domingo, 24 de março de 2013

MEIO VAZIO OU MEIO CHEIO?



Olá amigas do meu  blog, saúde e reflexão para todas.
Hoje, neste domingo lindo, eu trouxe um artigo muito esclarecedor da Dra Marianna Romão. Ela é Psicóloga clínica, Mestre em "Mulheres, Gênero e Cidadania". Trabalha com temas do feminino, depressão, estudo dos sonhos e mitos em seu consultório. contato: mariprotazio@gmail.com
Nesta oportunidade ela nos faz pensar sobre aquele lance: copo meio vazio ou meio cheio, provocando uma saudável reflexão sobre de que maneira encaramos situações ao redor
Vejamos os detalhes.
Quando alguém pergunta se você costuma ver "o copo meio cheio ou meio vazio", pode estar querendo saber se você nota as coisas que dão errado com mais frequência que as que dão certo. Mas na verdade isso é uma questão de perspectiva. E a palavra "perspectiva" remete à profundidade, ângulo de visão, enquadramento, dentre outros conceitos. A perspectiva é necessária na nossa visão de mundo, caso contrário veríamos tudo em só duas dimensões, imagine!
Uma das belezas da visão é que quando olhamos um pássaro em frente a um muro, por exemplo, não vemos apenas uma foto plana: o que vemos ali tem movimento, luz, sombra, profundidade e faz com que cada um olhe de acordo com os aspectos que mais lhe chamam atenção no momento. Isso é perspectiva.
Edmund Wilson, escritor, jornalista e historiador americano, disse: "duas pessoas nunca leem o mesmo livro". Ou seja, minha percepção do que li nunca será idêntica a sua, por causa das minhas experiências de vida, crenças, valores, personalidade e do ângulo pelo qual enxergo as situações com as quais me deparo.
Porém, se por um lado existe a concepção dos "pontos de vista distintos", por outro lado existe sempre a possibilidade de enxergar além do que todo mundo já enxerga. Quer um exemplo? No caso do copo meio cheio ou meio vazio, pode ser que ele seja apenas o dobro do seu tamanho ideal! Note que existe uma riqueza de perspectiva nessa terceira resposta, uma profundidade que dá outra dimensão além do preto e do branco, e é esse balanceamento que devemos buscar.
Exercite seu modo de enxergar o mundo
Boa parte do que uma psicoterapia trabalha é a compreensão de que o que vemos em nossas vidas tem muito a ver com como vemos isso. Nós somos seres subjetivos, não vemos o mundo com total neutralidade e objetividade. Lembre-se que nossa percepção do mundo está atrelada às nossas visões pessimistas e otimistas, a uma personalidade extrovertida ou introvertida - que são nossos aspectos mais "arraigados" - e também a aspectos mais flexíveis, passíveis de mudança. Por exemplo, tente lembrar se você já não viveu isso: quando está triste ou depressivo parece que toda a vida fica mais cinza; já quando está ansioso parece que tudo ao redor acontece em alta velocidade. As coisas mudam e o copo que antes estava meio cheio passa a parecer meio vazio. E isso acontece de uma hora para a outra, sem que a gente entenda o porquê.
Veja a vida pelo lado positivo, enxergue o copo cheio
Não somos completamente mutáveis e nem toda nossa perspectiva pode ser relativizada sempre. Por isso não se preocupe em ser transformado em uma pessoa totalmente diferente do que você é depois de ler esse artigo. A personalidade de uma pessoa tem aspectos estáveis, relativamente fixos. No entanto, quando você se dispõe a questionar os pontos de vista negativos, que estão enrijecidos pela sua experiência de vida, é possível realizar alguma mudança!
Comece sua busca pelo lado positivo. Tenha em mente que há espaço em você para que as coisas ao seu redor ganhem uma tonalidade mais bonita. Veja mais oportunidades, mas sem deixar de enxergar os riscos. Faça com que as pessoas ao seu lado passem a se sentir bem na sua companhia, com sua "boa energia". Chegará o momento em que tudo acabará dando mais certo mesmo, já que você cultivará a boa vontade naqueles com os quais se relaciona, sendo mais tolerante, menos exigente e doando mais o seu lado bom no convívio com o outro.
Não estou sugerindo que ninguém ignore a realidade dos fatos, nem que deixe de enxergar o lado feio e negativo. Mas estou, sim, lembrando que mesmo diante de situações desafiadoras ou negativas há sementes que apontam para o bem. As coisas boas e positivas estão contidas nas negativas e o contrário também é verdadeiro. Esse pequeno ajuste de perspectiva não é uma mudança tão radical, é uma maneira um pouco diferente de perceber as coisas. E no final isso faz uma grande diferença e ajuda você a se tornar uma versão melhorada de si mesmo. Quanto mais global e inclusiva for a sua visão sobre "aquele copo", mais completa será sua atitude diante da vida.
Um abraço carinhoso para todas, extensivo às suas famílias.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sábado, 23 de março de 2013

AVISO IMPORTANTE - FIQUE ATENTA!!


TODO MUNDO VAI PARTICIPAR


Recados Para Orkut

SEM FLACIDEZ!!




Olá amigas e seguidoras do Lady Chic Blog, é com muita alegria que celebro nosso encontro de hoje com o artigo de Danilo Höfling – Endocrinologia - Especialista Minha Vida.
Ele carinhosamente nos ensina como tratar, sem cirurgia, da flacidez que aparece após o emagrecimento, afirmando ainda que os procedimentos como laser e ultrassom oferecem resultados eficazes.
Vejamos os detalhes.
Nada mais comum do que observar sobra de pele após o tratamento para emagrecer. Essa flacidez é decorrente da diminuição da tonicidade da pele, e sua intensidade depende de vários fatores, tais como: quantidade de peso perdida, idade, elasticidade da pele, nutrição, exposição à luz solar, tabagismo, fatores genéticos, gestação, etc. Por exemplo, um jovem que emagreça poucos quilos, dificilmente apresentará esse problema. Já pessoas mais idosas, com pele clara, fumantes, com frequente exposição ao sol, quando perdem grande quantidade de peso, provavelmente terão flacidez intensa em várias regiões, como: face, pescoço, braço, abdome e coxa. Por vezes, mesmo as pessoas magras que praticam atividades físicas regulares e fazem dieta balanceada, podem ter a pele flácida, dependendo dos fatores acima citados.
O aspecto da pele flácida pode incomodar a ponto de a pessoa mudar seus hábitos de vida, como evitar ir à praia ou à piscina e, inclusive, privar-se de usar roupas que permitam a exposição da área afetada. Obviamente, em função do atual conceito de "belo", a flacidez hoje em dia é uma alteração estética das que mais interferem na autoestima e na qualidade de vida das pessoas.
Apesar de ser difícil tonificar a pele flácida, a evolução dos equipamentos está tornando os tratamentos progressivamente mais eficazes e não invasivos, especialmente quando a flacidez da pele não é intensa. Impressiona, também, a velocidade de aprimoramento dos equipamentos destinados aos tratamentos estéticos em geral. Isso não é exceção para as terapias de flacidez que estão cada vez mais efetivas. Entre elas podem-se citar:
Radiofrequência: tratamento consagrado baseado na emissão de ondas eletromagnéticas, que promovem o aquecimento superficial e profundo da pele, elevando a uma temperatura em torno de 42 graus. O calor causa um estímulo da produção de fibras colágenas e elásticas, bem como provoca um aumento da circulação sanguínea e, dessa forma, trata e previne a flacidez de pele. Há vários tipos de equipamento que emitem radiofrequência unipolar, bipolar ou multipolar.
Esses métodos são uma alternativa interessante para quem não deseja ou não tem condições físicas de ser submetido a uma cirurgia plástica.
Laser Infravermelho: a luz laser infravermelha penetra profundamente na pele e, por isso, é capaz de estimular a produção de colágeno, elastina e outros componentes responsáveis pela sua elasticidade e sustentação. Vários aparelhos disponibilizam essa técnica.
Ultrassom microfocado: tecnologia inovadora em que cada disparo das ondas ultrassônicas origina pontos de retração da pele. Ao final de cada sessão, são realizados até 10.000 disparos, que aquecem pontualmente as camadas mais profundas da derme, local ideal para estimular a formação de colágeno e elastina, reduzir a flacidez e melhorar a elasticidade da pele. É utilizado, principalmente, na flacidez de face e pescoço.
Radiofrequência fracionada + ultrassom: moderno procedimento que possibilita a realização de centenas de microperfurações sobre toda a região da pele tratada, seguida de infusão de substâncias ativas com auxílio do ultrassom. Após a realização dos "furinhos", que podem ter sua profundidade controlada, pode ser empregado um equipamento especial que emite ondas de ultrassom capazes de empurrar vários tipos de medicamentos no interior das perfurações. Isso permite que o médico possa infundir medicamentos específicos diretamente na camada mais profunda da pele, aumentando a eficácia dessa terapia, que pode contribuir para a redução da flacidez, bem como para vários outros problemas estéticos.
Esses métodos são uma alternativa interessante para quem não deseja ou não tem condições físicas de ser submetido a uma cirurgia plástica. Mas, quando a flacidez é intensa, a melhor alternativa é a cirurgia. Contudo, há intensa busca de obter alternativas menos invasivas para a melhora da flacidez de pele, as quais futuramente proporcionem resultados similares ao de uma cirurgia.
É preciso estar atento porque, a todo o momento, surgem nos meios de comunicação propagandas de tratamentos milagrosos, inclusive com fotos mostrando resultados que, infelizmente, são inatingíveis no presente momento. Diante de tantas opções terapêuticas, recomenda-se sempre realizar avaliação médica para evitar expectativas ilusórias, mas sim, obter a orientação da abordagem mais adequada para que se tenha uma noção real dos resultados possíveis com os métodos atualmente disponíveis.
Por fim, é de fundamental importância, também, mencionar que os resultados variam de pessoa para pessoa, dependendo dos fatores genéticos, hormonais e ambientais envolvidos na flacidez da pele humana.
Um beijão carinhoso para todas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sexta-feira, 22 de março de 2013

AVC - TODO CUIDADO É POUCO!!



 
Olá amigas do meu blog, saúde para vocês.
Hoje quem nos brinda com um excelente artigo é Patrícia Affonso com  Edição: Mdemulher e conteúdo MÁXIMA.
A autora nos ensina a reconhecer os sintomas e se proteger do AVC.
Segundo o artigo, o AVC, popularmente chamado de derrame, já não é mais uma doença só de idosos - hoje, também atinge muitos jovens. Para se prevenir é importante adotar hábitos saudáveis e saber identificar seus sintomas.
Vejamos os detalhes.
O acidente vascular cerebral (AVC, popularmente chamado de derrame) deixou de ser uma doença só dos idosos - hoje, também atinge muitos jovens. Para combatê-la, é importante adotar hábitos saudáveis e saber identificar os sintomas. "A população jovem está no alvo da doença devido à maior exposição aos fatores de risco", explica Antonio De Salles, professor de medicina da Universidade da Califórnia (EUA) e neurologista do Hospital do Coração (SP).
Existem dois tipos de AVC: o isquêmico, que é o mais comum e corresponde a cerca de 85% dos casos, e o hemorrágico, que responde por 15% do total. "Em ambos, os neurônios da região afetada morrem, causando sequelas que vão depender da extensão da lesão e das áreas envolvidas. Podem ocorrer paralisias, perda ou dificuldade nos sentidos e problemas de memória e cognição, por exemplo. Nos casos mais severos o AVC leva à morte", diz Gisele Sampaio, neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).
Conheça cada tipo:
ISQUÊMICO nesse caso, a obstrução de uma artéria, causada por um coágulo, bloqueia o fluxo de sangue que deveria irrigar determinada região do cérebro. Pode ocorrer também por causa de uma falha do coração, que deixa de bombear o sangue adequadamente e gera um fluxo insuficiente na massa cinzenta.
HEMORRÁGICO é decorrente de uma ruptura nos vasos sanguíneos intracranianos, que causa derramamento de sangue entre o cérebro e o crânio ou em alguma outra área. Esse tipo de derrame pode ser consequência de um aneurisma cerebral (doença que dilata as artérias), de lesões nos vasos sanguíneos e de rompimentos associados à pressão arterial elevada.
Como se proteger?
Mantenha uma dieta saudável e pratique exercícios regularmente. Assim o colesterol fica controlado - em níveis altos, ele se fixa nas veias e artérias, prejudicando a circulação.
Cuide da pressão arterial. Quem tem hipertensos na família deve consultar um médico com frequência. Em alguns casos, a medicação é indispensável. Em outros, reduzir a ingestão de sódio e exercitar-se é suficiente.
Não fume. O cigarro reduz a oxigenação do sangue e lesiona os vasos, facilitando a formação de coágulos.
Controle as doenças que facilitam a incidência de AVC. É o caso do diabetes e das arritmias cardíacas. A primeira eleva as chances de formação de placas nos vasos sanguíneos e a segunda, de coágulos. Uma pesquisa americana também apontou que o risco de AVC é 50% maior em mulheres que sofrem de enxaqueca com alterações na visão. A ligação entre os problemas ainda é desconhecida.
Se você tem fatores de risco, evite os contraceptivos orais. As pílulas aumentam a capacidade de coagulação do sangue e o risco de trombose, o que pode levar ao AVC. Mas, por si só, ela não representa perigo. O problema é associá-la a hábitos nocivos ou predisposições.
Use fio dental. A má higiene bucal abre espaço para que bactérias nocivas entrem no corpo e contribuam para o afunilamento das artérias.
Sinais de alerta
Reconhecer os sintomas do acidente vascular cerebral é essencial para minimizar os seus prejuízos. Abaixo, você confere os principais indicativos de que algo não vai bem e fica preparada para agir rapidamente:
Cegueira fugaz ou alterações na visão.
Formigamento nos membros superiores, inferiores ou no rosto.
Paralisias e dificuldades para realizar movimentos, até mesmo os mais simples, como engolir.
Dor de cabeça intensa e repentina.
Dificuldades para caminhar ou manter o equilíbrio.
Problemas para falar ou entender o que os outros dizem.
Vamos nos prevenir meninas pois a vida não merece falta de cuidados.
Beijão para todas com votos de uma excelente sexta feira.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quinta-feira, 21 de março de 2013

DÚVIDAS É O QUE NÃO FALTA?




Amigas do Lady Chic nesta quinta feira eu desejo a vocês saúde e sucesso.
Nosso assunto hoje é mais uma pérola de Fernanda Cataldi. conteúdo ANAMARIA, que colhi do site M. de Mulher.
Ela indaga: Será que é hora de aumentar a família?
Ouvimos especialistas para ajudá-la na missão de colocar tudo na balança antes de decidir
Vejamos os detalhes.
Você olha seu filho brincando e dá aquela vontade de dar um irmãozinho a ele. Imagina só que delícia ter uma família grande e unida! Mas só de pensar em trocar fraldas outra vez, ficar sem dormir direito... Isso sem falar nos gastos, duplicados da noite para o dia! Xiii, será que a hora é certa? Muitos casais ficam nesse dilema ao cogitar a segunda gravidez. E estão certos: ter outro filho é uma decisão séria que deve ser tomada em família, sem impulsos. É preciso pensar em todos os aspectos que envolvem aumentar a prole. Entrevistamos especialistas na área de saúde, finanças e família para ajudá-la nessa decisão tão importante.
Meu corpo está preparado?
"Como a mãe vai passar em cada gravidez depende de sua saúde atual, sua idade e também de como andam suas emoções", diz a ginecologista e obstetra Érica Mantelli, que indica consultar seu médico para um checape completo antes de encomendar o novo bebê.
Muitas mulheres que fizeram cesárea temem os riscos de precisar passar pelo mesmo procedimento em pouco tempo. "O ideal é fazer no máximo duas cesarianas, mas o obstetra é quem avalia o tipo de parto mais indicado, levando em conta a opinião da mãe", afirma Érica.
É melhor ter filhos "em escadinha"?
O ideal seria um intervalo de, no mínimo, 18 meses entre cada gestação. É o tempo para o corpo se readaptar, retornar à anatomia original e manter os níveis de nutrientes adequados a uma nova gravidez. Nesse período a mãe pode se dedicar bastante ao primeiro filho, que depende de cuidados intensivos e precisa mamar no peito. Se a primeira gravidez foi de risco, o intervalo deve ser maior. E será fundamental a avaliação médica antes de engravidar de novo.
Do lado financeiro, é vantajoso ter um filho pertinho do outro. "Dá para dividir o quarto sem conflitos de idade. Além disso, por estarem em fases de vida similares, as roupas e os brinquedos podem ser compartilhados", diz o educador financeiro Reinaldo Domingos.
Pode balançar meu relacionamento?
A vida e a rotina mudam com a chegada de mais um membro. "Converse com seu parceiro para que todas as decisões partam dos dois e definam se há condições reais para aumentar a família", aconselha a psicóloga Fernanda Mion. Se a relação não anda muito bem, resolva os assuntos pendentes entre o casal para não acumular insatisfações.
A segunda gravidez é mais tranquila?
Geralmente, sim. A mãe sabe o que esperar e isso diminui o medo e a ansiedade. Ela já está familiarizada com as modificações que vão acontecer no próprio corpo, com os sintomas da gravidez e, por isso, enfrenta tudo mais tranquilamente.
Os gastos também costumam ser menores! Você já sabe o quanto de roupinhas e fraldas precisa de fato e exagera menos, além de reaproveitar coisas do primeiro filho.
O dinheiro vai dar?
Se estiver no vermelho, resolva as finanças antes de planejar a nova gestação. "Uma criança aumenta, em média, 20% do orçamento doméstico. Se os gastos da família ficam em torno de R$ 2.000 por mês, por exemplo, quando o novo membro chegar, eles devem ficar em torno de R$ 2.400. O ideal é ir reservando essa diferença mensalmente. Assim, quando o bebê nascer, não haverá um rombo nas contas", orienta o educador financeiro Reinaldo.
Se o pai e a mãe trabalham fora, é preciso pensar em quem cuidará das crianças. Simule quanto custaria a mensalidade de um berçário ou investigue se poderá contar com a ajuda de uma das avós, por exemplo.
Fontes: Érica Mantelli, Ginecologista e Obstetra (www.especialidadesintegrada.com.br) / Reinaldo Domingos, escritor, educador financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira (http://dsop.com.br) / Fernanda Mion, Psicóloga (www.fernandamion.com)
Um beijão no coração de todase até amanhã com muito amor.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos