidade.

"A prescrição médica é indispensável no caso dos antidepressivos, que têm uma enxurrada de efeitos colaterais capazes de prejudicar a saúde física e mental do paciente se o uso não for realizado com os cuidados adequados", diz o especialista.

Entre os principais riscos, estão o erro na dose e na frequência de ingestão, a combinação com outros medicamentos (quando uma das fórmulas pode perder a eficiência ), além da associação com bebidas alcoólicas.

Por outro lado, muitos pacientes torcem o nariz quando saem do consultório do psiquiatra com uma receita médica. "O medo de ficar viciado em antidepressivos ou perder a vitalidade sexual sempre aparece nas consultas", afirma o professor de psiquiatria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Marcelo Fleck, editor da Revista Brasileira de Psiquiatria. Com a ajuda dele e de outros especialistas, tire suas dúvidas sobre esse tipo de medicamento.

Danificam o cérebro

Segundo o professor de psiquiatria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Marcelo Fleck, editor da Revista Brasileira de Psiquiatria, não há qualquer evidência de que o uso de antidepressivos danifique o cérebro. Na verdade, estudos apontam exatamente para a ideia oposta.

"Pessoas que ficaram expostas a sintomas depressivos por muito tempo costumam apresentar alterações cerebrais, como a diminuição da ramificação dos neurônios, o que atrapalha a troca de informações nervosas", explica.

Assim, como os antidepressivos tendem a combater os sintomas da depressão, eles são aliados do bom funcionamento do cérebro. "Para colher esses benefícios, entretanto, é fundamental seguir a prescrição médica", afirma.

Causam dependência

Antidepressivos não têm potencial para provocar dependência no usuário.

"Ao contrário dos chamados ansiolíticos, drogas tranquilizantes que exigem receituário na cor azul, os antidepressivos são medicamentos psicoativos, que não possuem tarja preta e são prescritos em receituário branco especial", afirma o psiquiatra Fernando Portela Câmara.

Mesmo assim, esses medicamentos não devem ser abandonados de maneira abrupta. "Apenas a retirada gradual possibilita a reorganização do organismo sem as substâncias fornecidas pelo antidepressivo", explica.

Alteram a personalidade

Para Fernando Câmara, antidepressivos não alteram a personalidade de quem faz uso deles, mas permitem que o paciente tenha mais ânimo para tomar decisões.

"Quem convive com os sintomas da depressão costuma ser reprimido e tende a se isolar da sociedade. O uso desses medicamentos ajuda você a sentir prazer novamente", afirma.

A confusão, nesse caso, aparece quando os sintomas da doença são interpretados como características pessoais - o que, realmente, é difícil de delimitar.

Como definir se alguém é reprimido ou apenas tímido? Fazer essa distinção é apenas um dos desafios dos psiquiatras, o problema é que eles só podem ajudar quando o próprio paciente desconfia que precisa de ajuda e procura um médico.

Benefícios são decorrentes do efeito placebo

"Se o paciente foi devidamente diagnosticado, basta um antidepressivo para reverter a situação", afirma o professor de psiquiatria Marcelo Fleck.

Mas os efeitos do medicamento, de fato, são difíceis de medir no caso de uma depressão leve, quando uma terapia ou até o início de uma atividade física também trazem resultados.

O efeito terapêutico do antidepressivo aparece mais claramente em depressões graves, de acordo com o especialista.

Curam a depressão

Assim como o diabetes e outras doenças crônicas, a depressão não tem cura, mas pode ser controlada.

"Isso significa que o tratamento regular reduz ou zera os sintomas, que podem ou não reaparecer com o tempo", afirma o psiquiatra Fernando Câmara.

Por esse motivo, o acompanhamento médico é fundamental, dispensando os remédios ou fazendo ajustes na dose.

Uma visita mensal ao psiquiatra, pelo menos, é indicada para avaliação do caso.

Tem o mesmo efeito para todas as pessoas

"A mesma dose de um antidepressivo pode ter efeitos diversos em diferentes pessoas, como ocorre com qualquer medicamento", afirma o professor de psiquiatria Marcelo. Por isso, a prescrição desse medicamento, mesmo que para problemas similares, deve ser individualizada. Afinal, o médico precisa levar em conta ainda a idade do indivíduo, os outros medicamentos que ele toma, se mora com algum familiar, entre outros pontos.

São a única forma de tratamento

De acordo com Marcelo Fleck, a ingestão de antidepressivos não é a única maneira de tratar a depressão. "Uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios, por exemplo, podem funcionar como coadjuvantes no tratamento, pois são medidas diretamente ligadas ao bem-estar físico e mental", explica.

O especialista aconselha ainda a adotar tais hábitos como forma de se prevenir contra o transtorno. "Principalmente quem apresenta predisposição genética para desenvolver a depressão deve ficar atento a um estilo de vida saudável para reduzir suas chances de ter o mesmo problema que seus familiares", alerta.

Um grande abraço para todos e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

terça-feira, 10 de abril de 2012

ELAS AJUDAM A LIBERAR HORMÔNIOS BONS


Olá amigas do Blog, saúde para todas.

Hoje nós vamos conhecer as causas e soluções para a perda da libido.

O crédito é do Dr. Roberto Navarro – Nutrologia - Especialista site: Minha Vida.

Vejamos os detalhes.

O papel da sexualidade é de fundamental importância para a saúde física e psíquica de homens e mulheres e qualquer disfunção nesta área - em qualquer momento da vida - merece ser avaliada com cuidado.

Dos diversos fatores que podem ocasionar a perda ou diminuição da libido, o mais comum é o desequilíbrio hormonal. Entretanto, é preciso avaliar com cuidado outras possíveis causas orgânicas ou decorrentes do uso de algum medicamento, que, como efeito colateral, pode provocar a diminuição do desejo sexual.

O desejo sexual feminino é influenciado por problemas multifatoriais. Nas mulheres jovens, uma das principais causas do problema são problemas de ordem emocional, como baixa autoestima e a depressão. Em mulheres na terceira etapa da vida, a perda da libido pode estar associada a uma progressiva diminuição da produção dos androgênios. Isso ocorre até a fase de transição para a menopausa. Depois disso, a curva de diminuição se estabiliza.

Para se ter uma idéia, nesta terceira fase da vida os níveis hormonais caem até 30% em relação aos níveis de quando esta mulher tinha 20 anos de idade. Infelizmente é o próprio processo de envelhecimento que causa essas mudanças no desejo sexual feminino.

Veja as causas mais comuns para a queda da Libido:

- Declínio Hormonal;

- Depressão;

- Problemas tireoide;

- Uso de medicamentos.

Apesar de não ter comprovação científica, muitos alimentos são citados como afrodisíacos. Entretanto, não existem alimentos que tenham efeito direto e imediato na potência e no prazer. Há, entretanto, alguns alimentos cujas propriedades ajudam a melhorar a circulação e a produção de serotonina e neurotransmissores que estão diretamente ligados à sensação de bem estar e prazer do prazer.

Esse é o caso da ostra, rica em zinco e ferro. Ela é conhecida pela estimulação do metabolismo e transporte de oxigênio. Os frutos do mar, em geral, são ricos em zinco, mineral que contribui para a formação de testosterona, por exemplo.

Assim como eles, há muitas outras opções de excelentes fontes nutricionais. Por isso, quem quer manter a chama do desejo acesa deve cultivar uma dieta equilibrada e rica em nutrientes. Veja as dicas que separamos para melhorar sua saúde sexual:

Mantenha uma dieta rica em nutrientes como o zinco, vitamina B3, ômega 6, arginina, tirosina, vitamina E, selênio, vitaminas do complexo B, boro, vitamina C e cálcio

Pratique exercícios físicos de maneira regular. Eles ajudam a liberar hormônios relacionados ao bem estar.

Saúde para todas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

segunda-feira, 9 de abril de 2012

VOCÊ TEM FOME DE QUE?

Olá amigas do Lady Chic Blog, uma linda segunda feira para vocês.

Hoje Juliana Cazarine do site Dicas de Mulher nos faz conhecer as principais vitaminas para manter a saúde em dia. A autora mostra as funções de cada uma das principais vitaminas que o nosso corpo precisa e ensina como encontrá-las.

Vamos acompanhar com muita atenção.

O seu bem estar e qualidade de vida estão diretamente relacionados à maneira como você se alimenta. Todas as pessoas têm necessidades nutricionais básicas que precisam ser atendidas diariamente através da alimentação para um bom funcionamento dos órgãos, revitalização do corpo, da pele e do cabelo. Para atendê-las o consumo de vitaminas é indispensável.

A nutricionista Amanda Dantas alerta para a importância das vitaminas no cardápio diário: “As vitaminas são essenciais para crescimento, manutenção de células e tecidos, bom funcionamento dos órgãos. Quando consumidas na quantidade necessária promovem bem estar físico e mental, previnem e auxiliam no tratamento de diversas patologias.”

Você sabe como cada vitamina pode ajudar o seu corpo? Junto à nutricionista Amanda Dantas, o Dicas de Mulher preparou um guia com as principais vitaminas e suas funções. E claro, em quais alimentos encontramos cada uma delas.

Vitamina B7, B8 ou H (biotina)

Essa pode ser a vitamina queridinha das mulheres. É que a vitamina B7, B8 ou H é importante para gerar energia no organismo e, consequentemente, degradar gorduras. Além disso, a falta dessa vitamina no organismo pode causar náuseas, palidez, dermatite (inflamação na pele).

Onde encontrá-la?

Amêndoa, amendoim, carne bovina, chocolate, farinha de aveia, noz pecã, ovos de galinha são alguns dos alimentos ricos em vitamina B7, B8 ou H.

Vitamina B6 (piridoxina)

Essa vitamina está relacionada ao bom funcionamento do sistema nervoso central, manutenção da pele e metabolismo dos aminoácidos. Quando o organismo sente falta da vitamina B6, ele pode se manifestar através de doenças de pele, anemia, disfunções no sistema nervoso central, irritabilidade.

Onde encontrá-la?

Não vai ser difícil comer a vitamina B6, já que os alimentos que são fontes dessa vitamina são deliciosos. Confiram: abacate, ameixa, banana, carne de frango, damascos secos, maçã, ovos de galinha, tomate cru, etc.

Vitamina C (ácido ascórbico)

Essa é uma das vitaminas mais importantes porque auxilia na prevenção de doenças. A vitamina C está associada ao sistema imunológico, participa do processo de cicatrização da pele, formação de tecido conjuntivo e ainda é importante para que o nosso organismo consiga absorver o ferro.

O corpo pode responder à falta dessa vitamina através de sangramento e inflamação da gengiva, dores musculares, sensibilidade geral ao toque, que são sintomas de escorbuto, ou com taquicardia, que é como arritmia cardíaca que acelera os batimentos do coração.

Onde encontrá-la?

Se você gosta de frutas, com certeza consome essa vitamina regularmente. É que ela está presente em algumas das frutas preferidas dos brasileiros como abacaxi, laranja e goiaba. Além disso, outras frutas e vegetais são fontes dessa vitamina. Confira: acerola, caju, casca da tangerina, cereja, cheiro verde, couve de bruxelas, folha de mandioca, fruta do conde, kiwi, limão e graviola, entre outros.

Vitamina A (retinol)

A vitamina A é indispensável ao corpo humano. Ela desempenha papel importante na visão, na manutenção dos tecidos epitelial e sistema imunológico e, além disso, é importante para o crescimento e desenvolvimento dos ossos.

A falta de vitamina A no organismo pode acarretar em sérios problemas de visão, como cegueira noturna ou ressecamento da parte branca do globo ocular e córneas, por exemplo. Além de aumentar o risco de infecções, já que a vitamina A atua no sistema imunológico.

Onde encontrá-la?

Para encontrar a vitamina A, consuma abóbora moranga, cenoura, mamão, fígado bovino, leite de vaca, rúcula, couve, agrião e espinafre.

É importante ficar atenta a tudo o que você come porque “com uma alimentação saudável e balanceada facilmente conseguimos atingir nossas necessidades diárias de vitaminas”, finaliza Amanda.

Um grande abraço para todas as amigas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

quinta-feira, 5 de abril de 2012

UMA EXCELENTE QUINTA FEIRA SANTA

Recados Para Orkut


NÃO DEIXE DESCASCAR!!


Olá amigas do Lady Chic Blog, linda quinta feira para todas.

Hoje vamos falar de Pele Descascada sob a forte influência do sol. O que fazer?

O crédito é de weruska – site Saúde Feminina

Vejam os detalhes.

Com a chegada do verão e muitos dias na praia, é comum a pessoa se descuidar, esquecer do protetor e ficar exposta em demasia aos raios solares. Resultado: pele descascada e bronzeado horrível.”Quando chega neste estágio é porque a pele foi muito agredida, gerou uma queimadura e está se refazendo”, explica Dr. Cesar Cuono, médico dermatologista de São Paulo.

A pele descascada precisa de atenção especial, pois há exposição mais profunda e ela fica sujeita à novas queimaduras ou até infecções.

Se a lesão é intensa, podem aparecer bolhas de água, provocadas por queimadura direta do sol, como se fosse com água quente. Porém, o suor por baixo da pele descascada também forma bolhas, mesmo quando há pouca exposição.

Para evitar o problema, a dica é usar protetores fortes e diminuir a exposição ao sol. Dependendo do grau da bolha, é imprescindível a análise de um médico para identificar o tratamento. “Se possível, não estoure. Caso isso aconteça, lave bem a região com água e aplique pomadas cicatrizantes”, explica.

No processo de descascamento, a pele coça bastante. Para evitar isso, é necessário hidratar. “Ás vezes, é recomendado o uso de uma loção ou creme com cortisona”.

Dr. Cesar ressalta que neste período não se deve tomar sol, pois aumenta a agressão e pode provocar o início de câncer de pele, ou, no mínimo, manchas.

E nem pensar em puxar a pele que está se soltando. “Se existe uma casca ou pele que está aderida, é porque ainda não houve a cicatrização embaixo dela. Aguarde que a mesma saia sozinha. O que pode ajudar é passar cremes hidratantes ou óleo de amêndoas, por exemplo”, conclui Cesar Cuono.

Um grande abraço para todas e até amanhã com muito amor.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos