terça-feira, 7 de maio de 2013

NÃO HÁ COMO VENCER SEM AUTOESTIMA



Olá amigas queridas, seguidoras do Lady Chic, feliz terça feira para vocês.
Hoje vamos falar de cura do câncer e de autoestima.
O crédito é do site Delas por Fernanda Aranda, iG São Paulo.
A autora nos diz que: “Não há como vencer o câncer de mama sem autoestima”
Vejamos os detalhes.
Graviola e solidão foram as únicas respostas que os sites de busca da internet mostraram para Flávia Flores, 35 anos, quando procurou pelas palavras “quimioterapia e beleza”. Ela recorreu ao computador para tentar encontrar um caminho “mais belo e menos árduo” para a doença descrita em seu prontuário médico. Ao clicar no botão "pesquisar", se sentiu sozinha. Surgiram na tela apenas algumas receitas, nada científicas, sobre um fruto supostamente poderoso para vencer o câncer. E só.
“Estava arrasada, deformada de tanto chorar. Queria encontrar dicas para ficar mais bonita, sair de casa e dizer aos meus amigos que eles não precisavam continuar afastados por não saberem lidar com alguém com câncer de mama como eu”, lembra Flávia sobre o processo enfrentado no final de 2012, quando descobriu a doença.
'We Can do It' (Nós podemos!): A luta de Flavia Flores contra o câncer de mama tem como arma os pincéis de maquiagem, cílios postiços e outros embelezadores. Foto: Edu Cesar1/10
“Não achei absolutamente nada no mundo virtual.” No monitor, os resultados para a busca sobre beleza foram sucos de graviola, supostamente bons para quem tem câncer. “Umas misturas surreais, dois litros d’água para cada polpa da fruta. Não havia nada sobre o propósito de ficar bonita durante um tratamento penoso, mas necessário para minha cura”, lembra.
Troca-troca
Flávia Flores não ficou satisfeita e teve um estalo. Ela, produtora de moda de Florianópolis, estava cansada da rotina fashion “por achar tudo muito fútil”. Mas, quase por ironia do destino, foi nos acessórios que encontrou um mote para superar o tumor mais numeroso entre mulheres brasileiras: são 52 mil novos casos por ano, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).
Ela decidiu então trocar as informações virtuais dispersas sobre a graviola, por aquilo que estava perdido na nécessaire e no armário. Tratou de buscar o batom, blush, base, lenços coloridos e perucas divertidas.
“Fiz uma página no Facebook com dicas práticas para mulheres com câncer de mama que, assim como eu, não querem abrir mão da vaidade neste processo de enfrentamento da doença”, diz ela sobre o endereço eletrônico ‘Quimioterapia e Beleza’ criado há três meses. Até a última semana, a página já colecionava mais de 15 mil seguidores.
Montanha russa
O alerta para Flávia veio durante o banho. O carocinho no seio esquerdo chamou a atenção, mas não causou desespero. Jovem, sem casos de câncer na família, ela mantinha hábitos saudáveis, com exercícios e dieta adequada. Nada indicava estar no alvo do câncer. Fez o exame de ultrassom e a mamografia sem peso na consciência. Descobriu por meio dos exames que estava na hora de trocar a prótese de silicone colocada havia dez anos. Marcou a cirurgia plástica e, por cautela, tirou o nódulo para avaliação da biópsia.
“Não era medo de morrer que aquela notícia me trazia. Era uma sensação de perder o domínio do corpo. E pode parecer besteira, mas temi pelos meus cabelos.
Quinze dias depois, ao ouvir do oncologista e do cirurgião plástico que aquela ondulação mamária era um tumor maligno, e que seria necessário tirar as duas mamas devido ao estágio avançado da doença, Flávia Flores caiu no chão do consultório.
“Minha vida sempre seguiu trilhos de montanha russa. Quando tinha 12 anos, meus pais se separaram. Aos 14, engravidei e virei mãe enquanto só pensava em andar de patins. Aos 20, fui estudar na Califórnia e acabei deportada, por falta de visto. Aos 30, meu casamento de seis anos terminou. Agora, aos 35, o diagnóstico de uma doença tão cruel”, pontua sobre as fases baixas da vida.
“Não era medo de morrer que aquela notícia me trazia. Era uma sensação de perder o domínio do corpo. Seria mutilada... E pode parecer besteira, mas temi pelos meus cabelos”, diz citando os fios castanhos naturais, crescidos até a cintura e volumosos, a marca registrada desde adolescente.
Era certo que, em algum momento durante as 20 sessões de quimioterapia prescritas para começarem no início de dezembro de 2012, a cabeleira cairia. “Não sabia o que fazer”, rememora.
Flávia então chorou. Por 10 dias. Sozinha, só com o apoio da mãe e do filho Gregório, já homem com 20 anos. Os amigos e outros parentes haviam desaparecido "por não saberem lidar com a minha doença", avalia.
A força da beleza
Flávia cansou do novo baixo da vida. Atentou que estava na hora do carrinho da montanha russa pegar o embalo necessário para a subida. Já havia feito duas sessões de quimioterapia e ficou com vontade de dizer aos quatro cantos que estava viva, queria passear, sair com as amigas, paquerar, ver o mar.
Para isso, precisava sair de casa. “Só que por mais disposta que eu estivesse, a quimioterapia fragiliza demais. Estava pálida, cabelos ralos, enjoada, sem cílios. Quis ficar bonita. Corri para internet. Encontrei a graviola”, diz rindo.
Edu Cesar
"Estou encantada pelo estilo curto e nuca à mostra. Acho que não quero mais cabelão"
Flávia encarou o vazio como um chamado. “Trabalho com moda desde os 15 anos, fazendo produções, já fui modelo e estava cansada do ego e da vaidade do meio. Então, veio o clique. Estava na hora de colocar os meus conhecimentos em favor da saúde”, lembra.
Ela fez a página do Facebook com a intenção de trazer os velhos amigos, que haviam se afastado, para perto. Mas descobriu que havia uma legião de pessoas com câncer, desconhecidos até então, que queriam informações sobre maquiagem, como amarrar os lenços, escolher o look certo para a festa de formatura, mesmo estando careca.
“Coloquei a mão na massa. Hoje, todas as dúvidas que recebo levo aos meus médicos e faço testes. Por exemplo, testo se o lápis A ou B é melhor para desenhar a sobrancelha, coisas assim”, diz. Garimpa estilos nas lojas, pesquisa cosméticos mais adequados, dá dicas sobre depilação quando os pelos voltam a nascer e posta tudo na internet.
Hoje, seis meses após detectar que fazia parte das estatísticas do câncer de mama do País, o medo da queda dos cabelos virou uma memória afetiva que Flávia não quer esquecer.
“Quando decidi cortar o cabelo, minha ideia inicial era usar os fios para fazer uma peruca natural para mim. Fiz um vídeo ensinando como cortar as madeixas sem danificá-las para aproveitar depois”, conta Flávia. “Mas no dia seguinte, com 24 horas de cabeça pelada, recebi pelo Facebook um relato de uma menina que tinha perdido a vontade de viver, porque o câncer havia tirado seus cabelos.”
Pelo correio, Flávia mandou seus cabelos à amiga virtual, que os transformou em uma peruca. Para ela, restaram os lenços que adora, as perucas baratinhas que divertem e uma nova paixão. “Estou encantada pelo estilo curto e nuca à mostra. Acho que cabelão, do jeito que eu tinha antes, não quero mais.”
Mistura
Aos críticos que consideram a mistura de beleza e quimioterapia uma alquimia improvável como suco de graviola e câncer, Flávia Flores responde com a própria experiência.
“Não há como vencer o câncer de mama sem autoestima”, diz enquanto realça os olhos com sombra escura e passa rímel preto nos cílios postiços - um de seus toques sugeridos para combinar com a careca e driblar a queda de todos os pelos do corpo, sequela do tratamento que aos poucos é vencida.
“Eu me sinto muito mais forte e disposta depois que voltei a olhar o espelho com ternura e a cuidar de mim. Ainda tenho um ano inteiro de quimioterapia pela frente. Mas estou com força total. Meus exames confirmam isso”, diz ao retocar o batom, finalizando a produção para encontrar os amigos e o novo namorado no bar.
Um beijão no coração de Flávia Flores e em todas as gatas que nesse momento travam essa luta dolorida contra o câncer. Bola pra frente meninas que a vida urge.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

segunda-feira, 6 de maio de 2013

MUITOS SERVIÇOS PARA VOCÊ - PARTICIPE



Aproveite nossas promoções e fique ainda mais linda na semana das mães.

Aguardamos você e sua família!

Agende seu horário

3479-2381 / 8744-8852.

PARA CONFIAR NO PRÓPRIO TACO!!




Olá garotas, linda segunda feira para vocês.
Hoje nosso papo será sobre o pânico do volante.
O crédito é de Daniella De Caprio com Conteúdo ANAMARIA, apresentando-nos dicas para perder o medo de dirigir. A autora nos mostra 7 lições para confiar no próprio taco e perder o medo de dirigir.
Vejamos os detalhes.
O primeiro passo para vencer o medo é descobrir (e aceitar) que ele existe. Cecília Bellina, psicóloga especializada em comportamento de motorista, ensina aqui as 7 maiores lições que podem ajudá-la a vencer essa luta. Vamos lá?
7 lições para confiar no seu taco!
Se já sabe como funciona o carro, aprendeu as técnicas de direção e tem carteira de motorista, siga estes passos:
1. Faça o exercício de tirar e pôr o carro na garagem, quantas vezes forem necessárias para que você consiga completar a tarefa sem tremedeiras. Quando se sentir segura e fizer isso com facilidade, vá para o próximo passo.
2. Dê uma volta no quarteirão, e celebre essa conquista.
3. Dirija por dois quarteirões. Repita o percurso uma vez por dia, por uma semana. Se achar que consegue, vá para o próximo passo.
4. Tente dar uma volta no seu bairro.
5. Trace 10 destinos para ir de carro, como a escola de seu filho ou uma padaria.
6. Coloque os objetivos na ordem do mais fácil para o mais difícil. Leve em conta a largura das ruas, a sinalização dos cruzamentos e o trânsito local.
7. Um por um, dirija até cada destino da lista. Se não conseguir, tente de novo outro dia, quando estiver calma.
O medo não existe à toa!
Os principais motivos do medo são: traumas passados e trânsito agressivo. Outro fator de insegurança é a má formação dos motoristas: muitas autoescolas ensinam a pessoa a passar no exame, e não a dirigir com segurança.
Buscar ajuda especializada não é vergonhoso. Procure já!
Qual destes sintomas você sente ao entrar no carro?
· Taquicardia
· Boca seca
· Suor excessivo
· Tremor
· Vontade de fazer xixi
· Dor de barriga
· Ânsia de vômito
· Formigamento nas mãos, nos pés ou nas pernas
· Dor de cabeça
Atenção: Se você marcou cinco ou mais dos sinais acima, está na hora de buscar ajuda especializada para superar esse medo e ser uma motorista segura e independente. Lute e vença.
Um beijo no coração de todo mundo e até amanhã

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

domingo, 5 de maio de 2013

FAÇA UM DETOX JÁ!!



A desintoxicação, conhecida popularmente como detox, funciona como uma verdadeira faxina no organismo
Olá meninas, domingo show para vocês.
Nosso encontro hoje vai abordar o tema exageo na comida e como fazer um detox para recuperar o bem-estar.
O crédito é da reportagem de Thais Szegö / Edição: MdeMulher com Conteúdo ELLE
A autora afirma que o detox ajuda a compensar os exageros na alimentação, melhora a saúde, aumenta o bem-estar e ainda faz bonito para a pele e os cabelos. Acredite: você ainda vai fazer um!
Vamos ver os detalhes.
Passamos o ano todo nos policiando para não derrapar e manter a alimentação o mais saudável possível. Mas aí chegam o Carnaval, a Páscoa, o Natal, o Réveillon, o nosso aniversário e as férias, entre tantas outras datas comemorativas, e a tentação fala mais alto do que qualquer coisa. Resultado? Uma overdose de gordura, sal, açúcar, conservantes e bebidas alcoólicas, que pesam no corpo. "Esses excessos comprometem o bom funcionamento do fígado e do intestino, deixando a metabolização dos nutrientes deficiente e comprometendo vários aspectos da saúde", alerta a nutricionista Beatriz Botequio, de São Paulo. "Eles também fazem com que haja o aumento na quantidade de toxinas no organismo e, por tabela, de radicais livres", completa a nutricionista Paula Castilho.
Os primeiros sintomas percebidos por quem ultrapassa os limites nas garfadas e nos goles são cansaço excessivo, falta de concentração, dores de cabeça, diarreia ou prisão de ventre, ganho de peso, dificuldade de fazer o ponteiro da balança baixar e piora na celulite. "Há também a retenção de líquido, que provoca inchaço, e o aparecimento dos gases", acrescenta Andrea Frias, que é PhD em nutrição, da capital paulista. "A longo prazo, isso também favorece o envelhecimento precoce e nos deixa mais vulneráveis ao surgimento de doenças", reforça Paula Castilho.
Limpando a área
Uma boa maneira de amenizar o estrago é lançar mão da desintoxicação, conhecida popularmente como detox, que funciona como uma verdadeira faxina no organismo. O primeiro passo é retirar completamente do cardápio os produtos industrializados, refinados e ricos em sal, açúcar, gorduras ruins e aditivos, e bebidas alcoólicas. "No lugar disso, colocamos alimentos repletos de fibras e substâncias antioxidantes, como as frutas e as verduras", diz Paula. Carnes brancas, sementes de linhaça, gergelim, chia e grãos como feijão, grão-de-bico e ervilha, além de carboidratos integrais, também são bem-vindos nessa fase. E, claro, a hidratação é fundamental - pode investir pesado em litros e litros de água, chás e sucos naturais.
Equilíbrio
O período em que o detox deve ficar em cena depende de quanto você exagerou e da sua disciplina. Normalmente, em poucos dias já é possível perceber os seus efeitos, em especial a redução do inchaço na barriga e a sensação de leveza e bem-estar. "O indicado é que ele dure no máximo um mês", diz Beatriz. Depois disso, o ideal é manter uma alimentação livre de substâncias nocivas. "Como não é possível ficar totalmente a salvo delas, é importante que a pessoa repita esse tipo de dieta mais radical de vez em quando para que o organismo se mantenha funcionando a todo vapor", recomenda Andrea Frias.
Drenagem linfática
Marcar uma massagem também é bom para quem precisa eliminar o excesso de toxinas, diminuir o inchaço e combater a celulite. "A mais indicada, nesse caso, é a drenagem linfática, pois ela melhora bastante o fluxo dos líquidos corporais, proporcionando a sensação imediata de conforto e aumentando a eficácia geral do sistema imunológico", explica Ana Cristina de Oliveira Markowski, fisioterapeuta de São Paulo. "O recomendado é que, no início, sejam realizadas duas ou três sessões semanais, dependendo do caso. Mas os benefícios já podem ser notados na primeira", garante a especialista.
Tá na cara que exagerou
A pele, obviamente, também sofre com os abusos. "A má alimentação e o consumo de bebidas alcoólicas, somados à poluição, à mistura de muitos cremes e ao uso de maquiagem sem a correta limpeza, fazem com que o tecido fique opaco e sem viço", conta a dermatologista Karla Assed, do Rio de Janeiro. "E ainda aumenta as chances do aparecimento de acne em quem tem tendência ao problema." Os ajustes na dieta oferecem uma boa melhora no quadro. Mas, segundo Karla, investir em um detox específico para o rosto mensalmente garante um efeito melhor. O processo consiste em retirar profundamente as impurezas com a ajuda de máscaras próprias para essa ação desintoxicante e, em seguida, aplicar um bom hidratante. O resultado é uma pele mais uniforme, sedosa e luminosa. "O tratamento pode ser feito em casa como manutenção. No consultório, costuma ser mais eficaz, pois podemos combinar com peelings potentes", diz Karla.
E no cabelo também
Outra parte do corpo que merece passar por um detox são os cabelos. "Fatores como o sol, a água do mar e da piscina, a poluição, o cigarro e os resíduos de produtos, como os leave-ins e as pomadas, deixam os fios com o aspecto sujo, ásperos e apagados", conta o cabeleireiro Wilson Eliodorio, de São Paulo. "Para reverter esse quadro e deixar os cabelos hidratados, fortes, com vitalidade e muito brilho, fazemos uma limpeza profunda dos fios e do couro cabeludo", conta Dilma Baptista, cabeleireira e terapeuta capilar, do Rio de Janeiro. Quem já se submeteu a processos químicos e tem o costume de usar muitos produtos nos cabelos deve agendar uma sessão a cada 15 dias. Do contrário, uma vez por mês é o suficiente.
O tratamento feito no salão, que custa entre 200 e 400 reais, é mais profundo, mas ele também pode ser feito em casa. "Quando sentir que os cabelos estão pesados e sem vida, lave-os com um xampu de limpeza profunda, enxague e repita a operação com um xampu hidratante", ensina Eliodorio. "Enxague bem, aplique o condicionador, enxague novamente e finalize com uma máscara de hidratação adequada ao seu tipo de cabelo, que deve ser retirada com bastante água, de preferência fria."
Recado dado, vamos em frente que o dia promete.
Beijão para todas e até amanhã com muito carinho.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sábado, 4 de maio de 2013

SEM MEDO DO DIFERENTE!!



Olá amigas queridas do meu blog bom sábado para vocês.
Hoje falaremos sobre a responsabilidade dos pais na convivência infantil com diferenças para evitar preconceito.
O crédito é do site Delas/Filhos por Raquel Paulino, especial para o iG São Paulo.
A autora inicia afirmando que trocar experiências, brincar e estudar com quem tem outra realidade ou vem de outras origens evita que o medo do diferente se transforme em algo nocivo.
Vejamos na íntegra.
Quando procurou uma escola para o filho João Lucas, hoje com 10 anos, a maior preocupação de Adriana Dutra era a acessibilidade do local. O garoto nasceu com câncer na coluna e o tumor comprimiu sua medula, impedindo-o de movimentar as pernas. Para receber um aluno cadeirante, o colégio precisava, no mínimo, ter rampas de acesso. “Demorou até eu encontrar um acessível, o Dante Alighieri (SP), que se mostrou disposto inclusive a fazer reformas para adequar o espaço”, recorda.
Com isso garantido, a mãe, que também é presidente da ONG Atitude Paradesportiva, mal teve tempo de se preocupar com a adaptação dele ao ambiente escolar. “Logo nos primeiros dias de aula algumas mães me disseram que os filhos delas adoravam ajudar o João, que eles eram melhores amigos. Eu achava até engraçado, por serem melhores amigos demais”, diz.
O comportamento dos colegas tem ligação direta com o modo como o colégio prepara as crianças para lidar com as diferenças. “Abordamos a inclusão desde os primeiros anos. A melhor maneira de tratar o assunto é esclarecendo casos do dia a dia, como por que alguns precisam usar óculos e outros não conseguem ficar em pé”, explica a diretora geral pedagógica Silvana Leporace. “Quanto mais informação a criança recebe, melhor lida com as situações. E conversamos com os pais de todos para que o discurso da escola continue em casa”.
No cotidiano de João Lucas, o resultado desse trabalho é uma infância feliz aolado da mãe e do irmão, Luiz, de 13 anos, com quem tem “uma relação normal, sem proteção por estar numa cadeira de rodas”, nas palavras de Adriana. “O que mais gosto de fazer é jogar futebol com meus amigos, tanto na escola quanto no prédio”, conta o menino, que prefere matemática às outras disciplinas e fez uma participação especial na novela “Carrossel” (SBT), no papel de Tom.
“O medo é a mãe do preconceito”
Assistindo à mesma “Carrossel” de que João Lucas participou, Ricardo, de 7 anos, reclamou com a mãe, a funcionária pública Maria Helena de Rezende, que só tinha coleguinhas brancos como ele na escola. “Ele é fã do Cirilo (interpretado pelo ator Jean Paulo Campos) e não se conformava”, diz Maria Helena, cujos amigos negros têm filhos muito novos ou muito velhos para brincar com Ricardo. “Resolvi levá-lo ao Ibirapuera aos sábados, porque famílias de todas as cores e credos frequentam a parte infantil do parque. Ele agora tem a turminha de lá. São meninos brancos, negros, mestiços, japoneses. Essa convivência é essencial para as crianças crescerem sem preconceitos”, acredita.
João Lucas, 10, frequenta a mesma escola que o irmão Luiz: para a mãe, Adriana, relação entre os dois não tem protecionismo.
O pai da performática Elke Maravilha pensava dessa maneira, mas usou métodos menos delicados para fazer a filha entender a diversidade. A atriz russa radicada no Brasil desde os 6 anos de idade conta que, assim que chegou ao país, viu negros pela primeira vez e morreu de medo: “Era medo do diferente, coisa de criança. Meu pai falou para eu parar com aquilo, que eram pessoas iguais a nós. Fomos morar em Itabira (MG) e nossos vizinhos eram uma família negra. Fiquei com medo, e ele foi perdendo a paciência”.
Ao externar medo de novo, Elke foi levada à casa dos vizinhos. “Meu pai me deixou lá e falou ‘Se vira!’. Foi a melhor coisa que poderia ter feito. Em cinco minutos eu nem lembrava de medo. Ele quase teve que me dar umas porradinhas para eu voltar para casa”, diverte-se. Retomando o tom sério, a atriz revela também ser, vez ou outra, alvo de certo medo. “Tem crianças que olham para mim e se assustam, por eu ser extravagante. Se os adultos não tomam uma atitude, isso pode se repetir quando virem um negro, um índio. Crescem uns monstrinhos. O medo é a mãe do preconceito, e os pais têm a responsabilidade enorme de se antenar para impedir que os filhos tornem-se preconceituosos”.
Das 12h45 às 13h30, de segunda a sexta, Quézia de Sá do Nascimento tem tempo para se preparar para passar as próximas horas em uma realidade social bem diferente da sua. É nesses 45 minutos, dentro de um ônibus, que a estudante de 13 anos vai da escola pública onde cursa o oitavo ano do ensino fundamental pela manhã para o colégio privado Poliedro, um dos mais renomados de São José dos Campos (SP), onde assiste a aulas de reforço do mesmo ano à tarde. Ela é bolsista do projeto Alicerce do Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos (Ismart), pelo qual poderá fazer o ensino médio na instituição particular gratuitamente, caso seja aprovada em um “vestibulinho”.
“É como se fossem dois mundos. Às vezes tenho a sensação de que de manhã estou em um lugar e, à tarde, em outro universo. Mas não vejo isso como algo ruim, acho positivo”, opina. Foi assim que ela aprendeu que, embora as preocupações sejam diferentes entre os alunos das duas escolas, as linhas de raciocínio são semelhantes. “Há uma curiosidade sobre o que acontece, principalmente dos meus amigos da escola pública em relação à particular”, diz. “Ser bolsista não muda meu convívio com ninguém. Eu me dou bem e posso dizer que tenho amigos também entre os alunos do Poliedro”.
Com a bolsa-auxílio que recebe do projeto (em torno de um salário mínimo), Quézia se alimenta entre os períodos e paga as passagens de ônibus. A volta para casa, no final da tarde, pode chegar a uma hora e 20 minutos, o que não a desanima. “Desde pequena, tinha o desejo de estudar para me tornar um ser humano melhor. Tive medo de não dar conta de um colégio tão conceituado, mas consegui. Não tem barreira quando a gente quer muito alguma coisa”.
Um grande abraço para todas e até amanhã com muito amor

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

sexta-feira, 3 de maio de 2013

COM CERA PODE. A LASER NÃO?!



Olá meninas, sexta feira radiante para vocês.
Hoje vamos tratar aqui da beleza das grávidas, já que estamos no mês das mães.
O crédito é do iG São Paulo que indaga: Pode se depilar durante a gravidez?
Segundo o texto com cera pode, mas depilação a laser não é indicada
Vamos ver os detalhes.
Depilação com cera está liberada. A laser, não
Sim, grávidas podem se depilar durante a gravidez. De acordo com o obstetra Eduardo Cordioli, Presidente da Comissão de Urgências em Obstetrícia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), as gestantes estão liberadas, já que a depilação com cera não traz nenhum risco para o bebê.
Mas a depilação a laser deve ser evitada: “Recomendamos o tradicional, com cera morna. O uso do laser não foi testado de forma científica e, por isso, não liberamos”, explica Cícero Venneri Mathias, ginecologista da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp).
Ele alerta que a pele fica mais sensível durante este período. Portanto, é normal sentir um maior desconforto ao se depilar. “A região pélvica, por exemplo, pode ficar mais dolorida pelo afastamento dos ossos da bacia e a depilação da virilha pode doer um pouco mais”, diz. Por isso, o mais indicado é continuar com a depilação usual, à qual a gestante já está acostumada.
E a cera deve ser morna, não quente. A depiladora e esteticista Rosana Macedo, do Tez Esthétique et Coiffeur, em São Paulo, indica às grávidas o uso da cera de camomila, mais fina e mais delicada do que a normal. Além disso, a esteticista Ivanilda Alves da Silva, do Clinic Cabelo e Estética, de São Paulo, conta que as gestantes devem procurar uma esteticista profissional de confiança, para não haver desconforto além do esperado.
Beijão para todas as futuras mamães e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quinta-feira, 2 de maio de 2013

ESTÁ RELACIONADO COM A ESCOLHA DO PARCEIRO?


 
Olá amigas do meu blog, bom dia para vocês.
Hoje eu trouxe uma Pesquisa do NYT, site Delas com o título: Tamanho importa?
O texto afirma que sim, mas mais para eles do que para elas. Nova pesquisa relaciona o tamanho do pênis à escolha do parceiro e traz o debate à tona novamente. Dê sua opinião
Vejamos os detalhes.
Trazendo à tona o velho debate sobre se tamanho é documento, uma nova pesquisa revela que as mulheres consideram um pênis maior como fator-chave na “seleção de parceiros”. O estudo foi publicado nessa segunda-feira (8) na revista “Proceedings”, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
Segundo o autor do estudo, Brian Mautz, atualmente pesquisador na Universidade de Ottawa, no Canadá, outras características também são importantes, como a altura e a forma do corpo. E esses três fatores, juntos, parecem contribuir para a atratividade masculina.
Mautz e seus colegas, à época na Universidade Nacional da Austrália, lançaram o estudo na tentativa de entender melhor como a evolução afetou o desenvolvimento do órgão sexual masculino. Ao contrário do que aconteceu com alguns outros mamíferos – como o gorila, que pode medir 2 metros e tem em média 4 centímetros de pênis – a evolução parece ter favorecido os homens com genitálias maiores. As médias humanas são de 9 centímetros em repouso e 14 centímetros ereto.
Variedade de fatores
A pesquisa reuniu 105 mulheres ocidentais e heterossexuais, com idade média de 26 anos, que classificaram fotos com homens nus de várias alturas, compleições e tamanhos.
As imagens classificadas como mais atrentes retratavam homens com o pênis maior. Mas isso não é necessariamente surpreendente. O que chama a atenção é que a atratividade também parece aumentar de acordo com a estatura.
Em uma pesquisa anterior, a altura estava ligada a diferenças positivas na vida dos homens. Quanto mais altos, maior a chance de alcançar posições de liderança e ter mais parceiros sexuais, Mautz observou.
O estudo não considerou a grande variedade de fatores que podem afetar a escolha de uma mulher moderna por um companheiro, como aspectos que vão desde personalidade a sucesso financeiro.
Mesmo assim, os pesquisadores especulam que a preferência das mulheres por pênis maiores deve ter desempenhado um papel na evolução do corpo humano. Homens mais avantajados podem ter tido mais filhos, perpetuando esta característica, pois eram mais propensos a atrair as mulheres.
Para você, o tamanho importa?
Sim, sempre 31.95%
Não 35.43%
Depende do contexto 32.62%
O neurocientista Sai Gaddam, que escreveu sobre psicologia e biologia da sexualidade humana, disse que o estudo apresenta “um método útil para separar os fatores que nos fazem atraentes. Mas os julgamentos estéticos de 105 mulheres podem para revelar um fator de atratividade geral? Ainda não”, considera.
Para ele, as mulheres não são especialmente atraídas pelo pênis, embora os homens heterossexuais muitas vezes pensem o contrário. “Nossa própria análise do erotismo masculino e feminino revelou que os homens estão muito mais interessados no pênis do que as mulheres”.
Que cada leitora tire suas próprias conclusões sobre esse assunto.
Beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

FEITA NO ÔNIBUS!!



Olá meninas, saúde e beleza para vocês.
Hoje eu trouxe de Anita Porfírio, iG São Paulo a Maquiagem perfeita e feita no ônibus! No ônibus?
Sim, a autora diz que para os dias de pressa, quando a maquiagem tem de ser feita a caminho do trabalho, montou um pequeno guia com dicas preciosas de beleza, saúde e etiqueta.
Vamos apreciar?
No mundo perfeito, depois de acordar, tomar banho e comer um café da manhã de rainha, você teria todo o tempo do mundo para se maquiar antes de ir para o trabalho. Mas o Delas  sabe muito bem que a vida é corrida. E, para quem tem um dia a dia atribulado, às vezes o único momento para cuidar da beleza é no ônibus, trem ou metrô, a caminho do trabalho.
Para não chegar na empresa de cara lavada, ou, pior, com a make borrada pelos sacolejos do transporte público, conversamos com especialistas em maquiagem e saúde para ensinar como colocar seu kit-beleza em ação.
O que levar na bolsa?
Para a maquiadora Renata Rubiniak, um item indispensável da necessaire é um estojo de pó compacto com espelho embutido. Assim, você economiza espaço na bolsa. Ainda segundo Renata, um blush, um lip balm, uma máscara de cílios e uma sombra de tom sóbrio são mais que suficientes para um visual bacana e fácil de fazer.
Já para Fabiana Gomes, maquiadora oficial da M.A.C., é bacana carregar duas opções de batom - um nude e um vibrante - e um lápis de olho bem macio, preto ou marrom. As opções são legais para quando você quiser esticar para o happy hour ou para a balada. Traçados precisos nos olhos são muito difíceis de conseguir mesmo em casa, por isso é uma boa ideia investir em olhos esfumados, sugere a também maquiadora Juliana Rakoza.
Falando em olhos, nunca utilize a máscara de cílios ou o lápis quando o ônibus ou trem estiver em movimento! Aproveite os semáforos vermelhos e paradas nos pontos ou estações para pintar os olhos. Assim, você evita acidentes.
Para o resto da make, aposte em produtos em creme e multiuso que você pode aplicar com os dedos e fuja dos pós soltos. Se tiver tempo, faça a pele em casa e dispense os batons muito cremosos, que podem borrar no primeiro buraco ou lombada do caminho.
Para evitar danos a sua saúde, é importante higienizar bem as mãos. Para isso, tenha na bolsa uma embalagem de lenços umedecidos ou álcool em gel. Segundo Luciana Barbosa, farmacêutica e doutora em Saúde Pública pela USP, 80% das doenças que contraímos são transmitidas pelas mãos, por isso a importância de desinfetá-las com álcool. Luciana ainda destaca a importância de higienizar a nécessaire com regularidade. Para isto, basta retirar os produtos da bolsinha e passar álcool em tudo.
A dermatologista Carla Bortoloto lembra da sujeira no transporte público: se um produto cair no chão, jogue-o fora. No caso de pincéis, lave-os muito bem antes de guardá-los em contato com as maquiagens, para evitar contaminação.
Etiqueta
O transporte público é, como o nome diz, de todos. Por isso, se você for se produzir no ônibus, atente para não incomodar outros passageiros. Perfumes e produtos em aerosol, por exemplo, ficam para depois que você desembarcar.
Cotovelos e movimentos amplos também atrapalham quem está a seu lado, então preste atenção com os braços na hora de se maquiar. Tirar as sobrancelhas, lixar ou cortar as unhas ou aparar as cutículas? Nem pensar: é extremamente anti-higiênico. Por fim, nunca passe ou remova o esmalte: o cheiro é incômodo e pode causar alergias em seus colegas de transporte público.
Eu não sei se a proposta de maquiar no ônibus daria certo em todo os ônibus e em todos os horários, pois aqui no Ceará em Fortaleza, os ônibus no horário de pico são extraordinariamente lotados.
Beijão no coração e até amanhã.

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos

quarta-feira, 1 de maio de 2013

LIVRANDO-SE DO INCÔMODO PARA SEMPRE



Olá meninas, maio começou e com ele eu trouxe um tema que nos promete felicidade par o mês inteiro com 7 truques para driblar a TPM.
O crédito é da reportagem de Bárbara Dos Anjos Lima / Edição: MdeMulher com Conteúdo NOVA.
A autora diz: Você já conquistou um cara incrível, o emprego dos sonhos e tem um guarda-roupa de dar inveja. Mas ainda não sabe como vencer a TPM. Chega! Livre-se desse incômodo para sempre!
Vejamos os detalhes.
Alguém chega com uma caixa de bombons por perto e uma lágrima quase escorre do seu rosto. Hoje de manhã, você, sempre tão controlada, xingou um estranho no trânsito depois de ter experimentado três calças diferentes - nenhuma delas fechava direito na cintura, que raiva! Cólicas chatas, ataques de loucura e mais vontade de comer doce que o normal - a TPM pode ser um inferno para 85% de todas as mulheres, que têm ao menos um desses sintomas durante a menstruação. Só 15% procuram tratamento quando apresentam apenas queixas físicas. Já quando a TPM abala o emocional, o percentual de mulheres na porta do médico sobe para 42. Mesmo assim, muita gente continua sofrendo calada. Bobagem! Há uma forma fácil de resolver o mal causado por cada um dos sintomas.
Refém do banheiro
O problema - Se não bastasse ter de trocar de absorvente várias vezes por dia, muitas mulheres sentem o intestino trabalhar mais durante a menstruação. Culpa da prostaglandina, ácido responsável pela contração uterina, que causa as cólicas e é o culpado do stress digestivo. "Ele tem o mesmo efeito de contração no intestino e no útero", diz Mary Minkin, professora da Universidade de Medicina de Yale, nos EUA.
A solução - Evite frituras e comidas gordurosas (elas ajudam a soltar o intestino) e dê preferência a uma alimentação rica em proteínas e com menos carboidratos. Já se seu organismo reage da forma contrária e você fica constipada, inclua alimentos fibrosos, como granola, aveia e feijão, no cardápio.
Licença para ter chiliques
O problema - Em um minuto você está pulando de alegria, mas no seguinte já está gritando com o namorado por ele ter chegado um pouco atrasado para o date. Não, a culpa não é sua, e sim da variação hormonal nos primeiros dias do fluxo. Ela afeta a química cerebral, causando esse pingue-pongue emocional que reveza felicidade, depressão e raiva
A solução - Alimente-se de mais produtos com laticínios nas refeições - três ou quatro porções de leite, queijo ou iogurte todos os dias são ideais. Uma pesquisa publicada na revista Archives of Internal Medicine sugere que o nível de cálcio e vitamina D no sangue diminui logo antes da menstruação, então acredita-se que a reposição deles ajude com o sintoma.
Coma mais, inche menos
O problema - Antes da menstruação, você respira fundo na hora de abotoar seu jeans favorito. "Os responsáveis pelo inchaço são o estrogênio e a progesterona, que desencadeiam alterações nos níveis de cálcio e vitamina", afirma a ginecologista Karina Zulli, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.
A solução - Para combater esse efeito, consuma mais potássio, encontrado em banana, abacate, folhas escuras e carnes magras. E beba bastante água! Quanto mais xixi você fizer, mais fácil será manter uma boa quantidade de líquidos no corpo. Por último, não fique tentada a matar aquela aula de power jump na academia: exercício físico melhora o metabolismo, o que contribui para a redução do inchaço.
Silêncio, por favor
O problema - De uma dorzinha lateral até aquela bem intensa, conhecida como enxaqueca menstrual (acompanhada de enjoo e sensibilidade à luz). Tem dias que você acorda com a sensação de ter uma bigorna na cabeça, como nos desenhos animados. A notícia boa: ela pode ser facilmente tratada.
A solução - Ao primeiro sinal de dor, tome um anti-inflamatório ou analgésico e aumente as doses de cafeína durante a menstruação. "A substância ajuda o sangue a absorver o remédio e a constringir as veias. É por isso que muitos analgésicos contêm cafeína na fórmula", diz a ginecologista Adriana Orcesi Pedro, da Unicamp. Também evite alimentos que pioram a dor de cabeça, como queijos, chocolate ou vinho.
Não me toque
O problema - A sensibilidade nos seios é um mistério até para os ginecologistas, mas há uma teoria que sobressai: os líquidos a mais que você retém nessa época do mês estimulam um hormônio chamado prolactina, o que, em alguns casos, pode causar sensibilidade ao toque e ao movimento.
A solução - O truque para resolver o desconforto é reduzir a quantidade de líquidos no seu corpo - assim, menos prolactina será produzida. Para isso, evite a ingestão de comidas salgadas e álcool. Mas, se até descer escadas causa dor e incômodo nessa fase, apele para um top reforçado ou sutiã esportivo durante o dia. O decote da sua blusa não vai ficar tão bonito, mas seu corpo vai agradecer.
Vida de adolescente
O problema - Você não está apaixonada pelo Justin Bieber, mas as espinhas deixam sua pele igual à da sua prima de 16 anos. "As mudanças no nível de testosterona dizem para o corpo produzir mais oleosidade na pele e até aumentam os pelos. Os níveis de cortisol também se alteram, o que favorece o surgimento da acne", diz a dermatologista Carla Vidal, de São Paulo.
A solução - Se ainda não é adepta, talvez seja a hora de apelar para a pílula. "Ela estabiliza essas alterações e diminui os níveis de testosterona", explica Carla. Também é bom consultar o dermatologista para um tratamento com sabonetes e secativos que tenham como princípio ativo triclosan, ácido acetilsalicílico ou enxofre e protetor solar com solução oil free..
Chega de canseira
O problema - Parte da fadiga tem a ver com o aumento nos níveis de estrogênio e progesterona. Dormir fica mais difícil - e não é à toa que você parece um panda por uns três ou quatro dias. "Algumas mulheres ainda sentem o rendimento no trabalho diminuir e uma preguiça maior na academia", diz Adriana.
A solução - Por mais estranho que pareça, movimente-se o máximo possível: troque o elevador pela escada e estacione o carro um pouco mais longe do seu destino para forçar uma caminhada. Qualquer exercício que acelere o coração ajuda a recarregar as baterias. Só não vale buscar energia em doces ou café: a sensação de prazer é imediata, mas logo depois o sangue cheio de açúcar faz você ficar ainda mais mole.
Então, todas muito felizes nesse mês das flores?

Lady Chic
Por
Beth Vasconcelos