domingo, 5 de junho de 2011

TRAIÇÃO SEXUAL OU SENTIMENTAL??


Olá amigas e seguidoras do Lady Chic Blog é com satisfação que participo de mais este encontro com vocês, hoje falando sobre Infidelidade e os perfis e motivos do que traem.

Vocês sabiam que alguns traços de personalidade, como egoísmo e narcisismo, aumentam as chances da pulada de cerca?

A matéria está no site Delas, querido por todas nós e o artigo é da poderosa Júlia Reis, iG São Paulo.

A autora afirma que segundo os psiquiatras, os indivíduos que não toleram bem frustrações são menos confiáveis em uma relação monogâmica,

Acompanhem os detalhes

O medo da traição assombra os relacionamentos monogâmicos. E a maioria dos casamentos passará por um contratempo do tipo, afirma o psiquiatra Flávio Gikovate. Para ele, quanto mais longa a relação, maiores as chances da infidelidade se tornar um capítulo na vida conjugal – talvez o último.

Além do tempo de união, alguns traços de personalidade também tornam certos parceiros mais dispostos a trair. “O que leva o indivíduo a ser infiel é a maturidade emocional e o rigor da formação moral”, explicou Gikovate no lançamento do programa de televisão “Traidores”, que será exibido pelo canal Discovery Home & Health.

Para explicar a infidelidade, Gikovate separa as pessoas em dois tipos: egoístas e generosos. Cada um deles, quando trai, tem motivações e meios diferentes. O primeiro grupo é composto por indivíduos que não toleram frustrações, e por conta disso não se arriscam a amar profundamente. Eles não sabem ser contrariados e cuidam mais dos próprios interesses do que dos outros. Nesse perfil se encaixam as pessoas sedutoras, descontraídas e que recebem mais atenção do que dão. “Elas não têm remorso nem culpa”, explica o psiquiatra. Os famosos cafajestes e as mulheres insinuantes fazem parte dessa categoria que, por falta de freio moral, traem quando querem. “Os egoístas são de vários tipos: cultos, feios e bonitos”, explica Gikovate.

Por outro lado, os generosos só traem quando têm uma motivação especial. Reservados e discretos, eles se culpam demais, fazem o estilo bonzinho e seguram o desejo de ficar com outras pessoas pelo receio de magoar. “Ele pensa, pondera, não consegue mentir. Ele só vai aprontar se o casamento tiver muito abalado ou se as circunstâncias forem específicas”, define Gikovate. Nesses casos, é mais comum que o homem ou a mulher busque fora da relação estável uma necessidade não atendida, que pode ser sexo, admiração ou respeito.

Ailton Amélio, psicólogo especialista em relacionamentos e autor do livro "Para viver um grande amor" (Editora Gente), acredita que alguns perfis de pessoas apresentam maior pré-disposição para traição. São eles os narcisistas, que se acham superiores e ficam irritados quando não são tratados assim; os preguiçosos, negligentes e pouco confiáveis; e os insensíveis aos sentimentos dos outros. “Os mais liberais em termos políticos e sociais também podem trair mais, porque têm menos freios morais”, completa Amélio.

Por mais que a personalidade dê indícios, rotular ou apontar o dedo para um potencial infiel não é simples assim. “Essas categorias botam todos no mesmo saco, mas as pessoas têm vidas, experiências e entrosamentos diferentes. Os livros e análises estatísticas sugerem padrões, mas a média não é o João ou a Joana”, pondera Maria Luiza Macedo de Araújo, psicóloga e presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade.

Traição sexual ou sentimental?

Uma noite de sexo é certamente diferente de manter uma relação afetiva em paralelo ao casamento. Assim, a infidelidade sexual é diferente da sentimental. Gikovate acredita que a sexual é mais realizada pelos homens, porque neles existe um desejo visual mais intenso. Já a mulher se excita ao se sentir desejada e nem sempre é motivada pelo corpo do sexo oposto para ter uma relação fora do casamento. As sedutoras, versão feminina do cafajeste, ficam satisfeitas pela vaidade. “Mulher com freio moral fraco também apronta. As imaturas, com as primeiras decepções na relação, já traem”, diz o psiquiatra.

A traição sentimental é quase sempre relacionada com frustrações, quando os casais têm pouco sexo, trocam muitas críticas, e nas ocasiões em que uma das partes se sente rebaixada. Assim, a escapada ocorre quando o insatisfeito encontra o que deseja fora do casamento. Para Gikovate, esse caso será mais provável entre os generosos. E é mais difícil de perdoar. “Quando há envolvimento emocional é mais complicado. Essa é a maior causa de muitas separações”, diz Maria Luiza.

Nas mulheres, o mecanismo da traição sentimental também não é o mesmo. A realização sexual não entra tanto em jogo como a perda da admiração e do encantamento amoroso. “Ela cresce profissionalmente e começa a achar o marido bobo”, diz Gikovate.

Para Lilian Viveros Hawkinson, 47 anos, jornalista, autora do livro "A Traição Feminina" (Editora Matrix), as mulheres raramente traem só por sexo e, em geral, acabam se envolvendo com o amante. “Claro que têm mulheres com o perfil de transar por transar, mas o que se vê é aquela que está cansada de ser deixada de lado, que quer ser amada, desejada, se sentir sensual, bonita, inteligente”, avalia.

Se a traição parece tão possível na vida prática dos casais, será que ela pode ser superada? A escapada do compromisso do casamento não resolve problemas nem é fácil de encarar, mas em alguns casos pode reabrir um diálogo, na opinião de Gikovate. Para Maria Luiza, a traição pode ser a oportunidade de redimensionar a relação, se bem conduzida e superada. “Mas é difícil. Nos dias de hoje, costuma dar em divórcio”, diz.

Que cada uma de vocês reflita sobre o assunto e faça suas próprias conclusões.

Carinho para todas

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

sábado, 4 de junho de 2011

AS ARMADILHAS DA CIRURGIA PLÁSTICA


Bom dia amigas e seguidoras do Lady Chic Blog eu desejo a vocês um sábado super produtivo.

Nosso assunto para a reflexão de hoje vem do site Minha Vida e trata de cirurgia plástica e autoestima.

Na oportunidade o artigo esclarece que a obsessão pela beleza e vaidade extrema, podem se constituir como armadilhas perigosas para a saúde emocional das menos avisadas.

Acompanhem os detalhes.

Cirurgia plástica é um tema controverso. No Brasil, um dos paraísos mundiais para quem quer fazer correções estéticas - o país só perde para os Estados Unidos - , elas são corriqueiras.

Mulheres não hesitam em aumentar ou diminuir o tamanho dos seios, bumbum, eliminar gordurinhas, arrebitar o nariz e remodelar o corpo. "A vaidade extrema é uma armadilha perigosa.

Ficar atento ao limite do que vai fazer você ficar melhor consigo mesmo é extremamente necessário. Se isso não for respeitado, a saúde é quem vai sofrer danos", pondera o cirurgião plástico Wagner Montenegro.

De acordo com o profissional, há casos em que os processos cirúrgicos são desnecessários e sinalizam graves problemas de autoimagem, como em situações em que pessoa não aceita o seu corpo.

No entanto, ele explica que a linha entre o excesso de preocupação com o corpo e as correções que farão bem à autoestima de uma pessoa é tênue. "Crianças com orelhas grandes sofrem durante o período escolar.

Os colegas são cruéis com brincadeiras. O impacto pode ser devastador na autoestima delas.

A probabilidade é que quando grandes eles se tornem pessoas inseguras e com complexo de inferioridade", exemplifica.

Em casos como este, diz o cirurgião, uma cirurgia chamada otoplastia, que reposiciona as orelhas, gera benefícios emocionais evidentes, o que certamente aumentará autoestima.

Montenegro ainda cita exemplos como correção no tamanho do nariz e a retirada de mamas em meninos (ginecomastia) em que um processo cirúrgico pode evitar uma série de problemas emocionais.

"Em vários casos uma cirurgia plástica é necessária. E não só para aumentar a autoestima do paciente, mas para ele ter a liberdade e o prazer de gozar de uma vida sem tantos medos e inseguranças", ressalta o profissional.

Armadilhas da vaidade

O apelo à estética pressiona mulheres de diferentes biotipos a seguirem um padrão de beleza que nem sempre pode ser levados à risca.

O narcisismo e o culto ao corpo virou uma obsessão mundial. De acordo com Montenegro, os excessos cometidos em nome da boa aparência são exagerados e podem, ao invés de aumentar a autoestima, tornar uma pessoa permanentemente insatisfeita.

"Corrigir imperfeições para ficar bem consigo mesmo não é algo condenável. Pelo contrário. Isso deve ser perseguido. Porém, o controle, o bom senso e a responsabilidade estão sendo preteridos neste processo", enfatiza o cirurgião.

De acordo com Montenegro, o excesso de recursos estéticos leva as mulheres a exagerar. "Elas acreditam que tudo pode ser resolvido em uma mesa de cirurgia, quando, na verdade, faz parte do amadurecimento aprender a lidar com sinais da idade", diz.

Os problemas que podem surgir devido à obsessão e a compulsão por intervenções estéticas é grande. Segundo o profissional, os riscos de uma pessoa que recorre inúmeras vezes ao preenchimento facial, à toxina botulínica (Botox), à rinoplastia, ao lifting, entre outros, é deformar o próprio rosto, tornando as expressões faciais artificiais e extremamente estranhas, como a de bonecos, ou seja, sem vida e sem beleza.

Abraçando a todas com muito carinho.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

VÍDEO DA SEMANA - DISFARÇANDO OLHEIRAS

quinta-feira, 2 de junho de 2011

CASAMENTO É LOTERIA??


Bom dia amigas e seguidores do Lady Chic Blog prosperidade para vocês é o que desejo a todas nesta linda quarta feira de junho.

Nosso tema hoje é um artigo da consultora Dra. Rosana Braga, falando sobre sorte nos relacionamentos.

Acompanhem os detalhes por favor.

Você não tem sorte no amor? Mas será que precisa?

Certamente, você já ouviu aquele famoso dito popular que afirma que “casamento é loteria”. Ou seja, se considerar que loteria é jogo e que jogo depende de sorte pra se ganhar, tudo bem... vai passar a vida acreditando que alguns têm sorte no amor e outros, não.

E o pior é quando você resolve fazer parte do segundo grupo; porque daí não tem jeito: vai partir da crença de que, muito provavelmente, sairá derrotado. E, portanto, vai se comportar como um perdedor.

Embora eu não concorde com a analogia entre se relacionar e jogar, devo admitir que é fácil se deixar convencer de que existe alguma semelhança entre as duas dinâmicas.

Ainda assim, se me rendesse ao paralelo, começaria argumentando que existem muitos tipos de jogo. Alguns dependem mais dos dados, como numa roleta, por exemplo. E aí sim a sorte conta mais. Mas outros dependem essencialmente de estratégia, como o xadrez. E há ainda os que combinam bem essas duas facetas, como o gamão.

No entanto, em qualquer um deles, existe um fator que é imponderável, incontrolável. E não se trata da sorte ou do azar, mas sim do outro. No caso, o adversário.

De novo, devo pontuar: Se você acredita mesmo que o amor é um jogo, vai terminar se relacionando sempre com adversários, e isso significa que um vai sair ganhando e o outro, perdendo. Pode ser que ele tenha mais técnica, seja mais observador, esteja mais familiarizado com as possibilidades de erro. E, acima de tudo, convenhamos: o bom jogador é aquele que sabe a hora de começar e a hora de parar. Você sabe?

Por essas e outras, pergunto: Será mesmo que jogar e especialmente se relacionar é realmente apenas uma questão de sorte ou azar? Não, com certeza não é! Entre sorte, estratégia, conhecimento, sabedoria, técnica, deslize e azar, eu realmente acredito que você deveria começar a apostar bem mais no modo como tem se movimentado no grande tabuleiro do amor.

Mais do que se prender à crença de que você não tem sorte, comece a se interessar pelos detalhes que realmente conduzem os casais ao sucesso e à felicidade: autoconhecimento, saber ouvir o outro, tolerância, noção de merecimento e capacidade de perdoar.

Tente baixar a ansiedade, confiar mais no que você realmente quer, reconhecer a importância do tempo no processo da busca, ser mais transparente consigo mesmo e com o outro.

Esteja certo de que a sorte é um mero detalhe. Ajuda sim, mas não determina. Não é o que sustenta aquilo de tão bom que você tem desejado viver.

Invista em suas habilidades, detecte seus pontos fracos e trabalhe cada um deles a fim de transformá-los em aprendizados. Reconheça seus pontos fortes, para então transformá-los em ferramentas de construção dessa relação que você busca.

Ou, se preferir, chame de sorte, tudo bem. Lembrando que sorte também pode ser atraída. Mas não se esqueça: amor não é jogo. É trabalho. É escolha.

Requer lapidação e sensibilidade, todos os dias. É conquista. Não aquela que separa perdedores de vencedores, mas aquela que é capaz de criar parcerias. De construir cumplicidade. E de fazer crescer – antes, durante e depois. Sempre! E se lhe desejo sorte? Só se for pra ganhar na loteria...

Abraços para todas e até amanhã

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

quarta-feira, 1 de junho de 2011

HÁBITOS SAUDÁVEIS AJUDAM NO SEXO!!


Bom dia amigas e seguidoras do Lady Chic Blog eu desejo a vocês tudo de ótimo nesta quarta feira.

Hoje nosso assunto é sobre saúde do sexo, com artigo de Julia Reis, para iG São Paulo.

Vejam vocês. Os pesquisadores disseram que fazer faxina melhora a disposição para o sexo desde que os dois participem, o que vocês acham?

Acompanhem os detalhes.

Hábitos como limpar a casa e comer menos pão podem ter um reflexo positivo na vida sexual. Parece crença popular, mas essas são algumas das conclusões de pesquisas internacionais sobre relacionamentos. Às vezes inusitadas, elas refletem sobre costumes do dia a dia dos casais e tentam justificar a satisfação na cama e na vida sentimental. Selecionamos algumas curiosas divulgadas recentemente.

Faxina melhora o sexo

Pesquisadores das universidades americanas de Montclair e do Arizona descobriram que os casais que passam mais tempo dedicados aos serviços domésticos fazem mais sexo.

É possível imaginar que o cansaço da faxina poderia desanimar os parceiros para transar, mas analisando os hábitos de 6.877 pares percebeu-se que o empenho nas tarefas e no trabalho é proporcional à animação na cama. Será que vale a pena investir na vassoura e no pano de chão?

Fofice melhora o sexo

Falar como criança, a famosa “babytalk”, pode ser positivo nos relacionamentos porque facilita a conexão com o parceiro. Indivíduos que usam linguajar infantil tendem a ser mais seguros e íntimos com seus pares, segurem os pesquisadores Meredith L. Bombar e Lawrence W. Littig Jr. Assim, quem fala com um jeito fofinho é mais satisfeito e faz mais sexo.

Pãozinho é inimigo

Além de engordar, comer muito pão branco pode diminuir o desejo sexual. Quem diz isso é Helen Bond, da Associação Britânica de Alimentação. “Muito açúcar é associado com quedas bruscas de energia, o que significa que você não terá ânimo para fazer sexo”, disse ela ao jornal britânico Daily Mail.

Gordinhos são melhores na cama

Se o pão pode atrapalhar, os quilos extras ajudam no desempenho sexual.

Homens acima do peso podem levar vantagem porque aguentam transar por mais tempo, enquanto os magrinhos em forma têm mais chances de ter ejaculação precoce, segundo o estudo da universidade Erciyes, na Turquia.

Pesquisadores descobriram que homens com excesso de gordura corporal desenvolvem mais hormônios femininos, que influenciam na performance sexual. Assim, os mais gordos podem durar em média 7,3 minutos na transa enquanto os outros aguentam cerca de 1,8 minutos até gozar.

Sexo com amor

Muita gente já diz isso, mas pesquisadores concluíram que transar com uma pessoa amada dá mais satisfação que fazer sexo com alguém sem envolvimento.

Um artigo publicado no jornal científico Archives of Sexual Behavior por pesquisadores da Universidade do Texas aponta que transar por interesses materiais, pela autoestima ou pela diversidade não deixa as pessoas tão realizadas.

É possível que os “pegadores” de plantão não estejam tão felizes assim.

Infidelidade está no gene

É possível que a tendência para a traição esteja nos genes. Pesquisadores da Universidade de Binghamton, nos Estados Unidos, descobriram que algumas pessoas apresentam uma variação no gene ligado à busca por sensações, o que influencia na assimilação da dopamina, responsável pelo prazer.

E é essa sensação boa que essas pessoas sentem ao procurar relações sexuais fora das relações. O estudo foi feito analisando o histórico de comportamento e o DNA de 181 voluntários: 50% dos que tinham mudanças genéticas já tinham traído, contra 22% daqueles sem variação.

Apenas juntados

Casais que vão morar juntos sem oficializar a união com o casamento tem 25% mais chances de ficarem em depressão do que aqueles com papel passado e aliança no dedo.

O que parece uma opção prática ou econômica, segundo pesquisadores da Bowling Green State University, nos Estados Unidos, pode levar a um mal estar em relação à falta de estabilidade da relação.

Abraços para todas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos