quarta-feira, 4 de abril de 2012

APRENDENDO A USAR


Olá amigas e seguidoras do Lady Chic Blog, saúde para todas.

Hoje o Novo Portal Zun, nos presenteia com um texto de Fran, ensinando como Descolorir os pelos com água oxigenada

Vejam os detalhes e vejam se já não sabíamos disso...

Nas estações mais quentes e na hora de colocar aquele biquini, os pelos são fantasmas para muitas mulheres.

Para eliminá-los há diversos tipos de tratamentos como os vários métodos de depilação, incluindo o laser, e o uso do aparelho elétrico.

Grande parte de tais procedimento causam muita dor e por sua vez, a raspagem dos pelos – que é a alternativa indolor – engrossa os pelos e resseca a pele.

Uma alternativa simples e fácil e popular entre aquelas que preferem deixar os pelos no lugar, é a descoloração dos pelos do corpo com água oxigenada.

A água oxigenada é encontrada em produtos domésticos para clarear roupas e em produtos cosméticos para clarear os cabelos e pelos.

Mas, o seu uso deve ser feito corretamente, por isso, aprenda a como usar a água oxigenada para descolorir os pelos:

Como descolorir os pelos

Para descolorir os pelos você irá precisar de água oxigenada, pó descolorante, pote, pincel e toalha. Veja o passo a passo:

Primeiro Passo

Descolorindo os pelosSe for colorir os pelos pela primeira vez é indicado fazer um teste com o produto comprado, passando uma pequena quantidade no antebraço, espere 15 minutos e enxague. Se não tiver nenhuma reação, você pode usar o produto. O ideal é um pó descolorante feito de camomila e uma água oxigenada de volume 20 ou 30.

Segundo Passo

Após fazer o teste, misture bem 100 gramas de pó descolorante em 90 ml de água oxigenada.

Depois hidrate bem a pele com um óleo de amêndoas ou parafina, que ajudam a proteger a pele contra a ardência e ressecamento. Passe uma boa quantidade em toda a área de aplicação.

Terceiro Passo

Agora com a ajuda de um pincel, passe a mistura nas regiões onde deseja clarear.

Passe me abundância para que os pelos mais grossos também clareiem. Deixe que as enzimas do corpo ajam junto com a mistura durante 20 minutos.

Quarto Passo

Em seguida retire tudo com uma toalha úmida ou se preferir debaixo do chuveiro.

Por último, passe um sabonete esfoliante para que a mistura seja removida por completo e elimine células mortas. Lave novamente com um sabonete neutro em água morna.

Deixe os seus pelos dourados e brilhantes de maneira simples e fácil!

Um grande abraço para todos e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

terça-feira, 3 de abril de 2012

MUDANDO O RUMO DA DISCUSSÃO


Olá amigas e seguidoras do Lady Chic Blog, feliz terça feira para vocês.

Hoje nosso assunto vem do site Dicas de Mulher, através do artiga de Andressa Dias, que nos apresenta 6 frases para falar durante uma briga.

A autora nos presenteia com dicas importantes para mudar o rumo da discussão.

Acompanhemos os detalhes.

Ao contrário do que muitas vezes dá vontade de fazer, durante uma briga ou uma leve discussão o ideal não é entrar no clima de fúria e jogar tudo na cara da pessoa, mas sim trazer a conversa para uma abordagem muito mais racional, tranquilizando a pessoa e fazendo com que a discussão seja construtiva e não destrutiva.

Tomar o caminho da raiva provavelmente só levaria a ofensas e a mágoas que podem deixar marcas para sempre no relacionamento. Para evitar que as discussões tomem esse caminho e acabem surtindo resultados negativos, você pode investir em alguns dizeres que podem apaziguar a briga e leva-los a uma conversa mais positiva e que tem muito mais chances de trazer bons resultados.

Confira a seguir seis frases que você pode usar durante discussões para acalmar os ânimos e encorajar uma conversa mais racional e pacífica.

1 – “Por favor, tente ver o meu lado e entender o que eu estou sentindo”

Uma das maneiras mais fáceis de quebrar uma discussão é buscando a empatia do outro. Se você chamar atenção para o seu lado, o seu ponto de vista, é possível que a pessoa se coloque no seu lugar e compreenda o seu argumento. Isso não é uma garantia de que ele vai concordar, mas provavelmente o fará pensar e talvez se tranquilizar também. Se cada um levar em consideração os sentimentos do outro, é mais fácil ter uma discussão sem ofensas e sem mágoas.

2 – “Eu sei que também tive culpa nisso”

Quando você joga a culpa toda no outro, as chances dessa briga se estender por muito mais tempo do que devia é bem grande. Para evitar isso, antes de culpa-lo, analise bem a situação e veja se você também não tem sua parcela de culpa. Admita que você também errou e isso fará com que a discussão tome um rumo melhor e mais produtivo.

3 – “Estamos fugindo do assunto”

É comum que quando casais começam uma discussão ela se inicie por algo muito simples e no fim acabam trazendo à tona outros temas mais sérios que já deviam ter sido resolvidos em outras conversas.

Para que isso não aconteça, quando perceber que estão fugindo do assunto, chame a atenção dele para o fato e sugira que se perguntem qual é o real motivo dessa discussão. É possível que nesse momento vocês percebam que talvez nem deveriam estar discutindo porque não há motivos reais.

4 – “Este problema não é só seu, é nosso”

Esta abordagem pode fazer com que o que até agora parecia uma briga entre os dois, se torne uma cooperação onde cada um colabora da maneira que consegue para resolver o problema. Assim, vocês se unem em prol da evolução do relacionamento e evitam brigar um contra o outro.

6 – “Você não precisa resolver meus problemas, só escutar já me ajuda”

Se você chegar em casa estressada após um dia difícil de trabalho, começar a reclamar sobre tudo que aconteceu e o seu parceiro falar para você parar com a reclamação, em vez de discutir com ele, diga a ele que falar o que aconteceu e ele te ouvir te ajuda a aliviar o estresse. Com isso, ele possivelmente será um pouco mais compreensivo e te ouvirá com calma.

Por fim, o que é melhor do que reafirmar o seu amor pela pessoa para curar as feridas de uma briga? Diga em alto e bom som que você o ama e que mesmo discutindo algumas vezes isso não mudou o sentimento (ao menos ainda). E para casais cheios de paixão, fazer amor depois de uma briga é uma das melhores maneiras de dar uma injeção de ânimo no relacionamento depois de uma discussão ruim.

Para que brigar se podemos arrumas as coisas de outro modo?

Beijão para todas e até amanhã com muito carinho.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

segunda-feira, 2 de abril de 2012

A SOCIEDADE GANHOU COM ELAS!!


Olá amigas e seguidoras do Lady Chic blog, saúde e paz para todas nesta linda e primeiríssima segunda feira de abril.

Hoje nosso assunto é um artigo de Rafael Bergamaschi, iG São Paulo, onde se questiona se a participação das mulheres ajuda a criar um mundo melhor.

Pesquisadora Maddy Dychtwald e socióloga Rosiska de Oliveira discutem os benefícios da ascensão feminina para a sociedade

Acompanhem os detalhes.

“Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros”, escreve George Orwell no livro “A Revolução dos Bichos”, que narra as disputas internas e os desafios que um grupo de animais muito diferentes uns dos outros precisa enfrentar para se livrar do poder dos humanos. Similarmente, o raciocínio recorrente ao longo da história de que os homens teriam maior destreza para comandar e ditar as regras e que poderiam fazê-lo sozinhos enfraquece a cada dia.

É com a diversidade de gêneros que a sociedade parece prosperar.

Em 2010, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) divulgou um trabalho reunindo estudos feitos ao longo dos cinco anos anteriores. Com o título de “Why Diversity Matters”, algo como “Por que a diversidade é importante”, em tradução livre, o levantamento traz constatações importantes relativas à diversidade de gêneros.

Empresas com mais mulheres, seja em altos postos ou não, crescem mais em menos tempo. Grupos mistos tendem a criar soluções melhores e mais criativas para problemas de liderança. Grupos mais diversificados e plurais apresentam melhores resultados do que aqueles compostos por pessoas de um mesmo sexo, ainda que de alto QI.

Fazer um levantamento dessas contribuições foi o desafio que as norte-americanas Maddy Dychtwald e Christine Larson resolveram enfrentar no livro “O Poder Econômico das Mulheres” (Editora Campus/Elsevier), lançado em 2011. As autoras percorreram os Estados Unidos mapeando o comportamento feminino em esferas como política, negócios e família e observando o que a ascensão feminina acrescenta para o mundo.

“Ao dizer para metade da população global que ela não pode participar de um ambiente com regras iguais para todos, não aproveitamos os melhores talentos para assumirem nossas lideranças”, discorre Maddy. Para ela, assim como para os pesquisadores do MIT, não se trata de substituir os homens pelas mulheres, mas, sim, de diversificar o debate. “São valores, características e pontos de vista diferentes que são colocados na mesma mesa”, diz.

Mulheres no poder tendem a trazer mudanças benéficas para a sociedade

Mulheres no papel de chefes de Estado não são uma novidade. Argentina, Austrália, Alemanha e, claro, o Brasil, são apenas alguns dos países hoje liderados por mulheres. Mas será que essas mulheres levam, de fato, novos ares para o meio político? A socióloga e autora de obras feministas respeitadas como “Elogio da Diferença” e “Reengenharia do Tempo”, Rosiska Darcy de Oliveira, acredita que sim.

“Quando assume o poder, a mulher fatalmente muda as regras do jogo”, diz, antes de explicar por que pode demorar um pouco para que se tenha uma perspectiva clara disso: “a experiência dessas mulheres no poder é muito recente. É na base de tentativa e erro. Em um primeiro momento, a tendência é copiar o que vêm sendo feito, até que elas adquiram autonomia suficiente para promover mudanças”.

Para a socióloga, o fato de ter passado bom tempo sem participação efetiva no jogo político representa uma vantagem para a ala feminina. “Pelo fato de as mulheres terem sido menos expostas ao meio político, quando elas entram nesse jogo há uma expectativa de maior transparência”.

Rosiska explica que as primeiras mulheres que chegaram ao poder, como Margareth Thatcher na Inglaterra dos anos 50, por exemplo, ainda não entendiam o que significava ser uma mulher no alto escalão político. “Elas achavam que para legitimar sua posição, era necessário imitar a forma como os homens agiam”, diz. Mas o caminho é outro. “A tendência hoje é justamente respeitar a mulher dentro da sua própria feminilidade”.

As mulheres representam um dos principais motores da economia; mercado publicitário corre atrás

Mulheres adoram ir às compras, diria a sabedoria popular, e, neste caso, a informação estaria bem apurada. Segundo levantamento realizado em 2010 pela Nielsen, companhia que atua em pesquisas de mercado desde 1923, apesar de os homens terem se rendido ao gosto por compras nos últimos anos, a esmagadora maioria de aquisições nos Estados Unidos ainda é feita por mulheres.

Se, no entanto, o estereótipo tradicional aponta para uma mulher que cuida das compras cotidianas e tem pouca voz em decisões que envolvam grandes quantias de dinheiro, este panorama está em vias de mudança. “As mulheres passaram a adquirir produtos antes voltados exclusivamente para os homens, como automóveis e seguros. Essas indústrias sempre foram muito voltadas ao homem”, diz Maddy.

Apesar de as empresas se apressarem para falar com este público crescente, segundo as autoras, boa parte das tentativas ainda falha ao optar por “caminhos fáceis” como apenas trocar a foto de um homem no anúncio por outra, de uma mulher, ou fazer campanhas que reforcem estereótipos. “Eles fazem muito do que eu chamo de ‘marketing rosa’, que é apenas dar ao produto uma ‘cara’ mais feminina, mais 'garotinha’”, diz. Ela ainda acrescenta: “as mulheres querem saber que a marca entende quem elas são”.

Os homens aprendem vendo as mulheres comprar. “Percebemos que os homens notam a maneira como as mulheres se comportam antes de fazer grandes aquisições”, diz Maddy. “Elas perguntam mais e pesquisam mais sobre o produto antes. Eles percebem que essas são boas atitudes e passam a fazer o mesmo”, complementa.

E quando elas assumem altos postos no mercado de trabalho, eles se beneficiam com um estilo de liderança que se preocupa com questões antes pouco abordadas, como um melhor aproveitamento do tempo e maior importância à via privada, algo historicamente importante para a mulher, a quem sempre coube o papel de cuidar da família.

“Ao irem para o mercado de trabalho, as mulheres perceberam que nesse mercado a vida privada era ignorada. A mulher, então, passa a se movimentar para que isso mude. É bom para o homem e para mulher”, diz Rosiska.

A socióloga ainda observa maior apreço feminino por questões como sustentabilidade, educação e saúde, características que também estaria ligadas a essa cultura feminina, construída ao longo de séculos de história.

O mundo, portanto, se torna um lugar melhor com uma maior participação feminina na sociedade? Para Rosiska, não há dúvidas. “Com certeza. Primeiro, porque a humanidade é feita de homens e mulheres, então a maior presença feminina é um avanço civilizatório. Segundo porque essa chegada não é algo apenas numérica, mas, sim, qualitativa. A mulher chega para acrescentar, para mostrar novas formas de pensar as coisas”.

Maddy concorda. "Se as mulheres estivessem substituindo os homens, o mundo não seria um lugar melhor. Com as mulheres trabalhando lado a lado com os homens, o mundo é, sim, muito melhor”, finaliza.

Um grande abraço para todas e até amanhã com muito amor.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

domingo, 1 de abril de 2012

SÓ UMA MENTIRINHA...


Olá amigas e seguidoras do Lady Chic Blog, um lindo primeiro de abril para todas.

Hoje eu trouxe de Renata Losso, especial para o iG São Paulo, as seis mentiras que os pais mais contam para os filhos. Vocês mentem para os filhos?

Pois a autora afirma que mesmo sem perceber, uma mentirinha vem à tona de vez em quando. Especialistas apontam as invenções mais usadas e como evitá-las,

Vejam os detalhes.

“Filho, volto logo”. É essa a mentirinha que a professora Cristiane Crepaldi, 33, vira e mexe conta ao filho Pedro, de um ano e oito meses, quando sai para trabalhar e sabe que demorará a voltar. “É uma mentirinha inocente e funcional, melhor do que sair escondida e deixar a criança sem entender como a mãe sumiu”, diz.

De fato, não é das piores. Mas a psicopedagoga Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), indica dar um referencial para a criança, como dizer que volta até a hora do almoço. Assim, ela pode formular um conceito para a palavra “logo”.

A frase empregada por Cristiane é uma das mentirinhas mais usadas pelos pais. Com a ajuda de Quézia Bombonatto e mais três especialistas no assunto – a psicóloga e psicoterapeuta familiar Ana Gabriela Andriani, a psicóloga Kátia Teixeira, da Clínica EDAC, e a psicóloga infantil e orientadora educacional Paula Pessoa Carvalho – reunimos as seis lorotas aparentemente inofensivas que os pais mais contam aos filhos. Conheça-as abaixo e veja como deixar de contá-las às crianças.

1. “Não vou comprar porque não tenho dinheiro”. Na realidade, você tem dinheiro e é possível que a criança o veja em sua carteira. Melhor dizer que não é o momento ideal para comprar aquele brinquedo, por exemplo. Época de ganhar presente é no aniversário ou no Natal.

2. “Prometo que te levo ao parque no fim de semana que vem”. Prometeu, tem que cumprir. Muitas vezes os pais prometem, mesmo não pretendendo realizar. E depois reclamam dos políticos.

3. “Fala que eu não estou”. Mesmo que a mentirinha não seja exatamente para o filho, essa atitude quando ele atende um telefonema indesejado pode confundi-lo. Você está em casa, então é melhor pedi-lo para dizer que não pode atender naquele momento.

4. “Não faça isso que o homem do saco vem te pegar”. Muitos pais recorrem a esse tipo de personagem – que também assume as formas do bicho-papão ou da polícia – quando a criança está prestes a aprontar. Não é o ideal. Os pais devem colocar os limites, evitando transferir a responsabilidade para um ser fantástico.

5. “O Totó foi para a Fazendinha dos Cachorros”. Lidar com a morte de um animalzinho de estimação ou uma pessoa próxima é sempre muito difícil. Mas é melhor tentar explicar, de maneira lúdica, que aquele ente querido não irá mais voltar. A criança irá assimilar o ocorrido com o tempo. Se não, é possível que ela fique esperando o cachorro voltar.

6. “A cegonha que te trouxe para casa, filho”. Pode ser difícil explicar a uma criança como nascem os bebês, mas os pais não precisam correr para a explicação da cegonha. À medida que a criança for crescendo, responda pontualmente às questões da criança de acordo com o surgimento delas, sem dar justificativas. E, na medida do possível, de maneira lúdica.

Um grande abraço para todas e até amanhã com muito carinho.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos