quinta-feira, 5 de maio de 2011

VOCÊS PRECISAM DE PROTEÇÃO DOS HOMENS??


Olá amigas lindas do meu blog. Hoje eu determino que vocês cresçam em todos os sentidos: biológico, sociológico, psicológico e espiritual, tornando-se a cada dia mulheres integrais, competentes e capazes de fazer o mundo melhor ao redor de vocês.

Para abrilhantar a quinta feira vamos refletir com o texto maravilhoso de Regina Navarro Lins, do site DELAS, que vem nos explicar a dinâmica da nossa relação com os homens.

A articulista Regina Navarro Lins é psicanalista e escritora, autora do livro “A Cama na Varanda”, entre outros.

Acompanhem os detalhes por favor.

A autora inicia indagando se nós mulheres necessitamos de proteção.

E prossegue:

Sandra, 39 anos, é uma respeitada executiva de uma grande empresa. Está separada há seis anos e tem três filhos. Procurou terapia porque algo a aflige: “Estou namorando André há um ano. Já pensei várias vezes em terminar, mas não consigo.

Ele tem inúmeras qualidades; nossa vida é divertida, o sexo é ótimo e nunca brigamos. Entretanto, o problema é a sua falta de cavalheirismo. Isso me perturba muito. Todos os meus ex se preocupavam comigo e tentavam resolver todos os meus problemas.

Mas André parece que me vê como alguém que não precisa de proteção. Outro dia, saí da casa dele às nove da noite e não lhe passou pela cabeça me levar até meu carro. Tudo bem que meu carro estava na garagem do prédio, mas não achei legal.

São várias atitudes desse tipo que me frustram. Ele não tem a preocupação de abrir a porta do carro para eu entrar, nem de puxar a cadeira para eu sentar. No sábado lhe telefonei cedo para dizer que um cano da minha casa estourou.

Sabe o que ele respondeu? Para eu procurar logo um encanador para fazer o conserto. E falou isso como se tivesse me dado um grande apoio. Concluí que assim não dá... preciso de um homem ao meu lado que faça com que eu me sinta sempre protegida.”

Apesar de a grande revolução do século XX ter sido a das mulheres, não são poucas as que ainda fazem esse tipo de reivindicação. Ao contrário do homem, que é estimulado a ser independente desde que nasce, a mulher não é criada para defender-se e cuidar da própria vida.

Quando adolescente, continua sendo treinada para a dependência. Não deve sair sozinha, seus horários, assim como sua sexualidade, são mais controlados, e é cobrada para permanecer mais tempo em casa.

Por mais que estude e faça planos profissionais para o futuro, alimenta o sonho de um dia encontrar alguém que irá protegê-la e dar significado à sua vida, não dando ênfase a uma profissão que a torne de fato independente.

Apesar do movimento feminista das décadas de 60 e 70 ter feito com que grande parte das mulheres se rebelassem contra o eterno papel de donas de casa e mães, e as exigências práticas da vida não mais permitirem que elas se escondam sob a proteção do pai ou marido, para muitas a liberdade assusta.

Não é para menos. Desde a infância, a mulher desenvolve uma grande dúvida interna quanto à sua competência para a vida. Afinal, foi ensinada a acreditar que, por ser mulher, não é capaz de viver por conta própria, que é frágil, com absoluta necessidade de proteção. Muitas mulheres acreditam até que serem sustentadas é um direito que têm pelo fato de serem mulheres.

O principal objetivo para a maioria continua sendo o casamento, visto como insubstituível fonte de segurança e usado como arma ideológica contra a mulher: “Uma pessoa só se realiza no casamento”; “Uma mulher não pode viver sozinha”; “A verdadeira felicidade da mulher é ter filhos”. Esses slogans são repetidos incansavelmente, mesmo que de forma subliminar.

As que se sentem capazes, com frequência temem desapontar as expectativas dos homens. Como a combinação de sexualidade e competência nas mulheres parece ameaçá-los, elas optam por esconder a sua autonomia e representar o papel feminino estereotipado. Assim, aceitam ter a função de um espelho que reflete o ideal e a fantasia do homem, sempre ajustando sua imagem de acordo com as necessidades e exigências dele.

Para a historiadora canadense Bonnie Kreps, as penalidades por não representar esse papel são rigorosas. Elas se estendem desde tornar-se invisível até a perda do apoio econômico e do status de uma pessoa saudável.

“A multidão de atributos expostos nesse papel — maneiras respeitosas, olhar recatado, sorriso constante, a risada que confirma, entonação crescente, gestos físicos cautelosos, e assim por diante — foi adequadamente chamada de atitudes de acomodação”, diz ela.

Tanto a mulher que se sente insegura e frágil quanto a que se sabe competente, mas representa o papel feminino para agradar ao homem, são mulheres acomodadas. Ambas acreditam necessitar de um homem ao seu lado sem o qual não imaginam poder viver.

Um respeitado estudo americano sobre a masculinidade e a feminilidade a partir de uma perspectiva da infância confirma isso ao descrever os estágios da aprendizagem do respeito ao sexo masculino.

São eles: afirmação (dos seis aos 10 anos), no qual as garotas têm rancor dos meninos; ambivalência (dos 10 aos 14 anos), quando as garotas começam a se desviar para o lado dos meninos; e acomodação (dos 14 em diante), no qual as garotas aceitam a “necessidade do apoio masculino”.

A mulher acomodada aceita que todo homem com quem se relacione a proteja. Bonnie Kreps diz ser possível observar em qualquer lugar o ritual diário pelo qual as mulheres permitem que os homens as guiem em situações físicas que podem controlar perfeitamente sem assistência masculina ou então estariam mortas.

“Ainda assim, lá está ele, o braço masculino onipresente em nossa direção, dirigindo-nos nas esquinas, através das portas, para dentro dos elevadores, subindo escadas rolantes, travessando ruas. Esse braço não é necessariamente pesado ou grosseiro; é leve e delicado, porém firme, como dos cavaleiros mais confiantes com os cavalos mais bem treinados”.

Ela considera, portanto, que a noção de cavalheirismo é crítica para as mulheres. Que tipo de homem deseja proteger uma mulher? Certamente não seria um que a vê como um igual, que a encara como um par.

Mas aquele que se sente superior a ela. E como diz Mae West em um dos seus filmes: “Todo homem que encontro quer me proteger... não posso imaginar do quê.”

E então: Vocês precisam de proteção?

Abraços carinhosos para todas e até amanhã

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

quarta-feira, 4 de maio de 2011

DEPRESSÃO APÓS O ALTAR É POSSIVEL?

Olá queridas e seguidoras do Lady Chic Blog, luz e amor para todas.

Nosso assunto hoje vem do site Terra Mulher e trata de depressão pós nupcial.

Vocês sabiam que a depressão pós-nupcial atinge uma em dez mulheres?

É verdade, vejam detalhes.

Segundo o artigo a depressão pós-nupcias atinge uma em cada dez mulheres, segundo especialistas, e a princesa pode desenvolver o problema se não tiver um novo foco.

A doença da depressão pós-nupcial pode atingir mulheres que depositam muitas expectativas no dia do casamento.

O casamento real foi um sucesso e tudo saiu conforme o planejado, mas, especialistas da área de relacionamento discutem entre si: o que vem depois do grande dia?

Artigo publicado pelo jornal Daily Mail indica que a depressão pós-nupcial é um problema bastante comum entre as mulheres e, devido às grandes expectativas depositadas na festa, pode atingir até mesmo Catherine Middleton, que se casou com o príncipe William na última sexta-feira (29).

O jornal indica a estimativa de que uma em dez noivas sofrem algum sintoma de depressão após a tão sonhada data.

Uma pesquisa feita por um psicólogo americano mostrou que 10% dos recém-casados buscam aconselhamento para lidar com sintomas como remorso, tristeza e frustração.

A explicação dada pelos profissionais ouvidos é que as noivas muitas vezes se preocupam mais com o dia da comemoração do que com o casamento em si.

Segundo Belinda Hanks, editora de um site inglês especializado no tema casamento, nem mesmo o requinte de uma vida de princesa pode impedir o vazio que aparece depois do evento.

Para ela, é provável que a duquesa Catherine também enfrente o problema, uma vez que, como grande parte das noivas, planejou a festa por meses.

Ela acredita que este foi o evento para qual a plebeia mais se preparou, então, é natural que a partir de agora precise de um novo foco.

Os sintomas mais comuns da depressão pós-nupcial são vazio e desapontamento. A editora conta que muitas noivas que visitam o fórum do site admitem este tipo de sentimento.

Elas relatam um grande vazio no dia seguinte à festa, depois de um intenso período de planejamento, organização e utilização da criatividade.

A psicoterapeuta Diana Parkinson nota que muitas mulheres recém-casadas vêm apresentando estes sintomas, pois ficam obcecadas com o grande dia, gastando muito dinheiro com a festa, e acabam se esquecendo do sentimento de entrega que envolve o casamento e das juras de amor eterno.

O artigo indica que, para prevenir este tipo de sentimento, a noiva deve prestar muita atenção em si mesma nos meses seguintes a festa, e o casal deve investir na relação planejando férias e outros eventos especiais.

Por isso as ladys que estão de casamento marcado caiam em si e tomem muito cuidado, pois depressão machuca por demais as pessoas.

Abraçando a todas com muito carinho

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

terça-feira, 3 de maio de 2011

GALERIA DE RESULTADOS - CLIENTES VIP





CONFIRA OUTRAS FOTOS DAS LADYS NO ORKUT

SEU FILHO É CONSUMISTA??


Olá queridas amigas do Lady Chic Blog, um lindo dia para todas.

No mês das mães estarei postando vários assuntos relacionados com o tema, para abrilhantar o dia de todas.

Assim estou trazendo hoje um tema formidável com texto de Tyciane Vaz Conteúdo do site ANAMARIA, onde ela nos dá dicas de como ensinar os filhos a lidar bem com o dinheiro sem se transformarem em pessoas consumistas.

Veja detalhes

Mais uma boneca, aparelho de MP3, celular moderno, roupa da moda, brinquedo novo que acabou de passar no intervalo comercial... As crianças querem tudo! Fica difícil conter tantos pedidos - ainda mais por causa de justificativas como ''todos os meus amigos têm''.

Cabe a você a dura tarefa de dizer não. Afinal, realmente não dá para comprar tudo que eles querem! É complicado negar o pedido de um filho, principalmente quando ele se comporta bem, tira boas notas na escola e é carinhoso. Porém, é necessário impor limites a um consumismo tão desenfreado.

''Os pais precisam dizer não'', alerta Laís Pereira, psicóloga do Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana. Segundo ela, as crianças fazem tanta pressão que influenciam 4 de cada 5 compras de uma casa.

Se seu filho não para de pedir, pedir, pedir, você pode negar com jeitinho. Assim, você o educa para que ele não se transforme em um consumista compulsivo.

Regras de ouro para não estimular o consumismo

1. Não tenha medo de dizer não

Diga que não é possível comprar tudo e deixe claro que a compra deve estar relacionada à necessidade de ter alguma coisa.

2. Seja um exemplo

Seu filho observa seu comportamento. Não seja consumista: evite o exagero.

3. Faça um acordo antes de ir às compras

Quando for ao shopping, explique que vocês estão indo para passear ou comprar algo necessário. O presente fica para o aniversário ou o Natal. Se ele insistir, diga: ''Lembra? Combinamos em casa!''.

4. Evite levá-lo com fome ao supermercado

As embalagens dos produtos já chamam atenção naturalmente, o que dizer então se estivermos com fome? Para se prevenir de sustos quando chegar ao caixa, comam bem antes de sair de casa.

5. Não dê presentes para compensar sua ausência

Você se sente culpada por ficar longe dos filhos? É normal, mas não tente compensar com presentes. Curtam o pouco tempo juntos.

6. Controle o tempo em frente à TV

Estipule o número de horas que seu filho gasta assistindo televisão. ''A criança deve assistir TV, no máximo, duas horas por dia'', aconselha a psicóloga Laís Pereira.

7. Cobre da escola

Veja o que a escola do seu filho faz para evitar a competição entre as crianças. Não adianta ensinar o seu filho se os amiguinhos competem para saber quem tem o melhor brinquedo, o celular mais novo etc.

Beijão para todas é até amanhã.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

segunda-feira, 2 de maio de 2011

PARA UMA VIDA SAUDÁVEL E PRAZEROSA!!


Bom dia amigas queridas do Lady Chic Blog, saúde e paz paratodas nesta linda segunda feira de maio que ora se inicia.

Nossa reflexão para início de semana é um artigo de Cibele Fabichak, colhido do site da B Bel – Um Estilo de Vida, já bastante conhecido nosso, narrando as benesses que são promovidas na nossa vida quando casamos.

Acompanhem e tenham um bom dia hoje.

Afirma a autora que por intuição já sabemos, mas a ciência comprova: o amor tem consequências para a saúde e para o bem-estar. Ter autoestima elevada, confiança, estar preparado física e psiquicamente para correr riscos, tornar-se uma pessoa cada vez mais receptiva para o mundo e seus desafios: isso é estar de bem consigo mesmo.

O amor, particularmente no início, em sua fase eufórica da paixão, pode algumas vezes ser estressante. Entretanto, possui um potencial forte e global para a redução do próprio estresse.

O sexo e a reprodução são apenas um aspecto do amor. Convívio em comunidade, interação social, saúde e sobrevivência (do indivíduo e da espécie) claramente indicam benefícios adicionais do amor biológico.

Pesquisas têm mostrado que as ligações sociais, sejam elas românticas ou não, são extremamente úteis para o tratamento e até prevenção de doenças que podem envolver distúrbios de relacionamento, como a depressão.

Pesquisadores da La Trobe University, na Austrália, têm observado que homens casados vivem mais do que os não casados (solteiros ou divorciados).

Em vários estudos realizados envolvendo mais de dez mil mulheres e homens casados, os pesquisadores rastrearam a saúde dos casais durante 15 anos e chegaram à conclusão de que pessoas casadas vivem mais.

Provavelmente há várias razões atribuídas para o porquê deste fato. Os pesquisadores disseram ainda que mulheres mais fortes - que são fisicamente, emocionalmente e financeiramente mais estáveis -, não sentem necessidade de se casar e frequentemente não o fazem.

Para elas, a sobrevivência é um meio de vida. Elas são felizes se voltando para elas mesmas e por causa disso vivem mais, enquanto os homens são menos resistentes - em todos os aspectos: físico, emocional e financeiro - e os que não se casam são mais propensos a ser infelizes e tendem a viver menos.

Quanto mais sucesso tem um homem nos diversos aspectos de sua vida, mais ele busca o casamento.

Uma carreira de sucesso e a participação total ou parcial no sustento da família podem contribuir para uma qualidade melhor de vida, por isso a satisfação com a vida é maior no homem que é casado.

Além disso, o casamento pode torná-lo mais produtivo no trabalho.

Os estudiosos acrescentam: as mulheres, por outro lado, são capazes de se cuidar por elas mesmas, sendo bem-sucedidas profissionalmente ou não.

Se elas são bem-sucedidas, cuidam de si próprias, e se elas não o são, tendem a se casar e "permitem" que o homem faça o seu papel de protetor e provedor.

A pesquisa também descobriu que pessoas mais bem adaptadas do ponto de vista biológico, em geral, são mais propensas a se casar.

Indivíduos mais fortes e vigorosos tendem a sobreviver mais, e, por conseguinte, o casamento tem uma contribuição pequena no aumento da expectativa de vida delas.

Contudo, há estudos que mostram que nove em dez esposas de meia-idade atingirão a idade de 65 anos, comparadas a oito em dez mulheres solteiras ou divorciadas.

Quanto ao divórcio, este evento tem maior consequência negativa para a saúde da mulher se comparado aos efeitos na saúde do homem.

Assim, já temos alguns poderosos indícios biológicos de que o amor - ainda que sua construção e manutenção demandem muita energia, dedicação e tolerância- é um elemento fundamental para tornar nossa vida mais saudável e prazerosa.

Afinal, quem não deseja ser amado e amar?

Abraços para todas e até amanhã com mais uma reflexão para nossas vidas.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos

domingo, 1 de maio de 2011

UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA VOCÊ!!

recados para orkut

CONSUMIDORES OU CONSUMIDOS??


Bom dia amigas do Lady Chic Blog luz e prosperidade é o que desejo a todas neste lindo domingo.

O artigo que eu trouxe é um texto da Dra. Luciana Kotaka - Psicóloga e especialista em Transtornos Alimentares desenvolve seus trabalhos há mais de 14 anos.

Ela nos trás uma reflexão sobre o consumismo e o poder das mensagens subliminares contidas nas propagandas

Acompanhem por favor

Somos consumidores ou somos consumidos?Após um dia cansativo de trabalho, chegamos em casa e ligamos a TV.

Sem nos darmos conta, um comercial de um novo iPhone vai ao ar, mostrando as maravilhas tecnológicas que poderemos ter a mão caso tenhamos um.

Acaba o comercial, e após um tempo ligamos o computador, e vamos procurar mais informações sobre o produto, valor, forma de pagamento, e aí já está instalado o desejo de comprar, e conseqüentemente a insatisfação do modelo de celular que temos.

No dia seguinte, um colega de trabalho pega seu iPhone e quando vemos, pensamos: que bacana, se ele tem é porque vale à pena, vou comprar um também!

Pronto, a mensagem da TV obteve o efeito desejado. E assim acontecem todos os dias, várias vezes, quando ouvimos rádio, olhamos uma revista, ou nos deparamos com um outdoor quando estamos dirigindo nosso carro na rua.

Muitos profissionais têm alertado sobre o consumismo, da importância de desenvolvermos valores em nossos filhos, ensiná-los a valorizar o que tem em casa, valorizar valores humanos.

Porém mesmo assim, somos bombardeados de informações o tempo todo, roupas, sapatos, celulares da moda e comida.

Ouvimos sobre a necessidade dos exercícios físicos, da alimentação saudável, porém vemos que na contramão vem propagandas de comidas, com brinquedos atrativos.

Nas filas das farmácias, mercados e postos de gasolinas, estão lotados de guloseimas estrategicamente dispostas ao lado do caixa, chamando a atenção das crianças e muitos adultos, levando ao desejo de comprar e consumir.

Tudo muito fácil.

Estatísticas mostram que a obesidade está crescendo assustadoramente no Brasil, e segundo o Ministro da Saúde José Gomes Temporão, se o crescimento das taxas de excesso de peso no país continuar no ritmo em que se encontra, a obesidade poderá alcançar dois terços da população brasileira nos próximos 10 anos.

“Se não mudarmos isso agora, em uma década vamos enfrentar o mesmo problema que os americanos enfrentam quando o assunto é obesidade”, comentou.

Ele classificou os índices de sobrepeso no Brasil como “preocupantes” (site ABESO)

Falando francamente, não somos meros consumidores e sim somos consumidos por estratégias de marketing, por idéias estrategicamente pensadas, e somos levados a acreditar que temos que comprar, experimentar, e somos sim literalmente consumidos .

Vale a pensa parar e refletir:

Somos somente consumidores compulsivos ou inocentes vítimas desse processo?

Obrigada as seguidoras do nosso blog pelo carinho e a amizade.

Lady Chic

Por

Beth Vasconcelos