domingo, 4 de setembro de 2011

DESAFIO DA VIDA A DOIS!!


Bom dia amigas, excelente dia para vocês

Nosso assunto hoje é uma cortesia do site Delas com artigo de Júlia Reis, iG São Paulo, e algumas fotos de Arte iG/Willian Murai, nos dando dicas mais que preciosas sobre os seis vilões do casamento.

A autora faz uma reflexão sobre rotina, filhos e até o videogame. Os desafios da vida a dois e como evitar desgastes e distanciamento

Acompanhem por favor

A vida do casal depois da lua-de-mel não é feita só de romance. A rotina revela vilões que muitas vezes colocam o encanto e o amor em perigo. Os jantares em restaurantes descolados dão lugar ao lanche rápido no balcão da cozinha, e o tempo compartilhado ao final do dia, quem diria, agora é usado para jogar videogame e atualizar o Facebook.

Sim, as mudanças são naturais ao longo do tempo, porém é preciso atentar para os exageros em busca de relações mais harmoniosas e satisfatórias para os dois lados. Feras em terapia de casal e autoras de livros sobre o assunto, Lidia Aratangy e Magdalena Ramos apontam caminhos para lidar com os seis potenciais vilões do casamento e do sexo.

1.Tarefas domésticas

Dividir o mesmo teto significa dividir também a pilha de louça para lavar. E as brigas envolvendo trabalhos domésticos são comuns. Se a trabalhosa compra do mês e os copos fora do lugar andam disparando discussões, "então está na hora de distribuir as tarefas de maneira justa", avalia a mediadora de conflitos Magdalena Ramos.

A recomendação é que cada um escolha as responsabilidades de acordo com suas habilidades e preferências, mesmo que tenham feito tudo diferente por vários anos. “As mulheres tendem a pegar mais coisas para fazer, porém com o tempo começam a se ressentir e reclamar”, alerta. Segundo a terapeuta Lidia Aratangy, não deve existir o conceito de “ajudar em casa”, já que a responsabilidade é igual para os dois. A hora da faxina – ou mesmo a orientação de uma faxineira – deve servir como um exercício de companheirismo, e não virar um cabo de guerra.

2. As crianças

É consenso entre os especialistas que os filhos reduzem o tempo a sós do casal e a rotina sexual – reduzem, não eliminam. Os primeiros anos são os mais difíceis. “É uma temporada sem ‘eu e você’. Paciência, isso volta“, diz Magdalena. Separar um momento diário para conversar e brincar com as crianças é uma tentativa para que elas interrompam menos os pais durante outras atividades.

“Quando eles sabem que terão um espaço para serem ouvidos, não ficam insistindo e atrapalhando”, diz Aratangy. De acordo com Magdalena, é normal que os pais discordem com o estilo do outro de educar. O caminho para evitar conflitos é realmente conversar e tentar um equilíbrio construtivo.

3. Televisão, computador e videogame

Como é bom chegar em casa e simplesmente relaxar. Televisão, jogos eletrônicos e novelas não são inimigos do casamento, desde que não isolem um dos pares. “Muita gente mora sob o mesmo teto, mas não compartilha nada. Em função disso, não constroem uma relação”, aponta Magdalena. Com o tempo, a distância entre os dois cresce e o tédio aumenta.

Contudo, abrir totalmente mão de fazer o que gosta também não é o caminho. “É uma equação complicada conciliar o território das coisas partilhadas com os interesses individuais, que precisam ser mantidos”, avalia Lidia. “Um bom antídoto é perguntar como foi o dia do outro, escutar, esse já é um grande passo”, diz. Outra boa ideia é incluir o(a) parceiro(a) no programa – que tal jogar em equipe?

4. Descuido como corpo
Compartilhar um pote de sorvete durante o filme, preparar aquela receita calórica ou bebericar todos os dias num happy hour caseiro; quem não gosta? Pesquisas revelam que o casamento faz bem para a saúde, mas engorda. Além disso, a natural sensação de segurança pode gerar certo relaxamento, que até pode ser bom, desde que não vire desleixo.

“Não precisa estar de salto alto, mas também não precisa estar com a camiseta furada”, diz Aratangy. O descuido, ela conta, demonstra falta de interesse: homens e mulheres deixam de se cuidar porque acham que não são mais notados ou avaliados da mesma maneira pelo(a) parceiro(a). Assim, elogios podem estimular a autoestima e o desejo de caprichar mais no visual. O primeiro passo, no entanto, é cuidar da própria imagem.


5. Intimidade demais
Atenção para não confundir intimidade com falta de boas maneiras. Como os dois passam muito tempo juntos, é natural que não tenham vergonha um do outro. Isso é bom, mas com limites.

“Fechar a porta para fazer xixi é sinal de respeito e dignidade, e isso tem que ser mantido”, exemplifica Lidia. Ela diz que a acomodação leva os casais a compartilharem demais: acham que se conhecem tanto que não há mais surpresas. A partir daí não demora muito para alguém espremer uma espinha ou até soltar gases na frente do outro. E assim aquele mistério, que tempera a relação, fica ameaçado.

6. Rotina e cansaço

É natural que o cansaço do dia a dia desestimule a interação entre os pares. Porém, desfrutar dos momentos juntos é fundamental para manter a saúde da união. Jantar separados ou na frente da televisão desperdiça um horário de troca precioso. Claro, a vida não é uma festa, todo mundo pode ter um dia ruim no trabalho ou estresse no trânsito.

Assim, saber como administrar isso e, principalmente, não descontar o nervosismo no outro, é prática dos casais felizes. As brigas não devem se tornar constantes e permanentes, esperando que o dia a dia fique mais fácil ou com menos cobranças. “O casal maduro tem uma lógica equilibrada e adequada. Às vezes precisamos dispensar algumas discussões e viver mais a relação”, avalia Lidia.

Bom Domingo para todas e até amanhã

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

sábado, 3 de setembro de 2011

SOZINHA, TALVEZ MAS SEM SOLIDÃO


Bom dia amigas um sábado fabuloso é o que desejo a vocês hoje.

Estive novamente no site Yahoo! Beleza e Saúde a fim de trazer para nossa reflexão assuntos que valorizem este sábado lindo.

Então colhi um artigo elaborado pelos especialistas daquele site, nos orientando sobre o cultivo de boas amizades que nos ajudem a trabalhar o sentimento de solidão que muitas de nós sentimos vez por outra.

O artigo afirma que viver sozinho não significa ser solitário ou estar à parte da sociedade. Será?

Acompanhem por favor e tenham um lindo e saudável dia.

É comum ouvirmos das pessoas que elas têm medo da solidão. Mas o curioso é que, segundo um levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, que utilizou dados do Censo Demográfico de 2010 do IBGE, 6,9 milhões de pessoas vivem sozinhas no país e nos últimos 20 anos o número de brasileiros solitários triplicou.

Por que isso acontece? Os mais céticos afirmam que isso decorre do envelhecimento da população e do aumento na renda média do brasileiro. Ao mesmo tempo, isso também mostra um processo de individualização das pessoas.

Nos últimos anos, as famílias começaram a se estruturar de diferentes maneiras. Os filhos saem mais cedo de casa para estudar, enquanto os pais, muitas vezes, separam-se e casam novamente, sem, necessariamente, morar junto com seu novo(a) companheiro(a).

Além disso, o mercado de trabalho se mostra aquecido em determinadas cidades e parado em outras, exigindo a migração das pessoas. A sociedade mudou e isso fez com que os indivíduos alterassem seu comportamento, buscando independência pessoal.

O fato é que, cada vez mais, o ser humano está aprendendo a viver sozinho e a solidão deixou de ser um "bicho papão". O comércio, de olho nessa nova fatia de mercado já adaptou bares e restaurantes para que o solitário não seja discriminado ou constrangido, treinando seus funcionários a evitar a pergunta: "o(a) Sr.(a) aguarda uma pessoa".

Do ponto de vista da psicanálise, a solidão é algo natural: "Nascemos sozinhos e morremos sozinhos". A ideia de que somos seres inteiros e não uma parte, também reforça isso e derruba de vez o conceito de "metade da laranja".

Uma pessoa terapeutizada passa a se entender melhor, descobre que ela mesma pode ser uma excelente companhia e se conscientiza de que é possível, sim, ser feliz sozinha sem, com isso, se isolar da sociedade.

Se preparar para a solidão tem sido uma das maiores buscas em meu consultório, pois em algum momento de nossas vidas estaremos sós e isso, ao contrário do que se imagina, também pode ser muito bom.

Confira algumas dicas para trabalhar a solidão:

1. Mantenha sempre a sua individualidade, mesmo vivendo a dois. Nunca se anule;

2. Crie o hábito de se interiorizar, medite;

3. Cultive amizades verdadeiras;

4. Faça terapia, pois o auxílio profissional pode ajudá-lo a desenvolver a autoconfiança e o autoconhecimento, que são essenciais para aprender a lidar e conviver com a solidão, sendo, desta forma, muito feliz.

Beijão para todas e até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

OS PAIS DEVEM AJUDAR!!


Olá amigas do Lady Chic Blog, bom dia.

Hoje nosso assunto vem do site Yahoo, beleza e Saúde, com artigo da redação do Minha Vida, onde se esclarece que apoiar aos filhos no dever de casa traz melhor desempenho escolar.

O texto afirma que os pais podem incentivar a criança a decidir como fará a lição, em vez de apenas pressioná-la.

Acompanhem os detalhes por favor.

Novo estudo realizado pela Ben-Gurion University of the Negev, em Israel, indica como os pais devem agir para incentivar os filhos a fazerem dever de casa. Os resultados, publicados no periódico Learning and Individual Differences, mostraram que, se os pais apoiarem e comunicarem a importância do aprendizado, mostrando sempre uma atitude positiva, as chances de a criança se motivar são maiores, o que não acontece quando os pais apenas pressionam seus filhos a terem notas altas.

O estudo foi conduzido em duas escolas primárias com 135 crianças do quarto ano (antiga terceira série, no Brasil) e seus pais, todos de Israel. Os pequenos completaram questionários quanto ao seu grau de motivação para fazer lição de casa, enquanto os pais responderam outra pesquisa sobre sua vontade de ajudar os filhos. Isso permitiu a análise do ambiente familiar sob ambas as perspectivas.

Entre as crianças com melhor desempenho escolar, mais de 60% de seus pais declararam estarem envolvidos nos deveres de casa de seus filhos ao menos uma vez por semana, e 35% dedicaram um tempo à lição de casa do pequeno todos os dias ou mais de uma vez por semana. Apenas 4% disseram nunca se envolver nas tarefas da criança.

Para os pesquisadores, os pais devem dar aos filhos algumas escolhas, o que inclui quando ou aonde fazer seu dever de casa. Além disso, as crianças devem se sentir amadas, sem que isso dependa de seu sucesso escolar. Os estudiosos também acreditam que os pais devem se perguntar sobre suas próprias motivações, antes de tentar mudar as da criança.

Ajude seu filho a estudar

Qual a melhor atitude para estimular as crianças a estudarem? O que fazer para que eles comecem a enxergar as aulas mais como um prazer e menos como uma obrigação? Para responder estas e outras perguntas sobre educação infantil, o Minha Vida conversou com a educadora Vera Werneck, do Colégio Padre Antonio Vieira.

Para fazer com que o filhote pegue gosto pelos os estudos, que tal colocar as lições em prática? "Os pais precisam estar de olho no que os filhos estão aprendendo. Na fase de alfabetização, por exemplo, vale espalhar pequenos bilhetinhos pela casa. E quando estão maiores, peça ajuda para somar a conta do supermercado; basta usar a criatividade", diz a educadora.

Que tal estimular a formação de um grupo de estudos? Estudar junto com outros colegas de classe pode ajudar seu filho a pegar gosto pela educação. "Chamar os amiguinhos de classe pode ser um importante passo para as crianças que correm risco de repetir o ano, já que assim eles se ajudam e podem aprendem com mais facilidade", explica. "Mas, é importante que um adulto se certifique que eles estão mesmo estudando, caso contrário esse momento pode virar uma bagunça."

Beijão para todas e até amanhã

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

FÁCIL DE CONTRAIR E CHATA DE MANDAR EMBORA


Olá amigas bom dia

Nosso assunto hoje é sobre saúde dos pés, através do artigo da Dra. Daniela Hueb, do site Dicas de Mulher. A Drª. Daniela é Dermatologista com especialização em Medicina Estética, graduada em Medicina pela Universidade de Alfenas/MG. Filiada à Academia Brasileira de Dermatologia e à Academia Americana de Dermatologia, participa constantemente de cursos e congressos nacionais e internacionais sobre dermatologia. Seu contato é: daniela@dicasdemulher.com.br e vem nos esclarecer sobre Micose de unha.

Vejam os detalhes.

A autora explica que a micose de unha é o terror de quem adora andar descalço, principalmente nas épocas mais quentes e que rendem uma piscina ou uma ida à praia. O problema da micose de unha (ou onicomicose, como é menos conhecida) é que é fácil de contrair, mas bem chata de mandar embora.

A micose nas unhas é uma inflamação causada por fungos que se alimentam de queratina, uma das substâncias que formam a unha. Aos poucos, eles destroem a unha, deixando-a fraquinha, como se estivesse esfarelando.

Normalmente, são as unhas dos pés as mais afetadas, já que, quando calçamos sapatos fechados, o ambiente fica bastante favorável à procriação dos fungos, pois se torna quente e úmido.

É comum contrair esse problema?

Mais do que você imagina. Você pode pegar essa infecção só de pisar descalça em ambientes como vestiários, praias e piscinas. Mas não só isso. Uma vez que você não faz a higiene correta dos pés, como lavar com sabão entre os dedos, enxaguar e secar direito para, só depois, colocar o sapato, também pode dar chance de os fungos tomarem conta do seu pé.

Por isso, tem que pensar bem: se você tem micose na unha, cuide direito e tente não ficar descalça em ambientes como os citados acima. A onicomicose também pode surgir em pessoas com doenças crônicas, como diabetes e HIV, e naqueles com problemas circulatórios, que têm diminuição no fluxo de sangue nos dedos dos pés.

Você reconhece a micose de unha quando:

A espessura dela fica mais grossa. A cor da unha também muda: ela fica esbranquiçada, às vezes amarelada e até num tom que puxa para o marrom;

Um cheiro mais forte também pode surgir nas unhas infectadas;

A unha fica descolada do dedo e, quando você mexe nela, parece ir se soltando com facilidade;

O contorno da unha fica inflamado e dolorido. Além disso, acontece uma alteração no formato, que cresce ondulada e com bastante relevo;

Manchas brancas surgem na superfície da unha.

Não é preciso ter todos esses sintomas para concluir que está com micose. Às vezes, o fungo pega mais leve e os sintomas nem são tão agressivos, mas ainda consiste num caso de micose. Por isso, ao primeiro sinal é preciso marcar com seu dermatologista. Isso mesmo, um médico. Podólogos e manicures não são os profissionais mais apropriados para tratar esse problema, ok?

É verdade que o tratamento leva tempo?

Sim, costuma ser demorado porque as unhas crescem lentamente: apenas milímetros por mês. Os medicamentos utilizados para o tratamento podem ser de uso local, sob a forma de cremes, soluções ou esmaltes. Os casos mais avançados podem precisar de tratamento via oral.

Os sinais de melhora demoram a aparecer, às vezes, leva um ano completo para a unha se renovar. E você não pode desistir, precisa continuar passando o remédio. A persistência é um item fundamental no tratamento da micose de unha. Se desistir, os fungos podem acometer a unha vizinha (coisa comum de acontecer) e aí o problema dobra de proporção.

Você precisa consultar o dermatologista porque só ele vai avaliar o caso corretamente e receitar o remédio mais indicado. E nem pense em usar medicamentos indicados por outras pessoas, isso pode acabar disfarçando características importantes para o diagnóstico correto da sua micose.

Existe remédio caseiro contra micose?

Não! Por isso, se ouvir de alguém que suco de limão mata o fungo nem dê ouvidos e siga em frente. Colocar suco de limão ou vinagre na unha, além de não solucionar seu problema, vai lhe causar outro, já que os dois são ácidos e, quando exposto a altas temperaturas, causam manchas escuras e até queimam a pele.

O melhor é evitar

Com algumas dicas fáceis de fazer, você manda o perigo da micose pra bem longe. Então, nada de:

Usar meias de tecido sintético, que impedem que seus pés respirem. Prefira as de algodão. Trocar a meia todo dia e lavá-las direito é outra dica;

Andar descalço em vestiários e pisos úmidos;

Dividir toalhas e calçados com outras pessoas, por mais amigas e conhecidas que sejam. Qualquer um pode ter micose!

Usar sempre o mesmo sapato. Varie e não guarde o sapato sujo. Deixe pele menos um tempo no sol;

Ficar com as unhas do pé compridas. Corte e lixe, assim elas evitam que os fungos se desenvolvam embaixo da parte que cresceu;

Falando em lixar e cortar, leve sempre seu kit na manicure. Se usar o dela, garanta que ele foi esterilizado.

Abraços para todas e até amanhã

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos