quarta-feira, 27 de abril de 2011

ELAS MERECEM NOSSO CARINHO

recados orkut

Mensagens de Dia da Empregada Doméstica?

ENTRE DESAFIOS E OPORTUNIDADES


Olá companheiras seguidoras do Lady Chic Blog, prosperidade para todas.

Nosso assunto hoje é sebro Liderança Feminina, num texto super elucidativo do ilustre Eduardo Shinyashiki. Ele sabe o que diz: é palestrante, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipe.

Ele afirma que no atual cenário social, cultural e empresarial mundial, presenciamos uma ocupação cada vez maior e significativa da força e da liderança feminina, movimento de mudança irreversível, no qual homens e mulheres se encontram, a cada dia mais, caminhando juntos.

As mulheres passaram pela luta pela emancipação, defenderam a identidade feminina e continuaram no caminho de superação dos obstáculos culturais, típicos de uma sociedade machista, e ampliando os papeis femininos limitados e estereotipados.

A partir dos anos 70 elas assumiram cada vez mais espaço no mercado de trabalho, nos anos 90 fortaleceram esta presença e ocuparam cargos estratégicos de liderança, dividindo posições de comando com a liderança masculina. Mesmo assim, as mulheres ainda encontram muitos obstáculos na carreira.

Existem fatores socioculturais, ligados à organização do mundo coorporativo que, tradicionalmente e por muitos séculos, foi masculina, e onde o papel da mulher na sociedade era limitado a cuidar da casa e da família, sem ajuda dos homens nos compromissos familiares.

Os modelos de atuação a disposição nas corporações, exemplos de referência para se inspirar, eram modelos quase que exclusivamente masculinos. De repente, a mulher tinha este padrão para seguir, e assumiu, em algumas circunstâncias, os comportamentos e os excessos dos exemplos disponíveis.

Existem também fatores internos a pessoa, ligados a como ela mesma enfrenta e supera os fatores socioculturais do passado, a como se valoriza e cria confiança nas próprias potencialidades e competências, e como transforma crenças e condicionamentos pessoais.

Além disso, existe um dos maiores desafios que a mulher enfrenta, atualmente: o dilema de como equilibrar a carreira, a família e os relacionamentos, a vida pessoal. Desafio cotidiano, como o malabarista que, com habilidade, joga bolinhas no ar e as pega de volta.

Como pegar de volta as “bolinhas” do escritório, casa, marido, filhos, pais, amigos, cuidado consigo mesma, cobrança de dar conta de tudo, sem deixar cair nenhuma? O que fazer para manter tudo em equilíbrio?

Cada vez mais a mulher reconhece a importância do seu papel profissional e de manter a própria identidade, aprofundar o autoconhecimento e a inteligência emocional e ter claros os objetivos da sua carreira e prioridades pessoais, construindo as competências e a consciência das próprias potencialidades e habilidades, e se perguntando: que modelo feminino de referência serei para as novas gerações?

O dado de realidade é que as empresas necessitam, cada vez mais, do talento e da liderança feminina cujas características, como por exemplo, flexibilidade, adaptabilidade, inovação, imaginação, que até pouco tempo atrás eram consideradas pouco adequadas à gestão de uma empresa, começam a ser consideradas importantes para promover mudanças nas organizações, e para guiar os colaboradores nos novos desafios que os tempos atuais exigem.

As oportunidades femininas no mercado de trabalho crescem na mesma proporção que os desafios, e é de extrema importância que os obstáculos e os novos paradigmas sociais e culturais sejam não somente algo a ser superado pelas mulheres, mas que seja um ensinamento e um momento de crescimento para homens, mulheres, famílias e empresas.

Concordamos e apoiamos as sábias palavras do ilustre autor.

Abraçando a todas

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

terça-feira, 26 de abril de 2011

DIA CHUVOSO, MAS MUITO FELIZ!!

Recados para Orkut

MINÉRIOS SANGRENTOS

Ola amigos seguidores do Lady Chic Blog, prosperidade para vocês neste dia lindo.

Nosso assunto hoje é um artigo de GUILHERME SCHNEIDER, onde se denuncia os Gadgets que sustentam uma guerra civil.

Acompanhem por favor

A edição nº 237 da Revista Galileu (a do mês de abril – por enquanto só assinantes receberam) traz uma matéria bem interessante intitulada “Gadgets de Sangue“, assinada por Felipe Pontes.

O texto levanta uma questão importante, sobre a exploração na minas que exploram o solo africano, especialmente na República Democrática do Congo.

O que isso tem a ver com cultura nerd/geek? Bom, se você se preocupa com a origem das peças do seu videogame ou celular, talvez seja bom ler um pouco sobre isso (para saber como pode ser financiada uma sangrenta guerra civil).

As grandes empresas de eletrônicos tem feito ao longo dos anos vista grossa para a origem dos minérios, pois todas dependem basicamente de quatro minérios encontrados em áreas de conflitos: tântalo (que armazena energia nas baterias de smartphones e computadores), estanho (solda circuitos), tungstênio (fundamental para o uso do vibracall de celulares), e o super conhecido e cobiçado ouro (que aperfeiçoa conectividade).

Os minérios vendidos em zonas de conflitos do Congo são de 30% a 50% mais baratos que a média, o que “justifica” sua escolha.

Estima-se que os grupos armados congoleses já mataram mais de 5,5 milhões de pessoas e estupraram mais de 200 mil mulheres.

Tudo sob o respaldo que o poder dos milhões de dólares injetados pelas empresas de eletrônicos oferece.

Em um ano as cifras podem se aproximar da marca de US$ 200 milhões, o que é dinheiro mais do que suficiente para manter exércitos fortemente armados. E assim mandar e desmandar em territórios esquecidos pelos governantes do país com o 2º pior IDH do mundo (atrás do Congo apenas o Zimbábue).

O Enough Project (“Projeto já basta”) busca pressionar as fabricantes e consolidar um selo de fornecedores. Caso parecido foi levantado no filme “Diamantes de Sangue” (2006): o filme estrelado por Leonardo DiCaprio tratava sobre a exploração violenta em Serra Leoa. O Enough Project listou as 21 principais empresas de produtos tecnológicos em um ranking das que combatem ou não essas práticas de exploração.

Entre as empresas listadas estão as três gigantes dos videogames: Microsoft, Sony e Nintendo. E o resultado que mais chamou a atenção foi a empresa sinônima de Mario Bros ficar em último lugar da pesquisa, como a que não procura combater a compra de minérios nas áreas de conflito.

O site disponibiliza um link para enviar mensagens para a Nintendo se manifestar sobre o caso (e você pode enviar também em: Raise HOPE for Congo).

A empresa mais bem colocada é a Hewlett-Packard (HP).

Agora, as questões importantes nisso tudo: você usuário de gadgets se importa com a origem das peças dos seus aparelhos? Deixaria de comprar algum produto baseado nisso? Ou mesmo: pressionaria determinadas empresas a rastrearem a origem dos minérios, exigindo a não proveniência das áreas de conflito?

Abraçando a todos

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

segunda-feira, 25 de abril de 2011

QUANDO A PESSOA AMADA VEM COM OS FILHOS!!


Olá queridas amigas do Lady Chic Blog, meu carinho com excelentes energias para todas nesta segunda feira show.

Muita gente que recomeça a vida a dois encontra problemas de relacionamentos interpessoais quando a pessoa amada tem filhos.

Trazendo um pouco de esclarecimento sobre o assunto, eu trouxe da Dra. Juliana Amaral – Psicóloga, do site Msn o tema: Parceiros com filhos

Acompanhem e vivam melhor hoje.

Venho observando chegar em número cada vez maior dúvidas referentes a relacionamentos com pessoas divorciadas e com filhos. Muitos não sabem como agir, o que esperar, como lidar com as dificuldades inerentes.

Quando um relacionamento se inicia, existe uma enorme expectativa em torno das fantasias criadas por cada um, homens ou mulheres, todos esperam algo. Sonham ou desejam encontrar alguém dentro dos moldes que consideram ideais. São moldes subjetivos e bastante pessoais e poucos estão dispostos a abrir mão quando se deparam com algo bem diferente do planejado.

Acontece que na seara dos relacionamentos, por mais que racionalmente a maioria tente acreditar que tem algum controle, a realidade é que as escolhas são mais dirigidas do que imaginamos e por aspectos bastante inconscientes sob os quais temos pouco controle.

Tanto homens quanto mulheres têm levantado dúvidas e o que muitos perguntam é o quanto vale a pena investir em um namoro com divorciados com filhos do ex casamento.

Podemos dizer que são experiências muito relativas ao momento que vivemos, se considerarmos algumas gerações passadas o número de divórcios era bem menor e muitos dos separados não buscavam novos casamentos, em especial as mulheres.

A situação mudou e bastante, aqueles que se separam em nenhum momento desconsideram a chance de recomeçar, ao contrário, apesar da perda desejam voltar a investir em uma relação.

Mas daí surgem alguns problemas, solteiros que nunca casaram estão tendo medo desses possíveis futuros companheiros que chegam acompanhados de uma enorme bagagem e em meio a ela, filhos. Os divorciados esbarram então com adultos assustados, imaturos e com medo da história de vida do futuro companheiro.

Dois pontos quero levantar. Primeiro a necessidade de se repensar esses "modelos' de relacionamento, ou seja, pessoas que por exemplo dizem "só quero um companheiro bonito, bem sucedido e sem filhos." Também aqueles que dizem "quero mulheres sem filhos e descomplicadas."

Uma coisa é o que se quer a outra é com quem efetivamente nos envolvemos ainda que muitas vezes não se pareça muito com o que imaginávamos. Isso acontece, novamente, porque as regras são inconscientes e bem pouco racionais. Aconteceu de gostar de alguém separado e com filhos, e agora? porque tanta dúvida? O outro ponto seria a necessidade de amadurecer, quase ninguém hoje em dia quer flexibilizar, abrir mão de algumas coisas, a grande maioria deseja tudo tão exato e perfeito como uma criança que qualquer ponto fora da curva leva ao desânimo. Qualquer situação que exija um pouco mais gera desinteresse.

Não vou dizer que namoros com pessoas que já tenham filhos não tenha suas especificidades, claro que tem! Mas, qual namoro não tem? Alguns possuem diferenças de origem, outros de crença, outros de alguns valores, de idade, e em qualquer relacionamento sempre existe uma necessidade de adaptação da dupla à essas questões.

Namoros com filhos se encaixa no mesmo jogo, é preciso adaptar, flexibilizar. Talvez eles exijam um pouco a mais já que entram em cena novos personagens, os filhos e em muitos casos a ex mulher.

É preciso sim uma dose maior de maturidade, saber lidar com situações inesperadas e inusitadas, ter jogo de cintura e uma certa diplomacia, é preciso ser adulto.

Claro que para aceitar conviver com alguém que tem um ex núcleo familiar há que se sentir um grande amor, um grande desejo em estar junto porque em muitos momentos a situação pode ser delicada. Exemplo, ciúmes do ex companheiro, inseguranças dos filhos e assim por diante.

Por outro lado, sabendo lidar com esses "personagens" que fazem parte da vida de seu companheiro e que não deixarão de fazer, você pode vir a descobrir que tudo pode ser mais animado e interessante do que se imaginava.

Você pode vir a construir um lindo laço de afeto com os filhos, receber amor e carinho dessas crianças ou jovens, aprender a compartilhar, a flexibilizar, a ver que uma relação é, pode e deve ser muito mais do que uma dupla fechada.

Antes de duvidar se vale à pena ou não investir em uma relação apenas porque já existem filhos de uma outra relação, reflita um pouco sobre essas questões, não feche portas, não duvide que cenários variados podem ser sim muito ricos apesar de diferentes do que se planejou inicialmente, não duvide da capacidade da relação em sobreviver às situações que venham a acontecer e perceba que fortes laços e novos amores podem estar ali, onde menos se imaginava!

Um carinho para todas

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

domingo, 24 de abril de 2011

DÊ SENTIDO AO SEU DOMINGO - AME-SE!!

Recados Para Orkut

ALGUÉM MELHOR QUE O SEU ANTIGO AMOR??

Oi pessoal bom domingo de Páscoa para vocês.

Eu fui buscar no site Bolsa De Mulher, um artigo formidável de Anna Mocellin, trazendo lucidez para quem investe em relacionamentos falidos.

Acompanhem por favor e reflitam: Ruim com ele, pior sem ele?

O texto afirma que há quem prefira a certeza de um relacionamento falido a novas emoções. E vocês?

É fato: nenhum relacionamento é perfeito 24 horas por dia, 365 dias por ano. Todo mundo tem seus momentos de estresse, de saco cheio e intolerância aos defeitos do outro. Conviver com outra pessoa não é fácil, mas, quando existe amor, tudo isso não tem a menor importância.

O problema começa quando esse amor vira dependência. Claro que é muito confortável viver com uma pessoa que a gente já conhece e que nos conhece até pelo lado avesso, não é? Mesmo que a relação não seja lá um modelo de perfeição.

Por isso, para algumas pessoas, declarar independência após o final do relacionamento pode ser pra lá de complicado. Afinal, será que existirá alguém melhor que seu antigo amor?

O ponto final

Cá entre nós, não há como negar que em todo final de romance sempre resta uma pontinha de esperança. Não dá para apagar de vez da memória todos os bons momentos vividos juntos.

E são eles que ficam na cabeça de quem não consegue engolir uma separação. Pelo menos é o que diz a professora Patrícia Furtado. "Meu namoro foi bastante tumultuado, pois meu ex era bastante ciumento. Acabada a relação, eu sentia falta da nossa rotina, das coisas que a gente costumava fazer junto.

Como a separação foi amigável, propus que ficássemos amigos e continuássemos saindo juntos. Eu ainda o amava e o que eu mais queria era continuar perto dele. Era ótimo, mas, ao mesmo tempo, eu sofria muito, pois sabia que, a qualquer momento, ele poderia conhecer outra pessoa e me deixar de lado.

Fiquei grudada durante uns seis meses, morrendo de ciúmes de todas as mulheres que cruzavam o caminho dele, até que eu vi que não tinha mais chance de reatar e resolvi tocar minha vida", conta ela.

É, mas há também aquelas separações que mais complicam do que aliviam um relacionamento sofrido. Há um ano e meio, a estudante Catarina Souto decidiu que era hora de dar um basta no namoro com Marcelo, com quem ficou durante sete meses.

Por causa do gênio forte dele e dos ciúmes dela, a relação já estava há muito tempo indo para o brejo, embora eles se amassem loucamente. “A gente brigava feito cão e gato, mas não conseguia viver longe um do outro. Só que a relação estava se desgastando, porque toda semana tinha um quebra-pau, pelos mais variados motivos.

Aí, um dia, falei que queria terminar, pois não agüentava mais tanto estresse”, relembra ela. Mas quem disse que eles conseguiram se separar? “Ficamos três meses sem nos falarmos, até que um encontro numa festa fez a gente acabar ficando junto. O resultado é uma amizade colorida, que se estende até hoje, com várias idas e vindas. A gente já percebeu que namoro não dá certo, mas não consegue ficar longe um do outro”, conta ela.

Diferenças

Não há como negar que, com o passar do tempo, os relacionamentos vão tomando formas diversas. Há aqueles que nem começam super-apaixonados, mas que passam a ter mais carinho, ciúme ou paixão.

Outros fazem o caminho inverso: começam no maior fogo e vão esfriando aos poucos. E tem aqueles que ficam estáveis e os parceiros acabam se sentindo mais amigos do que amantes.

Quem consegue manter a chama acesa por anos a fio, passando por cima de todas as diferenças e conflitos, parece ser exceção. “O mais incrível é que, hoje em dia, alguns relacionamentos se tornam uma sociedade financeira.

Os parceiros não podem se separar porque, caso isso aconteça, os dois perdem o status ou o nível econômico desejado. Por essa e por outras razões, muitas vezes duas pessoas preferem ficar juntas a viver separadas”, comenta a psicanalista Beth Valentim, autora do livro “Essa Tal Felicidade” (Editora Elevação).

Cada pessoa enfrenta de uma forma a percepção de que o amor acabou. As inseguras, segundo Beth Valentim, preferem continuar com o outro apenas para dizer que têm alguém ao seu lado.

Preferem até continuar infelizes, pois não têm coragem de assumir a vida com a liberdade que pode alcançar, soltando as amarras de um relacionamento doente.

O mesmo acontece quando um dos parceiros é apaixonado e o outro nem tanto, pois já sentiu o desgaste do tempo. Enquanto isso, quem ainda sente amor faz de tudo para ficar ao lado do parceiro.

É o caso da designer Luciane S., que perdeu o rumo quando seu casamento, que durou quatro anos, chegou ao fim. “Eu era apaixonada por ele, mas ele adorava sair com outras mulheres enquanto estávamos juntos.

Todo mundo chamando a minha atenção para as puladas de cerca dele, mas eu sempre perdoava, pois não queria perdê-lo. O fim do casamento me deixou maluca.

Eu o seguia de carro, tentava encontrá-lo nos lugares que eu sabia que ele freqüentava, queria vê-lo a todo custo. Infernizei a vida dele, porque o queria muito de volta e achava que não conseguia viver sem ele. Ele, claro, me repelindo. Até eu me tocar de que estava fazendo mal a mim mesma, levou um bom tempo”, relembra.

Recomeçar

Dar a volta por cima após o rompimento não é tarefa fácil para quem tem amor demais pelo parceiro. “As pessoas gostam de viver juntas, em comunidade. Têm medo de viver sozinhas. Por instinto, elas não querem se separar.

Ao contrário, querem permanecer juntas, mas não resolvem questões que as fazem sofrer, pois deixaram passar muito tempo e as mágoas estão profundas. A ideia de separação fere esse instinto básico e essas pessoas ficam muito sofridas”, comenta Beth Valentim.

A professora Patrícia Furtado concorda. “No começo dói muito, mas depois que a gente acorda dessa loucura de querer permanecer no caminho do outro é que percebe que todo o tempo investido poderia ter sido aproveitado de outra forma, até mesmo abrindo caminho para outra pessoa”, observa.

Desenvolver a autoestima é fundamental para se livrar da dependência de um relacionamento falido. Por isso, nada de ficar parada em casa! Sair com os amigos, conhecer gente nova, fazer cursos, entrar numa academia ou até mesmo viajar podem ser uma ótima forma de mudar o foco do pensamento e das atitudes.

Se ainda assim estiver difícil, vale a pena procurar ajuda de um psicoterapeuta, para trabalhar sentimentos como insegurança e esclarecer algumas questões íntimas.

Até mesmo livros sobre relacionamento podem trazer diversas questões para refletir. Beth Valentim lembra que a espiritualidade também pode ser uma grande aliada.

“A fé é um caminho que pode levar a pessoa a se encontrar, a refletir melhor. É importante estar perto de Deus nesses momentos. Você pode se surpreender”, diz a psicanalista.

Beijinho para todas com votos de um dia lindo

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

FAÇA DE HOJE UM DIA ESPECIAL

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sábado, 23 de abril de 2011

UM SÁBADO COM MUITO AMOR

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CORPO E MENTE EM MOVIMENTO !!


"A vida é uma incrível grande roda de amolar. Se ela te desgasta ou te lustra, depende do que você é feito." (Anônimo)

Oi gente feliz sábado de aleluia para vocês

Nesse tempo onde se cultua a beleza e a juventude como tópico essencial de saúde, é imprescindível evitar as doenças degenerativas.

Assim, para iniciarmos uma semana com qualidade de vida, eu trouxe aqui uma matéria excelente sobre doenças neurológicas, num artigo maravilhoso da Equipe BBel, do site B Bel Um Estilo de Vida, bastante apreciado por todas nós.

O texto trás dicas para manter o cérebro em forma e evitar doenças neurodegenerativas!

Acompanhem por favor.

Há dias em que parece ser mais fácil se concentrar, comunicar-se, estudar, ter ideias e solucionar problemas. Em outros, pode parecer quase impossível realizar tais tarefas. Por que isso acontece?

A ciência ainda não desvendou todos os mistérios do funcionamento do cérebro, mas sabe-se que as reações químicas que ali ocorrem são as grandes responsáveis por essas alterações.

É possível melhorar o desempenho da mente e prevenir doenças neurodegenerativas com simples atitudes.

Dicas para manter seu cérebro em forma

Alimente-se bem para pensar melhor

Colesterol alto, pressão alta, obesidade e diabetes são fatores de risco para doenças cardiovasculares, mas também aumentam o risco de desenvolvimento de doenças neurodegenerativas. Sendo assim, as dicas de saúde para manter o coração em forma como, por exemplo, exercitar-se e seguir uma dieta saudável são válidas também para a saúde cerebral.

Alimentos para manter seu cérebro em forma.

Uma dieta rica em alimentos que contêm ácidos graxos ômega-3, especialmente os encontrados em peixes, tem sido associada à redução do risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

A nutricionista e consultora em Personal Diet Anna Castilho orienta: "os ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 são encontrados em maiores quantidades em peixes como atum, sardinha, salmão, anchova, cavalinha, arenque e truta.

Também estão presentes na semente de linhaça e em óleos de canola. O ômega-3 atua nas membranas dos neurônios, onde ocorrem os impulsos nervosos. O ideal é ingerir esses alimentos de duas a três vezes por semana."

As gorduras poli-insaturadas também fazem bem ao cérebro e podem ser encontradas em castanhas, sementes e seus óleos, bem como as gorduras monoinsaturadas encontradas no abacate, óleo de canola e azeite.

Em contrapartida, a ingestão de gorduras saturadas, presentes na carne vermelha, na manteiga e leite integral, dobram o risco de doenças neurológicas.

A Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição recomenda a ingestão de ferro e vitaminas E e B12, necessárias ao bom funcionamento do organismo, em quantidades que variam de acordo com a faixa etária de cada indivíduo. Atenção: ingerir mais do que o necessário através de suplementos vitamínicos, não melhora o desempenho do cérebro como alguns acreditam.

Uma alimentação balanceada com carboidratos, proteínas, fibras, vitaminas e minerais variados é suficiente para suprir as necessidades diárias do organismo.

Corpo são, mente sã

Exercícios para manter seu cérebro em forma

Praticar exercícios físicos não melhora apenas a saúde do corpo, também faz bem à cabeça!

As atividades aeróbicas ajudam a melhorar a oxigenação do cérebro e fazem com que sejam liberadas substâncias, como a endorfina que trazem sensações de relaxamento, benéficas à memória.

Fazendo apenas 20 minutos diários de caminhada em ritmo acelerado, já é possível notar resultados positivos.

Leia muito e sobre tudo

Ler ajuda manter seu cérebro em forma

A leitura é uma atividade que requer o uso de diferentes áreas do cérebro: a memória, a razão e a imaginação.

Ler funciona como um exercício para o cérebro, estimulando-o a se "mexer" e aprender.

Quanto mais novas e diferentes forem às informações, mais desafiador será para o cérebro processá-las, assim, mais ele terá que se "exercitar".

Portanto, leia também livros sobre assuntos que você não domina.

* Saia da rotina

Todos os dias o cérebro recebe uma enorme quantidade de informações e decide quais serão arquivadas na memória e quais serão descartadas. As informações arquivadas formam uma rede de associações que é usada no processo de cognição.

Isso quer dizer que, cada vez que o cérebro é estimulado a aprender coisas novas, sua rede de associações aumenta o que melhora a capacidade de compreensão da realidade.

Hábitos adquiridos e que já não demandam esforço criativo, estabelecem-se no lado esquerdo do cérebro. Quando precisamos aprender novas informações, porém, é o lado direito do cérebro, que está ligado à criatividade e intuição, que entra em cena mediando a atenção dispensada à aprendizagem.

Experimente sair da rotina: tente encontrar novos caminhos para ir ao trabalho ou aprenda um novo idioma, toque um instrumento musical, pinte ou pratique novos esportes.

* Cuide do seu cérebro e da sua memória

Treine sua memória para manter seu cérebro em forma

Existem diferentes tipos de memória. Por exemplo: quando aprendemos a dançar utilizamos a memória motora, a memória espacial ajuda a nos lembrar do caminho para o trabalho, já a memória de condicionamento nos previne de colocar a mão no fogo.

Porém, guardar todas as informações às quais tem acesso, sobrecarregaria o cérebro, por isso, esquecer-se também é necessário para a própria manutenção da memória, ou seja, é absolutamente normal que não nos lembremos de algumas coisas.

Para ampliar sua memória, cujo pico de desempenho ocorre em torno dos 27 anos e começa a decair a partir dos 30 anos, é preciso mantê-la sempre em atividade.

As atividades sociais como dançar, conversar e viajar estimulam a memória já que proporcionam situações novas, de aprendizagem. Também é possível praticar a memorização consciente de fatos, compromissos, nomes.

Bons exercícios são: jogos matemáticos, palavras cruzadas e os quebra-cabeças.

* Cuide dos dentes

Você sabia que o tártaro não danifica apenas os dentes? A placa bacteriana, ao atingir a corrente sanguínea, compromete a nutrição das células cerebrais. Portanto, é preciso prestar muita atenção à limpeza dos dentes, escovando-os após as refeições sem jamais descuidar-se do uso do fio dental.

* Durma bem

Dicas para manter seu cérebro em forma

Uma das explicações para o fato de que dormir ajuda a preservar as memórias seria que durante o sono, o cérebro percorre todas as experiências vivenciadas no dia e reforça as conexões entre os neurônios.

Enquanto dormimos, nosso cérebro calcula o que deve lembrar e o que esquecer.

As cenas que envolvem emoções normalmente prevalecem sobre aquelas neutras, rotineiras. Cada pessoa tem uma necessidade de tempo de sono diferente, o importante é sentir-se descansado ao acordar.

* Livre-se do estresse

Pequenas doses de nervosismo e ansiedade, como preocupar-se com o prazo para a entrega de determinado trabalho, podem ser benéficas, pois geram apreensão que melhora a concentração.

Porém, ao se tornar constante, o nervosismo pode culminar em ansiedade, perda de sono, alterações de apetite e irritabilidade, enfim, um estresse generalizado do corpo que causa dores de cabeça e fadiga mental.

Para combater o estresse, a prática de atividades físicas e meditação têm demonstrado excelentes resultados.

* Lembre-se: envelhecer é natural

Envelhecer é natural

Existe uma diferença entre as alterações cerebrais que naturalmente ocorrem com o envelhecimento e aquelas que levam às enfermidades neurodegenerativas.

O tipo de agilidade que as pessoas perdem com o processo de envelhecimento não está relacionado à inteligência. O que acontece é que o cérebro passa a precisar de mais tempo para processar as informações.

A capacidade de concentração também tende a diminuir, assim como a coordenação motora parece enfraquecer.

Mas existe uma grande diferença entre ter problemas para lembrar-se onde estão as chaves do carro e não se lembrar para que servem as chaves.

Essa é a linha que normalmente separa os sintomas de doenças neurodegenerativas, do processo natural de envelhecimento do cérebro.

Manter o corpo e a mente em movimento, não importa a idade, é uma forma eficaz de prevenir-se contra doenças

Abraçando a todas com muito carinho

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos