quinta-feira, 11 de agosto de 2011
LONGO E COM MUITO AMOR!!
Bom dia amigas, dia linda para vocês.
Nosso assunto hoje é mais um artigo de Deborah Busko, do Portal Dicas de Mulher, mostrando dicas de como manter um casamento longo sem perder o romantismo. Se3rá possível issso...?
A autora garante que esse feito só será possível se conseguirmos conquistar o outro todos os dias e buscar formas de manter aquela sensação boa do início do namoro para ter um casamento feliz. Será??
Acompanhem os detalhes.
Para manter um casamento longo sem perder o romantismo, é preciso mais do que amor. As expectativas quanto ao relacionamento e, principalmente, o que se espera do companheiro no começo da união é diferente do que se busca anos depois.
Portanto, o que faz um casamento durar é entender a necessidade e a importância destas adaptações ao longo da vida como um dos principais requisitos para manter a felicidade e o romantismo entre os dois
Quem começa um casamento precisa saber que não existe relacionamento em que se viva só de beijos e às mil maravilhas. É inevitável que diversas situações no cotidiano do casal se tornem motivos para brigas e desentendimentos que podem colocar à prova o relacionamento.
Por isso, a convivência de muitos anos deve servir como um aprendizado e com o tempo, se aprende a distinguir o que é importante do que não é, quais situações e sentimentos são relevantes ou não.
Ter projetos em comum também é outra forma de se manter em sintonia com o seu amado. Pode ser comprar uma casa, organizar uma viagem ou simplesmente a criação dos filhos. O companheirismo é outro aspecto primordial.
Não existe uma fórmula exata, muito menos uma receita a ser seguida passo-a-passo por quem deseja ter um casamento longo e feliz. Entretanto, buscar formas de manter o romantismo, mesmo depois de muitos anos juntos, é uma maneira de manter aquela sensação boa, aquela felicidade do início do namoro.
É preciso conquistar o outro todos os dias e não deixar o casamento cair na monotonia. Isso não se limita apenas à vida íntima do casal, apesar de este ser um dos pontos que merece bastante atenção – e uma apimentada no sexo não faz mal a ninguém.
Acabe com as cobranças, perseguições e interrogatórios. Façam programas diferentes, busquem aprender coisas novas juntos, volte aos tempos de namoro e surpreenda seu amado com ideias criativas. Manter a individualidade também é essencial. Mesmo casados, cada um precisa ter seu espaço, precisa ter o seu momento.
Por fim, outra dica de como manter um casamento longo sem perder o romantismo é não descuidar da aparência. Ainda que os sinais da idade comecem a aparecer, que a rotina estressante não permita que você gaste horas cuidando de si mesma como costumava fazer ou que o orçamento esteja apertado, não se entregue à preguiça e ao desleixo.
Beijão moçada e até amanhã
Por
Beth Vasconcelos
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
É APENAS UM MOMENTO ERÓTICO DELE
Bom dia amigas
Hoje na coluna Prazer & Sexo do site Delas, a sexóloga Fátima Protti responde dúvidas das leitoras.
Filmes pornôs melhoram a vida sexual do casal?
Sexóloga responde pergunta de leitora e explica como a ficção pode fazer parte da sexualidade
“Durante a transa assistimos filmes pornôs, mas meu marido quer fazer exatamente igual aos atores e isso corta meu tesão. Será que o problema está em mim?”
Os filmes pornôs podem ser um forte estímulo sexual para o casal. Além de ajudarem na intimidade, desnudam os desejos sexuais de cada um e favorecem a criatividade. Contudo, para que o casal curta o momento, é preciso que ambos apreciem os vídeos e não se prendam ao desempenho dos artistas, tentando imitar. Realmente, a insistência para transar igual ao filme pode cortar o tesão. E a ideia é compartilhar com espontaneidade.
Durante o sexo é importante que tanto o homem como a mulher estejam à vontade, com a atenção voltada para as carícias e as próprias necessidades. Os gostos para os tipos de filmes variam. O homem gosta de ver um sexo explícito, selvagem e a mulher prefere os filmes com enredos que mostram sensualidade, sedução e uma pitada de romantismo. Mas é claro que existem aquelas que detestam qualquer filme da categoria e isso precisa ser respeitado e conversado entre o casal.
Outra reclamação das mulheres sobre os filmes envolve o exagero de seus parceiros, que acabam substituindo a transa real para assistir a ficção. Em geral esses homens encontram maior satisfação vendo do que fazendo sexo, e em suas fantasias eles são os protagonistas potentes, performáticos. Esse comportamento pode sim se tornar viciante, comprometendo o relacionamento do casal. Às vezes é um problema de ordem sexual da mulher ou sua indisponibilidade freqüente para o sexo que leva o parceiro a buscar prazer dessa maneira.
O fato é que muitas mulheres ficam inseguras ao ver seus maridos diante da pornografia. Muitas relatam que mesmo tendo um bom sexo se sentem trocadas ou com ciúmes. Neste caso é preciso trabalhar com os sinais da relação e menos com a fantasia, pois este é apenas um momento erótico dele.
Abraços para vocês e até amanhã
Por
Beth Vasconcelos
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
NÃO É ATRAÇÃO TURÍSTICA

Olá meninas do Lady Chic Blog.
Hoje eu trago do iG São Paulo oito regras de etiqueta para visitar o recém-nascido. O artigo afirma que “O bebê não é atração turística e requer cuidados”.
Acompanhem os detalhes por favor.
Faz tempo que aquela amiga de infância não dá notícias e, com ajuda das redes sociais, ela avisa a todos que está a caminho da maternidade. A boa notícia da chegada de um bebê ao mundo pode ser mesmo a justificativa para o reencontro, mas a pediatra Vera Lúcia Krebs, do Hospital das Clínicas de São Paulo, adverte: “recém-nascido não é atração turística”.
A visita exige algumas regras de etiqueta. Veja as orientações da especialista para amigos próximos, aqueles mais distantes, parentes e até para os novos avós.
1. Evite apertões
Muitas pessoas exageram no ‘carinho’ e acabam dando pequenos apertões na bochecha, beijos e toques não muito delicados nas mãozinhas das crianças. O que elas não sabem é que essas atitudes são inadequadas, pois podem trazer problemas ao recém nascido, como incômodo e até fraturas.
2. Faça uma visita curta
A primeira visita na maternidade deve ser limitada aos parentes próximos, como o pai, avós e irmãos, pois é um momento de recuperação da mãe e maior atenção à vida do bebê. Antes de aparecer, ligue e combine o horário. É elegante não ficar muito tempo.
3. Lave as mãos apropriadamente
Não se esqueça dos cuidados básicos de higiene. Lavar bem as mãos e os braços (até a altura dos cotovelos) antes de chegar perto da mãe e do bebê é imprescindível para minimizar a contaminação por vírus e bactérias
4. Se estiver doente, não vá
Se estiver com resfriado, gripe, conjuntivite ou qualquer outra doença infectocontagiosa, suspenda a visita. A ideia de que “eu não vou chegar perto, nem segurar a criança” não basta. Como o sistema de defesa do organismo da mãe e do bebê estão fragilizados, não é adequado arriscar.
5. Desligue o celular
No momento da visita, a pediatra do HC orienta amigos e familiares a desligar os celulares. A coordenadora da UTI do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, Filomena Mello, acrescenta que o barulho dos telefones móveis são como “britadeiras” para as crianças e causam estresse nos pequenos.
6. Não use flash
Cautela também com as câmeras fotográficas e filmadoras. “A luz do flash pode causar desconforto para a criança ou despertá-la, caso esteja dormindo”, diz Vera Lúcia. E só quem é mãe de recém-nascido sabe o trabalho que pode dar fazer o filho dormir.
7. Evite aglomerações
“As visitas devem ser organizadas para não formar uma aglomeração em volta do bebê. Esse tipo de ocasião favorece contágios e excesso de barulho, e isso pode causar estresse ao recém nascido”, acrescenta a especialista do Hospital das Clínicas.
8. Não fume – nem mesmo antes da visita
Nem pense em fumar. E a restrição vale para horas antes da visita. Segundo o pneumologista Joaquim Rodrigues, as substâncias do cigarro ficam impregnadas em roupas e mãos dos fumantes. Os resíduos que permanecem são tão prejudiciais quanto a própria fumaça. O contato do bebê com o material tóxico o expõe a uma probabilidade dez vezes maior de adquirir uma pneumonia aguda e ao aparecimento de um fenômeno chamado de hiperresponsividade brônquica – uma resposta exagerada do pulmão desencadeada quando a criança tem uma maior sensibilidade a infecções respiratórias – como bronquite, rinite e otite.
Abraços para vocês e até amanhã
Por
Beth Vasconcelos
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
ENQUANTO A PESSOA CERTA NÃO CHEGA...

Olá meninas do Lady Chic Blog, bom dia
Hoje eu trouxe um artigo da Dra. Rosana Braga – Consultora, questionando se são eles ou elas que não querem namorar.
Acompanhem os detalhes
São eles ou elas que não querem namorar?
Elas reclamam deles. Eles reclamam delas. Homens e mulheres parecem insatisfeitos com o nível de disponibilidade um do outro no que se refere a assumir um compromisso. Mas o fato é que – no final das contas – mais do que atitudes que não agradam ou expectativas diferentes, o problema entre eles e elas tem sido um desastroso equívoco na comunicação, ou na compreensão das manifestações afetivas.
Está claro que homens e mulheres têm alimentado falsas versões sobre como deveriam se comportar para atraírem um ao outro. Pensam, inocentemente, que o ideal é mostrar algo do tipo “estou muito bem sozinho, obrigado!” ou “não preciso de você para ser feliz”. A intenção é parecer auto suficiente e independente, especialmente num primeiro momento. Compreensível, me parece, já que o contrário realmente não seria eficiente: mostrar-se demasiadamente ansioso para se comprometer, como se toda a possibilidade de ser feliz estivesse justamente na chegada de outra pessoa.
No entanto, o ideal certamente passeia entre esses dois cenários. Ou seja, nem oito, nem oitenta. Os extremos só servem para estereotipar a questão – o que é uma grande cilada! Pessoas extremamente dependentes ou independentes terminam, por fim, muito mais repelindo do que atraindo o outro. A ideia é, sem dúvida, encontrar o equilíbrio. Eis o segredo do sucesso: interdependência! Algo como “estou bem sozinho, e espero que você também, mas talvez possamos nos sentir ainda melhores juntos!”.
Desse modo, pergunto: você realmente acredita que existem homens ou mulheres desejando sinceramente viver sozinhos? Pois posso apostar que aquele ou aquela que continua insistindo que não quer namorar, é porque tem um dentre dois motivos! Ou está morrendo de medo de assumir seus sentimentos e reconhecer que adoraria experimentar a intimidade e o amor... Ou simplesmente ainda não encontrou a pessoa que fez seu coração acelerar e sua respiração mudar de ritmo!
Nenhum ser humano livre, espontâneo, saudável e de bem com a vida e consigo mesmo – seja homem ou mulher – se recusaria a viver um romance estando diante de alguém que mexe com seus hormônios e faz suas pupilas dilatarem. Portanto, eles e elas querem, sim, namorar. E quando insistem em demonstrar algo diferente disso, talvez estejam apenas precisando ajustar, reconhecer e revelar a verdadeira razão.
Claro que, enquanto a “pessoa certa” não chega, o melhor é aproveitar a solteirice, se divertir, fazer amigos e sustentar a bandeira do “estou feliz sozinho”. Afinal, concordo com o velho e bom ditado que manda “antes só do que mal acompanhado”. Porém, quem está sempre com alguém porque não agüenta a si mesmo ou quem está sempre sozinho porque não sabe como compartilhar sua história com outra pessoa precisa se rever o quanto antes. E não restam dúvidas de que tanto homens quanto mulheres podem estar ocupando esses lugares. Não se trata de uma questão de gênero, mas sim que uma questão humana.
Um dia lindo para vocês
Por
Beth Vasconcelos



