domingo, 12 de outubro de 2014

EVITE A TODO O CUSTO!!


Olá minha gente, feliz domingo para vocês.
Nosso encontro hoje apresenta uma matéria do site Minha Vida por Carolina Serpejante, já conhecida e querida por todas nós, onde se alerta sobre a obesidade, que entre outras coisas ruins, favorece enxaqueca e até câncer.
A ideia aqui não é estragar o dia das amigas e sim alertar a todas para que tomem muito cuidado com suas lindas vidas.
Vejamos na íntegra.
No Dia Mundial de Combate à Obesidade (11 de outubro) os dados inéditos do Ministério da Saúde são alarmantes. Pela primeira vez, o percentual de pessoas com excesso de peso supera mais da metade da população brasileira. A pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostra que 51% da população (acima de 18 anos) está acima do peso ideal. O estudo também revela que a obesidade cresceu no país, atingindo o percentual de 17% da população. Se compararmos com o ano de 2006, no qual o índice era de 11%, perceberemos que o aumento foi significativo.
Apesar da obesidade e do sobrepeso serem epidemias desse porte no Brasil, a população ainda não considera o excesso de peso uma doença. Um trabalho desenvolvido pela farmacêutica Allergan em parceria com a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), a Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD) e a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SBED) entrevistou mil indivíduos em diferentes estados e descobriu que 55% da amostragem não acreditava que a obesidade fosse uma doença. Além disso, 93,5% dos entrevistados não sabia seu próprio
Índice de Massa Corpórea (IMC (Descubra seu peso ideal) ), sendo que 64% se enquadravam na faixa da obesidade. Mais do que uma doença grave, a obesidade é um problema que pode favorecer diversas outras condições em nosso organismo. "O quadro pode prejudicar a saúde de uma forma global e em vários sistemas no corpo", afirma o endocrinologista Isaac Benchimol, do Conselho Empresarial de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Ainda não está convencido? Veja como essa doença pode afetar todo o funcionamento do seu corpo:
Coração em alerta!
Quanto mais elevado é o nosso peso, mais esforço o coração precisa fazer para bombear sangue e deixar tudo funcionando plenamente. Isso sobrecarrega o órgão, que terá que bater mais rápido do que o ideal. "O tecido adiposo é um grande produtor de substâncias inflamatórias - e os adipócitos (células de estoque da gordura) aumentam em número e volume com a obesidade", afirma o endocrinologista Isaac Benchimol, do Conselho Empresarial de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Ele explica que o organismo se cansa de corrigir o erro alimentar e o sedentarismo, e vai progressivamente lançando de volta na circulação o colesterol e os triglicerídeos que não conseguiu armazenar no fígado e tecido adiposo. Essa gordura em excesso no sangue pode formar placas e entupir as artérias, causando um infarto  ou AVC. Esse estado inflamatório também pode favorecer a oxidação do colesterol bom (HDL), que se transformará em colesterol  ruim (LDL). Todo esse cenário favorece doenças como hipertensão, angina, insuficiência cardíaca, entre outros.
Metabolismo alterado
Quando ganhamos peso, há o aumento do tecido adiposo em dois compartimentos importantes: o visceral (abdominal) e o subcutâneo. "Quando o adipócito está cheio de gordura, existe a produção de substâncias inflamatórias que geram uma cadeia de desequilíbrio no nosso corpo", afirma a endocrinologista Andressa Heimbecher, de São Paulo. Isso causa o aumento dos níveis de colesterol ruim e triglicerídeos, aumento de gordura no fígado, diabetes tipo 2, elevação da pressão arterial, do risco de aterosclerose  e consequentemente de doenças cardíacas e cerebrovasculares. "O acúmulo de gordura abdominal é o mais danoso, porque estimula mais a produção dessas substâncias inflamatórias."
Quando o adipócito está com sua capacidade de estoque cheia, ocorre também um depósito de gordura no fígado, conhecido como a esteatose hepática. "Neste contexto, há aumento dos níveis de ácidos graxos livres circulantes, que geram um efeito no pâncreas chamado de lipotoxicidade - a gordura circulante é tóxica ao funcionamento das células beta do pâncreas", diz Andressa. Ocorre também um excesso de ácidos graxos circulantes nas células musculares, impedindo a entrada de glicose estimulada pela insulina, gerando a resistência insulínica. "Nesse cenário, vai ficando cada vez mais difícil para as células absorverem glicose, acarretando no aumento de ácidos graxos livres e substâncias inflamatórias, gerando um ciclo vicioso." Esse mau funcionamento das células beta do pâncreas, que causa a resistência insulínica, pode agravar e se transformas em diabetes tipo 2.
Quanto mais a pessoa ganha peso, maior é o depósito de gordura acontecendo no tecido adiposo e no fígado. O fígado é o nosso órgão de processamento do colesterol, e se ele não funciona de maneira adequada nossos níveis de colesterol e triglicérides aumentam. "Além disso, quando existe a resistência insulínica, as células dos músculos e tecido adiposo passam a não absorver glicose e a usar gordura quando precisam de energia", afirma a endocrinologista Andressa. Apesar de isso parecer bom, a quebra de gordura em vez de glicose na obesidade aumenta mais ainda a liberação de ácidos graxos no sangue e consequentemente de colesterol ruim e triglicérides.
Digestão prejudicada
 "A doença do refluxo gastroesofágico tem, em muitos casos, uma ligação direta com a obesidade", alerta a gastroenterologista Fernanda de Oliveira, do Hospital Santa Luzia, em Brasília. Ela explica que o aumento da gordura abdominal causa a elevação da pressão dentro do estômago, o que leva ao retorno do conteúdo gástrico para o esôfago - causando assim o refluxo. "Os pacientes com obesidade também têm uma incidência maior de Hérnia de Hiato (deslocamento do estômago para o tórax), que também é uma alteração anatômica que pode levar à Doença do Refluxo", afirma.
A obesidade também aumenta o risco de pedras na vesícula devido ao desequilíbrio de alguns elementos no sangue que influenciam na formação da bile. "A bile é produzida pelo fígado e armazenada na vesícula, e consiste em uma mistura de várias substâncias, dentre elas o colesterol, que é responsável pela maioria dos casos de formação de cálculos na vesícula", conta a especialista. Desta forma, quando o colesterol ruim (LDL) está alto e o colesterol bom (HDL) está baixo temos um maior risco de aparecimento de pedras na vesícula, justamente pela alteração deste elemento na bile.
A obesidade também é um fator de risco para pancreatite. Os casos de pancreatite relacionados à obesidade ocorrem principalmente pela formação de cálculos na vesícula que migram para o pâncreas - mas também podem acontecer pela elevação dos triglicerídeos. A maioria dos pacientes com obesidade também tem um acúmulo de gordura no fígado. "O grande risco da gordura no fígado é o aparecimento da esteatose hepatite, que é destruição das células do fígado pela presença de gordura", explica a gastroenterologista. A persistência deste quadro por muitos anos pode levar a cirrose hepática e por isso deve ser acompanhada. "O emagrecimento é fundamental nesses casos."
Fertilidade em perigo
Quanto maior é o tecido adiposo, maior é a concentração de estrona, um tipo de estrógeno, no sangue. "Isso irá estimular o endométrio (parte de dentro do útero, que descama nas menstruações) e aumentar o fluxo menstrual", demonstra a ginecologista Renata Di Sessa, do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Ao mesmo tempo, com o aumento do estrógeno, o estímulo para os ovários irá diminuir, não havendo ovulação, o que impede a menstruação. Assim, a mulher demora a menstruar e, quando acontece, é em grande quantidade. "A dificuldade de obter a ovulação também pode favorecer um quadro de infertilidade", alerta a especialista. Já o aumento dos triglicerídeos e a instalação do quadro inflamatório no organismo pode favorecer a infecção urinária de repetição e a candidíase de repetição, ou seja, que sempre voltam a aparecer. "Essas últimas também estão fortemente associadas ao diabetes e pré-diabetes, que tem como fator de risco a obesidade."
No homem, a obesidade com IMC acima de 40 pode interferir na produção de uma enzima chamada aromatase, responsável por transformar a testosterona em estradiol, um hormônio feminino que, quando em grande quantidade no homem, pode interferir na produção de espermatozoide e diminuir sua contagem. Com o aumento acentuado de peso, a aromatase passa a ser produzida em maior quantidade, transformando mais testosterona em estradiol e interferindo na fertilidade. 
Mais visitas ao banheiro
A obesidade é, atualmente, um reconhecido fator de risco para a incontinência urinária. "O excesso de peso provoca um aumento da pressão sobre a bexiga e assoalho pélvico, favorecendo as perdas urinárias", explica a fisioterapeuta especializada em uroginecologia Luciana Lopes, da Clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte. A obesidade também pode ocasionar o enfraquecimento da musculatura da pelve e dos ligamentos que sustentam a uretra, levando à perda involuntária da urina quando são feitos esforços físicos, como tossir.
Efeitos visíveis na pele
Nossa pele também não fica livre dos efeitos da obesidade. "O ganho de peso altera a função da barreira cutânea, o funcionamentos das glândulas sebáceas e sudoríparas, a estrutura e função do colágeno, a cicatrização de feridas, vasos sanguíneos e gordura subcutânea", explica a dermatologista Carolina Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Segundo a especialista, a função de barreira nada mais é do que regular a perda de água por meio da pele. "Em pacientes com obesidade a pele apresenta-se extremamente ressecada, sem água, e a cicatrização de feridas fica comprometida", diz. 
Em contrapartida, na obesidade também ocorre uma superprodução de sebos e suor, resultado de uma alteração nos níveis de insulina e hormônio do crescimento. "Essas duas substância passam a ser produzidas em maior quantidade no obeso, o que leva a um aumento secundário da secreção sebácea, já que receptores celulares relacionados à produção de sebo são estimulados por esses hormônios, com consequente piora do quadro de acne", alerta a dermatologista. Os quilos extras causam, ainda, a diminuição de uma substância chamada globulina, essa responsável por transportar esteroides sexuais (hormônios sexuais) - seu nome específico é SHGB. "Essa globulina é recrutada perifericamente pela gordura acumulada no corpo, levando a um aumento da testosterona livre, que estimula o aumento da oleosidade da pele, agravando a acne e o hirsutismo (aumento dos pelos no corpo) ", completa a especialista. Esse aumento da testosterona circulante no corpo e conjunto com a resistência à insulina também pode causar a acantose nigricante, que é o problema de pele mais comum na obesidade. "O excesso do hormônio leva ao escurecimento das axilas, virilhas e de outras áreas onde existam dobras."
Além do aumento da produção de sebo, que favorece a acne, a pessoa com obesidade tem um aumento da secreção de suor pelas glândulas sudoríparas. "Como consequência dessa produção de suor exacerbada temos a hiperidrose", afirma a dermatologista Carolina. A obesidade também está associada com mudanças na estrutura do colágeno, que é responsável pela sustentação e firmeza da pele, além de participar do processo de cicatrização. "No entanto, flacidez e rugas  não são tão evidentes nos obesos, pois existe aumento da gordura subcutânea, que 'preenche' os sulcos e linhas de expressão."
Outro problema comum da obesidade são as estrias, causadas pelo estiramento excessivo da pele provocado pelo aumento de peso. "Esse tipo de estria se localiza principalmente nas mamas, coxas, nádegas e abdome", lembra a dermatologista. Foda essas manifestações mais comuns, a obesidade também pode causar o aparecimento de lesões de pele na região do pescoço e axilas semelhantes a verrugas, chamadas fibromas moles ou acrocórdons, e também a queratose pilar, que são pequenas "bolinhas ásperas" que se localizam na superfície externa dos braços. "Algumas doenças de pele não são causadas pela obesidade, mas podem ser agravadas por ela, como psoríase, insuficiência venosa crônica, celulite, infecções fúngicas e bacterianas, hiperceratose relativa da planta do pé (espessamento plantar), hidradenite supurativa, tofo gotoso e intertrigointertrigo."
Sistema linfático e vascular
A obesidade impede ou retarda o fluxo linfático, o que conduz à retenção de líquido no subcutâneo, alteração chamada de linfedema. Outro ponto causado pela obesidade é a dilatação dos vasos sanguíneos, principalmente nas pernas, fazendo com que a circulação sanguínea na pele fique aumentada. Há também um maior risco de obstrução vascular ocasionando pela deposição de gordura na parede das artérias. "Essas alterações levam ao aparecimento de varizes, e, eventualmente, tromboses", afirma a dermatologista Carolina.
Não se esqueça do oftalmologista
A obesidade pode influenciar - e muito! - na saúde dos nossos olhos. Pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA) acompanharam mais de 130 mil pessoas e descobriram que um IMC igual ou superior a 30 estava relacionado com o desenvolvimento de catarata. Segundo o estudo, a obesidade aumentava em 36% o risco do problema ocular. O risco de desenvolver uma catarata subcapsular posterior - tipo mais grave - aumentou em 68% com o excesso de peso. Isso acontece porque a obesidade é um fator de risco para o surgimento de diabetes, colesterol alto e hipertensão, que são as principais causas de problemas da visão como catarata, glaucoma e retinopatia diabética. Outras doenças oculares decorrentes dessas alterações são degeneração macular, oclusão da veia central da retina ou de seus ramos e retinopatia por hipertensão arterial.
Cérebro afetado
As pessoas com obesidade geralmente sofrem problemas cerebrais devido às complicações clínicas da obesidade, como diabetes, hipertensão arterial, dislipidemia e apneia do sono - todas doenças que favorecem o aparecimento de acidentes vasculares cerebrais, por exemplo. "Mas, por outro lado, observa-se que indivíduos com obesidade e nenhuma comorbidade mostram uma queda do desempenho cognitiva em testes psicológicos, principalmente em idosos", explica o neurologista Antonio Cezar Galvão, do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. O especialista afirma que o cérebro da pessoa acima do peso e com mais idade tende a ser mais atrofiado que o normal, mas ainda não se sabe exatamente o porquê. "Especula-se que a obesidade poderia lesionar uma série de tecidos neurológicos. " Nesse cenário, explica o neurologista, a obesidade também pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer e as demências vasculares.
Além dessas relações, a obesidade é comprovadamente um fator de risco para a cronificação da enxaqueca, podendo tornar a dor de cabeça diária. "Sugere-se que o tecido gorduroso libere substâncias que favoreçam a inflamação dos vasos sanguíneos, além de interferir na produção de neurotransmissores responsáveis pela dor", afirma o neurologista. Outros problemas neurológicos que aparecem em pessoas com obesidade, segundo o especialista, geralmente estão relacionados a outras comorbidades, como síndrome metabólica, diabetes, hipertensão arterial e apneia do sono. 
Seu sistema respiratório também sofre
 O sobrepeso, ao dificultar a respiração, favorece casos de apneia do sono. A apneia do sono é o estágio mais avançado do ronco e acontece quando a passagem do ar pela garganta está totalmente obstruída e há interrupção da respiração. "Há uma espécie de campainha na garganta, chamada úvula, e a vibração dela provoca o ronco - e isso não necessariamente acontece em pessoas com obesidade", explica o odontologista especializado em distúrbios do sono Fausto Ito, da Associação Brasileira do Sono. Entretanto, a apneia está fortemente ligada com o aumento de peso. "O tecido gorduroso acumulado ao redor do pescoço, no tórax e no abdômen dificultam a respiração, causando apneia", explica o especialista. Ele afirma que apneia e obesidade andam juntas, uma vez que a qualidade ruim do sono desorganiza o metabolismo e prejudica a síntese de vários hormônios, agravando a obesidade.
Outro problema respiratório causado pela obesidade é a hipoventilação alveolar, que acontece quando nosso organismo não respira o suficiente, ou seja, não ventila o suficiente para que seja realizada a troca de gases nos pulmões. A relação entre hipoventilação alveolar e obesidade se dá uma vez que o excesso de peso sobrecarrega o aparelho respiratório.
Músculos e ossos mais fracos
Segundo o médico do esporte Pablius Braga, do Centro de Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho, a obesidade causa mudança de postura e alteração de nosso centro de gravidade - que fica projetado para frente devido ao aumento da circunferência abdominal. "Desta forma, a coluna lombar é projetada a frente aumentando a curva das costas e a bacia tende a se projetar também frente, fazendo a coxa girar para dentro e os joelhos formarem um 'X'", explica o especialista. De acordo com Pablius, todas essas mudanças acontecem para compensar o aumento anormal de massa corporal. "O corpo precisa deste ajuste senão as quedas e tombos seriam frequentes devido ao desequilíbrio."
A queixa mais comum dos pacientes com obesidade é a dor nas costas, ou lombalgia. "Ela acontece pela mudança da posição da coluna que ao projetada para frente leva a um aumento da tensão nos músculos que acompanham a coluna e das articulações que a sustentam", conta o médico do esporte. Com o passar de meses e anos, sustentar esta posição por conta da obesidade irá resultar em dor. "Uma das recomendações para diminuir a lombalgia é a perda de peso e o fortalecimento muscular." Outro problema comum em pessoas com a doença é um quadro de gota, que segundo o especialista não é uma relação direta. "Pessoas com excesso de peso e uma predisposição a sofrer com o acúmulo de ácido úrico no sangue, causador da gota, sofrem mais com o controle do problema devido à limitação para ação de medicamentos e a dificuldade de movimentação física", declara o especialista.
A obesidade também é uma emissária da osteoartrite, também conhecida como artrose, e se dá por um desgaste crônico das articulações, causando dores generalizadas. "Existem evidências científicas que mostram a relação entre o aumento de IMC (entre 30 e 35) com o aparecimento da osteoartrite", afirma o médico do esporte Pablius. Ele explica que as articulações possuem algumas forças que possibilitam ao órgão absorver impacto tanto em repouso como em movimento e, ao absorver estas cargas, transformá-las em energia e movimento. Exemplo: ao caminhar existe a carga suportada pelos joelhos ao "chocar" ou colocar o pé no solo. Essa carga é transformada em energia, que impulsiona o pé para frente e executa o passo. "A sobrecarga de peso ou obesidade pode transformar esses movimentos em traumas minúsculos, mas repetitivos, levando as alterações das cartilagens e, consequentemente, um desgaste das estruturas da articulação, formando áreas de inflamação", descreve o especialista. 
Câncer em evidência
"As pessoas com obesidade parecem ter mais predisposição a vários tipos de tumores", declara o oncologista Anderson Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). Ele explica que a obesidade leva a uma desregulação do sistema endócrino do paciente, culminando na secreção de várias substâncias como fatores estimulantes e inflamatórios. "Isso leva a alterações celulares que podem evoluir para neoplasias", diz. Os cânceres comprovadamente relacionados com a obesidade são os de esôfago, cólon e reto, pâncreas, vesícula, próstata, mama, útero, colo do útero e rim.
"A obesidade aumenta a incidência do câncer de cólon e reto e reto por conta da inflamação crônica que ocorre na obesidade, levando a um hiperestímulo celular e o surgimento da neoplasia", afirma o oncologista. Já no câncer de esôfago, a obesidade está relacionada principalmente com o do tipo adenocarcinoma, que tem como outros fatores de risco o refluxo gastroesofágico e o tabagismo. "Para o câncer de vesícula suspeita-se que a relação aconteça devido às alterações hormonais da obesidade", declara Anderson. Segundo o médico, a obesidade não só aumenta o risco de câncer de vesícula como eleva as chances de morte pelo problema.
O câncer de mama e o câncer de colo do úterocâncer de colo do útero apresentam uma relação importante com a obesidade. "As mulheres com a doença têm 1,5 vezes mais chance de desenvolver câncer de mama", explica o oncologista Anderson. Isso acontece porque o hormônio estrógeno, fortemente ligado ao aparecimento do câncer, é produzido em nosso tecido adiposo. Com o excesso de gordura corporal, esse hormônio pode começar a ser produzido em maior quantidade, aumentando o risco de mutação. "O câncer de colo de útero, por sua vez, está mais relacionado ao ganho de peso acelerado e aumento da circunferência abdominal, principalmente em mulheres na menopausa." No caso do câncer renal, afirma o oncologista Anderson, a obesidade aumenta o risco em 70%, comparável até ao hábito de fumar, que eleva a chance em 50%. "Esse câncer também parece estar relacionado à produção de hormônios em níveis aumentados.
Bem amigas, já que todas foram conscientizadas, eu agradeço a atenção dispensada, desejando a todas vocês uma semana memorável.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

INSPIRADO NA LUTA

COMPULSÃO X VONTADE DE COMPRAR!!

 
Oi pessoal, bom dia para vocês.
Hoje eu trouxe do site Minha Vida, por Pérsio Gomes de Deus – Prsiquiatria um assunto muito esclarecedor sobre a compulsão por compras que segundo o autor é geralmente acompanhada de ansiedade e depressão.
É preciso compreender no entanto, que existe uma diferença entre a compulsão e a simples vontade de comprar.
Vejamos na íntegra.
Pérsio Gomes de Deus
Prsiquiatria
O autor afirma que falar sobre compulsão por compras é realmente muito empolgante. Mas para começar, é importante deixar alguns conceitos claros: sabemos através de estudos da psicologia que nos autoafirmamos satisfazendo duas necessidades opostas: a necessidade de sermos aprovados, amados e aceitos e a necessidade oposta de conquistarmos, dominarmos e conhecermos.
No processo de amadurecimento normal da personalidade deve haver a satisfação equilibrada destas duas necessidades. Mas nem sempre isto ocorre. Há pessoas que não foram aprovadas ou amadas o suficiente em determinadas fazes importantes da vida, e então se deslocam para o outro polo da autoafirmação suas necessidades: a conquista. E a compra não raro é uma forma desta compensação. Eu compro, eu posso, eu domino!
Não podemos esquecer ainda que vivemos em uma sociedade que está na era da "economia de mercado", em que o ser humano vale pelo que produz ou por seu poder de compra. Uma sociedade totalmente voltada ao consumo, com o consumismo comunicado por todos os veículos de mídia e basicamente já incorporado como um "valor" social.
Essa introdução se faz necessária para diferenciarmos o prazer em comprar e a compulsão nas compras.
O que é a compulsão por compras?
Existe um prazer genuíno em comprar algo que satisfaça nossas necessidades ou mesmo que esteja relacionado a um desejo ou um sonho, desde que dentro de um juízo de realidade. Deve, portanto, produzir prazer e satisfação. Já na compulsão por compras, não existe a satisfação de uma necessidade e nem de um desejo. Na compulsão por compras existe um impulso doentio para consumir sem qualquer objetivo específico ou necessidade, não é acompanhada de prazer, ao contrário, seguida posteriormente de sentimento de culpa. É compra por impulso.
A compulsão por compras é tratada juntamente com os demais distúrbios de impulso e é considerada um distúrbio quando produz um sofrimento ao paciente, tanto desconforto psíquico quanto ao acarretar prejuízos financeiros e pessoais e interferir nos relacionamentos afetivos e familiares. Tenho pacientes que gastaram mais de oitenta mil reais em basicamente "nada", comprando compulsivamente.
Que outros sintomas aparecem com esse problema?
Uma compulsão pode vir acompanhada de pensamentos obsessivos ou não. Uma característica muito importante é que as compulsões podem mudar de "objeto". Explicando melhor: uma compulsão por compras pode se associar ou se transformar em compulsão por comida ou compulsão por jogo e assim por diante.
A compulsão por compras vem sempre acompanhada de ansiedade, quase sempre acompanhada de depressão - são o que chamamos de comorbidades. Podem existir excessos nos períodos de euforia ou de mania nas pessoas com transtorno bipolar, mas não podemos caracterizar como compulsão. Encontramos a compulsão em portadores de Transtornos Obsessivo-Compulsivos.
Qual o tratamento para quem tem esse problema?
Existem diversas abordagens terapêuticas eficazes, desde o uso de modernos fármacos específicos da classe dos novos antidepressivos, alguns ansiolíticos também podem ajudar. Acompanhamento psicoterapêutico com formas de terapia cognitiva-comportamental tem se mostrado bastante eficaz quando combinada com tratamento psiquiátrico. Muito importante salientar o apoio familiar para a superação do problema, ao invés de uma postura crítica e discriminativa.
Desde já fica aqui meu agradecimento ao site Minha Vida e em especial ao Dr. Pérsio Gomes de Deus pelos excelentes esclarecimentos.
Um beijo no coração das amigas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

VOCÊ SABE O QUE É A MASTOPEXIA COM PRÓTESE?


Oi pessoal, boa segunda feira para vocês.
Nosso encontro hoje apresenta o Dr. Marcelo Wulkan, especialista do site Minha Vida, explicando sobre a Mastopexia com prótese e quando o silicone é necessário nessa cirurgia.
Nessa oportunidade o autor tira nossas suas dúvidas sobre o uso do silicone na plástica para correção de seios flácidos.
Vejamos na íntegra.
A cirurgia plástica vem avançando rapidamente em suas técnicas. No último congresso internacional de cirurgia plástica da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery), realizado em Setembro de 2014, muitas das novidades já podem ser feitas pelos cirurgiões plásticos.
Dr. Marcelo Wulkan
Entre tantos assuntos, a plástica de mama sempre é muito abordada pelos médicos, pois é uma das cirurgias mais feitas em todo o mundo. Um tipo de cirurgia muito buscado é a correção das mamas caídas, que também é conhecia como mastopexia. Nesse artigo, vou explicar um pouco sobre as opções para se melhorar o aspecto dos seios flácidos e quando essa cirurgia precisa ou não ser aliada ao uso de próteses de silicone.
A plástica para recuperação de mama caída precisa de prótese de silicone?
A cirurgia de remodelamento da mama, também conhecida como mastopexia, pode ou não ser associada com o uso de implante de silicone. Tudo depende da textura e densidade do tecido mamário. Se a mama for muito flácida quando se palpa e tem excesso de pele, pode ser necessário o uso de um implante pequeno para dar mais firmeza à mama. O motivo é que o cirurgião precisa remodelar a mama usando pontos para se aproximar os tecidos; se esse tecido aproximado não tiver uma densidade adequada, então o resultado poderá ser perdido e durar pouco. Por isso, os cirurgiões plásticos podem usar um pequeno implante que é colocado atrás do tecido mamário visando melhorar o suporte e projeção da mama. Essa conduta deve ser explicada pelo cirurgião plástico ao paciente, mostrando todos os benefícios e riscos da técnica.
Podemos remodelar a mama com a gordura do próprio seio?
O volume do seio é determinado por, basicamente, tecido mamário e gordura. Quando o cirurgião plástico utiliza suas técnicas para remodelar a mama, ele precisa aproximar os tecidos que vão dar boa sustentação, formato e projeção mamária (além de ressecar o excesso de pele pendente). Geralmente, a gordura do próprio seio não tem essas características para nos trazer um bom resultado estético. A maior parte das técnicas envolve um remodelamento do tecido mamário que está em continuidade com a gordura (mas não apenas na gordura). No entanto, cada paciente tem uma anatomia particular e deve ser estudada pelo cirurgião que vai propor ao paciente a melhor conduta.
O grau de flacidez influencia no uso ou não de silicone na mastopexia?
A escolha de se utilizar prótese no remodelamento da mama leva mais em conta o excesso de pele pendente e a densidade da mama do que apenas a ptose (queda da mama). Em casos com grande perda de peso ou após a amamentação, o médico pode sugerir o uso de um pequeno implante para tentar trazer de volta o volume mamário perdido.
O que pode ser feito para evitar a prótese, caso a paciente não queira usá-la?
A paciente é quem decide se vai ou não usar a prótese. O cirurgião pode apenas sugerir o uso do implante de mama, pois a maioria das técnicas atuais de remodelamento mamário para mamas com grande flacidez e perda de volume envolvem o seu uso.
Como alternativa, muitos médicos tem usado a lipoenxertia (uso de gordura de outras partes do corpo na mama) para aumentar o volume das mamas. Os congressos e literatura médica estão cada vez mais falando sobre essa possibilidade. No entanto, ainda não temos consenso absoluto sobre o assunto, mesmo já havendo relatos de bons resultados com essa técnica.
Outra possibilidade é usar retalhos que são pedaços de pele e tecido trazidos de outras partes do corpo; essa conduta é pouco feita, pois traz mais cicatrizes nas áreas de onde se obteve o retalho.
Como é a cicatriz da cirurgia que envolve o levantamento da mama e o implante de silicone?
A cicatriz da cirurgia do levantamento da mama (lifting de mama), com ou sem implante de silicone, pode ser: apenas vertical (da aréola até o sulco da mama) ou associada com outra cicatriz no sulco da mama (também chamada de "T invetido"). Essa cicatriz vertical, atualmente, tem sido sempre a menor possível. A qualidade estética da cicatriz independe do uso ou não do implante. Por outro lado, se o cirurgião utilizar um implante para aumentar o volume ao mesmo tempo do remodelamento, essa cicatriz horizontal pode ser menor (ou ausente) se comparada à técnica de remodelamento simples. Tudo depende do quanto de pele vai sobrar.
A cirurgia dura quantos anos?
Não é possível dizer com precisão a durabilidade da cirurgia, pois depende de muitos fatores. Por exemplo, se a paciente engorda e emagrece muito rapidamente ou engravidar, a cirurgia vai perder muito do resultado. Se a paciente não usar sutiã/top para sustentar as mamas, a força da gravidade e a movimentação constante dos seios para baixo pode "alongar" a mama e modificar o resultado. Portanto, a longevidade do resultado depende muito dos cuidados pós operatórios da paciente. Por isso, recomendo sempre o uso de sutiã cirúrgico por dois meses após a cirurgia e o uso contínuo de sutiã e top durante todo o dia, inclusive na hora de dormir.
Desde já meus agradecimentos ao site Minha Vida e ao Dr. Marcelo Wulkan pelos maravilhosos esclarecimentos.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

domingo, 5 de outubro de 2014

APRENDA A CORRIGIR!!


Oi galera, bom dia para vocês.
Quem vem abrilhantar nosso dia hoje é Manuela Pagan, com mais uma matéria sobre beleza feminina onde se nos ensina a corrijir os efeitos colaterais da escova progressiva.
Ela diz que cabelo liso demais, raiz oleosa e pontas secas são os problemas mais comuns.
Vejamos os detalhes.
O sucesso da escova progressiva, solução para quem não aguentava mais passar horas com o secador em punho, veio acompanhado de uma avalanche de preocupações quanto aos efeitos desse tipo de tratamento no cabelo. "Logo que o serviço começou a ganhar os salões, passei a atender muitas pacientes que não sabiam mais o que fazer para salvar os fios quebradiços", afirma o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo.
Com a substituição do formol por outras substâncias, a queda de cabelo e o enfraquecimento dos fios diminuíram bastante, mas outros inconvenientes, como a descamação do couro cabeludo ou a oleosidade excessiva na raiz, continuam sendo um problema. Veja as dicas dos especialistas para contornar essas e outras situações que aparecem após esse tipo de alisamento.
É comum que a raiz do cabelo fique mais oleosa após a escova progressiva. Isso acontece porque a oleosidade costuma ser maior nos fios lisos que nos fios ondulados. É comum estranhar isso logo nos primeiros dias após o procedimento. Para combater a oleosidade dos fios, vale lançar mão de xampus para cabelos oleosos e não usar água muito quente, que estimula a glândula sebácea a produzir mais óleo, na hora da lavagem.
O cabeleireiro visagista Robson Trindade, professor da Universidade Anhembi Morumbi, explica que esse inconveniente é ainda maior em quem faz escova progressiva com o formol ou seus derivados proibidos. "Nesses casos, o formol forma uma película que não deixa a oleosidade penetrar no fio, então ela permanece na superfície, dando o aspecto oleoso", afirma o especialista. Nesses casos, a única solução é ir ao cabelereiro e solicitar que ele faça uma desintoxicação do cabelo, retirando o produto tóxico - isso é feitos somente por um profissional, a partir do uso de um produto específico.
Pontas secas
Em contraponto à oleosidade da raiz, as pontas acabam ficando extremamente ressecadas. Afinal, a escova progressiva, por ser um tratamento químico que altera a disposição da queratina nos fios, pode danificar os cabelos. "Para ter pontas bonitas sem aumentar a quantidade do sebo da raiz, lembre-se de passar o condicionador apenas no comprimento dos fios e prefira produtos específicos para essa parte do cabelo, como os óleos reparadores de pontas?, afirma Valcinir Bedin.
Descamação do couro cabeludo
"A descamação do couro cabeludo acontece em função de uma reação alérgica ao produto utilizado", afirma o dermatologista Valcinir Bedin. O especialista conta ainda que esse é um tipo de dermatite seborreica que acaba regredindo com o tempo. Se a melhora não acontecer, procure um médico para iniciar o tratamento, geralmente feito com loção capilar anti-inflamatória. Outra dica é anotar qual foi o produto usado na escova progressiva e evita-lo nas próximas aplicações.
Liso escorrido
Bem liso ou com algumas ondas é como seu cabelo pode ficar após a progressiva, isso vai depender da forma como o produto é aplicado e da secagem realizada pelo cabeleireiro. Mas às vezes o cabelo fica sem movimento nenhum, ou seja, com aquele aspecto chapado. "Isso acontece porque a escova progressiva deixa um resíduo, que pode ir se acumulando nos fios, tornando-os cada vez mais lisos", explica o cabeleireiro Silvio Rosa, consultor da Condor. Se o cabelo chapou e você não gostou do resultado, o especialista recomenda o uso de um reconstrutor de cachos, que faz com que os cabelos ganhem ondulação. Mas se o seu desejo é volume sem cachos, a única solução é esperar o produto sair dos cabelos.
Fios elásticos
Algumas vezes, a progressiva deixa os fios elásticos, isso acontece porque o tratamento pode mudar a distribuição de queratina no cabelo. Hidratação semanal e tratamentos à base de queratina, como a selagem dos fios, amenizam o problema, mas também reduzem o efeito da progressiva.
Curta duração
A duração da progressiva varia muito de acordo com o produto usado. Alguns agem de maneira mais suave, outros alteram mais profundamente a estrutura do cabelo. De qualquer forma, com o tempo, o tratamento acaba saindo dos cabelos nas lavagens ou porque os fios cresceram e voltaram a ser crespos. Silvio Rosa orienta a evitar xampus com sal, pois o sódio presente no produto acelera a remoção da progressiva. Também vale reduzir o número de lavagens por semana. "Se você está acostumado a lavar os cabelos todos os dias, tente intercalar a lavagem", orienta Silvio. 
Se a progressiva não pegar
Você fez a progressiva e, mesmo assim, algumas mechas cismam em enrolar? Isso aconteceu por algum erro na técnica de aplicação, provavelmente no tempo que o produto foi deixado no seu cabelo. A única solução para esse problema é voltar ao cabeleireiro e pedir um retoque. Silvio Rosa garante que a reaplicação dos produtos não danificará mais os fios.
Um dia lindo para todas as amiga, e até amanhã com muito amor.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sábado, 4 de outubro de 2014

NOSSO CAMINHO DEMOCRÁTICO É O VOTO



Você pode se surpreender!

Uma importante medida que o eleitor pode tomar no momento de decidir o seu voto, sem dúvida, é pesquisar o passado do seu candidato(a). A conduta anterior na vida empresarial e profissional pode dizer muito a respeito dele, bem como poderá ser sua conduta como deputado, senador, governador ou presidente.
Por exemplo: que tal checar no Cartório Distribuidor se o candidato tem processos nas esfera cível e criminal. Principalmente criminal, pois um processo na vara cível pode ser bastante comum, como uma discussão de dívida por exemplo. Mas, uma folha corrida de processos criminais, ou uma folha extensa de processos cíveis, pode ser um indício de que o candidato em questão tem dificuldades em tratar dos problemas corriqueiros dentro da Lei, ou ainda, se cometeu algum crime importante.
Verificar se o cidadão em questão já foi condenado por um Tribunal, por exemplo, é um indício da culpabilidade dele, ou dela, e sua conduta pouco louvável. Hoje em dia, conforme o caso, a própria Justiça Eleitoral bloqueia os direitos políticos do cidadão que foi condenado sem mais chances de recursos. Mas, como no Brasil existem muitos remédios jurídicos, nem sempre isto isenta a pessoa em questão de sérios problemas com a Justiça. É bom ficar de olho.
Outra dica é se o candidato for profissional liberal. Uma consulta em órgãos de controle, como OAB, Conselhos Regionais e outros, pode revelar a conduta profissional deste(a) cidadão(ã) que está pedindo o seu voto, faz promessas – muitas vezes – infundadas e pouco prováveis de serem aplicadas.
Analisar as propostas e promessas, se elas são plausíveis e possíveis de se tornarem concretas e se estão dentro da Lei, também ajuda a dimensionar as boas intenções do(a) candidato(a) ou sua ambição desmedida por poder.
Se o cidadão que você pensa em votar for um empresário é mais fácil. Normalmente a cidade, ou a região na qual ele atua, já tem seus precedentes na comunidade e sua atuação é de conhecimento público. Veja se ele é um empresário responsável, cumpre as responsabilidades sociais, participa de programas e projetos assistenciais (mesmo fora de período eleitoral) e paga em dia seus funcionários . Seria importante saber se existem condenações por falta de pagamento de verbas trabalhistas na esfera da Justiça de Trabalha, e se a empresa que ele administra tem muitas reclamatórias trabalhistas.
O tratamento dado pelo candidato para amigos, parentes e funcionários pode dizer muito de como é sua conduta, e evidentemente pode dar uma dica de como ele será como político, caso seja eleito. A educação no trato com as pessoas, o respeito aos preceitos jurídicos formais são bons indicativos de que o candidato(a) pode ser merecedor de seu voto.
Não queremos aqui, de forma alguma, julgar a conduta de ninguém. Pelo contrário. Como não estamos citando nomes (jamais faríamos isto), trata-se apenas de uma dica ao eleitor, que na maioria, ainda está indeciso quanto ao seu voto.
Como propaganda aceita tudo, nem sempre uma boa foto ou uma fala mansa e eloquente resolve o problema. Criticar é fácil, principalmente quem está no poder. É necessário verificar se o(a) candidato(a) aponta os erros mas apresenta soluções e sugestões pare resolução dos mesmos.
Enfim, é importante saber a conduta pretérita do (a) postulante ao cargo público, pois uma vez eleito(a), dificilmente haverá oportunidade de cobrar que o mesmo(a) melhor sua conduta como político. Prevenir, sempre é o melhor remédio.
Como em toda a esfera de nossas vidas, existem bons e maus políticos. Estes foram apenas alguns indicativos, ou prevenções que o cidadão pode tomar evitando, assim, decepções no futuro.
CRÉDITO:
Política em destaque por
Paulo Sérgio Rodrigues, editor.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

TODAS NÓS APOIAMOS!!











QUEM ACREDITA USA!!


Olá pessoal, lindo dia para vocês.
Nossa reflexão hoje vem do site Bolsa de Mulher / Outra Medicina por Gislaine Rabelo, onde se nos apresentam alguns truques e dicas para que o cabelo cresça rápido.
Os autores dizem que os truques e dicas para que o cabelo cresça rápido são indicados tanto para quem quer que o cabelo realmente cresça, e rápido, como para aqueles que estão a sofrer com a queda de cabelo.
Dizem eles que uma das receitas caseiras mais eficazes é feita com a pimenta mexicana, os jalapeños. Numa xícara de cerâmica, pique um jalapeño grande, em pedaços muito pequenos. Coloque meia xícara de vodka.
Vejamos os detalhes.
Tampe e reserve por cerca de 4, ou 5 dias. Retire os pedacinhos de pimenta, adicione duas colheres de sopa de óleo de rícino e transfira para um frasco bem limpo e seco.
Agite muito bem antes de usar. Massageie o couro cabeludo por cerca de um minuto antes de ir para a cama, à noite. Massageie com as pontas dos dedos, em movimentos intensos, mas curtos, e também circulares.
Ou adicione pedaços bem pequenos de cebola crua ao xampú. Deixe descansar por duas semanas completas, e passe a usá-lo regularmente. Não só faz com que o cabelo cresça, mas também, que fique com brilho intenso.
Corte uma cebola roxa pela metade, pegue 4 dentes de alho e dois paus de canela. Junte tudo numa panela com água fervente. Deixe fervendo por 15 minutos. Passe a enxaguar os cabelos com essa mistura por 4 dias seguidos.
Repita uma vez por mês, ou sempre que possível.
Massageie o couro cabeludo com óleo de semente de uva todas as noites antes de dormir por duas semanas.
Acrescente 4, ou 5 pílulas anticoncepcionais ao xampú. Ajuda a crescer, fortalecer e dar volume.
Corte o cabelo somente na lua crescente.
Retire a polpa de 3 folhas de aloe vera, bata no liquidificador com 1 colher de sopa de mel, e aplique no couro cabeludo. Deixe agir por 30 minutos, e enxague normalmente.
Pegue a água onde cozinhou as batatas, deixe esfriar e lave o cabelo com esta água. Acelera o crescimento.
Pique em pedaços bem pequenos, ou uma folha de cacto, ou uma folha de aloe vera. Deixe no equivalente a dois copos de água durante toda a noite. Passe no cabelo no dia seguinte, e deixe o tempo que puder. Faz crescer e fortalece o cabelo.
Coma todos os dias em jejum: 1 colher de sopa de gérmen de trigo, 1 de levedura de cerveja, 1 de leticina de soja e 1 de mel, misturados num iorgute natural. Verá os resultados no cabelo em duas semanas.
Separe um ovo, um fio de azeite e duas colheres de sopa de mel. Misture bem e massageie o couro cabeludo, fazendo movimentos vigorosos. Cubra a cabeça, com touca ou toalha, e deixe por meia hora. Lave como de costume.
Lave o cabelo com água de alecrim de dois em dois dias. O cabelo crescerá rápido e ficará abundante.
Não sei se funciona com todo mundo nem com todos os cabelos, mas para quem acredita não custa nada tentar.
Beijão meninas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

O SEU AMADO USARIA?



Gente bom dia, esse Brasil tem de tudo mesmo.
Hoje eu trouxe para nossa reflexão essa matéria do UOL, por Carlos Eduardo Cherem, em Belo Horizonte, onde se diz que a confecção mineira está fazendo lingerie para homens e que por incrível que pareça está vendendo muito bem  cuecas com renda e laço. Você presentearia seu amor com uma roupa íntima desse porte?
Vejamos os detalhes.
Para entrar no mercado de confecção, a empresária Herika Secundino, 34, decidiu lançar uma coleção pouco tradicional de roupas íntimas: cuecas com renda, laço (foto) e tecidos de calcinha; a empresa, criada em maio de 2014, vende cerca de 300 unidades por mês, segundo ela.
Cansada de trabalhar no ramo de esportes radicais, a mineira Herika Secundino, 34, decidiu mudar de área e inovar. Em maio, criou a HSMen's, fábrica que faz cuecas com rendas e laços de fita. As peças, adequadas à anatomia masculina, são inspiradas em calcinhas.
"Estudei muito o mercado. Há homens que usam calcinhas, em vez de cuecas, o que é extremamente desconfortável para eles", afirma a empresária. Daí a ideia de produzir roupas íntimas masculinas com cara de lingerie.
Os modelos são feitos com lycra, renda e microfibra e custam entre R$ 29,90 e R$ 49,90. A empresa de Belo Horizonte vende os produtos exclusivamente pela internet e, nos últimos três meses, comercializou cerca de 300 unidades por mês, afirma Secundino.
A empresária conta que pesquisou o mercado por cinco anos e percebeu que o público-alvo é composto, em sua maioria, por homens gays, mas o produto também atinge a heterossexuais.
As peças são confeccionadas por ela própria e pela mãe, que trabalha com costura há mais de 40 anos. Para começar o negócio, o investimento foi de R$ 60 mil para a compra de quatro máquinas industriais de costura e de matéria-prima e a criação do site.
Hoje, a maior parte dos pedidos são encomendas de uma a três peças. A meta da proprietária é triplicar as vendas até o início de 2015 e chegar à comercialização de 900 unidades por mês. Para isso, aposta na divulgação: 30% do seu investimento é em marketing.

Especialização é acerto para pequenas empresas
Secundino diz que não pensa em entrar na produção de roupas íntimas tradicionais nem de peças para sex shop. Para ela, o diferencial de sua empresa é exatamente apostar em um nicho de mercado pouco explorado.
O diretor do Iemi (Instituto de Estudos e Marketing Industrial), Marcelo Prado, concorda com a avaliação da empresária. "Não existe mais mercado de massas, e sim mercado de nichos. A empresa pequena tem de ir por esse caminho. Ser única e singular. Oferecer um bom produto e com um preço bom, para um nicho de mercado específico", afirma.
Para ele, essa é a melhor maneira de concorrer em um mercado com muitos produtores. De acordo com a última pesquisa do setor de roupas íntimas, feita pela Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções), em 2012 havia 3.500 fábricas do setor no país, com faturamento anual de US$ 3,6 bilhões (cerca de R$ 8,9 bilhões).
Logística é dificuldade em comércio virtual
Para a analista de indústria do Sebrae Minas (Serviço Brasileiro de Apoio às
Micro e Pequenas Empresas em Minas Gerais) Denize Pinho, a empresária mineira deve estar atenta à logística para que seu comércio virtual tenha lucro.
Pinho diz que, ao colocar seus produtos à venda na internet, a empresa mineira abre suas portas para clientes de todo o país e tem de estar pronta para atendê-los com qualidade e eficiência. "A empresa tem de estar preparada para aumento rápido [de pedidos] e entrega ágil quando participa do comércio eletrônico. Isso é básico", afirma.
Os custos da logística ainda são o ponto fraco da empresa, confirma Secundino. Nesse primeiro semestre de experiência, ela conta que sua margem de lucro é baixa, em torno de 10%. Isso porque seu custo de frete é alto --entre R$ 20 e R$ 25-- e ela reduz os preços dos produtos para que o consumidor não desista da compra.
De acordo com ela, essa questão será resolvida com o crescimento das vendas, pois assim poderá contratar serviços de entrega mais baratos direcionados a empresas de comércio virtual.
Era do meu conhecimento que nas casas onde se vende produto erótico esse tipo de confecção já faz muito sucesso e tem público certo, será contudo, que no dia a dia, os homens, principalmente aqui no Nordeste, usariam tal produto?
Valeu meninas, bom dia para todas e vamos inovar para atender todos os públicos.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

RAZÕES E RAZÕES PARA AGRADECER E SER FELIZ






Sonhos são como uma guerra, não basta vencer uma batalha é preciso vencer todas.
Hoje estou imensamente feliz, pois não estou realizando só meu sonho, estou realizando o sonho de muitos, que sempre me apoiaram.
Obrigada! !!

TEM TUDO A VER COMIGO!!??


Olá amigas e amigos do meu blog, prosperidade cívica para todos.
Já que estamos na semana da eleição, cumprindo aqui meu papel de eleitora e formadora de opinião, trouxe para a nossa reflexão, esta matéria do Tribunal Superior Eleitoral por Roselha Gondim dos Santos Pardo, onde se dá dicas de como escolher o candidato.
Vejamos na íntegra.
É comum, em época de eleições, que os meios de comunicação dediquem-se a publicar matérias sobre as mais variadas fórmulas que o eleitor deve usar na hora de decidir em quem votar. Todas as ideias são interessantes, algumas simples, outras nem tanto. Assim, aproveitando a oportunidade, elegemos alguns critérios que devem ser levados em conta para escolher um candidato.
Primeiramente, o eleitor deve identificar quais valores julga mais importantes e quais valores quer ver seu representante defender. Isso é importante porque, geralmente, escolhemos um candidato por afinidade, ou seja, aquele que tem valores iguais aos nossos.
Em teoria, não há nada de errado nessa escolha, aliás, é improvável, senão impossível, alguém votar em quem defende valores opostos aos seus. Contudo, o eleitor deve esforçar-se para escolher candidatos que tenham preocupações universais, ou seja, preocupações que dizem respeito ou são aplicáveis a todas as pessoas e não só a um pequeno grupo.
Para saber o que o candidato pensa, o eleitor deve conhecer a carreira dele, assim como sua atuação profissional, seu histórico de vida, sua postura ética e sua conduta diante da sociedade. Se o discurso do candidato não condiz com sua atuação em outros momentos da vida, isso é um indício de que ele pode estar mentindo.
Em seguida, é preciso analisar suas propostas, o partido ao qual está filiado e quem são seus correligionários. Além disso, é preciso ver se suas promessas são viáveis e compatíveis com o cargo que ele pretende ocupar. Promessas genéricas do tipo “vou criar milhares de empregos” são muito fáceis de fazer e obviamente são inviáveis de cumprir.
Informação das mais importantes é saber quem são os financiadores do candidato, pois as pessoas e empresas que financiam as campanhas eleitorais têm interesses que nem sempre se coadunam com os interesses da coletividade.
Muito embora não dê para ter certeza de que o candidato mais preparado cumprirá suas promessas, mesmo que viáveis, é possível reconhecer e descartar o político falastrão e despreparado.
Para obter informações sobre os candidatos, devemos ficar atentos a notícias, jornais, revistas, propagandas eleitorais veiculadas no rádio e na televisão, pesquisas e debates entre os concorrentes. Dessa forma, é possível saber se o candidato já esteve envolvido em algum escândalo, o que ele realizou em mandatos anteriores e avaliar suas propostas. 
Todos os meios de veiculação de informação são válidos, contudo, atualmente, a melhor ferramenta para auxiliar o cidadão é a Internet, pois nada escapa à rede mundial de computadores. Nas páginas dos órgãos do Legislativo, da Justiça Eleitoral, de algumas ONGs ou simplesmente em sites de busca, é possível obter informações sobre os candidatos e políticos.
Beijão no coração dos amigos e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos