quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O QUE DAREMOS PARA OS NOSSOS PAIS??


Gatas lindas do meu blog eu desejo a todas muito sucesso nesta quarta feira lindona

Entramos em Agosto o Mês do Bom Gosto com o pé direito e o esquerdo também e na semana do Dia dos pais eu trago sugestões e dicas para comprar o presentinho dele, afinal ele é tudo de bom.

Depois do mês das férias competitivo, é muito comum que para algumas de nós o tempo seja de vacas magras. Se assim for, nada melhor que pechinchar uma lembrancinha boa e baratinha.

Tendo esta idéia na cabeça criei uma listinha básica de sugestões para presentes carinhosos para que vocês façam um agrado para os seus paizinhos, uma vez que eles já cuidaram muito de vocês.

Eis a lista:

- Home Theater: Dê um brinquedinho desse para o seu velho e faça o tempo que ele fica diante da TV ser muito mais emocionante e aproveitável.

- Notebook 1GB RAM Dual Core: Se seu papito é um cara voltado para o trabalho, é antenado e gosta de andar sempre na moda tecnológica, nada mais justo que você presenteá-lo com um lembrancinha dessas, hein?!

- Livros de cabeceira: nada melhor que presentear seu genitor com um bom livro. Escolha qualquer título e mande ver. Com certeza ele vai curtir uma boa leitura enquanto sua mãe finge estar indisposta pro coitado.

- Câmera Digital: Sabe aquela câmera de 12 MegaPixel com cartão de memória de 4GB?! Então, talvez seu pai goste de algo assim, o que acha?!

- Avião super rápido 0Km: Presenteie o seu pai dando a ele o conforto e a sensação de liberdade que só ele merece. – Pelo menos agora você poderá mandá-lo para o espaço, literalmente, brincadeirinha lindas...

- Mesa de Sinuca ou Bilhar: Este não será apenas um presente para o seu velho, mas um belo presente para toda a família.

- Tênis/Squash: Nada melhor que presenteá-los com um acessório que o deixará dentro da moda esportiva. – Agora eles poderão chegar em seus treinos equipados com o melhor material do mercado.

- Camisas e acessórios de futebol: Este presente é para aquele pai que não se vê longe dos gramados. Eles apóiam o seu time do coração até mesmo quando é rebaixado para a 3ª divisão do campeonato regional de várzea.

- Smartphone: Seu pai é executivo, geek, nerd ou qualquer coisa do gênero?! Seus problemas acabaram!

- DVD do Roberto Carlos inédito: Se todas as dicas acima estão fora do seu alcance aquisitivo, então dê para eles um simples DVD , encha-os de abraços, carinho e diga que no próximo Dia dos Pais eles serão recompensados com algo muito mais expressivo.

Abração para todas.

Lady Chic

terça-feira, 3 de agosto de 2010

RELAXAR PARA COMBATER A DOR!!


Bom dia queridas amigas do meu blog.

Hoje eu trouxe uma matéria de Priscilla Nery abordando um problema muito conhecido de todas nós, chamado cefaléia do tipo tensional, onde ela um excelente remédio.

Ela inicia perguntando: Quem nunca sentiu aquela dor de cabeça depois de um período de estresse?

Quando acontece um episódio isolado, tudo bem, mas quando as dores têm certa frequência é preciso ter mais atenção, pois você pode estar sofrendo de cefaleia do tipo tensional.

Tal cefaleia (ou dor de cabeça) é classificada como primária da mesma forma que a enxaqueca, mas existem várias diferenças.

Para começar, a dor é de leve a moderada - não chega a ser forte - e caracterizada por um "aperto" - na enxaqueca, ela é pulsátil.

O desconforto é sentido em toda a cabeça (bilateral) e não costuma deixar o indivíduo incapacitado.

Também não é comum que o paciente tenha aversão à luz (fotofobia) ou ao som (fonofobia).

Como o próprio nome diz, essa dor crônica está relacionada a um momento de tensão, mas isso não é regra; nem sempre o indivíduo está tenso quando passa mal. Mas os especialistas observaram uma situação constante nos pacientes:

"No geral, os músculos da cabeça são mais sensíveis em quem sofre de cefaleia do tipo tensional", afirmou Deusvenir de Souza Carvalho, chefe do Setor de Investigação e Tratamento das Cefaléias (SITC) da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).

Essa dor não ocorre somente em adultos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe), aproximadamente 25% das crianças e adolescentes sofrem do mal durante o ano.

Não há dados absolutos sobre a população em geral; existem fontes que acreditam que quase todo mundo seja afetado, e outras que apontam uma taxa de pouco mais de 10%.

Entretanto, como a dor é mais leve que em casos de enxaqueca, por exemplo, muitos pacientes não procuram assistência médica quando têm uma crise, o que pode mascarar as estatísticas.

"É provável que a cefaleia do tipo tensional seja mais frequente que a enxaqueca ", diz Deusvenir, que também é membro titular da SBCe e da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

A cefaleia do tipo tensional não tem causas genéticas ou hereditárias, mas acredita-se que as pessoas que apresentam essa dor têm algum distúrbio que deixa os músculos da cabeça mais sensíveis que o normal.

Estudos recentes indicam que o sistema que conduz a informação de dor também fica mais perturbado nesses pacientes. Assim, eles sentem uma dor com intensidade maior que nos outros indivíduos.

Mas a predisposição sozinha não é capaz de desencadear as crises; é preciso que haja um fator emocional. "Geralmente quem tem cefaleia do tipo tensional não sabe lidar com algum problema na área emocional, conjugal, etc.

Por isso, acaba se preocupando demais e se estressando, o que leva à dor", explicou o neurologista.

Como os especialistas ainda não conhecem o que está por trás desse tipo de cefaleia, não existe uma cura. Já o tratamento tem dois lados: o psicoemocional e o combate ao mau funcionamento do sistema que conduz a dor, por meio de remédios.

"É comum que o médico receite antidepressivos nesses casos, pois eles melhoram os níveis de serotonina (neurotransmissor conhecido por melhorar o humor de uma maneira geral)", falou Deusvenir.

Tratar o lado emocional também é extremamente importante, o paciente precisa estar disposto a mudar suas atitudes diante de situações difíceis.

Não adianta se medicar e continuar encarando os problemas como impossíveis de se resolver.

O segredo para melhorar as dores de cabeça é relaxar.

Apesar do desconforto causado pela dor, é necessário ter cuidado com a automedicação.

Quando alguém ingere grande quantidade de remédios e insiste nesse tratamento caseiro sem obter bons resultados, o quadro pode piorar.

Claro que, às vezes, o paciente pode precisar de um analgésico ou antiinflamatório, porém, de qualquer forma, ele terá que se esforçar para levar a vida com menos ansiedade.

E existem técnicas usadas para ajudar nesse processo, que vão desde fitas com frases e músicas relaxantes até fisioterapia e acupuntura.

Consultar um psicólogo pode ser uma boa pedida para algumas pessoas.

Se você tem dores de cabeça que se repetem por algum tempo, mesmo que seja apenas uma vez por mês, não deixe isso de lado.

Procure um especialista, pois, caso você sofra de cefaleia do tipo tensional, a tendência é que a dor piore e aconteça mais vezes.

Afinal, é melhor ir ao médico por uma "dorzinha" que correr o risco de sofrer o resto da vida por não ter tratado a cefaleia no início.

Uma vida com pouca dor é mais interessante né?

Abração para todas

Lady Chic

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

ELEVANDO AO MÁXIMO O SENSO DE VALOR PRÓPRIO


Amiguinhas lindas do meu blog, neste mês do bom gosto, eu desejo a todas um belíssimo dia.

Nosso assunto hoje, elaborado por dedeh vem nos ensinando como liberar nosso poder pessoal

Ela sabiamente inicia afirmando que um alto nível de senso de valor próprio e de autoconfiança é vital para uma vida feliz e bem-sucedida.

É isso que você vai usar para construir uma fé inabalável em si mesmo.

A fé poderosa na própria capacidade, segurança e recursos interiores é o que separa os mestres das massas, os seres humanos extraordinários dos comuns, os líderes carismáticos dos seguidores.

No mundo de hoje, a segurança de uma pessoa vem do fato de ela ser independente.

E a independência está enraizada em indestrutível fé, que em troca traz serenidade, segurança, auto-aceitação, fazendo com que a pessoa esteja bem consigo mesma.

Tudo o que uma pessoa atrai na vida é um reflexo do que ela acha que merece, do que acha que vale.

As oportunidades, as pessoas, os fracassos e a sorte que atrai são todos resultados diretos das mensagens que ela envia para fora.

As circunstâncias de sua vida pessoal, profissional e social dizem exatamente que grau de valor ela se atribui. Portanto, o senso de valor próprio nada mais é do que o grau de estima que cada um sente por si mesmo.

Todos nascemos com um forte senso do próprio valor isso é parte da natureza humana. Mas, ao longo do caminho, a maioria das pessoas perde uma grande porção dele.

Então, levadas pela necessidade de se sentirem valiosas a seus próprios olhos e aos olhos dos outros, começam a procurar esse valor fora delas, esperando recebê-lo de alguém.

E é aí que está o erro, porque o verdadeiro valor próprio só pode ser gerado por nós mesmos.

Ninguém nem nada nos pode dá-lo.

Esse valor não é determinado pela aprovação dos outros, por situação econômica ou sucesso intelectual.

É algo interno.

Quando o temos, as escolhas com que nos deparamos surgem de talentos e desejos genuínos, não da necessidade de impressionar os outros.

Portanto, tome a decisão de trabalhar, de fazer as mudanças necessárias para elevar seu senso de valor próprio ao máximo.

Então vamos por em práticas estas dicas de sucesso e sermos todas mais produtivas hoje.

Beijinho para todas.

Lady Chic

domingo, 1 de agosto de 2010

A HORA DO SEGUNDO FILHO!!


Amiguinhas do meu blog agosto chegou e neste dia que se inicia eu desejo a todas muito sucesso em todos os sentidos da suas lindas vidas.

Nosso assunto hoje, iniciando o mês do bom gosto, numa matéria muito boa de Juliana Lopes, aborda a questão do momento de se pensar no segundo filho.

Assim como muitas mulheres, quando Emileni Beato da Silva, 32, se tornou mãe e viu o pequeno Guilherme crescer, a vontade de ter um segundo filho em seus braços só aumentou, principalmente quando o primogênito começou a pedir um novo irmãozinho. "Isso aconteceu em um Natal.

Ao invés do presente, ele queria ganhar um irmão", conta a professora emocionada.

Depois de ouvir a experiência de várias mães, ela resolveu programar a vinda do próximo filho e se planejou financeiramente. "Preferimos dar um intervalo maior entre os dois por conta da criação deles. É mais fácil quando eles têm uma boa diferença de idade". Oito anos depois veio o pequeno Gabriel, que completa dois anos em Dezembro deste ano.

"O meu maior receio era em relação ao ciúmes e se conseguiria dar atenção ao dois igualmente. Como iria dividir o meu amor. Mas isso aconteceu naturalmente e hoje consigo administrar isso.

O mais velho entende quando o Gabriel precisa de uma atenção maior. Fora isso tem a questão financeira. Hoje o Gabriel toma todas as vacinas e as doses são intercaladas a cada dois meses. Imagine só se o Guilherme também estivesse em uma idade próxima?", aponta.

Segundo a psicóloga Ana Lúcia Gomes Castello, colaboradora do Hospital Infantil Sabará, não existe um período ideal para ter o segundo filho. "As adaptações da chegada do primeiro filho são muitas e a mãe precisa estar segura de que pode encarar novamente o exercício da maternidade.

O planejamento deste segundo filho é muito importante para que o casal esteja apto a recebê-lo em todos os aspectos", esclarece.

Em relação a saúde da mulher, principalmente durante a gestação, o obstetra Corintio Mariani Neto, diretor técnico do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros e diretor da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), aponta a recomendação da Organização Mundial de Saúde, que indica aguardar um intervalo de pelo menos dois a três anos entre duas gravidezes para diminuir os riscos para mãe e bebê.

Na opinião do obstetra, cada gravidez deve ser encarada como única. "Uma gestação normal não garante que tudo que vá bem na seguinte, do mesmo modo que eventuais problemas da primeira não obrigatoriamente se repetirão na próxima.

Em geral, os sintomas desagradáveis (náuseas e azia) são menos intensos ou melhor tolerados na segunda gravidez. Há um detalhe exclusivo da segunda gravidez - a existência do primeiro filho, além de toda a atenção e cuidados que a criança exige.

Por isso, quanto mais desenvolvido o primogênito, melhor", diz Neto. Entretanto, conforme a psicóloga, um intervalo menor entre um filho e outro, principalmente do mesmo sexo, beneficia os pequenos durante as suas fases de desenvolvimento.

"Crianças que têm irmãos do mesmo sexo, próximos um do outro, podem ter a oportunidade de curtir o mesmo jogo de futebol, a mesma brincadeira de casinhas numa fase onde ainda são considerados pequenos; como também, numa fase de adolescência poderão amadurecer trocando uma série de experiências lado a lado. A proximidade de idade faz com que a criança se sinta sempre acompanhada e protegida porque em quase todas as situações podem ser parceiros um do outro.

A experiência prática mostra que as crianças que tem diferenças de idade muito grande em relação aos irmãos muitas vezes podem tornar-se superprotegidas pelos pais e pelos próprios irmãos, e isto pode levá-los a terem comportamentos inadequados pela dificuldade de lidar com a frustração de situações que não são exatamente como gostariam que fossem", ressalta Castello.

Mas a psicóloga lembra que acima de tudo é importante que o casal saiba o seu tempo e tenha filhos do que foi proposto para o desenvolvimento da família de acordo com a situação de vida conjugal.

Se o intervalo é muito extenso, mais ainda, se os pais já são mais velhos, a profissional lembra das dificuldades em recomeçar tudo de novo.

"Isso pode ser uma tarefa difícil, por vários aspectos a serem considerados: cansaço físico, idade e disponibilidade para direcionar toda a energia para a criança pequena", acrescenta.

Em relação ao ciúmes, por sinal bem administrado pela mamãe Emileni, a preparação com o filho mais velho deve ser gradativa, desde o momento de contar a notícia da gravidez.

"A criança precisa entender que vai perder algumas coisas, mas vai ter a segurança de continuar a ter o amor e a segurança dos pais, pois é muito difícil para uma criança pequena perder o trono.

É importante que se sinta acolhida, e para isso os pais precisam ter paciência e entender que em algumas situações o que gera ciúmes na criança é a falta de atenção total", diz. Isso na prática significa dividir o tempo entre mamadas, cuidados com o bebê e atenção com o irmão mais velho.

Ao passo que mamães têm dificuldades em dividir as atenções entre os filhos, a segunda gravidez é na maioria das vezes mais segura e tranqüila pela experiência anterior. "Normalmente quando as mulheres engravidam pela segunda vez sentem um conforto muito grande, o mesmo acontece na hora de criar e educar.

Esta repetição da experiência da nova chegada de um segundo filho possibilita que os pais consigam realmente ter uma relação mais saudável com o bebê, porque estão mais práticos, seguros e confiantes", acrescenta, seja com intervalos maiores ou não.

Abração para todas.

Lady Chic